Notas iniciais
Eai pessoas, demorei pra postar, eu sei, mas foi por problemas técnicos. Enfim, esse cap ficou muito nada a ver, mas eu não tinha criatividade e quis deixar a história mais normal. Espero que gostem, e leiam as notas finais. Até lá embaixo.

POV Thalia

É... Acho que Percy achou a Annie beeem interessante. Por mais que ele tentasse ser discreto ao olhar pra ela (o que foi totalmente em vão, porque ele sabe disfarçar como uma porta), eu vi que ele não desgrudava os olhos da loirinha.

Assim que a menina “acabou” de apresentar a escola, cada um foi para um lado, e eu fui andando pelos corredores. De repente vejo um garoto alto, forte, de cabelos loiros e olhos azuis gritando com um menino duas vezes menor que ele. Não que o nanico aparentasse ser mais novo, ele apenas era um tipo de nerd, usava óculos, aparelho e tinha cabelos castanhos bagunçados. Enquanto o valentão gritava, o menino se encolhia, e assentia desesperadamente.

Ótimo! – pensei – até em escolas de bruxos há esses tipos de pessoas.

– Ei! Qual seu problema garoto?! – Corri até os dois e empurrei o gigante loiro. Se eu sou uma pessoa impulsiva? Nhá, claro que não!

O grandalhão me lançou um olhar mortífero, mas eu não me intimidei, só fiquei com mais raiva. Se há algo que eu não suporto é injustiça, e meus instintos diziam que era o que estava acontecendo ali.

– O que você pensa que está fazendo?! QUEM VOCÊ PENSA QUE É, GAROTA IDIOTA?! – o menino gritava, e eu estava começando a ficar assustada, mas não ia deixar isso transparecer. Não ia recuar agora.

– Quem VOCÊ pensa que é?! O que esse garoto te fez, hein?! – eu também gritava e abria os braços. As poucas pessoas que passavam no corredor apenas davam uma leve olhada e depois fingiam não ter visto nada. Então minha fixa caiu. Provavelmente ninguém tinha feito nada para parar a “briga” dos meninos por medo.

– É melhor você abaixar esse tom antes que eu... – ele se aproximava de mim, cerrava os dentes. O mais estranho é que o garoto olhava de 5 em 5 segundos para os lados, como se temesse a aparição de alguém.

– Antes que você o que?! – falei, gritando, mas em seguida baixei meu tom para que só ele ouvisse. – Vai me bater como ia fazer com esse garoto?

Eu apontei pra onde o nanico estava, mas não havia mais ninguém ali. Que beleza, agora eu estou sem minha testemunha.

– Não duvide de mim, garota – ele disse. Ele ia levantar a mão. Continuei no mesmo lugar, cerrando os punhos e fechando os olhos, mas nada me acertou. Ouvi uma voz conhecida (não muito, mas conhecida), dizendo:

– Luke! Fique longe dela, entendeu? – quando abri os olhos vi um garoto pálido, de olhos e cabelos pretos segurando o pulso levantado do loiro. Nico.

– Não conte isso á A... – o tal Luke olhou feio para Nico e começou a falar, mas foi interrompido.

– Eu decido o que fazer, Castellan. Nem você nem ninguém pode me dar ordens. – ele mantinha a mesma expressão seria, ao contrário de Luke, que demonstrou uma pontada de... medo?

Nico soltou seu pulso, e o loiro olhou acusadoramente pra mim.

– Você. – sua voz estava carregada de desprezo. – Nunca mais se meta no meu caminho, entendeu?

Travei a mandíbula e cerrei levemente os olhos, até que ele se virou e saiu com brutalidade pelo corredor.

– Qual é o seu problema?! Mal chegou na escola e já conseguiu arrumar confusão!

– Quem era aquele idiota? – ignorei sua pergunta.

– Luke Castellan. Imortais. Um dos bruxos mais esnobes e encrenqueiros de Hogwarts. — Disse Nico. Ele começou a andar, e eu me apressei para acompanhá-lo.

– Imortais... Você é dessa casa, não é?

– É. – ele parou de repente. – Não se meta com Luke.

– Por que fez aquilo? – perguntei – por que me ajudou?

– Eu... Bom, não podia deixar aquele idiota te bater, e eu e o Castellan não vamos um com a cara do outro.

– Por que? Achei que vocês eram todos amiguinhos e unidos, como aqueles jogadores de futebol americano nas escolas de trouxas.

Pude ver um indicio de sorriso no rosto do garoto.

– As coisas não são bem assim. Não entre nós dois.

– E por que você não me conta o motivo dessa rixa? – tentei colocar o máximo de simpatia na minha voz. Sabe, eu estava realmente curiosa sobre o assunto.

– Eu nem te conheço, garota.

– Desembucha, Di Ângelo. – esquece aquilo de simpatia, não estava funcionando.

– Assim fica mais natural. Mais Thalia. – ele deu um sorriso de lado.

– Você nem me conhece, garoto.

– Até mais, Thalia.

E com isso, ele saiu andando.

Mas eu não desisti, apenas fiquei mais curiosa, e ia fazê-lo falar.

POV Luke

Nico di Ângelo. Eu odeio esse garoto. Não conheço pessoa mais intrometida. Costumávamos ser amigos, até o episódio com ela. Agora ele vem meter aquela cara pálida na minha briga com a novata, que por sinal é outra intrometida.

Argh! E o pior é que eu não posso nem contrariar aquele branquelo, já que não quero arriscar magoá-la, a única coisa boa da minha vida.

Notas finais
Gente, eu tenho ficado cada vez mais chateada com vocês. Eu realmente não sei se tem alguem lendo isso, e to ficando desmotivada. Não quero que pareça que eu to forçando vocês a comentar, mas poxa, o que custa, né? Pode ser um comentário positivo ou negativo, todos eles instruem os escritores. Espero do fundo do meu coração que esse cap tenha comentários, e até o próximo.