Prólogo

Antes de a terra ser criada por Deus, ela era tomada pelas trevas e pelo anjo caído conhecido como Lúcifer, a terra era tomada por Demônios, Dementadores, Leviatãs e entre outras bestas do submundo. Até que um dia Deus resolveu colocar vida naquele lugar, ele disse que haja a luz, e apenas em um segundo houve luz, e Deus viu que isso era bom, pois expulsou as trevas... (bem se você já leu a bíblia deve saber o que acontece aqui), no céu existem muitas regras, assim como os afazeres dos anjos, de acordo com seus nomes dados por Deus, outas regras são os pecados capitais, como: A gula, A avareza, A luxuria, A ira, A inveja, A preguiça e a vaidade ou orgulho, cada anjo tinha seu nome e significado.

Léo Tinha seu dever de amedrontar Demônios “mata-los” e puni-los, ele fazia tudo exceto mata-los, pois eles iriam nascer novamente em algum abismo escuro ou até mesmo no inferno, um dia ele recebeu uma missão de Deus que era para ele descer até a terra para expulsar um dos Demônios mais forte do inferno, conhecido como belzebu que possuiu o corpo de um rapaz que estava assustando toda sua família, com suas travessuras e maldades e praticando a gula pois na idade média belzebu era conhecido como um dos sete príncipes das trevas onde todos cometiam um pecado, belzebu cometia o segundo pecado A gula, assim o pobre Léo desceu ate aterra pegou um hospede que eles chamavam de “casca” e foi até onde se encontrava belzebu.



Eu estava com uma “casca” de um garoto ou homem, bem não sei mais ele estava com o que os humanos chamam de fones de ouvido... Bem acho que é isso e estava escutando uma musica insuportável, pois tinham gritos horríveis mais em algumas partes era lenta peguei em meu bolso o tão famoso celular que muitos tinham, ou queriam o nome da musica é...? Bem não sei, o vento bate em meu rosto e sinto o cheiro horrível que os demônios têm, sabe um cheiro que lhe da nojo e que embrulha o estomago? Bem agora multiplique isso, bem esse é mais ou menos o cheiro deles e quanto mais fedor mais forte é o Demônio.

Ando uns dez metros e o cheiro fica mais forte, Conti meu estomago humano para não regurgitar o que esse pobre humano tinha comido, e me concentro e caminho para onde o cheiro esta mais forte, bem as pessoas me olhavam de um modo estranho ignorei todas e continuei, é de noite e parecia que tinha acabado de chover quando cheirei o ar para localizar onde o cheiro estava mais forte e olhei para o chão onde tinha uma possa que refletiu o rosto do pobre humano, ele tem pele clara cabelos escuro olhos bem... Não consigo identificar e bem... Eu devia ter pego outra casca, pois ele tem uma cruz invertida pendurada no pescoço.

Bem se concentre Léo, virei uma esquina e dei de cara com um estreito lugar entre duas casas, bem deve ser os famosos becos de Manhattan o cheiro vinha muito forte que meu pobre estomago humano não aguentou e eu nesse momento estou vomitando (é isso é bem nojento eu sei), tiro o fone de ouvido e agora posso escutar a voz de maldito belzebu bem sua voz é bem alta para anjos, humanos não sentem cheiro nem são capazes de escutar sua voz a não ser que o demônio permita (bem esse humano sentiu, pois eu estou dentro dele), mas ele reduz minhas habilidades em 60% mais se eu andasse por ai com minha verdadeira forma os humanos se desintegraria muitos deles só por estar perto.

