Notas iniciais
Aeee pessoas, tudo certo? Vamos aos agradecimentos: Quero agradecer a todos que comentaram e responderam as minhas perguntas. Vocês me deram ideias valiosíssimas, muito interessantes mesmo. Acho que vou conseguir montar mais um arco com algumas delas. Espero que consigam reconhecer suas ideias ali. E para aqueles que eu não vou usar as ideias, não pensem que é pq ela é ruim, eu é que não consegui desenvolver. Quero mandar um beijo especial para a SamyMartins98 - uma nova amiga que a Desejos Libertos me proporcionou. Dedico este capítulo à Kanra Onee chan - espero que você goste e não vá se acostumando, estou te paparicando demais hein?! Dedico também à todas que propuseram essa ideia. Espero que gostem.

“Lábios macios…”

“Lábios macios e quentes…”

“...e uma língua muito atrevida” — eu pensava enquanto a língua de Sebastian brincava com a minha, deslizando e se enroscando no meu músculo, me fazendo perder o fôlego.

Era um beijo molhado, voluptuoso e quente. Causava o mesmo efeito, tanto em mim quanto no demônio sob meu corpo — ambos estávamos desesperados por mais. Mais beijos, mais toques, mais gemidos, mais prazer sem limites.

Eu estava deitado sobre seu corpo, encaixado entre as suas pernas, abraçando-o pelo pescoço. Acariciava sua nuca com a ponta dos dedos, arranhando levemente a pele com minhas unhas curtas. Beijava-o com vontade, sugando por vezes sua língua ou mordiscando seus lábios. Sentia suas presas pontiagudas me morderem de volta e aquilo era muito excitante.

Sebastian me mantinha preso entre seus braços, cujas mãos deslizavam gostosamente pelas minhas costas, descendo provocantemente até meu traseiro onde brincava um pouco, apertando e massageando a região, me fazendo gemer um pouco e rebolar contra seus dedos.

Interrompi o beijo, terminando com alguns selinhos e desci mordiscando e sugando a pele do pescoço, clavícula e peito. Ele deslocou as mãos até os meus cabelos, enroscando os dedos nos fios numa carícia que a qualquer momento poderia se tornar um puxão de cabelo.

Cheguei aos mamilos, tomei um entre meus lábios e suguei com força. Sebastian gemeu e assim que o botão endureceu o prendi entre os dentes e acariciei a pontinha com movimentos rápidos com a língua.

_Ahhhh — gemeu e eu senti ele apertar ainda mais meus cabelos entre os dedos.

Fiz o mesmo com o outro e deixei-os completamente vermelhos e saltados.

Continuei trilhando seu abdome, tateando com a língua todo o contorno dos músculos, sugando forte a pele a ponto de deixá-la vermelha. Fazendo questão que deixá-lo completamente marcado. Não por ciúme nem nada, apenas pelo prazer de poder fazer aquilo, apenas para reafirmar que aquele demônio era meu. Meu em todos os aspectos.

Desci mais, lambi e mordi o baixo ventre, logo abaixo do umbigo.

Sebastian se contorceu um pouco.

_Bocchan… — suspirou.

Ele estava louco para que eu o chupasse. Eu sei bem disso.

Sentei sobre as minhas pernas e massageei o entorno, evitando de propósito encostar no seu membro.

_Nnnnggg — gemeu frustrado e eu sorri.

Comecei a massagear as coxas, dando mais ênfase na parte interna e fui subindo em direção à virilha. Sebastian remexia um pouco o quadril, angustiado pela demora em eu atender à sua necessidade.

Encostei de leve minha mão no seu membro.

“Quente e duro”

Não vou negar que eu estava morrendo de vontade de colocá-lo na boca. Eu adoro seu sabor, o modo como ele pulsa contra a minha língua enquanto eu movo a minha cabeça para cima e para baixo, sugando-o sem parar até que ele me dê o que eu quero engolir.

Mas ainda não ia fazer isso. Não agora.

Voltei a beijar seu abdome enquanto minhas mãos trabalhavam nos músculos do seu quadril, ainda evitando seu membro. Sebastian se remexia, impaciente.

Resolvi parar de ser um menino mau. Segurei-o pela base e lambi a ponta, rolando minha língua pela glande.

_AAahhhh — Sebastian gemeu, incapaz de manter o quadril parado.

Comecei a mover a cabeça para cima e para baixo, esfregando a língua por toda a extensão do seu membro e sugando todo o pré-gozo que escorria abundante. Relaxei a musculatura da minha garganta e o forcei mais para dentro, algumas lágrimas escorreram dos meus olhos e eu tive que controlar os segundos de desespero pela sensação de sufocamento que sempre acontece quando eu consigo engolir o membro do Sebastian por inteiro.

