Destination of Darkstalkers
14 Life after 'death' (5th cycle wrath)
Notas iniciais
Lilith se deu conta que já não estava mais na fortaleza de Belzebu, ela estava em uma pequena choupana, tinha uma bacia de água a sua direita, a mulher estava deitada em um bloco de pedra o seu corpo já tinha se recupera dos golpes do diabo, mas ainda estava ferido por dentro, isso significa que a súccubus estava morrendo e ela sabia disso muito bem, sem a composição da sua irmã a demônio iria ser decomposta aos poucos.
_ Argh... onde que eu estou?
Após o comentário de Lilith, veio até o recinto um demônio, porem ela conseguiu perceber que este era o mesmo que ela havia recebido a advertência enquanto estava indo para o castelo de Belzebu.
_ Você é o individuo que eu encontrei pelo caminho quando estava indo para o castelo do belzebu!
_ Sim sou eu mesmo senhorita Lilith, eu vi como matou o poderoso diabo e admito que fiquei surpreendido com suas habilidades, também não imaginavas que fosse a irmã de Morrigan Aensland, achei que era uma mera súccubus que vagueava por estas bandas.
_ Eu quero saber como vim parar aqui?
_ Eu a trouxe, você é muito importante para o trono assim como sua irmã, mas tem uma certa diferença, de qualquer modo não é isso que vim discutir com você,eu somente a trouxe aqui para que tivesse onde ficar em segurança e não ser morta por nenhum outro demônio sedento a sangue.
_ Agradeço a gentileza, mas agora eu tenho que ir, espere onde está o frasco de sangue que eu estava carregando?
_ Ah! Pegue, eu tinha guardado na minha roupa para que não o perde-se, sou grato por ter se livrado daquele monstro, com isso você conseguiu salvar alguns dos demônios que vivem por estes locais, e algumas almas a humanos arrependidos também, nós somos um tipo de sociedade condenada por belzebu, ou melhor, éramos até você nós livrar daquele tirano.
_ E onde estão os demais?
_ Estão escondidos ou trabalhando, não se constrói majestosos castelos e fortalezas do nada, deve saber disso!
_ É tanto faz, agora que tenho finalmente o sangue de Belzebu posso acordar o Vergil, e com ele prosseguir nossa estrada, agradeço por me salvar, ate mais ver, ou melhor, adeus!
Lilith abriu as asas e salto do precipício que ficava a frente da choupana onde estava repousando, a mulher conseguia ver praticamente todo o 4º ciclo de lá a colina das rochas estava sendo bem observada e a garota foi até o ponto onde o mestiço estava adormecido.
Lilith finalmente alcançou Vergil e o viu cercado por demônios que estavam mordendo sua carne, eram monstros semelhantes há cães de tonalidade lilás com dentes dilacerantes que não possuíam olhos, malditos estúpidos! Pensou a mulher morcego indo com uma estocada transformando uma de suas asas em uma lança que se fixava em seu antebraço.
Lilith destroçou o corpo dos cães demônios de forma constante, rapidamente os estorvos se encontravam mortos e o corpo de Vergil nem parecia ter sofrido um ataque sequer, então esse fator de cura dele realmente é bom! Pensou a súccubus antes de pegar na nuca do mestiço e derramar o sangue que ela havia adquirido de belzebu; após tomar o antídoto do veneno das arvores Vergil conseguiu abrir os olhos lentamente, Vergil olhou diretamente nos olhos de Lilith, conseguiu sentir que sua cabeça estava encostada nas coxas da mulher, fora tratado de forma delicada, para Vergil havia sido meio irônico, nunca foi tratado com carinho por ninguém há tanto tempo, que até esqueceu que pudesse sentir isso novamente. A mulher fitou Vergil com o olhar, fazendo-o ficar um pouco confuso, no entanto os dois se levantaram Lilith o ajudou a se erguer e Vergil notou a angustia dela.
