Destino Final: Tokyo
1 Destino Final:Tokyo
No mundo existem bilhões de pessoas, cada país com sua população, cada lugar com sua cultura, religião e credo.
Assim começa nossa história... Tokyo ano de 2013, o equilíbrio existe no mundo, por dia morrem mais de 148.272 pessoas. A vida segue, porém existe um esquema, cada um tem o seu, e nesta grande Metrópole com mais de 14,667 milhões de japoneses não é diferente.
Kishimoto um garoto que ama animes e é nerd está prestes a ir para uma convenção de bandas de ROCK que tocam clássicos dos seus animes preferidos, junto dele estão a Yumi, lelly, e seu irmão Takato. Yumi e lelly são namoradas e sempre estudaram com kishi (Apelido carinhoso que elas chamam ele) Takato é o irmão mais velho e tem 25 anos, ele está com kishimoto porque sua mãe pediu para ele acompanhar e cuidar dos jovens, já que a viagem era longa e todos são da mesma idade (18 anos) Depois de chegar no aeroporto da cidade de Kobe, kishimoto dá um suspiro de cansaço e pergunta para as meninas
– Onde está o garoto que vinha nos pegar na escada rolante?
– Kishi, calma! Não acredita em mim? Você veio a viagem toda falando que não conseguiríamos chegar a convenção a tempo, Calma!
Disse Lelly com ar ignorante e cansativo.
Kishimoto manda o casal ficar na escada esperando o amigo, quando ele sai o irmão mais velho vai atrás.
– Kishi, eu falei para você não vir para esta viagem, eu só vim porque sei que isso ia dar em merda, seja sensato! Estas garotas só querem sua amizade porque sabem que papai é dono da Hamu(Empresa de publicidade famosa em tokyo).
– Isso é mentira Takato, todo o tipo de amizade que eu tenho você fala isso! Se for assim eu nunca vou ter amigos! – Disse kishimoto com raiva para takato.
Depois de sair do banheiro os irmãos veem um cara todo de preto com cabelos grandes e olhar violento conversando com as meninas
– Esse é o koko, roqueiro que vai colocar agente na primeira fila dos Tokyo Maniacs!
Disse yumi com um sorriso debochado.
Como sempre takato calado a viagem de taxi inteira, enquanto kishimoto fica próximo do garoto que mal conhecia, conversas altas e risadas longas com as garotas e seu novo amigo. Depois de 1 hora de viagem eles chegam em um lugar moderno cheio de estatuas gigantes de personagens de animes, um parque de diversões cheio de pessoas e vários palcos, Kishimoto corre na frente em direção a banda favorita. Takato não consegue acompanhar e fica encostado em uma guitarra gigante em um campo de futball, avistando seu irmão na fila um pouco distante dele.
Com um olhar distinto ele olha os fios e instalações do local. De repente começa a chover e todos correm para baixo de uma lona gigante. Uma garota de salto alto pisa em uma das fiagens rasgando o fio. A chuva fica mais forte e uma grande poça de água se forma em cima do fio descascado. Depois de 20 minutos a chuva passa e todos saem, Lelly olha para yumi e fala
– Amor, nas festas eu gosto de ficar sujinha
Ela pula na poça de água e é eletrocutada com tanta potencia que seu olho explode indo em direção a yumi. Todos desesperados correm e acabam pisoteando o koko ( Amigo das garotas ) ele não consegue levantar e acaba morrendo, a yumi distante está gritando o nome dele e correndo. O Pânico estava grande e sem motivos, porém todos corriam em uma direção de saída ao mesmo tempo. Yumi tenta pular a grade de proteção do espaço, a altura é de mais de 40 metros. Chegando lá em cima o tênis dela engancha na grade e ela cai deitada. Porém ela cai com a testa para o chão em direção a um cone de aço diretamente no estacionamento. Takato puxa o irmão e vê que na saída está um caos, todos passando por cima de corpos pisoteados, milhares de pessoas correndo para um pequeno espaço. Ele corre em direção aos palcos para tentar buscar uma saída. Chegando lá uma das estatuas de animes despenca pelo empurra empurra das pessoas e cai por cima da grande guitarra elétrica que está na frente do palco principal. Takato empurra kishimoto e a guitarra esmaga ele. Tudo que sobra é a mão dele decepada e tremendo. Kishimoto em pânico fica no mesmo lugar em choque, de repente uma das pessoas que estão no show arrebenta a grade com um carro da produção. O carro acaba virando deixando um caminho de gasolina, Kishimoto corre na direção da grade arrombada porém seus pés ficam molhados de gasolina, os fios de alta tensão batem no caminho da gasolina. Em câmera lenta ele olha para a trilha de gasolina seguindo aos seus próprios pés. Com um grito
– AAAAAAAH!
