Destino

19 Epílogo - parte III


Notas iniciais
O ultimo, ufa! :)

Faz duas semanas que mudamos pra casa que eu encontrei aquele dia.

Hyoga adorou o lugar, apesar de ter vistoriado o local analiticamente.

Por coincidência aquela garota que conheci naquele dia também conhecia o Ikki, trabalharam juntos, afinal é uma engenheira também. Aquela casa foi praticamente projetada pelo meu irmão, quem diria.

E por dentro era mais linda ainda. Tinha até uma piscina atrás, Miguel brinca lá todos os dias.

Ficou um pouco mais longe do hospital, mas o Hyoga não se importou, ao menos o lugar tinha valido a pensa.

Estou tão feliz, uma casa minha e da minha família.

Mayuri até veio morar conosco até concluir os estudos, agora ela mudou o curso pra medicina e o Hyoga é realmente seu tutor.

.

Já eram umas seis e meia, Hyoga chegou do trabalho e se jogou no sofá de qualquer jeito e agora tá tentando cochilar ali mesmo.

Mayuri tá sentada no chão com um monte de livros estudando na mesa de centro, o Miguel tá assistindo televisão e fazendo uns desenhos de giz de cera ao mesmo tempo e eu estou digitando meu novo livro, tenho um escritório aqui agora que é praticamente uma biblioteca, mas prefiro ficar aqui na sala com eles.

Enquanto ocorre a produção do filme eu me ocupo com outras coisas, embora eu ainda esteja supervisionando toda a produção.

Só ouvimos os ruídos da Mayuri escrevendo e apagando num caderno, a televisão e brinquedos sendo remexidos e o barulho do meu laptop enquanto digito.

─Vocês são tão barulhentos. – Hyoga reclama.

─Se quiser dormir vai pro quarto Hyoga. – digo lhe direcionando um olhar indiferente.

─Aqui tá melhor. E você escreve muito alto Mayuri, tá tentando atravessar o caderno com esse lápis é? – ele diz fazendo manha.

─Ai Hyoga! Só tô escrevendo. – ela diz emburrada.

─E que produção toda é essa aí heim? – ele pergunta, acho que só agora ele percebeu que ela tá toda arrumada.

─Você gostou? – ela diz sorrindo animada.

Hyoga fica confuso olhando pra ela e depois pra mim.

─Hoje é o encontro dela com o Ichiro. – explico dando um sorrisinho.

Depois de bastante tempo enrolando eles finalmente resolveram tomar a iniciativa. Sempre que o Ichiro vinha me ajudar com algum trabalho burocrático ele ficava a maior parte do tempo de conversinha com a Mai, tudo indicava que estavam gostando um do outro.

─Huuuumm. Encontro. – Hyoga diz rindo e olhando pra mim.

─Ichiro e Mai, juntos namorando, logo vão estar se casando. ♪ ♫ Hahahahaha.– começamos a cantarolar e rir ao mesmo tempo, até o Miguel se juntou a brincadeira e começou a dar palminhas.

─Vocês são tão infantis. – ela resmunga revirando os olhos.

─Mas precisa de tudo isso aí? – Hyoga pergunta olhando pra Mai, está com um vestido vermelho e florido e com os cabelos ruivos soltos que ela escovou até brilharem, até me pediu pra escolher a roupa com ela.

─Não gostou? – ela diz magoada.

─Tá chamativa demais. – ele reclama.

Antes eu tinha ciúmes desse senso de proteção que o Hyoga tinha por ela, mas com o tempo percebi que não passava de um carinho fraternal.

─Tô não, o Shun gostou, né Shun? – ela diz defensiva me olhando.

─Ela tá linda Hyoga, para de frescura, você só tá assim porque é pro Ichiro.

─É claro, aquele lá não tem cara de inocente nem de longe. – ele diz aborrecido, não adianta o Hyoga nunca vai simpatizar com o Ichiro.

A campainha tocou.

