Notas iniciais
Nossa! Esse epílogo tornou-se mais um novo capítulo, mas é bom ter mais uma dosezinha de romance antes do fim, já que esse não foi o carro chefe da fic. Beijos a todos que passaram por aqui!
Obs. Não betado, desculpe!
Boa leitura e até a próxima fic!
Sion Neblina

Fim de caso

Epílogo

Algum tempo se passou desde a resolução do caso Gyatso. Shaka foi julgado e inocentado e o julgamento dos médicos envolvidos no escândalo do Ross Hamilton Hospital foi marcado. O promotor Milo Séferis pedira a pena máxima para alguns.

O pediatra Shaka Phalke desligou-se do hospital e mesmo com a nova diretoria insistindo para que ficasse, não aceitou; havia muitas recordações ruins naquele local, preferia enterrá-las completamente. Ganhou na justiça a casa que tinha sido usurpada pela gananciosa família de Mu e a vendeu, também não queria ficar com ela e suas lembranças sangrentas, era melhor se libertar de tudo se quisesse começar uma nova vida. Com o dinheiro, comprou um belo espaço onde instalou sua própria clínica pediátrica. Continuou morando com Ikki e, a cada dia ficava mais apaixonado pelo advogado.

A relação não era como a que viveu com Mu, não, era bem diferente, apaixonada, intensa, muitas vezes conturbada, mas era tudo que ele precisava. Estava verdadeiramente feliz.

Shun entrou como queria para Harvard, direito, e mudou-se para Cambridge. Hyoga se revezava entre as duas cidades para estar sempre presente na vida do namorado e eles estavam verdadeiramente felizes. Recuperado da morte de Mime, o Amamiya mais novo pediu despensa da polícia para dedicar-se somente ao direito, seguindo os passos do irmão.

Era sexta-feira e depois das aulas, Shun estava em seu novo apartamento ao lado do campus da faculdade. Esperava a chegada de Hyoga e aproveitava para fazer panquecas na pequena cozinha. O loiro as adorava, principalmente as doces; e ele queria ter um belo lanche para apresentar ao namorado quando ele chegasse, exausto de mais um dia de trabalho. Estava mexendo a massa quando ouviu o barulho da porta. Sorriu e logo sentia os braços fortes do advogado em volta da sua cintura e seu hálito quente no pescoço.

— Ah, não sei como suportei uma semana inteira sem você... — ele sussurrou rouco e sensual ao seu ouvido, fazendo Shun se arrepiar inteiro.

— É seu dever, advogado — falou Shun esquecendo a massa e se voltando para ele. — Como está o Ikki?

— Bem. Ele vem no final de semana com o Shaka, embora o médico ainda não saiba — riu o russo; se ainda havia algum ressentimento entre ele e o advogado moreno após o término do romance, nas últimas semanas, sendo confidente da “idéia fantástica” de Ikki Amamiya, ele se dissipou completamente e teve a certeza de que o fim do relacionamento foi a coisa mais certa que fez na vida. Ambos estavam felizes, apaixonados e plenos, e isso era capaz de apagar qualquer mágoa.

— Eu acho que ele vai se assustar, eu me assustaria — falou Shun. — Não vejo graça em dar um susto desses no rapaz, eu sairia correndo se fosse comigo...

— Sério? Isso é um não? — provocou Hyoga e Shun ficou pálido, alargando os olhos para encará-lo.

— Hyoga... Você está brincando não é?

— Estou! — riu o russo o envolvendo pela cintura. — O impulsivo da história é seu irmão e não eu...

Shun pôs a mão no peito soltando o ar dos pulmões. — Ah, que susto!

O loiro puxou-o para si e tomou-lhe os lábios, mordendo-os e lambendo-os delicadamente. — Estou morrendo de saudades... Não vamos ficar aqui falando do Ikki e seus planos loucos, não é?

