Destino.

11 Vai sonhando Pedro Lanza, vai!


Notas iniciais
Como prometido tá aí ;D
Nós vemos lá embaixo, beijos :*

– Tudo isso pra mim, Mel? Não precisava – Ele riu maliciosamente.

– Vai sonhando Pedro Lanza, vai – Debochei da cara dele

Rimos da cara que ele fez e em poucos minutos estávamos “brigando” lá em baixo, pois o Pedro não quer ir de táxi.

– Pedro, todo mundo vai beber, não rola – O Lu falou.

– Eu só tenho 17 anos e não bebo – Sim, fiz 17 já.

– Claro, bebe nada – Ele lançou um olhar engraçado.

– Não espalha Lucas – Rolei os olhos.

– BORA ENTÃO CAMBADA – O Thomas gritou e fomos.

Tive que ir com o Pedro no mesmo táxi. Fomos rindo e cantando várias músicas. Era bom ter ele comigo, mesmo sendo como amigo. Se eu dissesse que aquele sorriso que só ele tem não mexe mais comigo, seria mentira. Sempre vai mexer, isso é fato! (...) Bom, já faz algum tempo que chegamos. Pedro já está bebendo e pelo visto eu que vou ter que levar ele pra casa mesmo. Parei um pouco de dançar e fui até o bar pegar algo pra beber. Pedi uma ice e assim que me virei, dei de cara com a Luize vindo em minha direção com um menino extremamente gato.

Pedro Narrando:

Vocês já devem está por dentro do que aconteceu comigo e com a Mel? Pois é, eu sei que fui um burro e me arrependo muito, mais não dá mais. (...) Hoje, ela está mais linda do o normal, com um vestido de renda que definia o seu perfeito corpo e salto alto, parece que era pra me provocar mesmo. Enfim, estava observando ela conversando com a Luize e um menino. E parece que o papo estava muito bom, porque em minutos, ela já estava aos beijos com ele. Senti uma raiva imensa daquela cena, uma vontade de dar umas e outras naquele garoto, mais ela não é mais minha, por vacilo meu. Mais logo, ela estava voltando e o garoto havia sumido. E eu estava indo pro bar, beber, porque né?! Bebi bastante, não estava ligando se ali tinha ou não fotógrafos, se poderia estragar minha imagem, eu precisava me distrair e foi minha única solução. Estava terminando minha sexta garrafinha de vodka, já tava bem ligadão, quando senti alguém me tirando dali.

– Porra Thomas, me deixa velho – Falei meio embolado, mais dava pra entender.

– Pedro, se você quer fuder com a imagem da banda, volta pra lá – Essa era a Mel me pagando sapo com um olhar preocupado – Se não, vamos embora.

– Calma – Falei.

– Calma é o caralho, Pedro Gabriel – MEIGA, Melissa.

– Acho melhor levar ele embora – O Thomas disse.

– Ah véi, tô fazendo nada – Falei.

– Vem, vou te levar embora, ta tarde já – Ela pareceu minha mãe falando.

Opa, ela ia me levar embora? Aí sim eu dou valor! Hoje ela volta a ser minha, escreve isso. (...) Cá estamos indo pra casa, ela do meu lado dentro do táxi e eu no outro banco com uma garrafa de vodka na mão. Eu não estava bêbado, eu sabia muito bem o que queria. E meu foco hoje é ela. Não demoramos quase nada e já estamos subindo para minha casa. Apoiei-me nela, para dar um ar de bêbado e me aproveitar um pouquinho.

– Vem gordo, chegamos – Ela sorriu e eu retribui.

Entramos em casa e nem minha mãe, meu pai e minha irmã estavam. Ótimo, casa livre. Caminhamos até meu quarto e ela me colocou na cama. Disse que era pra eu ficar apenas de cueca, porque ela iria me dar banho. Opa, agora sim ta melhorando. Vou me controlar, prometo! Ela tirou seu vestido, ficando apenas de calcinha sutiã, mais vestiu uma blusa qualquer minha e me levou pro banheiro.

– CARALHO PEDRO, ENTRA NESSA PORRA LOGO – Ela gritou comigo, que estava fazendo charme.

– Só se você vim – Falei maliciosamente no seu ouvido e a vi ficar arrepiada.