Continuo caminhando para dentro do beco eu uma voz vem em minha cabeça, pelo tom é Deus falando e a voz dizia:

– Filho, cuidado você esta muito perto de belzebu, cuidado ele é um dos três mais fortes do inferno... E não mostre sua verdadeira forma, pois poderá matar o pobre humano que belzebu possui. Assinalo com a cabeça e chego ao final do beco, e tampo meu nariz para não vomitar novamente e sigo meus instintos de anjos e percebo que em uma casa no fim da rua esta com uma aura maléfica, vejo pequenos demônios cercando a casa, continuo caminhando e um pequeno Demônio tenta me atacar tentando me lançar um feitiço de paralização ou será que foi para me lançar para traz? Bem um desses sei que é mais nem um deu certo, apenas com o bater de minhas asas que os humanos não conseguiriam enxergar consegui afasta-lo para longe. Não consegui me tele portar para traz dele, pois estava na forma humana andando o mais rápido para bani-lo da terra e manda-lo para o inferno.

Enfrentei alguns demônios fracos e entrei no jardim da casa, bem a casa não era tão simples assim era uma casa de três andares mais um sótão e porão o chão era coberto por grama exceto o caminho do portão até a porta da casa, o jardim era coberto de flores como: Tulipas, Orquídeas, Rosas, margaridas e etc. o caminho sem plantas nem grama era coberto por uma espécie de rochas que se ligavam umas as outras, fiquei admirado, pois parecia muito com minha humilde casa onde Deus criou com suas próprias mãos.

Quando de repente ouço o grito de belzebu e o grito de uma mulher, disparo para a porta branca com apenas uma fresta aberta e paro em cima de um tipo de quadrado peludo escrito... B-e-m-v-i-n-d-o, se eu traduzi certo é isso (a Deus eu não tenho permissão para entrar), escuto a voz de Deus em minha mente que dizia:

– filho você esta na forma humana você pode entrar onde quiser lembra?

Faço sinal de sim com a cabeça e entro na casa, a casa estava completamente escura e tinha algumas almas perambulando pela casa ao meu canto esquerdo tinha a escada de acesso ao segundo corredor ao meu lado direito uma parede que logo a frente tinha uma mesinha de Canto, onde estavam algumas coisas que eu um anjo puro não sabia o que era, escuto mais gritos vindo do terceiro andar peguei minha esquerda e subi uma escada lentamente, pois belzebu é muito rápido mesmo em forma humana.

Chegando ao segundo andar tinham dois quarto na primeira porta tinha as letras com coloração rosa escrita B-e-n-y-e e outra da mesma coloração com as letras P-h-e-n-y-e analisei o primeiro quarto não havia nada além de coisas de humanos... Como são chamadas as crianças pequenas?... Bebes?... Bem acho que é isso e no outro a mesma coisa caminho até o fim do corredor e para a esquerda havia mais uma escada, o cheiro de belzebu fez o vomito chegar a minha garganta humana.

Tive que engolir, pois se vomitasse belzebu escutaria e tudo iria por água abaixo, volto alguns metros e invoco minha espada sussurrando: Gladius Regis vocabo. Que significa (Eu lhe invoco, espada do Rei) e volto para o fim do corredor segurando minha respiração, chegando ao segundo andar, e encontro uma linda moça amarrada em uma cadeira EM FRENTE A DOIS CADAVERES de crianças gêmeas uma com a pulseira escrita Benye e a outra Phenye.

Olho para o rosto da moça, com os olhos cobertos de lagrimas e desespero e com a boca amordaçada tentando dizer algo, dou um passo e entro no quarto e ela se meche ainda mais (normalmente se eu estivesse com minha forma verdadeira eu leria seus pensamentos, mas eu estou como um humano) dei mais uma passo, e senti o poder esmagador de belzebu e a linda moça ainda se mexia mais tentando me avisar algo, mais o que?

Pude ver as almas das duas garotinhas Benye e Phenye chorando sem saber o que estava acontecendo, segurei firme no cabo de minha espada e continuei andando até que uma mosca pousa em meu rosto em seguida mais uma e outra em meus dedos e outra, e outra, e outra... Até que fico tomado por um “enxame” só que de moscas claro, sinto uma pancada em minhas costas e senti uma costela sendo quebrada da pobre casca.

