Notas iniciais
E ae galera, muito tempo não? pois é desde março não tem capitulo novo, ou por ai, enfim, este é um capitulo novo, Vergil e Lilith vão resolver seus problemas aqui (ao menos alguns deles). Eu e meu co autor Vergil Kazuki queremos com toda sinceridade pedir-lhes nossas humildes desculpas, ele teve alguns problemas com uns assidentes e eu não pude continuar a história sem seu consentimento, enfim... aproveitem a leitura! Dirigido por(Vergil Kazuki) Escrito por(Dante Nagano)

Lilith estava fraca seu corpo estava com todos os músculos repletos de dor, sentiu que se deitava em um colchão confortável, analisou o quarto ainda com sua visão desfocada, a tal era recíproco a uma lente sem nitidez, ou seja, ela não conseguia visualizar o quarto onde estava, não muito bem, notou que Vergil apareceu a sua frente brandamente, em seguida sentou-se na cama ao seu lado, Lilith notou o rosto dele de preocupação, isso era lógico se Lilith não melhorasse rápido tudo estaria perdido, sem ela em junção a ele, Vergil jamais derrotaria Dante e Morrigan, o mestiço era muito orgulhoso, mas sabia que Dante sozinho tinha força para derrotá-lo, ao menos antes fora assim, mas desafiar tanto Dante que já era guerreiro a altura quanto a rainha da noite Morrigan Aensland, seria uma aposta de tolo.

_ Lilith... Sinto muito pelo seu estado
_ Não se preocupe Vergil, logo eu estarei bem, é só questão de tempo... – Vergil cortou-a – Tanto eu quanto você sabemos que não é questão de tempo, você tem sofrido frequentes desmaios e sempre cuspindo sangue pela boca, após qualquer luta ou um grande esforço, Lilith temos de encarar os fatos, você vai morrer muito em breve se não fizermos algo a respeito.

Lilith fechou os olhos entristecida e Vergil encostou o rosto em sua testa bem de leve, Lilith conseguiu ouvir os suspiros fracos e gélidos de Vergil, estava um momento lúgubre... os dois permaneceram imóveis por alguns segundos.

_ Vergil... Eu sinto muito por tudo que está acontecendo, mas minha energia vem da minha irmã, se eu não ficar perto dela logo vou morrer e então será o fim, tantos os meus objetivos e sonhos iram dissipar com meu corpo – Lilith se fez lacrimosa – isso deve ser muito difícil pra você, o quanto se sacrificou para me ajudar e sairmos do inferno, tudo em vão!

_ Não Lilith, não foi em vão, durma e descanse – Vergil desceu o corpo da súccubus com delicadeza – eu encontrarei uma maneira, aproveite que você está comigo para ficar em paz, sua alma está muito melancólica, e eu não gosto disso!
Logo Vergil se retirou do quarto deixando seu enorme casaco azul pendurado no cabide de uma das paredes, e ao fechar a porta, devo dizer, ao tentar fechar a porta, recebeu um carinhoso agradecimento de Lilith, que demonstrava inocência.

Cerca de 2 horas haviam-se passado, a noite em Tókio era movimentada por sorte o local onde Vergil e Lilith se hospedavam era um tanto distante do centro urbanizado, era um antigo prédio no estilo oriental cheio de detalhes e artes da cultura japonesa... Vergil tinha passado boa parte da sua vida conhecendo essa cultura, para ele era o melhor lugar da terra, se não fossem as imersas movimentações que o deixava um tanto tenso, mas nesta situação sua mente só tinha uma preocupação “Lilith”; de fato o mestiço se expôs a varanda do seu “apartamento” e então ficou recebendo-os em sua pele pálida e gélida, Vergil apoiou o queixo no copo da sua Katana Yamato, e então ficou sobre a mesma pensativo e muitíssimo preocupado, percebeu que uma energia se aproximava dele, então Vergil rapidamente sacou a Yamato, sem olhar para o oponente ele deixou a espada em mira ao pescoço do ser... este era uma criatura estranha, seu corpo era estranho, era um demônio de fato, suas características marcantes eram suas unhas vermelhas a sangue, suas vestimentas de tom roxo a qual tinha analogia a sua pele azul, tinha uma espécie de capacete com dois chifres amarelos da cor dourada de suas duas mechas de cabelo que caiam sobre seus ombros além é claro de suas asas metálicas.

_ Igual ao seu pai Sparda, meu caro Vergil.
_ E quem é você? – Vergil se levantou e encarou-o de igual.
_ Sou Jedah Dohma, um dos três mais fortes Darkstalkers, mas isso não vem ao caso não é mesmo, alias a senhorita Lilith está gravemente doente, incluso quando a vi no inferno não estava tão diferente de agora – Dohma riu maliciosamente – Não é meu caro Vergil?

_ Não tenho aprovação pela sua maneira de falar, mas pelo que me parece você sabe muito sobre ela, quero que me diga o que está acontecendo com a Lilith?

Vergil falou calmo, mesmo estando tão ansioso, porem ele escondia essa sensação, pois sabia que o ser do qual estava lhe dando era altamente ambicioso, percebeu apenas pela maneira a qual o monstro falava.

