Notas iniciais
Agradeço a todos os leitores que acompanham esta história há tanto tempo. Anseios pelo agrado de vocês pelo capítulo aproveitem a leitura! Dirigido por (Vergil Kazuke) Escrito por (Dante Nagano)

Em Londres, uma cidade grandiosa, Vergil estava sentado em uma pequena cadeira encostado-se a uma mesa velha e fraca, estava escuro no recinto, o quarto de hotel estava frio, Lilith estava sentada e pensativa, assim como o mestiço. O silencio do local era um pouco conturbador. O mestiço hesitava ocupar a mente, mas não conseguia evitar, era mais forte que ele podia segurar; estava se lembrando da batalha com Dante em uma cachoeira no submundo, a sua terceira luta contra Dante, a que perderá e resolveu ficar e morrer no inferno, ao que parecia mesmo após enfrentar Mundus ele estava lá vivo e sim, sabia que havia renascido dos mortos, mas mesmo assim, era impressionante imaginar que ele e Dante tiveram tais problemas, mal imaginava aquela situação de outro jeito; a derrota foi realmente dolorosa mesmo para Dante, perder era vergonhoso, o grandioso filho de Sparda, o mais velho dos gêmeos, o guerreiro super aplicado e invencível havia sido derrotado, difícil mesmo de acreditar, mas, como todo grande guerreiro, Vergil superou a derrota e agora vivo e consciente iria tentar mostrar para seu irmão quem é o mais forte.

Lilith também se entediava com aquela situação, estava com um frio na barriga muito grande, não conseguia imaginar como seria lutar novamente contra sua irmã, que a expulsou do mundo humano, ou melhor, do castelo de Nightmare e em seguida a manda para o inferno, onde teve de se matar para passar por todos os ciclos do submundo, realmente algo depravador. A ansiedade também manifestava os pensamentos da moça que estava preocupada , todo aquele silencio estava até irritante, a vontade de ambos era de ir até a Devil May Cry e acabar de vez com todo aquele desejo devaneador de atacá-lo. De imediato Vergil sacudiu os lisos cabelos grisalhos que até então estavam para baixo, em seguida o homem os ergueu novamente no clássico penteado de espetos, Lilith por sua vez foi até perto do mestiço e sobrepôs seus braços nos ombros do homem.

_ Vergil, você acha que agente vai vencer eles? – perguntou a mulher com uma expressão triste, olhando para fora do estabelecimento pela janela, assim como o mestiço.

_ ... – Vergil fez silencio, dizer que iria vencer não seria fácil,afinal eram os dois quem derrotaram o casal, isso individualmente.

_ Não... não tenho certeza, no entanto, agora estou mais poderoso que antes e poderei ajuda-lá Lilith.

_ Certo Vergil, obrigado, você me fez feliz, ou melhor, despreocupada, estou mais tranqüila agora.

_ Ei, você vai dormir? – perguntou a moça.

_ Não — esperou um tempo até responder — não agora.

_ Certo então, eu vou indo dormir! – disse a moça já bocejando e indo deitar na pequena e apertada cama velha do recinto.

Passaram-se alguns minutos, quase meia hora para ser exato, Vergil lia um livro para distrair a mente, então o mestiço viu que de longe se aproximava uma mulher, uma mulher morena, mas aquela diferente das outras que se aproximava era a conhecida garota que foi preciso para abrir o portal da Temen Ni Gru, Lady estava adiante de Vergil, ela caminhava tranquilamente pelas ruas de Londres, o mestiço então a fitou, observou por um tempo de seu quarto, ela fazia lembrar dos velhos tempos, parecia que era uma noite de recordações, tanto ele quanto Lilith já haviam viajado no passado dentro de suas cabeças, agora aparece uma mulher que o remetia ao mesmo sem pestanejar.

_Ela... saiu da casa do meu irmão, tenho certeza disso – disse Vergil olhando atentamente para Lady.

Vergil pegou seu sobre tudo azulado que estava em um equipamento de suspensório na parede, em seguida o homem o vestiu, foi até a porta, a abriu brandamente e logo a fechou do mesmo modo evitando qualquer barulho de sua parte para não acordar a mocinha súccubus que adormecerá a algum tempo.
_ Vergil! – disse a moça já acordada.

_ Fale Lilith! – disse o mestiço.

_ Aonde você vai? – perguntou a mulher já levantando-se.

_ Vou atrás de uma pessoa que é intima do meu irmão, uma humana perigosa – disse Vergil.