─É ele. – ela disse animada se levantando e engonhando o vestido e alisando os cabelos.

Depois já ia correr pra atender porta.

─Opa, peraí! – Hyoga a chama antes que ela vá. ─Deixa que eu atendo. – ele diz emburrado e recebendo um olhar aborrecido da Mai.

E era mesmo o Ichiro, todo arrumado.

─Oi Alexei. – ele diz sorridente. ─A Mai tá pronta? – ele diz tentando olhar dentro.

─É ‘senhor’. – ele resmunga. ─Ela já está pronta sim. – ele diz saindo do caminho pra que o Ichiro pudesse ver a Mai.

─Oi Ichiro. – ela diz sorridente. ─Deixa só eu pegar minha bolsa e já vamos. – ela diz correndo pro quarto.

─Onde pretendem ir? – o Hyoga diz desconfiado deixando o Ichiro entrar.

─Ao cinema. – ele responde animado. ─Oi Shun. – diz acenando pra mim.

─Oi Ichiro. – digo sorrindo.

─E depois? – Hyoga continua desconfiado de braços cruzados pra intimidar o Ichiro.

─Vamos jantar. – ele diz agora sem jeito.

─Hyoga! Para de intimidar o Ichiro. – Mai diz aborrecida voltando e vendo o Hyoga encher o Ichiro de perguntas.

─E depois? – Hyoga continua sem dar a mínima pra ela.

─Bom, nós vamos passear pelo parque e...

─Sei, ao parque. – diz com uma sobrancelha arqueada.

Mai chega perto do Ichiro, mas o Hyoga a puxa pra trás dele se colocando entre os dois.

─Shun! – Mayuri me direciona um olhar de socorro pra que eu fizesse alguma coisa.

─Deixe as crianças se divertirem Hyoga. – digo rindo.

─Tenho que saber os detalhes desse ‘encontro’. – ele diz sarcástico. ─Aqui o regime é com toque de recolher. À que horas é a sessão do filme? Tenho certeza que não termina mais do que oito e meia e tenho certeza que vocês não jantam tão devagar, então às dez eu quero a Mai aqui. – ele adverte.

─Bom... eu... – Ichiro estava acuado e sem jeito.

─Shun! – Mai continua insistindo pra que eu faça alguma coisa.

─Por favor, Hyoga! Deixa-os em paz, é a noite deles. – digo suspirando e já me levantando. ─Não liga pra ele Ichiro, ele só tá paranoico. – digo sorrindo.

─Prometo que vou cuidar bem dela Alexei. – ele diz sem jeito.

─Acho bom. – diz sério. ─E você, comporte-se mocinha. – ele diz advertindo a Mayuri agora.

─Ai Hyoga! Eu mereço. – diz irritada revirando os olhos.

─Tchau Shun, tchau Alexei. – Ichiro diz já se despedindo e indo pra porta.

─’Senhor’. – Hyoga volta a resmungar.

Mayuri se despediu do Miguel e de mim.

─Tchau Mayuri, juízo heim. – digo sorrindo acenando pros dois.

─Paranoico. – ela diz pro Hyoga antes de ir com o Ichiro.

─Tô de olho viu. – ele ainda avisa. ─As dez e nenhum minuto a mais. – ele grita antes que eles saiam pelo portão.

─Parece até o Andrey. – digo rindo quando ele volta pra dentro.

─Eu disse a mãe dela que cuidaria dela, e é isso que estou fazendo. – ele diz emburrado.

─É só um encontro Hyoga. Ela vai ficar bem. – digo o abraçando pela cintura.

─Mesmo assim. Emprestou mesmo seu carro pra ele? – ele pergunta.

─Pois é, ele está todo bobo desde que tirou a habilitação. Então resolvi emprestar o carro pra ele nesse encontro, não é nada demais.

─Não confio nas habilidades de um recém-habilitado. – ele reclama enquanto acaricia meus cabelos.

