Destinos
11 Capítulo 11 - Como eu odeio esse idiota!
Notas iniciais
Após o Cebola ter indo embora para casa da sua mãe deixado apenas Dona Luísa e mais a Mônica sozinhas naquela casa conversando dentro do quarto da jovem. Mônica ainda se sentia completamente estressada pelo longo dia que teve na companhia do Cebola.
—Mãezinha querida por tudo que é mais sagrado proíbe aquela peste insuportável de vim aqui. Eu não sei por quanto tempo mais eu vou aguentar isso. —Mônica implorou desesperada tentando convencer a sua mãe mudar de ideia sobre continuar receber o Cebola em sua casa para cuida-la. —Você mesma diz que eu não posso com emoções fortes que é perigoso pra mim, aquele Ceboludo azedo em forma de gente só serve pra me azucrina minha vida. —Ela queixou suplicando ainda se sentido irritada só de lembrar a experiência de ter passado a tarde ao lado do garoto que a tanto provoca.
—Ai Mônica, quando que você vai parar com isso! O Cebola não é uma má pessoa, olha só ele cuidou tão bem de você. To vendo que ele até fez seu jantar e tudo isso sozinho. —Luísa argumentou com um pouco sem paciência com a jovem.
—Mãe, entenda! Aquele idiota só tava fazendo mais do que a obrigação dele. Se ele pudesse me deixava morre de fome o dia todo sem se importa. —A dentuça justificou continuando com a sua insistência.
—Oh querida, vejo que tem uma má impressão dele. Isso não me parece justo. Porque não tenta ver o lado do rapaz. —A mulher aconselhou de modo cauteloso tentado convencer a filha.
—Como?! Ele não tá nem um pouco se lixando de como me sinto por dentro. Tinha que ver como o Cebola foi rude comigo. E a senhora acha isso injusto com ele. Fique sabendo que eu não tenho uma má impressão dele. Eu tenho é uma péssima má impressão dele. —Mônica protestou esbravejando irritada e incrédula.
Dona Luísa suspirou sem paciência revirando os olhos. —Tá vendo porque te chamam de cabeça dura, Mônica?! —Ela indagou de medo retorico sentindo impaciência sobre a teimosia da sua jovem filha. —Ah querida, queria tanto que você e o Cebola começassem a se entender, isso é muito importante pra mim e pro meu trabalho. —A adulta pediu sendo convincente e sensata. —Só que nenhum dos dois que dar o braço a torce. São mesmo dois teimosos. —Mencionou num tom de voz debochada e desanimada já sem esperança.
—Se depender de mim não mesmo. —A dentuça discordou recusando se sentido enfezada só de pensar na possibilidade de ser amiga daquele "garoto insuportável". —E por favor mãe, por tudo que é mais sagrado, não deixa aquele herdeiro de Lúcifer entrar dentro dessa casa. —Ela suplicou pra mãe de um jeito debochado e cínico.
—Não Mônica! Eu estaria sendo injusta com o rapaz. Ele não fez nada de errado com você, só porque ele te provoca não quer dizer que não saiba cuidar de você. —Luísa a repreendeu com um tom de voz um pouco alterada e autoritária. —Mas pode ficar calma, que amanhã mesmo irei conversar com o Cebola pra pedir que ele pare com as provocações e comece há serem bons amigos por bem ou por mal! —Ela avisou dessa vez com um tom de voz mais tolerante e sereno.
—Humpf! Como isso fosse funcionar. —Mônica zombou murmurando sendo sarcástica. —Aiih! —Ela reclamou gemendo ao se sentir mal.
—M-Mônica?! O que foi filha? O que tá sentido? —Luísa exclamou apreensiva estando bem preocupada com a saúde da garota.
—Nada de mais, mãe! Só que de repente me veio uma dor de cabeça junto com um tontura! —A garota contou enquanto cariciava sua testa pra amenizar o sintoma que estava sentido.
—Tontura!? Ai meu Deus! Deve ser a febre voltando. Deixa eu ver! —Luísa supôs preocupada colocando a mão em cima da testa da filha e a outra mão em sua própria testa pra medir a temperatura da mesma. —Mônica, você esta muito quente! —Ela alertou estando assustada e apreensiva. —Só podia ser isso. Também né, se estressando assim e não tomou o remediu, sabia que isso não ia ter fazer bem. —Comentou sem deixar de se preocupar com a filha.
—É tudo culpa dele! —A jovem culpou murmurando se sentido meio fraca.
—Sua também mocinha! Pra cima de mim não! —A mulher reprimiu de modo debochado e autoritário. —To vendo que vou ter mesmo uma conversa seria com o Cebola. —Ela decretou estando bem convicta com a sua decisão e um pouco irritada com o jovem garoto responsável por cuidar da sua filha. —Mônica, espera ai que vou buscar o termômetro para coloca em você. —Luísa comunicou se afastando da dentucinha indo até a porta do quarto.