Pude sentir um pouco do que os humanos chamam de... “Dor” levanto-me e viro para onde veio a pancada, vi belzebu coberto por moscas em sua volta, criando um “tornado” de moscas (A mais é claro, moscas é o símbolo de belzebu como não pude perceber isso?) procurei por minha espada do Rei e a achei com sua ponta enfincada ao chão, o quarto estava escuro e com minha visão humana não podia enxergar direito em tão fui guiado pelo som, caminhei até minha espada do Rei e quando a peguei ela lançou um brilho iluminando um pouco o quarto

E disse: Lux Gladius Regis (Ilumine, espada do Rei) e houve luz no lugar por completo, agora podia ver os cadáveres das duas garotas e a linda mulher que estava ensanguentada e chorando com a boca amordaçada e o único lugar onde não se iluminava era onde se encontrava a casca de belzebu, quando belzebu olhou em meus olhos deu um de seus gritos de Demônio e correu em minha direção.

Apenas estiquei minhas asas me protegendo de seu ataque e o empurrei contra a parede fazendo um enorme buraco, ele rapidamente se colocou de pé e veio correndo em minha direção, rapidamente ergui minha espada e disse: æstuabit, Gladius Regis (queime espada do Rei) e dei um grande corte ao ar.

Fazendo um grande corte de fogo, que fez belzebu se tele portar para traz de mim fazendo um grande e doloroso corte em minhas costas. Virei-me rapidamente para traz e disse: Regis excursus (correntes do Rei), enfinquei minha espada ao chão onde saia varias correntes que começaram a prender belzebu, ele estava ficando furioso... Quanto mais ele se mexia mais as correntes o abrangiam.

A pele de sua casca começou a se desintegrar parte por parte até ficar carne viva e as correntes o abrangiam cada vez mais e mais, ele começou a brilhar cada vez mais em tão gritei para a mulher que estava amarrada:

– Não olhe, se olhar você ira ser desintegrada. – Ela parecia não entender nada, em tão tirei seus dons da visão com apenas uma estalo de dedos deixando-a com cegueira por um tempo –.

Em tão quando olhei pra belzebu novamente, restava apenas um corpo com sua pele toda desintegrada e ao lado uma Besta com garras, chifres, caldas, asas e muito mais, sua força esmagava minha cabeça com uma preção sobrenatural, quando olho para a pobre humana ela esta desmaiada devido a preção do poder de belzebu, armei um escudo protetor sobre ela e me concentrei na luta

Belzebu agarrou meu pescoço e apontou seus chifres em meu rosto e criou uma esfera obscura entre eles e explodiu em minha face, aquilo foi tão forte que desintegrou mais da metade de meu corpo humano (sorte minha foi que eu sai antes dele ser desintegrado) em minha verdadeira forma eu podia ver completamente bem, e eu podia ler os pensamentos de todos a minha volta

Tele portei ao lado de minha espada e choquei minha espada junto com a de belzebu causando um enorme preção de ar que fez com que todos os vidros das janelas se quebrassem, causando um estrondo percebi que se ficássemos mais tempo ali destruiríamos aquela casa por completo, em tão agarrei no pescoço de belzebu e o carreguei para fora atravessando a parede onde já havia um buraco.

O joguei no chão da rua e já o perfurei com uma estocada dizendo: divinum radium (Raios Divinos) (bem esses raios divinos são como diz o nome raios só que eles são diretamente enviados por Zeus) que fritam o oponente, ou seja, isso aconteceu com belzebu só que ele não morreu só deu uma bela fritada mais ele esta se regenerando nesse momento.

Belzebu se regenerou com menos de cinco segundos, ele ficou furioso e acabou invocando sua foice que com apenas um corte poderia arrancar mais da metade de minha força, ele deu vários golpes tentando me acertar, mas nem um acertou, eu podia ver a ira em seus olhos ele não parava de tentar me acertar, mas eu era rápido em minha verdadeira forma e desviava todos.