─Definitivamente você está impossível hoje. – digo batendo de leve no peito dele.

─Hunf. – ele diz emburrado, mas logo sorri pra mim. ─Vamos jantar fora? – ele diz me beijando.

─Pode ser. – digo sorrindo insinuante. ─E depois...

─Depois nós vemos. – ele diz sorrindo insinuante também e voltando a me beijar.

─Quer comer no Kodomô* hoje Miguel? – Hyoga pergunta sorrindo e indo até o filho.

─ Kodomô! – diz animado.

─Hoje é o dia do Planet Park lá. – comento sorrindo e o Miguel se anima mais ainda.

─Vai ter o foguete bem gande? – ele pergunta animado.

─Beeem grande. – confirmo.

─Vô bincar nele papa?

─Vai sim. – Hyoga diz.

─Nas bolinha tabem e no pula-pula, papa?

─É claro. O que você quiser. – diz sorrindo ternamente pro filho e o pegando no colo.

─Vamu toma sovete tabem papa?

─Tudo, tudo. – diz beijando a testinha do filho e lhe fazendo cocegas na barriga deixando-o se acabar em risos.

─Posso levar meu foguete papa?

─Claro, vai lá pegar. – diz colocando o filho no chão que correu pro quarto pra pegar o brinquedo.

─É hoje que ele se esbalda. – digo rindo e voltando a me aproximar do Hyoga.

─Depois é a minha vez. – ele diz me puxando pros seus braços pra me dar um beijo provocante e intenso.

─Guloso. – digo rindo quando nos separamos.

Olho ternamente pra ele e volto a beija-lo, maia calmo e cheio de carinho.

─Eu te amo. – digo sorrindo e acariciando seu rosto.

─Também te amo. – ele diz me beijando com paixão.

─Bom, vou me trocar e daqui a pouco nós vamos. – ele diz me soltando e indo pro quarto.

Fico vendo-o ir. Quem diria. Agora eu tenho uma família, Hyoga é meu marido e Miguel é como se fosse meu filho. Estou tão feliz.

Fomos ao restaurante e o Miguel se divertiu muito, brincou e tomou todo o sorvete que podia. Voltamos por volta das nove e meia, o Hyoga colocou o Miguel pra dormir que já estava cansado do tanto que brincou e ficamos só nós dois assistindo a televisão abraçados.

Daqui a duas semanas nós vamos viajar pra Rússia pra passar o Natal com o Adam e sua família e os sogros do Hyoga, e em seguida vamos finalmente viajar de férias pro Ocidente, estou tão ansioso.

Tenho planos pra arrastar o Hyoga até São Francisco e oficializar nossa relação de uma vez por todas.

Mai chegou por volta das dez e dez, e o Ichiro a acompanhou até a porta.

─Está atrasada. – Hyoga comenta emburrado, mas a Mayuri nem ligou, parecia nas nuvens de tão abobalhada e apaixonada.

Mai e Ichiro se despediram de um jeito todo meloso, depois ela sentou-se na poltrona suspirando apaixonada enquanto enrolava uma mexa do cabelo.

─Ele é tão romântico. – ela comenta olhando sorridente pro nada.

Eu e o Hyoga nos entreolhamos e começamos a rir e mandar beijinhos pelo ar.

─Vocês são mesmo muito infantis. – ela diz emburrada. ─Boa noite. – diz se levantando.

Aproximou-se de nós e nos abraçou em conjunto pra em seguida beijar nossas bochechas.

─Até amanhã meus lindos. – disse sorridente e foi pro quarto dormir.

Eu e o Hyoga nos olhamos e sorrimos, finalmente é nossa hora de nos divertirmos.

Estou feliz com minha vida, posso nunca ter a oportunidade de deixar minha marca no mundo, nunca fazer algo realmente importante e revolucionário, mas tenho a oportunidade de fazer parte da vida deles, minha maior realização é essa. Poder amar e ser amado nas mesmas proporções.