_ Qual sua preocupação Lilith? – perguntou Vergil olhando novamente fixo aos olhos da companheira – Diga, não há problema!
_ Eu acredito que estou morrendo mais depressa, eu desmaio sempre que luto contra alguém, meu corpo está se destruindo por dentro! – quando falou isso a súccubus deixou cair uma lagrima pelos seus olhos –
_ Eu lhe darei apoio, não permitirei que você morra de uma forma tão deprimente, vamos conseguir achar uma solução para isso, acredite em min! – Vergil pronunciou a frase encostando a cabeça de Lilith em seu ombro e assim o casal ficou um pouco, num clima nitidamente melancólico.
A apologia durou cerca de mais ou menos 3 minutos, em seguida o casal resolveu continuar sua trajetória, desta vez era ao 5º ciclo que ambos teriam de chegar, certamente poderia se tornar uma viagem cansativa e até preocupante em relação aos recentes problemas que Lilith havia desembuçado. A mulher ergue suas asas e sustentou-se o suficiente, em seguida olhou para o mestiço, que respondeu com a cabeça em seguida ele desapareceu do ponto ao qual se encontrava, havia reaparecido encima de uma pedra rochosa enorme, dando um sinal de mão para prosseguirem, rapidamente a mulher apareceu ao lado do mestiço e ambos prosseguiram a estrada.
A travessia da colina das rochas foi mais tranqüila que o casal havia suposto, não encontraram nenhum oponente pelo caminho que passaram, durante este conseguiram ver muitos humanos sofrendo com a imensidão de jóias e moedas de ouro, o sol que ardia quente ajudava a queimar as peles fracas das almas, fazendo as moedas de ouro arder como ferros quentes, que por lá se materializavam, os gritos de tortura ecoavam pelos cantos da colina, sendo até algo que fosse horrível de aturar, Maldito imprestáveis; indignado Vergil dizia não muito alto para que chamasse a atenção, e nem tão baixa para que pudesse ter algo a dizer! Ao casal ter finalmente alcançado o final da colina, eles avistaram a margem de um rio, lá estavam alguns demônios tomando guarda, estes usavam armaduras enormes, mediam cerca de 3 metros e seus olhos vermelhos cintilantes iluminavam o negro do interior do capacete que usavam. Lilith se aproximou do indivíduos de forma nada discreta, com tranqüilidade e simplicidade, enquanto Vergil se posicionava atrás da mulher a uns 2 metros de distancia.
_ Oi rapazes, será que eu e meu companheiro podemos passar? – perguntou a súccubus com um rosto inocente e sem maldades –
_ é obvio que não, só passaram se nós deixarmos; somos guardas da realeza de Belial, ele ordenou que não permitíssemos que nenhum ser passasse – um dos soldados cortou o outro completando a frase – apenas os insetos humanos! – outro dos guardas voltou a corta – somente mortos!
_ Afinal esse insetos estão querendo zombar conosco fazendo esse tipo de hipocrisia ridícula?! – Disse Vergil com uma expressão confusa em sua fase! –
_ O que esse nanico disse?
Um dos guardas se alterou e resolveu pegar nas vestes de Vergil o puxando pelo casco azul, aproximando o rosto do mestiço para perto do seu, o monstro olhou fixamente para o mestiço que retrucou o gesto. _Esse idiota é um estúpido decrépito, hum... Não vou sujar minhas mãos com essa merda! — Disse um dos demônios.
_ Eu também não sujarei minhas mãos com você seu precito ridículo! – Vergil olhou com desgosto para o monstro após dizer a frase!
_ Vai pagar caro pelo atrevimento nanico!