Em tão repeli uma ataque que fez com que sua foice saísse rodopiando de suas mãos maléficas, ele ficou sem reação em tão eu dei uma estocada eu seu abdômen e disse: Divinum supplicium (Punição divina) o abdômen de Belzebu se abriu é começou a sair um liquido preto se pegajoso, ou seja, o famoso sangue de Demônio, ele olhou para mim pegou em meu pescoço e disse:

- Não se pode matar um Demônio ele sempre volta, e nesse caso eu voltarei para te pegar... E reze para estar sob a benção de seu “Deus”.

- Como assim reze para estar sob a proteção de Deus? –Perguntei-

– Há você não sabe? Hahahaha Deus não te contou? Ira cair 10 anjos... E reze para um desses dez anjos não ser você, pois se você cair você provável mente vai ser apenas um humano em tão você estará morto Hahahaha.

Ele desapareceu com uma enorme explosão que me deixou cego por uns minutos e quando voltei a enxergar aquela explosão tinha arrasado o quarteirão inteiro, já era quase dia, pois o sol já estava nascendo, em tão escutei a voz de Deus em minha mente e disse:

– Filho você falhou em sua missão! Mas... Suba, pois terei que falar algo com você.

Fiz que sim e deu um impulso sobre o chão e em fração de segundo estava no portão dos Céus onde havia dois arcanjos barrando minha passajem ao enorme portão eram Castiel e Gabriel, Castiel é um homem alto branco loiro dos olhos claros suas asas eram de um branco divino, Gabriel também é alto loiro e tem olhos verdes que com apenas uma olhada em um humano poderia fazer entrar em transi, em tão disse:

– Castiel? Gabriel? Por que...

– São ordens de nosso senhor! – Interrompeu-me Gabriel –

– Mais o que? Irmão qual foi à ordem?

– que você seja expulso do reino divino de Deus!

– O que por quê? O que eu fiz...

– Você deixou belzebu escapar, o deixo matar mais de trinta famílias em uma explosão e deixou morrer a pessoa que você tinha que proteger.

Eu estava muito abalado não podia acreditar no que estava acontecendo em tão Gabriel puxou sua linda espada cor de ouro e deu uma estocada em meu abdômen e sussurrou: Divinum supplicium Castiel disse com uma voz triste:

– Eu sinto muito meu irmão! Mais você retraiu nosso senhor.

Naquele momento Gabriel puxou sua espada que havia atravessado meu corpo em tão naquele momento senti meus poderes indo embora e entrando diretamente na linda espada reluzente de Gabriel, em tão escutei um barulho parecido com um batimento de um coração em tão Gabriel disse:

– Você ira se tornar um humano, esse batimento é seu coração é a primeira coisa criada num humano e você poderá ver seu corpo se formando em quando cai vera seus pulmões se formando veias, artérias, músculos, órgãos, tecido vivo, cabelos, unhas dentes, e etecetera e... Ah seus poderes não irão sumir por completo ainda, mais se você usa-los ira perde-los mais rápido e assim Demônios poderão te rastrear você, em tão não os use.

Ele deu uma piscada com seu olho esquerdo em quando eu caia, em tão realmente eu podia ver meu corpo humano se formando podia ver tudo se formando em segundos, olhei para minhas costas ainda havia minhas asas, mas eu estava em uma meia forma humana e só podia ver como se fosse uma sombra mais eu sei que elas ainda estão ali.

Olhei para meus braços estava começando a nascer o tecido humano estava quase completo olhei nas pontas de meus dedos já havia unhas, eu não parava de cair de repente percebi que meu cabelo estava completo, pois já estava batendo em meu rosto, em tão quando me dei conta meu corpo humano estava completo em tão quando olho para cima (sim para cima, pois nesse momento cima é baixo e baixo é cima) e pude ver o chão se aproximando em tão entrei em choque com ele.