A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos. Estou fazendo o possível, sem medo e obstinações.

Estou vivendo, e estou feliz.

...

...

...

Ultimamente tenho percebido algo diferente no cosmos. Tenho percebido que tudo não passa de uma grande bobagem.

Providencia. Destino. É tudo papo furado.

As pessoas querem que suas vidas façam sentido, querem agir como detetives cósmicos e examinar o que lhes aconteceu até então, identificar os momentos decisivos em que viraram o jogo e atribuir-lhes uma aura mística, como se as forças celestiais do universo fossem os autores da telenovela da nossa vida, encarregados de bolar tramas cheias de reviravoltas com soluções alcançadas só no ultimo capitulo. Ninguém quer acreditar que tudo é totalmente aleatório, que o rumo de nossas vidas nada mais é que uma série complexa de acidentes, pequenos cogumelos nucleares, e que apenas vivemos sob a precipitação radioativa.

Pelo que consta, foram esses pequenos acidentes que moldaram a minha vida: se eu não estivesse tão obcecado com a memoria de minha mãe, se eu não tivesse insistido tanto em voltar pra Rússia, eu nunca teria encontrado Lilia, nunca nos conheceríamos, eu nunca teria cursado medicina, Miguel não existiria e eu jamais teria tido uma família.

Talvez todos esses acontecimentos tenham sido mesmo apenas meros acidentes. No dia que convidei Lilia pra sair sinto que foi o marco inicial pra minha vida começar a caminhar e tomar o rumo que tem hoje. Aquela altura, porem, os acidentes já haviam criado um ritmo próprio, como um tornado ziguezagueando pelos campos, o fomos sugados para dentro dele como duas vacas no pasto.

Fico imaginando o que seria da minha vida hoje se eu nunca tivesse encontrado a Lilia. De certa forma, minha necessidade de sofrer pela minha mãe estranhamente deu um resultado positivo.

O que teria acontecido se eu tivesse ficado no Japão? Eu teria percebido os sentimentos do Shun? Teria investido nele na época ou continuaria a ignora-lo? Eu teria o amado?

Nunca vou saber a resposta dessas perguntas. Só tem uma coisa que é certa: Miguel tinha que existir, é tudo que tenho, tudo mais é passageiro, mas o Miguel não, ele é o meu presente pra vida toda, sem ele eu não seguiria, sem ele nada mais faria sentido pra mim. Ele é importante, é meu filho querido. Tudo mais é bônus, inclusive o rumo que minha vida está tomando agora, foi bônus ter reencontrado o Shun, foi bônus começar a sentir o que sinto por ele hoje e também é bônus ele também me amar. Se o destino realmente existe, então o Shun é o próximo inevitável acontecimento que o cosmos me reserva?

A questão é: isso é mesmo o destino? Destino nada mais é que uma sucessão inevitável de acontecimentos relacionada a uma possível ordem cósmica, ou seja, uma babaquice inventada por filósofos desocupados e sem distinção entre passado, presente e futuro.

Um homem não é outra coisa senão o que faz de si mesmo.

Por muito tempo, eu pensei que a minha vida fosse se tornar uma vida de verdade. Mas sempre havia um obstáculo no caminho, algo a ser ultrapassado antes de começar a viver, um trabalho não terminado, uma conta a ser paga. Aí sim, a vida de verdade começaria.

Minha crença sempre frisou o livre-arbítrio como uma peça necessária à responsabilidade moral. Afinal, se as pessoas fossem boas ou más por decreto divino, qual o sentido de recompensá-las ou puni-las? O fato de eu ter sofrido tanto é porque sou uma pessoa má?

O homem é livre para agir, mas Deus já sabe de antemão o que cada um de nós vai fazer ou deixar de fazer? Se Deus tem o pré-conhecimento de todas as escolhas que tomaremos, mas não nos obriga a tomá-las, sabe tudo o que vai acontecer, mas não provoca os acontecimentos, isso nos torna apenas meras marionetes?