Ele acorda, vê seu irmão olhando para ele e falando — . – Kishi, eu falei que você não tivesse vindo para viagem, eu só vim porque sei que isso ia dar em merda, seja sensato! Estas garotas só querem tua amizade porque sabem que papai é dono da Hamu.
Assustado e soando frio kishimoto fala – Irmão vamos voltar! Agora! O Show se tornará um grande acidente por favor. As meninas ficam vendo o alvoroço de kishi da escada rolante e estranham o acontecido, kishimoto pede 4 passagens de volta quando começa a gritaria e o noticiário da tv avisando o ocorrido. Takado com um olhar chocado fixa sem piscar no seu irmão.
1 Dia Depois...
Takato está no escritório das empresas do teu pai pensativo e olhando pela janela do prédio, está cansado e sem vocação para trabalhar, o telefone toca e ele atende.
– Senhor Takato, seu irmão está indo ver você! – Tudo bem saori, manda ele subir, Obrigado.
Chegando na sala do irmão, kishimoto dá um abraço enquanto chora assustado e tremulo.
– O que aconteceu kishi? Mim fala o que está havendo? Deixa eu ajudar você!
– Takato, eu acordei hoje...olhando para baixo da janela do prédio, estava prestes a se jogar! E eu não queria isso!
– Como é que é kishimoto? Por favor não deixe que isso faça você acabar com tua vida, você é uma peça chave da minha vida,tudo para mim.
– Não takato (chorando) Não foi porque eu quis!
Takato mais uma vez joga um olhar assustado para kishimoto, ele corre em direção a ele e segura seus braços com força e diz
– Olha no meu olho...o que está acontecendo com você? Pode ser o que for, eu vou te ajudar.
Kishimoto puxa uma folha e entrega a takato, Takato vê um desenho de um carro com um peneu destacado pintado de vermelho. – Kishi, esse é mais um dos teus desenhos? O que isso significa? Porque você está mostrando isso?
- Porque eu estava segurando ele quando acordei, e eu lembro que nunca fiz este desenho!
Num estúdio de Tatuagem Lelly chega e encontra koko, fazendo uma tatuagem e com a velha cara de homem maldoso pergunta a lelly
– E ai? O otário deu o dinheiro e não pegou de volta?
– Não! Heheheh ele é mesmo bobo! Você iria colocar agente nos bastidores, porém cobrei o triplo do preço!
– sério? Então hoje vamos sair para comemorar, e tomara que tenham mais shows para eu falar com meus manos colocarem vocês, e não esquece de pedir sempre a mesma quantia beleza?
– certo cara! Olha só, a noite terá um after party na casa do babaca do kishimoto, espero que você como novo amigo apareça, Xau e até breve...
- Xau, gostosa!
Koko está num estudio de tatuagem que parece uma garagem velha com um ventilador velho e cheio de ferragens de carro. Homens trabalhando juntos dentro e desmanchando carros, um dos trabalhadores traz um galão de gasolina e coloca em cima de um pneu velho encostado na parede, Um amigo de koko e motoqueiro aparece
– Koko, você falou que a tatuagem acabaria em uma hora, e até agora nada cara! Falta quanto tempo?
– Falta 15 a 20 minutos..sei lá cara, olha só eu garanto que o otário vai liberar a grana do extasy, ou ele seria muito burro
– Vou esperar você aqui fora beleza?
–Beleza cara.
No fundo do estudio um dos trabalhadores tira as luvas e joga na direção de traz, onde está o galão de gasolina. As luvas caem dentro do galão deixando as luvas ensopadas com as pontas secas para fora . O Tatuador retira a agulha e vai em direção ao estojo de agulhas que está numa gaveta encostada ao pinel onde está o galão. Na mesma hora o trabalhador pega o galão e está fumando. A cinza cai em cima da luva que estava tampando ele. A boca do galão onde está a luva pega fogo e o operário se desespera e joga o galão para cima caindo em cima do estojo de agulhas, o galão explode e as agulhas vão em direção ao pescoço do Koko. Sangrando muito ele tira as duas agulhas que atingem seu pescoço. Ele sai correndo e seu amigo motoqueiro o coloca na parte de tras da moto, ele acelera
– Aguenta cara, por favor koko, não deixa essa merda acontecer irmão.