Shun sentiu o sangue ferver com a voz rouca e sensual de Hyoga sussurrando daquela forma. Enlaçou-lhe o pescoço — Não, não vamos... — murmurou também e aprofundou o beijo, procurando a língua do advogado. Hyoga gemeu e o puxou mais para si, recostando-se à mesa de madeira rústica cheia de ingredientes.

O estudante de direito desfez o nó da gravata do namorado e começou a desabotoar-lhe a camisa com pressa, ansioso para sentir a pele contra a dele, Hyoga mergulhou as mãos por baixo da regata do mais novo, sentindo a pele macia se arrepiar e a dureza dos mamilos excitados. Arrancou-a por cima da cabeça de Shun e desfez o rabo-de-cavalo que prendia os cabelos longos e sedosos, deixando-os se espalhar por seus ombros, adorava a maciez e o cheiro dos cabelos de Shun.

O mais jovem gemeu quando sentiu os toques carinhosos e lentos em seus mamilos e apressou-se a livrar o loiro da calça social que ele vestia. Hyoga o ajudou, ficando apenas com a cueca branca que Shun fez questão de descer para exibir o membro potente e ereto. O advogado gemeu alto e jogou a cabeça para trás quando o homem de cabelos castanhos começou a estimular sua ereção, umedecendo-a, passando a língua de forma lenta e despudorada.

— Ah... Shun... — gemeu em delírio e puxou o namorado pelos cabelos, para tomar sua boca, virando-o na mesa de forma que Shun acabou no meio a farinha de trigo, ovos e geléia e sem se importar nem um pouco com isso...

Hyoga sorriu com malícia ao encarar os olhos brilhantes do namorado, as pupilas dilatadas de desejo. Levou os dedos a um pote de geléia e depois os enfiou com delicadeza nos lábios de Shun que os lambeu de olhos fechados, sugando cada um deles sensualmente. O loiro inclinou-se sobre ele e o beijou novamente, provando o gosto doce da geléia nos lábios do amado, enquanto movia o corpo em movimentos sensuais, friccionando-os e enlouquecendo o menor que libertou-se dos seus lábios para gemer.

— Ah... Hyoga! — gritou quando o namorado desceu para explorar seu abdômen reto e derramar mais geléia de amora por ele, descendo a mão para circundar a ponta do seu pênis com o líquido consistente, fazendo Shun estremecer e gemer agoniado. Logo o loiro abarcava seu pênis inteiro na boca, em movimentos gulosos e sensuais, provando do pré-gozo misturado ao sabor exótico da amora.

Shun gemia e se contorcia, ondulando o quadril ao ritmo dos lábios experientes do mais velho, estava quase em um transe prazeroso; sua pele ardia num calor insano. Ele enroscou os dedos nos cabelos fartos do amado, exigindo mais dos seus lábios, totalmente alucinado de tesão.

Hyoga se afastou quando percebeu que Shun estava prestes a gozar e, com um sorriso sapeca, pegou uma garrafinha de vidro contendo alguma espécie de azeite e espalhou um pouco na mão para logo depois deslizar pelo próprio pênis. Shun lambeu os lábios ansioso e seu sexo pareceu ficar ainda mais teso com o exibicionismo sensual do namorado. Hyoga abriu-lhe as pernas com uma violência ensaiada que fez Shun gemer e rir ao mesmo tempo e então se arremeteu fundo dentro dele, tocando-o em seu ponto de prazer na primeira estocada, fazendo-o ver estrelas e gritar ensandecido.

O loiro sorriu e gemeu, mordendo os lábios e fechando os olhos, começando a controlar os movimentos lentos, ouvindo o ranger da mesa e os gemidos de Shun. Ele adorava a forma como o mais novo se entregava, nunca esteve tão apaixonado, nunca sentiu-se tão bem ao lado de outra pessoa. O fantasma de Ikki ficou no passado, era Shun quem ele amava e desejava com loucura.