Mas essa sensação é rapidamente compensada pelos gemidos altos que Sebastian me devolve.

_Haaaa hhgggn… bocchan — gemeu ofegante e eu senti meu membro endurecer mais ainda.

Levei a minha mão ao meu membro, tentando me aliviar pelo menos um pouco, enquanto seguia chupando meu namorado. Sebastian tinha os olhos fechados, a cabeça levemente inclinada para trás expondo boa parte da garganta onde eu havia distribuído beijos e mordidas à pouco e, agora, revelava as marcas deixadas pela minha boca; respirava com dificuldade, ofegante.

Aproveitei que ele estava totalmente alheio à tudo e abri mais as suas pernas enquanto ainda o sugava. Massageei seus testículos com a língua e os suguei — ele sempre foi muito sensível aí e assim que eu lambi e pus um dentro da boca ouvi seu gemido alto e o pequeno choque que percorreu seu corpo, fazendo-o estremecer.

_Bocchannnn — gemeu e agarrou meus cabelos.

Continuei com as carícias: beijando, lambendo ou sugando; ora o pênis, ora os testículos, ora mordiscando a face interna das coxas, cada vez mais as afastando até que eu tivesse a visão de um outro lugar.

Parei por um momento, admirando a visão do Sebastian completamente exposto, ele nem percebeu o que eu ia fazer e quando eu encostei a ponta da minha língua na sua entrada ele pulou.

_Bocchan!

Mas eu estava com a cabeça bem no meio das suas pernas e ele não conseguiu me tirar de lá antes que eu desse mais uma lambida e uma sugada no local.

Percebi que ele gemeu. Gemeu mas fechou as pernas, me negando acesso ao local que eu queria tanto.

Pousei minhas mãos nos seus joelhos e os forcei um pouco, tentando abrir as pernas dele gentilmente.

_Sebastian… Me deixa, vai? — pedi.

_Não, bocchan — ele estava contrariado mesmo. Mantinha as pernas firmemente fechadas.

Deslizei minhas mãos pelas suas coxas e segurei o seu membro, começando logo a masturbá-lo na tentativa de que ele relaxasse um pouco.

_Me deixa, Sebastian. Qual o problema?

Eu queria muito experimentar o outro lado. Estar na outra posição e ter o Sebastian submisso a mim.

“Foi ele que falou para a gente inovar. Por que ele se nega tanto?” — pensei. Não era a primeira vez que eu tentava, mas ele insistia em negar.

_Problema nenhum. Só não quero.

Sebastian tentou me puxar pelos braços para que eu deitasse sobre ele. E era aí que morava o perigo. Assim que eu me deitasse ele iria me abraçar, me beijar e virar as nossas posições, ficando em cima de mim, iria atacar o meu pescoço e meus mamilos e então eu iria esquecer de tudo.

“Não — pensei — Não posso deixar”.

Me livrei das suas mãos que tentavam me agarrar e aumentei o velocidade da masturbação, o que serviu para que ele desistisse de me puxar e relaxasse um pouco as pernas.

Resolvi insistir.

_Não quer por quê? — perguntei mas ele não me respondeu, me encarava meio bravo mas eu via que ele estava tentando esconder o prazer que estava sentindo.

_Está com medo da dor? — provoquei, sorrindo de lado — Eu serei cuidadoso.

Continuei manipulando ele mas com a outra mão, tentei afastar uma perna. Ele resistiu mas abriu um pouquinho.

_Bocchan!

Sebastian franziu as sobrancelhas.

_Não acredito!!! Está com medo mesmo, Sebastian???? — eu estava estupefato.

_Não estou não — negou.

Me abaixei um pouco e depositei um beijo no seu abdome. Ele achou que eu ia voltar a chupá-lo e relaxou mais, aproveitei e afastei mais um pouco as suas pernas.

_Deixa de frescura, Sebastian. Eu sou pequeno, não vai doer — pisquei um olho para ele.

Sebastian me encarou.

_Pequeno na altura. Isso aí — e olhou bem para o meio das minhas pernas — é grande o suficiente para fazer um estrago.

Quis rir — era tão ridículo um demônio com esse tipo de medo! Mas também me senti um pouco orgulhoso pelo elogio torto.

_Que besteira! Você é muito maior, e eu aguento. Você vai gostar. Vai, me deixa.

Agora ele ficou bravo, tornou a fechar as pernas e tentar se afastar de mim.