– Quem bebeu aqui foi você, docinho – Ela sorriu – E é o único que precisa de um banho.

Ela ligou o chuveiro e me jogou lá dentro. Tava frio pra caralho e eu não ia ficar ali sozinho. Assim que entrei, a puxei colando nossos corpos.

– Pedro, seu gay, ta me molhando toda e ta gelado isso – Tive que rir da cara dela.

– Mais um motivo pra você ficar aqui comigo – A puxei tanto que a qualquer momento, eu a beijaria se falasse algo.

E não deu outra. Encarei aqueles olhos castanhos, que me deixava maluco, por alguns minutos e a beijei logo em seguida. De principio, ela não queria ceder, mais vendo que eu não iria desistir, acabou abrindo espaço pra minha língua. Ri, puxando-a pra perto de mim, a levantei levemente e ela colocou suas pernas em volta da minha cintura. Fui indo até minha cama e a deitei na mesma, sem cortar o beijo, mordi seu lábio inferior com força e ela resmungou me xingando. Não liguei e voltei a beijá-la. Suas mãos apertavam com força meus braços, enquanto as minhas subiam e desciam na lateral das coxas dela. Fiz questão me livrar logo da sua blusa, a deixando apenas de calcinha e sutiã. Ela desceu suas mãos, e as colocou arranhando meu peitoral, fazendo com que eu me arrepiasse. Fui até o feche do seu sutiã e o tirei em questão de segundos, ela sorriu e mordeu os lábios. Beijei seu pescoço dando leves mordidas no mesmo. Ela me puxou pra cima com certa "rigidez" pela gola da camisa e me beijou. A Mel mudou de posição ficando em cima de mim, "sentou" na minha cintura e ficou me olhando com um sorriso pervertido nos lábios. Gargalhei e ela começou a estender beijos e mordidas por todo meu peitoral, chegando até minha boca. Ela levantou-se para fechar a porta, separando nossos lábios por alguns instantes. Assim que ela se aproximava, me levantei e a puxei com força, fazendo nossos corpos se chocarem com brutalidade.

– Você tá me deixando louco – Falei e ela deu um sorriso malicioso.

Mordi sua orelha e ela gargalhou. Ela sussurrou no meu ouvido "essa é a intenção", me jogou na cama e tirou minha boxer azul, a puxei, tirei sua calcinha, logo após fiquei em cima dela e desci minha mão até sua intimidade, brincando com a mesma.

– Pe-pe, a camisinha. -ela falou falhamente, ofegante.

Estendi meu braço e peguei um pacote de camisinha dentro do criado-mudo, havia algumas guardadas ali. Coloquei e voltei à posição anterior, comecei a penetrá-la enquanto ela me arranhava e soltava gemidos relativamente altos. Os movimentos não eram intensos, ao contrário do beijo que trocávamos. Nossos corpos em total contato, o suor escorria por nossos corpos. Ondas de sensações mútuas e alucinantes percorriam meu corpo enquanto ela gemia baixo com os lábios encostados em meu ouvido, assim como os meus ao dela. Nossas palmas totalmente empapadas de suor ainda estavam coladas, pressionando-se vez ou outra. Eu estava totalmente enlouquecido de tesão, eu não podia segurar por muito mais tempo, não podia mais deter as estocadas ligeiras e com alguma força, não era por querer, era instintivo. Murmurei seu nome com a voz conseqüentemente rouca e a ouvi me chamar, quase ronronando, de uma forma que me fez apertar os olhos e retorcer a expressão em puro prazer. Ela tremeu em meus braços e um gemido relativamente alto escapou de seus lábios, foi então que eu me permiti chegar ao orgasmo, logo em seguida do dela. Uma onda de calor percorreu meu corpo e se instalou em minha virilha, expulsando toda minha essência em jatos rápidos. Permanecemos em silêncio, apenas observando os movimentos que nossos corpos ainda colados faziam por causa da respiração descompassada e ruidosa. Nossas bochechas encostadas e tão suadas quanto nossas mãos. Projetei-me para o lado, soltando sua mão calmamente, e senti minhas costas molharem o colchão enquanto eu encarava o teto. Ela se aninhou á meu corpo, puxei meu cobertor e acabamos pegando no sono.


Notas finais
Chicas di mi vida, fui bem legal hoje vai? Quero vocês me deixando feliz, valeu? s2