Em um curva a moto se encontra com outra e o motoqueiro freia de vez, Koko cai no asfauto quando uma caminhonete super rápido não dá tempo de freiar e estoura sua cabeça com o pneu da frente, O amigo de coco vai olhar e vê a cena do amigo se tremendo sem os miolos, como no desenho de kishimoto o pneu da caminhonete ensopada de sangue. Yumi está na sua aula de samurai, com um kimono branco e segurando uma espada de samurai, com um olhar penetrante ela encara sua oponente do tatame. O treinador chama yumi
– Telefone, é a lelly!
– Oi lelly o que foi eu estou no meu teste, vao passar a faixa hoje e você....O quê? Como assim?
A noite kishimoto reune yumi e lelly no seu apartamento, lelly com uma cara de choro olha para ele e fala
– Você preveu isso? Por isso que chamou agente? Fala cara! O que tá havendo? Você é de alguma ceita koreana? NÂO TO BRINCADO
Lelly vai na direção de kishimoto e yumi segura ela
– Calma lelly, isso não vai levar ninguém a nada!
- Eu chamei porque eu vi o noticiário, eu vi que ele morreu, e eu sabia que seria assim.
– Como assim? Espera então foi a mesma coisa do show de rock?
Disse Yumi segurando lelly, Kishimoto abaixa a cabeça e mostra um caderno com mais 4 desenhos, o primeiro mostrando o carro com o pineu manchado de sangue escrito (Koko).
– Então são mais 4? Isso quer dizer que isso é a maneira que vamos morrer?
Takato abre a porta do apartamento com um rosto furioso
– Kishi seu idiota você prometeu que não mostraria para elas, você nem sabe se isso é verdade, mim dá os desenhos agora!
Ele puxa os desenhos, todos caem no chão e revela o segredo das imagens.
- Perai? Então cada um desses desenhos com os nossos nomes é a maneira que vamos morrer? Você faz rituais? Mim responde cara você é de qual ceita?
- De acordo com a visão que tive, o primeiro a morrer era você lelly, depois o koko, depois yumi, depois o takato e por fim...eu! Depois que acordei todos eles estavam no meu quadro de fotos, um ao lado do outro, e o primeiro era o do carro, o do koko...o segundo era este...
Kishimoto mostra outro desenho, nele está uma parede com uma rachadura enorme. Lelly puxa a yumi
– Vamos para casa, eu sempre soube kishimoto que você era uma aberração, você só era uma fonte de dinheiro, mais se essa merda for verdade, se acontecer algo com a yumi, eu acabo com tua raça, não importa de que merda de religião de bruxaria você é..eu te mato! ABERRAÇÂO.
Ela sai do apartamento do kishimoto com sua namorada, Takato com os braços cruzados e encostado na parede olha para kishimoto, calado e com cara de choro kishimoto sai correndo e se entra no quarto, takato vai atrás e bate na porta do quarto
– Kishi. Mano, olha só, eu não vou dizer: EU TE AVISEI! Mais não se preocupa, eu vou mandar os seguranças do papai fazer ronda aqui no apartamento
- NÂO! Eu não quero a vida do papai, eu quero ser livre, sem depender de nada, foi por isso takato que eu sai de casa, porque eu quero viver uma vida diferente da de vocês, eu nunca vou querer um emprego na empresa, e não vai ser do uso dos seguranças de lá que eu vou fazer agora, se essa merda está acontecendo então que aconteça! Mim deixa em paz!
Takato sai da porta e segue para cozinha onde pega um copo de água e bebe.
No dia seguinte Yumi está no seu quarto no telefone com lelly, sentada na cama e com as pernas cruzadas
– Amor, não se preocupa, isso é uma loucura e não vai acontecer nada! Olha só, vou ficar aqui no meu quarto treinando o solo de guitarra da banda e depois você mim liga
– Tem certeza que não tem rachaduras ai? – Tenho sim, o cara pintou semana passada a casa, colocou papéis de parece, justamente porque não tinha nada por traz, tudo limpo e concertado
– Tudo bem, fica bem, te amo
– Também te amo!
Yumi desliga o telefone, Só que ela não sabe que por traz da pintura mármore e do papel de parede de ursinho existe uma rachadura enorme. Ela vai até a cozinha e escuta um som de furadeira no vizinho, ela pega uma banana e sai comendo pelos corredores do prédio
– Ei, babaca, por favor para com esse barulho, idiota!