Após a ultima frase, o demônio ergueu seu punho para Vergil e dirigiu-lhe um soco, este porem se enganou o mestiço havia se esquivado com uma facilidade injuria do golpe, deixado aos demais guardas irritados;
_ Vergil por favor acabe logo com isso. – Disse Lilith, suspirando –
_ Vamos parceiros vamos arrancar a cabeça desse tolo, e desta nanica sem teta! Rapidamente Lilith apareceu a frente do soldado que pronunciou as cujas palavras, agarrou-o pelo pescoço e o sacudiu; _ Quem é que é nanica sem teta seu traste!!! – a feição da mulher era hilária enquanto o pobre demônio sentia sua fúria!
_ Lilith recomponha-se vamos! – Disse Vergil brandindo os cabelos, com uma retratação bem inconformada!
_ Hum... tudo vai acabar aqui e agora! – disse Vergil esticando as pernas de forma que tomou uma posição estratégica, em seguida sacando a Yamato, porem foi diferente das demasias vezes, ele não a sacou por completo, apenas a mostrou de forma que se pudera ver a luminosa e magnífica lamina da espada diabólica, que ao soldados perceberem já estavam todos de multilados, melhor dizendo dilacerados, seus corpos foram cortados como uma tesouro contra um papel velho e fraco, até mesmo Lilith se assombrou com a velocidade dos golpes, ela já provara a velocidade de vergil,mas ter um cadáver em seu corpo de forma que ela mal percebeu e este respingou sangue em seu corpo certamente a assustou um pouco, os seres somente foram ter seu corpo cortado em pedaços assim que Vergil finalmente selou sua espada em seu utensílio da mesma, de foram que os corpos se transformaram em pedaços.
_ Mas que maestria a sua meu caro!... A voz chamou atenção do casal que se viraram a busca da voz, encontraram o dono da mesma, era um homem de cabelos negros cumpridos, tinha uma aparência jovem, este portava uma espada com a fisionomia compatível a de Vergil, ambas lembravam uma Katana, está estava presa em uma amarra de couro que o homem usava entre a cintura, tinha calças preta de couro com diversos assessórios ajustadas em suas coxas e tornozelos, usava uma camisa negra por baixo de uma capa escura com detalhes brancos, e como suas acompanhantes tinha suas botas e suas luvas de cor preta, seus olhos vermelhos tinham uma pequena tatuagem negra abaixo destes, tinha uma feição serie, e bem sinistra.
_ Agradeço o elogio, quem é você? – Perguntou Vergil indo em direção do estranho!
_ Meu nome é Zorak, e você?
_ Meu nome é Vergil, Vergil Sparda!
_ Então você é o filho do poderoso cavaleiro negro incrível, sempre tive uma curiosidade incontrolável em conhecer-lo, mas achavas que se chamava Dante, ao menos era isso que diziam, diziam que Dante o filho do poderoso Sparda matou o poderoso Mundus, vejo que erram o seu nome.
_ Não estão errados, Dante é meu irmão, e sim ele realmente matou Mundus por isso o seu sucessor que é o poderoso rei Belial está no poder assumindo seu o controle dos dois reinos o do inferno e do mundo dos demônios.
_ Chame de Makai, que é o nome pelo qual é conhecido... – Vergil cortou a voz de Zorak – Eu chamo o mundo dos demônios do modo que eu quiser makai ou mundo dos demônios é a mesma coisa, não ouse retrucar, minha espada está bem destilada e pretendo usá – lá o quanto mais eu puder ver sangue de diabos caindo... – Zorak cortou Vergil – Eu sou um Darkstalkers, prefiro esse titulo, mesmo que diabos e darkstalkers sejam o mesmo prefiro esse titular que me convém com mais elegância.
_ Faça como quiser! – Disse Vergil virando-se do Darkstalker e indo em direção a Lilith, que estava prestando atenção na conversa de ambos, então a mesma se dirigiu a direção de Zorak e puxou o antebraço de Vergil fazendo voltar a direção anterior.
_ Mas o que está fazendo? – Vergil ficou indignado com o ato da mulher –
_ Fique quieto e venha comigo! – Disse Lilith repreendendo o mestiço –
_ Olha senhor Zorak você poderia nos ajudar, eu e o meu companheiro o Vergil, precisamos chegar a cidade de Dite o 6º ciclo do inferno, tem ideia de como podemos chegar até lá?