—Tá bom! —Mônica aceitou com um a voz fraca deitando na cama.
Com isso a dona Luísa assim foi até banheiro do seu quarto buscar o termômetro e em seguida retorna pro quarto da filha e sem perde tempo coloca o termômetro de baixo da axila da jovem, esperou uns 5 minutos depois retirou o termômetro de baixo do braço da garota e olhou a numeração que marcava a temperatura.
—38º graus! Você tá mesmo ficando com febre. —A mais velha anunciou olhando diretamente pro termômetro que estava sendo segurando em suas mãos. —Pode ficar calma meu anjo, a mamãe vai cuidar de você. Vou te dar o seu remédio pra baixar a febre e você vai fica boa logo logo. —Luísa confortou com uma voz doce e sorrindo gentilmente pra filha enquanto acariciava a cabeça da mesma.
—Tá bom, mamãe! Não tenho outra escolha mesmo. —Mônica afirmou com meiguice estando um pouco inconformada com o seu estado de saúde atual.
[...]
No dia seguinte era de manhã bem cedo e o Cebola já estava dentro da sala de classe antes mesmo da aula de começar, sentado na sua carteira que era localizada na penúltima mesa no canto direito da sala. Ele estava lá sentado no seu canto em um silencio total com uma maior cara fechada de entendido misturado com quem chupou limão azedo só observando os seus colegas conversando e entrando para assistir a aula que faltava poucos minutos para começar, até que o seu precioso sossego foi interrompido por uma bela jovem de longos cabelos ruivos, olhos verdes e algumas sardas pela bochecha e também no nariz o chamando delicadamente.
—E ai Cê! —A ruiva cumprimentou de forma manhoso e sugestivo.
—Hum...! Ah! Fala ai Amanda! —Cebola a cumprimenta sem animo nenhum num tom entediado.
—Er, não to te atrapalhando, né? —Amanda perguntou receosa vendo que o garoto não parecia querer falar com ela
—Não, imagina! Eu to fazendo porra nenhuma de interessante a não se ter que se obrigado assistir esse caralho de aula. —O jovem delinquente respondeu de modo rígido.
—Ham! Cebola, você tá mesmo bolado. Foi mal, eu não queria te perturbar. —A garota se desculpou com um certo receio e ao mesmo tempo chateada.
—Ah relaxa mina! Foi mal pela minha rudeza, é que eu não to curtindo muito os últimos acontecimentos na minha vida e principalmente estar no colégio tão cedo! —Cebola esclareceu agora dizendo de um jeito compreensivo se desculpando.
—É! Deve esta sendo muita dureza mesmo. Até estranhei ver você aqui antes da aula começar, você tem essa mania de cabular aula e só chega na segunda. Qual foi o milagre, vai me conta?! —Amanda questionou surpresa e bem interessada de saber.
—Pode crer que sim gata! Por mim não teria chegado tão cedo se não fosse a minha mãe e a peste da minha irmã me atazanado para eu acordar e ainda apareceu o meu pai lá em casa só pra força a barra de me fazer vim a escola cedo. —O garoto explicou se sentindo frustrado. —Eles querem que eu ande na linha de qualquer jeito. Bah! Já to de saco cheio disso. —Ele resmungou com raiva, depois tenta se acalmar para manter a sua preciosa paciência intacta.
—Hom! Tadinho do gatinho! O que eu poderia fazer pra deixa-lo feliz?! —A ruiva interrogou maliciosa com um tom de voz sexy e meloso enquanto mantinha um pequeno sorriso malicioso contornado em sua face.
—Ah! Acho que eu sei muito bem. E como sei! —Cebola insinuou com malicia sorrindo do jeito safado estampado em seu rosto olhando pra ela.
—Boa dia alunos! Por favor todos abrindo o livro na pagina 184 onde nós paramos na ultima aula. —O professor pronunciou entrando na sala anunciando o inicio do começo das aulas.
—Depois nós continuamos esse papo no intervalo, falou gato?! —A ruiva combinou sussurrando no ouvido do Cebola e depois morde de leve o lábio inferior.
—Aham! Belê! —O moreno aprovou de forma malicioso. —No lugar de sempre, naquele deposito no lado do campo de futebol! —Ele sugeriu com um olhar sexy e um imenso sorriso torto de safado sublinhado em seu rosto.
—Combinado então, lindo! —Amanda concordou sorrindo para o garoto a qual conversa estando satisfeita e alegre. —Até logo mais, Cê! —Ela se despediu de modo dengoso e malicioso, imediatamente retornou pra sua carteira antes que o professor chama-se sua atenção.
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