O Vizinho sai
– Olha só sapata, eu vou terminar meu serviço, ao contrario de você eu trabalho!
Ele bate a porta na cara dela e continua a fazer o serviço
-AAAAAAAH! Seu Nojento! Espera da próxima vez que você pedir açúcar!
Ela entra no apartamento, no seu quarto e joga a casca de banana no chão do quarto. Por traz do papel de parede a rachadura está quase perto do teto, Quando o som da furadeira aumenta yumi se irrita.
– MERDA!
Yumi começa a dar chutes na parede e gritando alto e xingando o vizinho, pedindo para parar, o som está mais rápido e a parede do seu quarto é junta da parede dele.
Com os chutes, a rachadura chega no centro do teto e contorna um pedaço redondo e grande ao redor do ventilador de teto, yumi quando vai retornar para sua cama o pedaço Rachado enorme do teto cai, no susto ela pula e cai de costas encostada na parede em cima do interruptor do ventilador ligando ele, ela vai olhar o buraco que está enorme bem ao lado de um pequeno pedaço do teto que ainda segura o ventilador, o ventilador começa a rodar ela vai desligar, mais antes disso ela escorrega na casca de banana e cai no chão deitada, ela olha para cima e o ventilador cai de vez na cabeça dela, espalhando pedaços para todo lado.
Lelly está no carro, seu telefone toca e assustada com a ligação ela chora enquanto ouve o anuncio da morte da amada, ela acelera o carro e vai na contra mão na direção da casa do kishimoto. Antes de chegar na casa dele, ela vai no subúrbio, compra uma arma enferrujada por um preço barato, retorna ao carro e acelera. Kishimoto está fumando na sacada do seu quarto, lelly entra no prédio alterada, sobe o elevador e dá um tiro na porta.
A porta do carro aberta mostra no seu porta malas o desenho que kishimoto deu a ela, e ela ainda não tinha visto, nele tem uma arma de fogo.
Ela entra e rende takato, kishimoto sai do quarto e vê a cena bastante tremulo.
- Pois é, agora é só agente, você matou ela não foi? Você acabou com a minha vida, e agora eu vou acabar com a tua, não matando você, e sim seu irmãozinho querido de merda que você tanto ama! E ai vamos ficar kits.
– Por favor, Lelly, eu juro que não fui eu, desde que tive a visão, salvei a todos desde então todos estão morrendo , Por favor não mate ele!
– Por favor um caramba! Sua aberração, você fez isso, de alguma maneira você tem culpa, e agora tudo vai acabar com a morte do teu irmãozinho!
Ela puxa o gatilho, porém a arma explode na mão dela e um pedaço de metal atinge o pescoço dela, jatos de sangue de uma veia atingida começam a jorrar, Takato corre para pegar lençóis, ela olha para kishimoto, ele segura sua mão com força.
- Lelly, por mais que você não goste de mim, você foi a única amizade que eu cheguei a amar, você foi a irmã que eu não tive.
- Kishimoto, Des...des..Desculpa...
- Lelly? (Chorando) Meu deus! Por que isso tá acontecendo comigo?
- Kishi? Não tem mais jeito, ela tá morta, agora vamos cuidar em esperar nossa hora, juntos!
- Takato, você não pode morrer, eu não aguentaria ver isso, por favor ... você tem que matar a mim!
- Nunca!
- seja o que for vamos mudar isso, nem que agente engane essas armadilhas, mais vamos viver, juntos!
Kishimoto sai andando lentamente, abre a gaveta do seu quarto, puxa mais 2 desenhos, com o rosto manchado de sangue ele se ajoelha de cansaço e ergue as mãos em direção ao seu irmão, revelando o destido deles.
No desenho do takato tem um patins de gelo, e no de kishimoto tem o desenho dele e de takato de mãos dadas.
– O que significa o seu desenho? Não é nenhum objeto, o que será que é?
– Não sei, takato, vamos desfazer de todos os objetos de metais da casa, vidro, tudo, vamos usar talheres, pratos, tudo de plástico, temos que ser rápidos porque não sabemos quando isso vai contecer
– você tem algum patins de gelo?
– Não!
– Otimo! Então não sairei de casa, comida agente pede, dinheiro é que não falta para isso.
– Takato?
– Sim?
– é a policia ligando para mim
– atenda!
– alô, sim, é isso ela.. tudo bem! Delegacia? Estou indo, Takato temos que prestar depoimento, eu vou só e digo que você não pode ir, os legistas estão limpando o sangue, assim que eles saírem comece a colocar as coisas em sacos plásticos, seja rápido!