Prólogo

Antes de a terra ser criada por Deus, ela era tomada pelas trevas e pelo anjo caído conhecido como Lúcifer, a terra era tomada por Demônios, Dementadores, Leviatãs e entre outras bestas do submundo. Até que um dia Deus resolveu colocar vida naquele lugar, ele disse que haja a luz, e apenas em um segundo houve luz, e Deus viu que isso era bom, pois expulsou as trevas... (bem se você já leu a bíblia deve saber o que acontece aqui), no céu existem muitas regras, assim como os afazeres dos anjos, de acordo com seus nomes dados por Deus, outas regras são os pecados capitais, como: A gula, A avareza, A luxuria, A ira, A inveja, A preguiça e a vaidade ou orgulho, cada anjo tinha seu nome e significado.

Léo Tinha seu dever de amedrontar Demônios “mata-los” e puni-los, ele fazia tudo exceto mata-los, pois eles iriam nascer novamente em algum abismo escuro ou até mesmo no inferno, um dia ele recebeu uma missão de Deus que era para ele descer até a terra para expulsar um dos Demônios mais forte do inferno, conhecido como belzebu que possuiu o corpo de um rapaz que estava assustando toda sua família, com suas travessuras e maldades e praticando a gula pois na idade média belzebu era conhecido como um dos sete príncipes das trevas onde todos cometiam um pecado, belzebu cometia o segundo pecado A gula, assim o pobre Léo desceu ate aterra pegou um hospede que ele chamavam de “casca” e foi até onde se encontrava belzebu.



Eu estava com uma “casca” de um garoto ou homem, bem não sei mais ele estava com o que os humanos chamam de fones de ouvido... Bem acho que é isso e estava escutando uma musica insuportável, pois tinham gritos horríveis mais em algumas partes era lenta peguei em meu bolso o tão famoso celular que muitos tinham, ou queriam o nome da musica é...? Bem não sei, o vento bate em meu rosto e sinto o cheiro horrível que os demônios têm, sabe um cheiro que lhe da nojo e que embrulha o estomago? Bem agora multiplique isso, bem esse é mais ou menos o cheiro deles e quanto mais fedor mais forte é o Demônio.

Ando uns dez metros e o cheiro fica mais forte, Conti meu estomago humano para não regurgitar o que esse pobre humano tinha comido, e me concentro e caminho para onde o cheiro esta mais forte, bem as pessoas me olhavam de um modo estranho ignorei todas e continuei, é de noite e parecia que tinha acabado de chover quando pra para localizar onde o cheiro estava mais forte e olhei pra o chão onde tinha uma possa que refletiu o rosto do pobre humano, ele tem pele clara cabelos escuro olhos bem... Não consigo identificar e bem... Eu devia ter pegado outra casca, pois ele tem uma cruz invertida pendurada no pescoço.

Bem se concentre Léo, virei uma esquina e dei de cara com um estreito lugar entre duas casas, bem deve ser os famosos becos de Manhattan o cheiro vinha muito forte que meu pobre estoma humano não aguentou e eu nesse momento estou vomitando (é isso é bem nojento eu sei), tiro o fone de ouvido e agora posso escutar a voz de maldito belzebu bem sua voz é bem altos para anjos, humanos não sentem cheiro nem são capazes de escutar sua voz a não ser que o demônio permita (bem esse humano sentiu, pois eu estou dentro dele), mas ele reduz minhas habilidades em 60% mais se eu andasse por ai com minha verdadeira forma os humanos se desintegraria muitos deles só por estar perto.