Quando ambos atingiram o orgasmo, ele abraçou o menor com força, sentindo as batidas do seu coração e o calor que brotava da sua pele com o suor e espalhava seu cheiro doce.

— Eu te amo, Shun, amo como nunca amei ninguém em minha vida...

Shun ofegou e beijou-lhe os cabelos — Te amo também, Hyoga, te amo muito.

O loiro se afastou dele minimamente para mirar seus lindos olhos verdes.

— Acho que estou tentado a fazer à mesma loucura que o meu sócio...

Shun arregalou seus orbes já generosos e depois riu. — Pára com isso, Hyoga... — disse, percebendo que o loiro continuava com o mesmo sorriso sapeca. — Ah não, estou perdido!

— Estamos, Shun, perdidos de amor! — riu Hyoga e o pegou nos braços. — Agora vamos tomar um banho e depois limpar essa sujeira, eu ainda quero minhas panquecas!

Shun revirou os olhos e permitiu-se ser levado para o chuveiro.

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Ikki examinava os documentos de um novo caso quando Shaka chegou da clínica. Ainda era cedo e os últimos raios de sol brilhavam, invadindo o chalé pela janela.

Ergueu os olhos e sorriu para ele, voltando a examinar os papéis. O indiano se aproximou e beijou-lhe os lábios de leve.

— Trabalhando em casa? — indagou começando a desabotoar a camisa branca que vestia de forma lenta e aparentemente despreocupada.

— Detalhes de um caso — resmungou o moreno correspondendo ao beijo e depois se concentrando novamente no que fazia.

— Hum... — murmurou Shaka — muito importante?

Ikki ergueu os olhos com um meio sorriso malicioso. Já estava acostumado aos joguinhos sensuais do, aparentemente, tão sério pediatra. Depois de mais de um ano de convivência, aprendeu como aquele loiro com cara de santo podia ser safado quando queria. Umedeceu os lábios; o indiano estava com a camisa aberta, exibindo em parte o peito delgado e a barriga lisa e tentadora e com os botões da calça já abertos também. Os cabelos foram soltos do elástico que geralmente os prendiam e ele olhava o moreno de forma debochada e sensual.

— Acho que repentinamente essa pasta deixou de ser interessante, não foi? — provocou Shaka massageando a nuca.

Ikki se ergueu, deixando a pasta com os papéis sobre a mesa. Aproximou-se e enlaçou a cintura do amante. — Ela pode esperar... — disse com a voz enrouquecida e tomou os lábios de Shaka num beijo cheio de sensualidade que ateou fogo imediato no corpo do loiro, sua pele se arrepiou e ele gemeu de leve, enlaçando o pescoço moreno, aprofundando o toque.

O moreno empurrou-o sobre o sofá e terminou de livrá-lo da camisa, enquanto Shaka desabotoava a dele com pressa. Voltaram a se beijar com ardor, as línguas brincando uma com a outra de forma travessa e quente, fazendo-os rir no beijo e mirarem-se com olhos brilhantes de malícia e contentamento.

O advogado afastou os cabelos dele para encaixar uma mão em sua nuca, enquanto descia para lamber-lhe o pescoço, chegando aos mamilos eriçados, alternando mordidas e fazendo o loiro gemer deliciado, enquanto deslizava a língua pelos próprios lábios, sentindo a mão atrevida de o amado escorregar por seu corpo. Alcançando-lhe o membro intumescido, enquanto a língua fazia uma trilha de saliva, desde o seu pescoço até o umbigo.