Fiquei muito bravo também.

“Então quer dizer que só eu tenho que ceder?”

Fiquei muito bravo mesmo.

_Sebastian — chamei com a voz séria e ele olhou para mim surpreso pelo tom usado — Fique de quatro! É uma ordem!

A marca no meu olho brilhou e eu vi a surpresa tomar conta do seu rosto: os olhos arregalados e a boca aberta. No segundo depois ele neutralizou sua expressão.

_Não acredito que você me ordenou isso.

Senti uma pontada de remorso. Mas ela passou logo.

_Ordenei. Vamos, me obedeça.

Sebastian, muito à contragosto, se virou ficando de quatro na minha frente.

Ofeguei com a visão do traseiro do Sebastian. Era um traseiro pequeno mas as nádegas eram redondinhas. As apalpei, massageando a carne.

Não queria ter que ordená-lo a fazer isso. Não devia ser obrigado. Mas agora já estava feito.

Eu agora iria me esforçar para que fosse prazeroso para ele também.

Beijei suas costas, percorrendo com a língua a linha da coluna, ele se arrepiou. Evitei segurar na sua cintura mas deslizei minhas mãos pelas costas e coxas, apalpando com desejo.

Estava muito excitado por finalmente estar realizando uma fantasia minha.

Me encaminhei para suas nádegas, beijando todo o percurso, deslizando a língua pelo vão entre elas. Senti Sebastian ficar tenso num primeiro momento. Pressionei minha língua na sua entrada e Sebastian tentou abafar um gemido, mas eu ouvi muito bem.

Continuei a lamber e sugar e, aos poucos, senti ele relaxando, os gemidos começaram a ficar mais frequentes. Sebastian já não conseguia mais contê-los muito bem. Então segurei seu membro e comecei a martubá-lo.

_Nnnghhh ahaaa — gemeu e jogou o quadril para trás, bem na minha direção. Dei uma mordida na nádega que ficou vermelha na hora e o fez voltar a gemer.

Meu membro pulsou.

Adorei perceber que Sebastian estava gostando e me empenhei mais, aumentando a velocidade das minhas mãos e dos meus lábios naquela região.

_Bocchan … — ouvi ele gemer.

Me afastei um pouco. Seu rosto estava virado para mim, tentando me enxergar nas suas costas. Pude ver o quão excitado ele estava, seus olhos estavam vermelhos e brilhantes. Nada humanos.

_Está gostando, Sebastian?

Ele tentou fazer cara de bravo e não me respondeu.

Beijei as nádegas.

_Vai. Me diz. Está gostoso?

_…

_Gosta quando eu faço isso? — mordi a nádega esquerda.

_Hhuunnng — tentou sufocar o gemido.

_Eu acho que gosta — comentei divertido — E disto, você gosta?

Pressionei minha língua na entrada numa grande lambida.

_Aaahhhh — o gemido foi mais alto e eu sorri vitorioso.

Mas faltava o golpe final.

_E isso, Sebastian? Você gosta?

Lambi seus testículos, dando uma leve sugada e depois deslizando minha língua até a entrada onde fiz movimentos circulares. Dessa vez, o segurando pelo quadril para me dar firmeza.

_AAAHHHHHHH bocchan — o gemido saiu alto.

_Diga que está gostando.

_E-eu estou gostando.

Me ergui sobre ele, ajoelhando nas suas costas.

_Vai gostar ainda mais — declarei e me preparei para penetrá-lo.

Ao contrário do que eu esperava, Sebastian não tentou se afastar. Manteve-se imóvel até eu encostar a ponta do meu pênis na sua entrada e dar a primeira forçada. Então esse maldito demônio começou a rebolar e forçar o seu traseiro para trás.

A glande entrou com algum esforço, segurei no seu quadril e comecei a empurrar mais. Sebastian levou aos mãos para trás e segurou meus dois pulsos e me trouxe mais para cima.

Meu pênis entrou por completo e eu joguei minha cabeça para trás. Aquilo era ótimo, Sebastian era muito apertado e muito quente. Adorei estar controlando a situação. Puxei meu quadril para trás e voltei a me enterrar nele, agora com mais força.

_Sebastian… isso é incrível — falei ofegante de tanta excitação.

Meu namorado gemeu em aprovação e eu comecei a me mover rapidamente, aproveitando aquela sensação de aperto quente. Era muito gostoso e eu não ia demorar para gozar.

Meu quadril batia com força nas nádegas de Sebastian e eu adorei ouvir o barulho dos nossos corpos se chocando.

Segurei sua cintura com mais força e imprimi um ritmo alucinante em sincronia com os gemidos de Sebastian mesclados com os meus.