Por fim, cheguei à conclusão de que os obstáculos são a minha vida de verdade. Essa perspectiva tem me ajudado a ver que não existe um caminho para a felicidade. A felicidade é o caminho. Assim, temos que aproveitar todos os momentos. E tudo fica mais fácil se temos alguém especial para compartilhar, especial o suficiente para passar o tempo, pois o tempo não espera ninguém. Portanto, decidi que não há hora melhor para ser feliz do que agora mesmo.

Nossas atitudes escrevem nosso destino. Nós somos responsáveis pela vida que temos. Culpar os outros pelo que nos acontece é cultivar a ilusão. A aprendizagem é nossa e ninguém poderá fazê-la por nós, assim como nós não poderemos fazer pelos outros. Quanto mais depressa aprendermos isso, menos sofreremos.

O que eu sei é que seu destino é traçado por nossos próprios pensamentos, e não por alguma força que venha de fora. O seu pensamento é a planta concebida por um arquiteto para construir um edifício denominado prosperidade. Você deve tornar o seu pensamento mais elevado, mais belo e mais próspero.

Viva o hoje, pois o ontem já se foi e o amanhã talvez não venha. Eu, mais que todos sei muito bem disso, pois por muito tempo eu vivi preso ao passado, lamentei o presente e reneguei o meu futuro. Mas eu aprendi, com muito sofrimento.

O ontem é história, o amanhã é um mistério, mas o hoje é uma dádiva. É por isso que se chama presente.

Lembre-se: felicidade é uma viagem, não um destino.

Notas finais
E aí pessoal! Esperem... Leim. ¬¬ Espero que tenha gostado da sequencia de capitulos, o Nyah realmente me trollou quando diminuiram o limite de caracteres, deu o maior trabalho pra dividir esse capitulo, mas confesso que ele realmente ficou imenso, estou há semanas escrevendo, quis muito postar nesse final de semana, mas não consegui terminar a tempo. Quanto aquele lemon digo logo que não sou pervertida assim, tive ajuda viram XD Shun está feliz, Hyoga está feliz... todo mundo feliz :) Até catei frases poeticas de tudo que é canto nesse ultimo XD Felizmente aqui não é final de novela onde os vilões são castigaddos, os mocinhos terminam em festa e ainda aparece uma penca de mulher grávida :P Então, embora ainda pareça ter assuntos inacabados a história termina por aqui mesmo, ainda estou pensando se faço um extra, provavelmente não. Espero mesmo que tenham apreciado ler tanto quanto eu gostei de escrever. ;) Obrigada a todos que acompanharam até o fim, agradeço muito que tenham me dado atenção e incentivo, mesmo que alguns tenham insistido em me mandarem mensagens privadas pra me pressionar a terminar logo... tudo bem, tudo bem. :P Sei que é frustrante ter que esperar o autor postar capítulos, afinal eu tbm sou uma leitora fiel do Nyah, então espero que agora após concluída minha fic tenha mais leitores :D Meu contador mostra mais de 2940 acessos, e mais de 39 pessoas acompanhando, por alguma razão o capitulo 15 é o que tem mais acessos, não vou nem comentar o porquê... ¬¬ mas a questão não é essa, o que me deixa triste é que de fato tenho muitos leitores, mas essas pessoas não se manifestam pra expor sua opinião sobre a historia, é importante pra um autor saber como está se saindo, pra isso existe a crítica construtiva. Enfim, espero que compreendam a importância de suas opiniões. Mas temos os nossos queridos salvadores de auto-estima, agradeço muito as recomendações e as favoritos, nunca achei que me sairia tão bem, essa é a primeira fic longa que concluo e estou satisfeita com os resultados. Sei bem que meu português tá pobre e falho XD mas fiz o melhor que pude, sabem como é, grande parte das pessoas das exatas não se saem muito bem com o português XD Então é isso... Obrigada a todos pela atenção e até a próxima fic. Bjs.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!