Continuo caminhando o beco eu uma voz vem em minha cabeça, pelo tom é Deus falando e a voz dizia:

– Filho, cuidado você esta muito perto de belzebu, cuidado ele é um dos três mais fortes do inferno... E não mostre sua verdadeira forma, pois poderá matar o pobre humano que belzebu possui. Assinalo com a cabeça e chago ao final do beco, e tampo meu nariz para não vomitar novamente e sigo meus instintos de anjos e percebo que em uma casa no fim da rua esta com uma aura maléfica, vejo pequenos demônios cercando a casa, continuo caminhando e um pequeno Demônio tenta me atacar tentando me lançar um feitiço de paralização ou será que foi para me lançar para traz? Bem um desses sei que é mais nem um deu certo, apenas com o bater de minhas asas que os humanos não conseguiriam enxergar consegui afasta-lo para longe. Não consegui me tele portar para traz dele, pois estava na forma humana andando o mais rápido para bani-lo da terra e manda-lo para o inferno.

Enfrentei alguns demônios fracos e entrei no jardim da casa, bem a casa não era tão simples assim era uma casa de três andares mais um sótão e porão o chão era coberto por grama exceto o caminho do portão até a porta da casa, o jardim era coberto de flores como: Tulipas, Orquídeas, Rosas, margaridas e etc. o caminho sem plantas nem grama era coberto por uma espécie de rochas que se ligavam umas as outras, fiquei admirado, pois parecia muito com minha humilde casa onde Deus criou com suas próprias mãos.

Quando de repente ouço o grito de belzebu e o grito de uma mulher, disparo para a porta branca com apenas uma fresta aberta e paro em cima de um tipo de quadrado peludo escrito... B-e-m-v-i-n-d-o, se eu traduzi certo é isso (a Deus eu não tenho permissão para entrar), escuto a voz de Deus em minha mente que dizia:

– filho você esta na forma humana você pode entrar onde quiser lembra?

Faço sinal de sim com a cabeça e entro na casa, a casa estava completamente escura e tinha algumas almas perambulando pela casa ao meu canto esquerdo tinha a escada de acesso ao segundo corredor ao meu lado direito uma parede que logo a frente tinha uma mesinha de Canto, onde estavam algumas coisas que eu um ajo puro não sabia o que era, escuto mais gritos vindo do terceiro andar peque minha esquerda e subi uma escada lenta mente, pois belzebu é muito rápido mesmo em forma humana.

Chegando ao segundo andar tinham dois quarto na primeira porta tinha as letras com coloração rosa escrita B-e-n-y-e e outra da mesma coloração com as letras P-h-e-n-y-e analisei o primeiro quarto não havia nada além de coisas de humanos de... Como são chamadas as crianças pequenas?... Bebes?... Bem acho que é isso e no outro a mesma coisa caminho até o fim do corredor e para a esquerda havia mais uma escada, o cheiro de belzebu fez o vomito chegar aminha garganta humana.

Tive que engolir, pois se vomitasse belzebu escutaria e tudo iria por água abaixo, volto alguns metros e invoco minha espada sussurrando: Gladius Regis vocabo. Que significa (Eu lhe invoco, espada do Rei) e volto para o fim do corredor segurando minha respiração, chegando ao segundo andar, e encontro uma linda moça amarrada em uma cadeira EM FRENTE A DOIS CADAVERES de crianças gêmeas uma com a pulseira escrita Benye e a outra Phenye.

Olho para o rosto da moça, com os olhos cobertos de lagrimas e desespero e com a boca amordaçada tentando dizer algo, dou um passo e entro no quarto e ela se meche ainda mais (normalmente se eu estivesse com minha forma verdadeira eu leria seus pensamentos, mas eu estou como um humano) dei mais uma passo, e senti o poder esmagador de belzebu e a linda moça ainda se mexia mais tentando me avisar algo, mais o que?

Pude ver as almas das duas garotinhas Benye e Phenye chorando sem saber o que estava acontecendo, segurei firme no cabo de minha espada e continuei andando até que uma mosca pousa em meu rosto em seguida mais uma e outra em meus dedos e outra, e outra, e outra... Até que fico tomado por um “enxame” só que de moscas claro, sinto uma pancada em minhas costas e senti uma costela sendo quebrada da pobre casca.