_Para mantê-la viva terá de dar sua energia para ela, súccubus precisam de energia vital para sobreviver, ela está morrendo por que não a recebe, mas não se engane meu caro só sua energia não será suficiente para fazê-la viver normalmente, ela precisa da alma da sua irmã Morrigan para continuar existindo, você será apenas uma fonte temporária.

_ Compreendo, mas ela deveria saber disso, alias Lilith cresceu com sua irmã Morrigan ao seu lado, não foi?! – Vergil perguntou injuriado.

_ Sim, mas eu não sou deus para saber de tudo meu rapaz, o que importa é que você tem de reabastecê-la, ela pode até ser inocente e doce, mas é melhor não perder o foco, lembre-se que você é um diabo faz o que for preciso para alcançar seus desejos... não se lembra da poderosa Tirfing, só ela poderá ajudá-lo na luta contra seu irmão, a decisão do seu destino está em suas mãos Vergil, não a perca de vista!

_... – Vergil suspirou – obrigado pelos conselhos Jedah, mas o que mais está me intrigando neste monologo é que você aparenta estar muito interessado na rixa entre eu e Dante, por que esse interesse em particular e melhor, por que você está me ajudando, tem algo que você esteja buscando?!
Vergil arqueou tais palavras de modo que pegou Jedah desprevenido.

_ O que posso lhe responder é que acho interessantes essas competições tão imersas, pode ter certeza meu caro Vergil de que meus objetivos não têm nada a ver com você, o seu irmão, as súccubus e nem mesmo a Terra e o Makai... Agora com minha licença eu irei me retirar, mas espero sinceramente que não desperdice minhas dicas tão especiais meu jovem Vergil.

Após o fim do dialogo, Jedah desapareceu no ar como fumaça, enquanto Vergil continuou na varanda ainda pensando sobre como iria fazer seu destino, o mestiço passou alguns minutos discutindo em seu interior qual decisão deveria tomar, quando se é adulto um ato deve ser muitíssimo bem analisado e era o que o mestiço fazia, pensava em como tomar a melhor medida para seguir em frente e decidiu arriscar a maneira que Dohma havia lhe designado, nesta noite fria e de penumbra seria prazeroso ter uma relação com uma mulher para aquecê-lo, mesmo Vergil sendo comportado ele não podia negar que sempre teve interesses sexuais em Lilith, mesmo sendo poucos estes pensamentos ainda o rebatiam a está escolha.

Vergil entrou no quarto e jogou sua camisa sem mangas de gola alta em uma pilha de roupas, deitou-se ao lado de Lilith carinhosamente, estendeu seu braço perto de seu corpo atualmente frágil, acariciou sua pele clara passando seus dedos ossudos em sua carne macia. O homem acariciou o pescoço da moça, que despertou e percebeu os atos de caricia.

_ Ver-vergil; o que faz acordado a está hora? – perguntou em um tom baixo e bem leve.
_Eu irei faze-la sentir-se mais viva! – Vergil disse tais palavras falando nos ouvidos da mulher que tremeu toda pele quando ouviu o homem dizer aquilo, como se quisesse que o mesmo cumprisse aquilo tudo.

O escuro daquele quarto e seu ar gelado estavam quase que insuportáveis; aquele momento era o correto para fazê-lo; então a mulher virou-se brandamente até o parceiro, e beijou-lhe na boca, um beijo quente e forte, com direito a caricias e dengos.
_ Ah... eu não queria assumir, mas pretendia fazer isto desde o começo, você me atraiu para essa sensação lúbrica... Lilith – disse o homem apertando os quadris da moça e forçando-o para perto de si.

_ Eu também, sempre quis telo, não consigo conter a maravilhosa sensação de sentir sua respiração ofegante em min... senti-lo tão próximo e poder abraçá-lo dessa forma – disse a moça agarrada ao homem.

Após o curto dialogo, Vergil se levantou um pouco e beijou a mulher praticamente por cima desta, seguiu sua hábil língua até o pescoço e foi descendo até o seus seios, puxou de leve suas vestimentas de couro, acariciou os seios da moça e forçou um pouco os mamilos, está gemeu alto e em seguida segurou forte nos lençóis da cama. Vergil chupou um dos mamilos enquanto brincava com o outro, deu mordiscadas bem de leve, fazendo-a delirar no seu êxtase, em seguida dirigiu suas hábeis mãos até a região que era seu ponto chave desde o inicio. Seguiu até sua vestimenta intima e a puxou, retirando sua roupa.
_ Deixe-me faze-lo sentir-se bem meu lindo.

A mulher então se deitou sobre o peitoral do mestiço, levemente definido, então descendo pelo seu abdômen também em forma, lambendo-o sentindo o seu corpo quente e seu sabor... foi com a língua e retirou o zíper de sua calça com os dentes, puxou a sua vestimenta intima e a desceu com as mãos , e pegou o seu membro avermelhado e inchado. O chupou com cede, certamente estava aproveitando daquele “banquete”; lambeu e deu leves mordiscadas, excitando o parceiro incrivelmente, então o homem pegou em seus glúteos e os massageou, de ai em frente desceu até a sua intimidade, penetrando levemente com os dedos indicadores e anelares, sentiu-a completamente úmida e molhada, sem duvidas a excitação estava alta.