Em segundos, Ikki livrou-o da calça e da cueca, começando a sugar-lhe o falo, enquanto os dedos conquistavam o interior de Shaka ao mesmo tempo, fazendo-o gritar, rebolar e atirar-se aos lábios do moreno, no ritmo em que seus dedos estocavam-o; sensualmente... Com força. Quando o moreno percebeu que o loiro estava no limite, deixou o membro latejante e o virou no sofá, fazendo-o apoiar os joelhos nas almofadas e os braços no recosto. Shaka empinou-se, oferecendo-se a ele, lançando um olhar safado por cima do ombro. Ikki não esperou um segundo convite, entrou fundo, num único golpe, fazendo o pediatra soltar um grito e cravar as mãos no estofado macio. Começou a estocar devagar, de olhos fechados, ele rebolava e mordia os lábios ou a nuca de Shaka, distribuindo beijos por sua coluna, apertando a bunda rija e empinada dele, entrando e saindo cadenciado, aumentando a velocidade à medida que Shaka rebolava receptivo e gemia mais alto. O loiro soltava gritos e gemidos a cada investida funda e rebolava, ensandecido de prazer, sentindo as descargas elétricas pré-orgasmo dispararem arrepios por seu corpo.

— Mais forte, Ikki, mais...! — gritava e gemia, sentindo o falo poderoso adentrá-lo até o fundo, rasgando-o e levando-lhe um prazer extremo e despudorado.

O moreno segurou mais forte sua cintura, o puxando para si e estocando forte e rápido, gemendo também. Era difícil tirar Ikki Amamiya do controle, mas Shaka conseguia isso sem esforços, a forma como o calmo e equilibrado médico se entregava sem pudores ou reservas sempre o fascinava e ele deixava-se consumir por seu fogo de forma inédita em sua vida. Estocou forte, segurando sua cintura com tanta força que a marcou, entrando de forma ainda mais profunda, fundindo-se ao loiro que gritou alto seu nome e gozou, apertando Ikki dentro de si, fazendo o moreno alcançar um orgasmo tão violento que ele perdeu a noção de realidade. Seu corpo pesou sobre o do indiano enquanto sentia-se devorados por chamas prazerosas e então...

O sofá virou e os dois desabaram juntos com o móvel. Ikki caiu por cima de Shaka que acabou deitado sobre o encosto que ficou no chão. Depois do momento de susto e surpresa, os dois começaram a rir sem parar.

— Que fogo hein, loiro? O que você andou fazendo além de examinar criancinhas? — provocou o advogado ainda rindo. — Não dava pra chegar até o quarto não? Tinha que ficar me provocando aqui?

— Hey! A culpa não foi minha! O que acha que fiquei fazendo? Pensando em você o que justifica esse fogo todo — respondeu rindo e gemeu — ai, acho que quebrei uma costela — riu mais —, sem contar que o estofado está... estragado...

Ikki mordiscou-lhe as costas enquanto ria. — Da próxima vez, você me provoca no quarto e evita acidentes.

— Certo, prometo me controlar e não despertar seu desejo desenfreado em qualquer lugar, doutor — murmurou preguiçosamente.

Ikki rolou para o lado, saindo dele e se erguendo. Shaka gemeu e aceitou a mão do moreno, se levantando também. Eles colocaram o sofá no lugar e foram tomar um relaxante banho juntos. Depois, o loiro limpou o móvel como pode, ouvindo as piadas maliciosas do moreno e, no final, foram juntos para a pequena varanda, onde ficaram observando o pôr-do-sol abraçados e em paz.

O indiano suspirou sentindo os dedos do moreno afagando-lhe o couro cabeludo. — Amo essa calmaria — disse aspirando o ar fresco da tarde de verão.

— Eu sei. Acho que me tornei mais calmo desde que você chegou — falou o moreno. — E você, o que tirou de bom desse um ano de convivência?

— Aprendi a ser mais tolerante com os defeitos alheios! — falou e riu gemendo, porque Ikki beliscou seu braço. — Estou brincando — corrigiu-se ajeitando-se melhor nos braços do amado. — Bem, aprendi tanta coisa, aprendi a ser mais companheiro, a falar mais de mim, ser menos impositivo, acho que menos disciplinado também! — riu.

— Trouxemos coisas boas um para o outro não é?