Pude sentir um pouco do que os humanos chamam de... “Dor” levanto-me e viro para onde veio a pancada, vi belzebu coberto por moscas em sua volta, criando um “tornado” de moscas (A mais é claro, moscas é o símbolo de belzebu como não pude perceber isso?) procurei por minha espada do Rei e a achei com sua ponta enfincada ao chão, o quarto estava escuro e com minha visão humana não podia enxergar direito em tão fui guiado pelo som, caminhei até minha espada do Rei e quando a peguei ela lançou um brilho iluminando um pouco o quarto

E disse: Lux Gladius Regis (Ilumine, espada do Rei) e houve luz no lugar por completo, agora podia ver os cadáveres das duas garotas e a linda mulher que estava ensanguentada e chorando com a boca amordaçada e o único lugar onde não se iluminava era onde se encontrava a casca de belzebu, quando belzebu olhou em meus olhos deu um de seus gritos de Demônio e correu em minha direção.

Apenas estiquei minhas asas me protegendo de seu ataque e o empurrei contra a parede fazendo um enorme buraco, ele rapidamente se colocou de pé e veio correndo em minha direção, rapidamente ergui minha espada e disse: æstuabit, Gladius Regis (queime espada do Rei) e dei um grande corte ao ar.

Fazendo um grande corte de fogo, que fez belzebu se tele portar para traz de mim fazendo um grande e doloroso corte em minhas costas. Virei-me rapidamente para traz e disse: Regis excursus (correntes do Rei), enfinquei minha espada ao chão onde saia varias correntes que começaram a prender belzebu, ele estava ficando furioso... Quanto mais ele se mexia mais as correntes o abrangiam.

A pele de sua casca começou a se desintegrar parte por parte até ficar carne viva e as correntes o abrangiam cada vez mais e mais, ele começou a brilhar cada vez mais em tão gritei para a mulher que estava amarrada:

– Não olhe, se olhar você ira ser desintegrada. – Ela parecia não entender nada, em tão tirei seus dons da visão com apenas uma estalo de dedos deixando-a com cegueira por um tempo –.

Em tão quando olhei pra belzebu novamente, restava apenas um corpo com sua pele toda desintegrada e ao lado uma Besta com garras, chifres, caldas, asas e muito mais, sua força esmagava minha cabeça com uma preção sobrenatural, quando olho para a pobre humana ela esta desmaiada devido a preção do poder de belzebu, armei um escudo protetor sobre ela e me concentrei na luta

Belzebu agarrou meu pescoço e apontou seus chifres em meu rosto e criou uma esfera obscura entre eles e explodiu em minha face, aquilo foi tão forte que desintegrou mais da metade de meu corpo humano (sorte minha foi que eu sai antes dele ser desintegrado) em minha verdadeira forma eu podia ver completamente bem, e eu podia ler os pensamentos de todos a minha volta

Tele portei ao lado de minha espada e choquei minha espada junto com a de belzebu causando um enorme preção de ar que fez com que todos os vidros das janelas se quebrassem, causando um estrondo percebi que se ficássemos mais tempo ali destruiríamos aquela casa por completo, em tão agarrei no pescoço de belzebu e o carreguei para fora atravessando a parede onde já havia um buraco.

O joguei no chão da rua e já o perfurei com uma estocada dizendo: divinum radium (Raios Divinos) (bem esses raios divinos são como diz o nome raios só que eles são diretamente enviados por Zeus) que fritam o oponente, ou seja, isso aconteceu com belzebu só que ele não morreu só deu uma bela fritada mais ele esta se regenerando nesse momento.

Belzebu se regenerou com menos de cinco segundos, ele ficou furioso e acabou invocando sua foice que com apenas um corte poderia arrancar mais da metade de minha força, ele deu vários golpes tentando me acertar, mas nem um acertou, eu podia ver a ira em seus olhos ele não parava de tentar me acertar, mas eu era rápido em minha verdadeira forma e desviava todos.