_ Hahaha, mas que irônico; vocês não sabem? – Disse Zorak com uma feição descontraída –
_ Saber o que? – Disse Vergil com um tom robusto e arrogante –
_ Este riu, ou melhor, este mar é o 5º ciclo, a partir daqui vocês podem ir ao 6º ciclo, eu pessoalmente recebi uma missão de Belial e vim aqui fazer umas entregas para o senhor Belzebu,mas parece que ocorreu uma confusão e ele morreu, será que vocês sabem quem é o responsável?
_ NÃO NÃO; é quer dizer, agente não sabe não nós nem sabíamos que ele tinha sido morto, hehehe... – Disse Lilith completamente atrapalhado por ter sido pega de surpresa por tal questionamento –
_ Continue dizendo sobre o 5º ciclo, pelo que pude entender teremos de atravessar este riu para chegar à cidade de dite, correto?! – Inquiriu Vergil em tom calmo –
_ Correto, terão de atravessar o Rio Estige, que é o ciclo da Ira para chegar, se quiserem minha navegação pode levar vocês, eu trouxe um navio grande, acho que tem espaço suficiente para mais alguns tripulantes.
_ Quando ele chegara? – Perguntou o mestiço –
_ Faltam alguns segundos...
De imediato Zorak encerou a fala, e virou o olhar para o final do rio que parecia mais a entrada para o oceano, do fim de sua visão vinha um navio, ao menos poderemos sair daqui, pensou o mestiço, a situação estava devidamente melhorando para o casal, poderiam pegar uma carona a cidade de dite, pulando um ciclo de certa forma, enfim Vergil virou o olhar para a navegação que vinha tinha uma arquitetura e modelo similar ao tipo de embarcação usada pelos fenícios há aproximadamente 700 a.C, as velas da embarcação retratavam uma caveira demoníaca, mas o que tanto Vergil quanto Lilith perceberam é que as dezenas de remos que proporcionavam movimento e sustentação do navio massacravam as almas que eram condenadas no ínferno a sofrer por toda a eternidade... Seres idiotas, disse Vergil soltando um simples sorriso ao observar a destruição dos pobres humanos condenados a sofrer eternamente demando as embarcações, parecia até um filme de comedia, isso na mentalidade do mestiço. Por fim a embarcação alcançou o posto onde estavam os três, desceram em embarcações menores dois escravos de Zorak, ambos alcançaram o seu mestre.
_ Senhor, espero que não tenhamos demorado muito – Disse o menor que era gordo e tinha forma de largato com fisionomia humana –
_ Não chagaram na hora certa!
_ My Lord, quem são estes dois? – Perguntou o maior com aparência de Lobo, esse deveria ser um lobisomem –
_ Eles são meus convidados, o filho de Sparda e a senhorita Lilith, filha do reino de makai e do inferno Belial. – Inquiriu Zorak com animação ao revelá-los aos companheiros –
_ Incrível, então que sejam bem vindos! – o homem lobo disse para os dois –
Após um período curto de conversa com os homens de Zorak, Vergil e Lilith foram atribuídos a tripulação de Zorak, o casal não tinha conhecimento, mas Zorak era um demônio temido pelo povo entre aquelas terras ( As do 4,5 até o 6 ciclo), era conhecido por ser um capitão das embarcações que passavam por todas aquelas rotas, mas também tinha habilidades destingias, era treinado um mestre em artes marciais, e sua maestria com espadas do estilo Katana eram excelente, era conhecido como Demônio da noite, por normalmente ser mais poderoso ao por do sol, mas no inferno suas habilidades eram complexas subitamente ao longo do dia.