_ Eu vou começar, espero que esteja preparada minha cara – disse Vergil sussurrando no ouvido da mulher.

_Ah... Vergil, por favor... Coloque-o dentro, quero senti-lo dentro de min, quero senti-lo completamente dentro de min! – quase suplicava a mulher, forçando a abertura da intimidade com uma das mãos.

Então foi feito, Vergil a penetrou, o primeiro instante foi um gemido alto e abafado, o homem a beijava enquanto penetrava devagar, fazendo-os sentirem-se completamente loucos de prazer. A mulher quase, ou melhor, arrancou sangue dos lábios, o prazer não podia ser contido, o homem e ela gemiam sistematicamente com o prazer intenso... Vergil estava aproveitando aquela sensação deliciosa de fazer sexo com a Súccubus, que suava de tanta movimentação, o sexo manco estava acabado; o movimento frenético dos dois fazia Vergil penetrá-la completamente com força, os dois estavam intensamente úmidos e estavam próximos do estase, o abraço deles era forte, então Vergil a levantou na cama e a pós contra a parede de costas para si, dando assim uma força grande na penetração, os gemidos aumentavam, a situação melhorava cada vez mais para o casal, o sexo estava no auge, seria ali e agora... então os dois tiveram seu fim juntos, Vergil ejaculou dentro da intimidade da parceira, enquanto está teve um orgasmo e caiu de costas no parceiro, que a segurou quase que no colo.
_Vergil... eu... me sinto muito bem... obrigada por me fazer sentir tão viva de novo... acho que nunca me senti tão bem! – dizia a moça com os olhos turvos e quase fechados olhando para o parceiro.

_... – respirou e acariciou o rosto da parceira — Você também me fez sentir vivo Lilith; foi muito prazeroso fazer amor com você.

_Eu acho que você é a única pessoa que se preocupa comigo Vergil... você não é um demônio, você me deu amor, verdadeiro amor, sempre me protegendo e me ajudando nas horas difíceis, eu sempre me vi em seus braços, me sinto protegida e consigo ficar em paz quando estou em seus braços, eu amo você, de verdade, e não suportaria se algo acontecesse a você – disse ela, chorando em seu peito, o abraçando com força.

Vergil se viu chocado, não imaginava que ela pudesse sentir tal coisa, mesmo ele sentia-se comovido quando estava perto desta, também queria protegê-la e admitia a si mesmo que não se sentia angustiado quando a sua presença o acompanhava, não queria vê-la morrer, e sua vontade agora não era apenas a de conseguir a Tirfing, mas sim a de conseguir mante-lá viva, Vergil agora se via obrigado a protegê-la... protegeria Lilith mesmo que isso o matasse.

Os dois ficaram abraçados durante um bom tempo... estavam agora completamente sem roupas abraçados e aninhados, a mulher deitou sua cabeça no ombro do parceiro, que acariciava sua cabeça... Vergil se lembrava de quando era mais novo, sempre acariciava a cabeça da sua amada mãe Eva, quando está estava preocupada com seu pai. Ao fim desta noite tão exaustiva, ambos adormeceram juntos, descansados do prazer.

No outro dia, Vergil despertou com as frestas do apartamento oriental iluminadas e batendo os raios de sol em seus olhos de leve, o sol estava amarelado podem suave; o homem despertou após a mulher que já havia preparado algo para comer, ele então vestiu sua calça e comeu o seu café da manhã, após cuidar de suas higiene básica, ele foi até a varanda do apartamento para olhar como estava o dia, ficou um pouco pensativo em relação a sua vida, olhou para as nuvens atentamente, lembrou-se de sua infância e como era Dante, sim, ele sentia saudades de sua antiga vida... tranqüila e sem preocupações, seu pai e sua mãe sempre o tratavam tão bem, Vergil não sabia como era ser um demônio, ao menos não quando mais novo... era irônico para ele, estaria prestes a ir para Londres, logo então sorriu e adentrou de volta ao apartamento, pegou suas roupas e foi até o quarto avaliar se sua companheira e amante estava pronta, Lilith parecia realmente estar mais forte, a energia que Vergil lhe proporcionou ontem foi realmente de muita ajuda, mesmo a mulher já não estava nenhum pouco abatida diferente do dia anterior, isso obvio devido ao fato de ser uma súccubus.

_Lilith, vamos nós apressar para irmos até Londres, temos de pegar a ultima parte da Tirfing e derrotar sua irmã! – disse Vergil, chamando-a e pegando seu longo sobre tudo azulado.

_ Claro, vamos então... mas de que modo nós poderemos ir até lá? – perguntou Lilith.

_ Vamos até o aeroporto vamos usar um avião como meio de transporte, estaremos lá em pouco tempo se utilizarmos deste meio de viagem! – afirmou o mestiço.

_ certo, vamos lá então!

Notas finais
A maneira de escrever está um pouco diferente, mas acho que não chegara a atrapalhar a história, enfim, aproveitem a fic... esperamos reviews