Destino.
19 Que isso ein Pedrinho?
Notas iniciais
vejo vocês lá embaixo :*
– Sem graça, Pepo me leva embora? – Pedi fazendo uma cara meiga.
– Levo, pra mim já deu o que tinha que dar – Ele disse.
– Se amem com proteção ok? – A Laris falou e eu não pude deixar de lhe dar dedo – Também te amo!
Fomos embora com certa pressa, porque né? (...) Mal chegamos em casa e o Pedro foi logo me beijando. Caminhamos até meu quarto sem parar o beijo. Assim que chegamos ao quarto, fui jogada na cama com uma rapidez incrível, ficando com Pedro por cima de mim me beijando. Não pude deixar de sorrir entre seus lábios, o olhei carinhosamente e fiquei acariciando seu rosto.
– Obrigada por não ter desistido de mim – Sussurrou contra meus lábios.
– Desistir de você seria o mesmo que desistir de viver. – Respondi o beijando.
Nossas línguas dançavam em um sensual ritmo, onde o ritmo era dado por nós, ora era um beijo rápido, ora era um beijo cheio de amor. Passei minhas mãos por dentro de sua camisa e pude senti-lo ficar arrepiado com meu toque. Com um sorriso sapeca e uma força que surgiu não sei da onde, inverti nossas posições, ficando no comando. Rapidamente tirei sua camisa e encarei seu peitoral que não chegava a ser forte e definido, mas era o ideal e único para mim. Subi com meus lábios até sua boca e depois fui descendo novamente criando assim, uma trilha de beijos até seu umbigo. Pude notar que a cada beijo dado em Pedro, o abdômen dele se enrijecia, fazendo-me ficar com mais desejo ainda. Pedro respirava com certa dificuldade e vez ou outra fechava os olhos sentindo a sensação de minha língua em seu corpo. Desci até o cós de sua calça e a retirei. Ele já estava ofegante, e pude notar que seu membro já estava pulsante dentro de sua boxer preta. Eu queria maltratá-lo, e foi isso que eu fiz. Distribuí beijos molhados desde sua boca, passando por pescoço, peitoral, umbigo e parando-os entre suas coxas.
– Você vai me matar se continuar com isso. — Murmurou baixo.
– Me prove do que é capaz — Falei o provocando
Ele deu um sorriso sacana e me virou na cama, apoiando-se novamente em cima de mim. Com um sorriso maroto no rosto ele desceu até a calça que eu usava e retirou-a completamente, deixando-me apenas de lingerie. Começou a distribuir beijos por todo o meu corpo, me deixando completamente arrepiada. E num ato rápido, meu sutiã já havia sido retirado e ele encarava meus seios com desejo. Dei um sorriso para ele e logo uma de suas mãos começaram a acariciá-los com cautela e o outro era acariciado por sua boca quente e macia. Ele sugava meus seios com prazer. Meu desejo por ele só aumentava, eu queria logo que ele me fizesse “mulher” novamente. Mas, para intensificar nossas carícias, ele me virou novamente deixando-me no comando. Decidi descer até seu membro e brincar com ele. Comecei dando beijos por suas laterais e ponta e depois, com minhas mãos o envolvi, fazendo leves movimentos que à medida que nossa excitação ia aumentando se intensificavam. Então, fiz o que para ele era a minha maior arma, era quase fatal. Coloquei seu membro em minha boca e fiz movimentos de sobe e desce com total prazer. Nosso contato visual era forte e intenso, assim como nossas caricias. No instante em que Pedro chegou ao seu ápice, pude sentir seu gosto em minha boca. Sorri com aquilo e voltei a atacar seus lábios com vontade.
Juro que não previa o que viria a seguir. Pedro, num ato ligeiro, tomou o controle novamente, me proporcionando a mesma tortura prazerosa que causei a ele, ele começou beijando suavemente as laterais do meu quadril e a cada toque, ele sorria torto para mim. Depois, depositou um beijo em minha feminilidade. Relaxei por alguns segundos, pois não esperava mais nenhum toque tão rápido, mas ele me surpreendeu fazendo sua língua me invadir.
Notei que ele não agüentava mais prolongar aquelas caricias, pois logo pegou algo com uma velocidade surpreendente em sua carteira que estava jogada do lado da cama, ouvi o látex entrando em contato com a pele de seu membro, e num ato desesperado ele me penetrou. A sensação que ele me proporcionava estando dentro de mim era inexplicável, nossos corpos se encaixavam um no outro com extrema exatidão. Suas investidas começaram lentas e intensas, o nosso vai e vem era indescritível, comecei a rebolar embaixo dele, o levando a loucura pela minha certa audácia, vamos dizer assim. Ficamos naquele vai e vem gostoso até nossos corpos não agüentarem mais e se derem por vencidos.
– Você sempre me surpreendendo, que isso ein Melzinha? – Tive que rir daquele comentário extremamente tosco.
– Eu que disso isso pra você, que isso ein Pedrinho? – Ele sorriu e me beijou calmamente.
– Yeah!! Nothing could change what you mean to me. Oh there's lots that I could say, but just hold me now, cause our love will light the way – Ele cantarolou em meu ouvido e eu não pude conter minhas lágrimas – Ei, não chora minha pequena!
– Tenho medo que toda essa nossa essência um dia acabe – Falei chorosa.
– Você sempre será minha, de todos os jeitos, de todas as formas, com todos os defeitos, você sempre será minha – Ele me apertou em seus braços, me fazendo sentir segura – E eu nunca vou desistir de você, muito menos de nós.
– Eu te amo Pedro Gabriel – Sussurrei contra seus lábios.
– Eu te amo Melissa Lanza – E assim acabamos pegando no sono juntos.
Sei que é errado, mais foda-se. Ele era meu, assim como eu sou dele. (...) Acordei com alguns pingos de água me molhando e um alguém me beijando no pescoço.
– Bom dia amor da minha vida – Falei ainda de olhos fechados.
– Bom dia minha vida – Ele disse me beijando – Já viu ás horas?
– Se você ainda não percebeu, estou deitada ainda – Falei ironicamente.
– Mó grossa ein? Mó grossa – Ele se fez de inocente e eu ri – Tá rindo do que palhaça?
– De palhaço aqui só tem você – Sai de baixo dele e me levantei vestindo sua camiseta – E outra vai se fuder.
– Vem comigo? – Ele sorriu maliciosamente pra mim.
– Af Pedro, seu tarado – Ri e fui fazer minha higiene matinal.
Arrumei-me e segui aquele perfume maravilhoso até a cozinha. Lá me deparei com Pedro numa tentativa frustrante de fazer panqueca e a Mi jogada no meu sofá comendo sorvete.
– Bom dia cunhada – Michelle e seu bom senso de humor.
– Bom dia meu amor – Depositei um beijo em sua bochecha e me ajeitei ao seu lado.
Enquanto o Pepe fazia nosso café da manhã, a Mi dizia o quão passou a odiar a minha “concorrente”, assim que ela chama a Giovanna agora. Tomamos café e ficamos de bobeira.
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