– Certo mano
— Takato!
– sim?
– agente se vê!
– Com certeza irmão
Kishimoto sai sentindo um frio na barriga, com vontade de não ir, com vontade de ficar com seu irmão. Takato começa a embrulhar tudo com plástico bolha, jogando todos os objetos pontiagudos, tudo que for de perigo ele está descartando e jogando em sacos plásticos grandes, ele olha para cozinha e vê o painel de gás, bem pensativo.
- è isso, tenho que ser rápido, vamos lá!
Ele aperta na chave de gás, abaixa na magueira e a retira, tirando a única passagem de gás para o fogão.
- Pronto, aqui não passa mais gás, vamos ter que comer de caixinha o dia todo hehheheh.
Quando ele chega na sala um forte cheiro de gás é sentido, na verdade kishimoto já tinha desligado o gás e ele acabou ligando confuso e sem saber, retirou a mangueira de passagem, ele chega na cozinha outra vez e liga o interruptor da luz, quando uma explosão enorme joga ele para a porta e queima o rosto dele, com o rosto ardendo takato corre para o elevador, o apartamento está em chamas, ele corre para o estacionamento e pega o seu carro, acelara o mais rápido, ele pega o celular e tenta ligar para kishimoto, só que ele não sabe que o celular dele estava no apartamento e agora queimado.
Acelerando e com a visão ruim takato resmunga
- Pois é, eu iria morrer com um patins de gelo? Então se for isso vamos acelerar!
Takato confiante que não vai morrer de tal forma acelera o carro na direção da delegacia onde kishimoto presta depoimento, num cruzamento da rua principal de tokyo o sinal está feixado, devido a visão está ruim ele não percebe, um carro bate na mesma hora de lado do dele, arremecando ele para fora numa distancia gigante, o arremesso o joga de cabeça numa vitrine de uma loga fazendo ele cair deitado, acordando da batida ele olha para cima, e numa prateleira cheia de patins de gelo todos caem em cima dele, perfurando sua pele e atingindo as veias internas, mais de 15 pares perfuram o takato e o matam em estantes.
Minutos se passam até que kishimoto corre para aréa interditada pelos policiais, ele segura seu irmão no colo e retira os pares 1 a 1 do seu corpo, chorando muito ele pensa alto
- Eu disse para você ficar no apartamento, porque você veio atraz de mim cara?
A loja destruída e kishimoto em cima do piso quebradisso e prestes a desabar da loja retira do bolso o desenho dele segurando a mão do irmão, o piso desaba, um policial segura os pés de kishimoto, uma cratera abre no chão. Kishimoto segura pelas mãos o corpo morto do seu irmão enquanto o policial segura seus pés – Garoto solta o corpo, você vai morrer! – Não, este é meu destino – Solte ele, não desista
Kishimoto vê que ainda pode viver, e que ainda tem outra chance, olhando pela ultima vez seu irmão, segurando as pontas dos dedos ele solta o corpo.
O policial puxa kishimoto e o leva para ambulância.
1 Ano Depois...
Kishimoto adaptou seu apartamento como planejado, tudo branco e acolchoado, só uma passagem na porta para entrada de comida que ele pedia. Ele está terminado de desenhar o seu mangá contando a história que passou, no final ele escreve: Não sei quanto tempo vou aguentar.
Na porta um envelope de papel é jogado, kishimoto pega um detector de metais, passa sobre o envelope e vê que não é nada, ele segura e em seguida abre, no envelope está tudo escrito em inglês, língua que ele sabia falar e ler muito bem, estava escrito: Kishimoto, meu nome é Wendy e eu sei o que você está passando, você não é o primeiro, peço a você que não viva solitário pois uma hora a morte te pega, seja qual for a formula, peço que venha até a cidade de nova York onde vivo com uns sobreviventes num rancho adaptado para pessoas como nóis, embaixo está as instruções de como viajar até aqui em segurança.
P.S: Fique de olho em cada detalhe.
Logo em seguida Kishimoto dá um sorriso de esperança, ele vai no seu quarto e pega uma foto do seu irmão – é mano, parece que eu vou ter mais conteúdo para escrever meus mangás, obrigado por tudo, seja onde estiver mim deseje sorte!
Com um olhar de tristeza e felicidade kishimoto começa a aprontar suas coisas para viagem, porém antes de partir ele pega o lápis e escreve no final do seu mangá: CONTINUA...
FIM.
Fale com o autor