A tripulação de Zorak estava trabalhando com certa indiferença, a presença de Vergil e Lilith era o motivo da indiferença, causou tais mudanças a bajulação de Lilith que por sinal já era esperada, e a distancia de Vergil que também era esperada, afinal o filho de Sparda ta como pai era odiado no submundo, ele já estava acostumado com o tratamento dos demais demônios,o mestiço notou a constante do Darkstalkers ao mar, então o mesmo dirigiu-se até onde o Darkstalker estava, constipou-se com a imagem que ele via muitos humanos sofriam amargamente com demônios aquáticos que nadavam por tais águas devorando, rasgando, triturando, decepando, mutilando, etc... as formas de torturas eram aleatórias, era uma carnificina escandalosa, os gritos de fúria e as bravuras que haviam lá era gigante os humanos batiam no barco com ódio, seus olhos demonstravam a mais pura ira, suas feições demonstravam a revolta pelo sofrimento eterno, que os deixava mais irados que o comum, perdiam a cabeça e batiam em seus semelhantes, nos demônios, nas navegações que passavam dificilmente, em tudo que podiam tentavam descontar sua raiva e amargura.
_ Está olhando para esse desbravamento ridículo com tanto gosto, por que se interessa por algo tão trivial? – Perguntou Vergil ao lado do darkstalkers, olhando para o horizonte não virando o rosto e o corpo para o colega ao lado. _ Acho interessante... Acho interessante como os humanos não se dão conta de como são tolos, eles são seres criados de forma imperfeita, e mesmo assim podem matar darkstalkers, é algo que não consigo engolir, me sinto um pouco revoltado com tal circunstancia. _ Concordo com você quando instituiu que os humanos são seres de simples tolice e impuros, mas tem algo que meu irmão me disse que me tocou na mente e me perturba até hoje, ele inquiriu que alguém só consegue evoluir seus poderes ao maximo tanto humanos quanto demônios quando lutam pelo propósito de proteger alguém amado, o mistério de tudo isso é que mesmo sendo um meio-demônio e meio- humano eu não sinto o amor, ao menos não sinto ele atualmente, isso me confundi, parece que quando era pequeno eu amei, amei os meus pais e agora eles estão mortos... – Zorak cortou a voz de Vergil – Isso é muito triste... – Vergil retornou a fala – Não me venha com essa de que é triste você é um darkstalker não sabe o que eu sinto, por que acima de tudo eu não sinto amor então o que eu posso sentir, fúria talvez, hum... essa é a maldição de ser um meio-demônio, ter sentido o amor antes, porem agora sofrer por que o sentiu.
_ Mas é por isso é que tão triste!
Vergil virou o olhar para Zorak, deu um simples sorriso de canto e retornou a figura anterior com a feição seria e constantemente macabra.
_ Senhor, desculpe mas tenho noticias, uma das nossas colônias na terra está sendo destruída! – disse um dos tripulantes servos de Zorak –
_ Isso não é nada aceitável, esta colônia ascendeu de forma reluzente, eles se renderam rápido, como será que resolveram se destruindo, quem é o autor de tal catástrofe?
_ Este ser é um devastador de demônios consecutivo em seu trabalho, mas parece que são duas mulheres!
_ Você tem ciência de quem sejam os autores de tal ato, Vergil?
_ Desculpe, mas desconheço estas mulheres.
_ Entendo, de qualquer modo vou tomar partido dessa situação, mais tarde vamos conversar com Belial para reforçarmos as tropas no exterior!
_ Senhor, temos problemas – disse um dos serviçais de Zorak gritando para o líder –
De repente um distúrbio ocorreu no navio, à embarcação se moveu de forma violenta derrubando alguns dos darkstalkers que estavam por lá, Vergil e Zorak estavam na ponta do navio em um dos mastros quando perceberam que havia outro demônio no RIo Estinge, este era gigante tinha mais de 20 metros, com tentáculos cheios de pontas destelhastes e ventosas, Vergil olhou para Zorak que já estava a ponto de sacar sua espada... _ Vamos monstro desprezível, mostre-me do que é capaz!
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