Em tão repeli uma ataque que fez com que sua foice saísse rodopiando de suas mãos maléficas, ele ficou sem reação em tão eu dei uma estocada eu seu abdômen e disse: Divinum supplicium (Punição divina) o abdômen de Belzebu se abriu é começou a sair um liquido preto se pegajoso, ou seja, o famoso sangue de Demônio, ele olhou para mim pegou em meu pescoço e disse:

- Não se pode matar um Demônio ele sempre volta, e nesse caso eu voltarei para te pegar... E reze para estar sob a benção de seu “Deus”.

- Como assim reze para estar sob a proteção de Deus? –Perguntei-

– Há você não sabe? Hahahaha Deus não te contou? Ira cair 10 anjos... E reze para um desses dez anjos não ser você, pois se você cair você provável mente vai ser apenas um humano em tão você estará morto Hahahaha.

Ele desapareceu com uma enorme explosão que me deixou cego por uns minutos e quando voltei a enxergar aquela explosão tinha arrasado o quarteirão inteiro, já era quase dia, pois o sol já estava nascendo, em tão escutei a voz de Deus em minha mente e disse:

– Filho você falhou em sua missão! Mas... Suba, pois terei que falar algo com você.

Fiz que sim e deu um impulso sobre o chão e em fração de segundo estava no portão dos Céus onde havia dois arcanjos barrando minha passajem ao enorme portão eram Castiel e Gabriel, Castiel é um homem alto branco loiro dos olhos claros suas asas eram de um branco divino, Gabriel também é alto loiro e tem olhos verdes que com apenas uma olhada em um humano poderia fazer entrar em transi, em tão disse:

– Castiel? Gabriel? Por que...

– São ordens de nosso senhor! – Interrompeu-me Gabriel –

– Mais o que? Irmão qual foi à ordem?

– que você seja expulso do reino divino de Deus!

– O que por quê? O que eu fiz...

– Você deixou belzebu escapar, o deixo matar mais de trinta famílias em uma explosão e deixou morrer a pessoa que você tinha que proteger.

Eu estava muito abalado não podia acreditar no que estava acontecendo em tão Gabriel puxou sua linda espada cor de ouro e deu uma estocada em meu abdômen e sussurrou: Divinum supplicium Castiel disse com uma voz triste:

– Eu sinto muito meu irmão! Mais você retraiu nosso senhor.

Naquele momento Gabriel puxou sua espada que havia atravessado meu corpo em tão naquele momento senti meus poderes indo embora e entrando diretamente na linda espada reluzente de Gabriel, em tão escutei um barulho parecido com um batimento de um coração em tão Gabriel disse:

– Você ira se tornar um humano, esse batimento é seu coração é a primeira coisa criada num humano e você poderá ver seu corpo se formando em quando cai vera seus pulmões se formando veias, artérias, músculos, órgãos, tecido vivo, cabelos, unhas dentes, e etecetera e... Ah seus poderes não irão sumir por completo ainda, mais se você usa-los ira perde-los mais rápido e assim Demônios poderão te rastrear você, em tão não os use.

Ele deu uma piscada com seu olho esquerdo em quando eu caia, em tão realmente eu podia ver meu corpo humano se formando podia ver tudo se formando em segundos, olhei para minhas costas ainda havia minhas asas, mas eu estava em uma meia forma humana e só podia ver como se fosse uma sombra mais eu sei que elas ainda estão ali.

Olhei para meus braços onde estava começando a nascer o tecido humano, estava quase completo olhei nas pontas de meus dedos já havia unhas, eu não parava de cair de repente percebi que meu cabelo estava completo, pois já estava batendo em meu rosto, em tão quando me dei conta meu corpo humano estava completo em tão quando olho para cima (sim para cima, pois nesse momento cima é baixo e baixo é cima) e pude ver o chão se aproximando em tão entrei em choque com ele.