_Bocchan…. — ele gemeu.

_Está delicioso, Sebastian… Eu não quero parar — meu quadril se movia por vontade própria.

_Bocchan… — gemeu mais uma vez.

Eu queria gozar dentro dele, queria muito. Mantive o ritmo.

_Bocchan. — não pareceu tanto um gemido agora mas eu não conseguia parar. Eu não queria parar, o orgasmo estava perto.

_Bocchan.

_Só mais um pouco, Sebastian.

Eu estava quase lá, já sentia meu ventre repuxar. Algumas estocadas e eu me derramaria.

_BOCCHAN!!!!

_Hã, o quê? O que aconteceu?

Dei um pulo e percebi que estava na cama com Sebastian, ainda estava bem escuro lá fora. Devia ser perto da meia noite.

“Droga! Droga! Droga! Mil vezes droga! Havia sido apenas um sonho!”

Olhei para Sebastian, ele me encarava entre divertido e curioso.

_Com o que estava sonhando, bocchan? — perguntou e me trouxe para cima do seu peito.

_C-com nada.

_Nada? Impossível.

Ele deu um selinho nos meus lábios e eu acariciei seu peito. Estávamos dormindo vestidos essa noite, o que era um evento meio raro atualmente.

_Não minta para mim — falou e me virou na cama, ficando por cima de mim — Era alguma coisa pervertida?

Corei um pouco.

_Talvez…

Sebastian sorriu malicioso para mim.

_ O que era?

Eu não queria falar que eu sonhei que estava comendo ele. Já tinha tentado várias vezes e todas ele tinha me negado.

_Nada em especial.

Ele beijou meus lábios rapidamente.

_Como nada? Você estava gemendo e agarrando meu quadril, se esfregando em mim, parecia um cachorro no cio — riu.

Fiquei muito envergonhado. Além de sonhar eu tinha que me mexer também?

_E-eu não me lembro — menti.

Ele devia saber que eu estava mentindo.

_E ainda por cima, quando eu comecei a tentar te acordar você além de gemer falou: “Só mais um pouco, Sebastian”. O que você estava fazendo no sonho?

Pelo jeito que ele sorria, devia já ter imaginado o teor do meu sonho. Senti minhas bochechas pegarem fogo.

_Nós tínhamos trocado as posições — declarei baixinho.

_Imaginei mesmo.

Então Sebastian me beijou, aqueles beijos que ele me dá que em segundos tira o meu fôlego e me deixam quente.

Enrolei meus braços no seu pescoço e me entreguei ao beijo. Sebastian deslizou aos mãos pelas laterais do meu tórax e parou no meu quadril. Quando ele afastou a boca da minha e começou a beijar o meu pescoço, eu perguntei:

_Não está bravo?

_Com o quê? — perguntou ainda com a boca na minha pele, ele mordiscava e lambia.

E eu não conseguia ficar mais duro do que já estava, tanto pelo sonho quanto pelo beijo e pelas carícias.

_Com a troca das posições.

_Não.

_Então...quer dizer que nós podemos tentar?

Dessa vez ele parou com as carícias e olhou para mim.

Após uma breve troca de olhares ele falou:

_Não — e voltou a atacar o meu pescoço. Suas mão já tinham levantado o meu camisão e brincavam com a minha ereção.

Não foi ainda dessa vez que eu tinha conseguido o que tanto queria, mas dei um grande passo. Ainda durante as preliminares, Sebastian me deixou chegar perto do seu traseiro, consegui apalpar e massagear. E enquanto eu o chupava, tentei abrir as suas pernas como eu tinha feito no sonho e ele deixou fazer o que eu quisesse, cheguei até o ponto de lambê-lo mas quando eu tentei inserir um dedo, ele conseguiu me puxar e me virou na cama. Fiquei de bruços e Sebastian distribuiu beijos e mordidas por toda minhas costas e nádegas.

Não teve jeito, mais uma vez eu fiquei por baixo. De qualquer modo, Sebastian me fez gozar várias vezes e quando ele finalmente atingiu o clímax, eu já estava praticamente desmaiado de tanto cansaço.

Notas finais
Foi isso o que eu consegui. Desculpem se está meio forçado. Eu ando meio tarada ultimamente, sei lá... kkkkk O próximo será dedicado à Bruni Michaelis - eu sei que tinha dito que este seria para você mas o capítulo ficou longo demais. O próximo é seu - eu juro, tá? Beijos e não esqueçam de comentar, favoritar ou até mesmo recomendar (eu gosto, tá?)