— Sim, somos como o yin e o yang, Ikki, eu... eu só sinto que tenha sido tão dominador no passado...

Ikki levou dois dedos aos lábios dele o interrompendo. Shaka virou-se em seus braços para encará-lo. — Não sinta, Shaka, não é você mesmo que diz ser fatalista? Tudo que aconteceu foi porque teve que acontecer e nada que fizesse impediria. Esqueça o passado e não se culpe mais.

O loiro ficou um tempo olhando aqueles olhos escuros como um mar tempestuosos. — Eu amo você — falou com uma emoção tão genuína que levou lágrimas aos seus olhos. — isso foi apenas um comentário bobo, sei que nada poderia ser diferente, o que me importa é o hoje, Ikki, é o estar aqui, em seus braços, meu hoje é você.

Ikki sorriu e beijou-o de leve. — Quer casar comigo?

— Quero — respondeu brincalhão.

— Ótimo, a cerimônia será no final de semana em Columbia, Hyoga e Shun serão nossos padrinhos, depois iremos para Cambridge, o Shun vai preparar uma pequena recepção, Camus e Milo também estarão lá...

Shaka arregalou os olhos enquanto o amante falava com toda a naturalidade do mundo que... Eles iriam se casar!

— Diga que você está brincando — pediu chocado.

O moreno apenas meneou a cabeça e riu alto, ele simplesmente adorava a expressão de surpresas naqueles olhos lindos, mesmo porque, não era qualquer coisa que surpreendia Shaka Phalke.

— Ikki Amamiya, você... — a surpresa o deixava sem fala — como pode? E... e se eu dissesse não? O que você...

— Ah, Shaka, eu confio em mim, aliás, eu acho que você não dispensaria um presente do meu tamanho... não é? Você é um homem inteligente — piscou safado.

— Mas... eu não... — o loiro não sabia o que dizer.

— Caso encerrado, doutor, agora você será meu legalmente! — riu o mais jovem beijando-lhe o ombro.

— Mas... Ikki... eu não... eu não sei... — o protesto morreu nos lábios enquanto o moreno o beijava. Ikki era realmente terrível. Não pensou que quando ele falou em começar, seria um recomeço total e radical, mas o que não era radical naquele advogado? E não fora exatamente esse seu gênio intempestivo que o conquistou? Então que se deixasse consumir definitiva e fatalistamente por aquele sentimento.

Shaka sorriu no beijo, pensando que casar-se era o primeiro passo para algo que pretendia há certo tempo, mas que nunca chegou a comentar, talvez aquele fosse um bom momento. Sim, vivia um bom momento.

— Ikki? — Indagou partindo o beijo e olhando nos olhos do amado. — Você já pensou em ser pai?

— Como?

— Bem... É que há muito tempo eu penso em adotar uma criança... Mas...

— Casado e com um filho, loiro? — riu o moreno — Isso é sério?

Shaka sorriu e assentiu positivamente. O moreno ficou com uma expressão pensativa e depois deu de ombros, deixando que o rosto de Shaka descansasse em seu ombro.

— Não faço objeções, doutor, pelo menos, médico pra ele ou ela não será problema!

Shaka riu e o beijou.

Casaram-se no final de semana como previsto e um ano depois adotaram uma menina de dois anos de nome Esmeralda.

Nesse meio tempo, os envolvidos no caso Gyatso foram julgados e condenados à pena máxima. O caso foi encerrado e aquele inverno sombrio aos poucos, esquecido, ficando em Shaka, apenas a doce lembrança do homem que amou e que, com a própria morte, deu um novo sentido a sua vida.

As únicas lembranças que ficaram foram a lembrança do sorriso e do olhar do sempre terno e generoso Mu Gyatson Salwenn.

Caso encerrado.

Notas finais
MEGA BEIJOS A TODOS!
Até a próxima fic!
Sion Neblina
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!