_ Ela te conhece? – perguntou Lilith.

_ Sim, ela me conheceu a alguns anos atrás!

_ Você é doido, ela vai contar ao Dante! – disse Lilith.

_ Não se preocupe, vou fingir que sou ele para ter informações se sua irmã está ou não na casa do meu irmão, ou vise versa! – disse o mestiço.

_ hum... bom plano, mas você acha que vai enganar ela assim! Pelo que você me disse o seu irmão chamado Dante tem um estilo rocker, usa muito vermelho e tem o cabelo penteador para baixo, diferente do seu! – disse Lilith apontando suas mãos na direção de Vergil.

_ Eu... bem... posso forçá-la a dizer! – argumentou o mestiço.

_ Não, você é bem inteligente, mas as vezes não é nada, se aparecer assim ela vai saber que não é o Dante, espera um pouco que já dou um jeito nisso.

Lilith lançou um enxame de morcegos que infestaram as roupas de Vergil e as transformaram em uma roupa vermelha, com amarras de couro, detalhes escuros marrons e outros pretos, seus cabelos ficaram penteados como os de Dante, enquanto que ela transformou a aparência da Yamato e a deixou igual a Rebellion de Dante, espada que ela já havia visto em um dos livros que leu sobre Sparda.
_ Como conseguiu? – perguntou injuriado o mestiço que não fazia ideia dos poderes da moça.

_ Cala boca e vai logo, eu vou observar você e ela do teto de um dos edifícios próximos, mas anda logo!

Assim que a mulher falou o homem agiu, rapidamente Vergil e Lilith haviam descido, então o mestiço foi em direção a Lady enquanto Lilith se pocisionou próxima a uma padaria, ou melhor acima desta, e podia observar tranquilamente Vergil, que estava muitíssimo diferente, era até mesmo intrigante como era a aparência de Vergil, seu jeito certinho e reservado não combinava com aquelas vestimentas.

_ Ei, espere! – arqueou o mestiço.

_ Ah... o que, que voz é essa Dante? – perguntou Lady, vendo a imagem dita do seu companheiro, — que roupa é essa, mais estranha que de costume! – disse Lady dando uma leve risada de Dante, ou melhor, Vergil.

_ bem... eu estou um pouco agrh... rouco, quero dizer, eu comi limão! – disse o homem nervoso.

Lilith viu aquela cena, e em seguida deu um leve tapa rápido no rosto como forma de expressar a decepção da reação de Vergil, muito ridícula por sinal.

_ Que coisa mais bizarra – disse Lady, logo continuou – então, diz logo o que você quer, Dante, tenho mais o que fazer!

_Espere, eu quero saber se... – lady cortou o homem – quer saber se que quero companhia para casa, eu sabia disso, mas não precisa se incomodar Dante.

_Não... vim aqui para saber onde está a Morrigan – disse o homem bem serio.

_ IDIOTA!!!

De repente Lady após o grito deu um ardente tapa no rosto do mestiço que estalou na hora, o homem se irritou em seguida caminhou em frente, antes que pudesse ir embora, Vergil a puxou para perto de si, então novamente tentou falar com ela.

_ Me diga logo, onde ela está? – disse Vergil.

_ Deve estar lá na sua casa idiota, mas me perguntar isso, por quê? – Lady estava injuriada com a situação.

_ Bem, de qualquer forma obrigado pela resposta, estou indo.

Alguns segundos depois Lilith desceu até próxima a Vergil, que a esperou com ânsia.

_ Então, conseguiu alguma informação?

_ Sim, a Morrigan está na residência do meu irmão! – disse Vergil encarando Lilith.

_ Então, acho que minha irmã está planejando alguma coisa contra nós dois, é provável que não saia mais de lá!

_ Então o que faremos? – perguntou a moça.

_ Ao invés de esperar para perder tempo, vamos até o castelo da súccubus, de lá nos poderemos derrota-lá assim que retornar – disse o mestiço.

_ Tem razão, vamos lá então, a Morrigan vai ter uma grande surpresa!

Vergil desfez a magia da companheira e voltou a seus trajes normais e seu cabelo foi reerguido, então o homem transformou-se em demônio e usou suas asas para subir rapidamente pelos céus junto a companheira, que também estava com suas vestimentas demoníacas, por fim ambos voavam em direção a uma árdua batalha para decidir o futuro do mundo humano.

Notas finais
Logo as lutas vão começar, tanto quanto os leitores, eu também tenho levianamente vontade de vê-las!