Desejos
3 O começo - Parte 2
Entro no banho e começo a pensar em como tentei dar em cima do Douglas. Eu, nu em sua frente, fazendo com que ele segurasse meu pênis enquanto o roubava um beijo seu. Pensei também no chute na minha canela que ele me deu depois disso (tomara que não fique roxo) e se eu fiz algo de errado ao fazer isso, pois sua reação não fui uma das coisas mais esperadas. Fiquei um bom tempo tomando banho, sem pensar em nada, apenas sentindo a água cair em minha nuca.
Após ter lavado minha cabeça, começo a bater uma punheta. Encosto-me à parede contra o chuveiro e fecho meus olhos acaricio meu pênis enquanto penso em algo para me excitar. Nada vem em minha mente, apenas o desejo de ter o Douglas comigo e de poder tocar de todas as formas o seu corpo. Com essas imagens em minha cabeça, começo a ficar cada vez mais excitado, não demorando muito para gozar quando escuto uma batida na porta, que me faz acordar desses pensamentos me deixando nervoso.
Meu pau começa a latejar e logo o pré-gozo começa a escorrer. Ainda molhado e com o pau quase explodindo, me enrolo na toalha e abro a porta, com uma das mãos escondendo meu pênis (mas pelo visto não consegui esconder).
Vejo que é ele quem ta na porta, em minha frente com a cabeça baixa, provavelmente, com o rosto vermelho de vergonha. Sem falar nada, chega mais perto da porta e estica uma de suas mãos colocando sobre meu rosto, não ligando se estou molhado. Por um tempo, sinto meu corpo se arrepiar.
Permanecemos os dois, parados, um na frente do outro. Começo a ficar com frio. Ainda sem olhar pra mim ele sussurra:
- Por que você fez aquilo? – Olhando para baixo, sem manter qualquer contato visual.
Começo a criar imagens nossas (pervertidas) em minha cabeça. Fico nervoso e seguro com as duas mãos a toalha, num ato de esconder a ereção, permanecendo imóvel em sua frente sem achar as palavras certas para responder, pois nem mesmo eu saberia qual seria essa resposta, sei o que fiz, mas estou confuso do que eu realmente estou sentindo por Douglas.
Um silêncio toma conta de nós dois e novamente ele pergunta, só que dessa vez olhando com cara séria diretamente em meus olhos. Sua mão começa a apertar meu rosto e, ainda mantendo a reação de antes, entro em pânico sem responder. E como inesperado, sua mão sai de meu rosto soltando lentamente, deslizar sobre meu pescoço até chegar perto dos meus mamilos. Tento disfarçar olhando para os lados, mas meu pau comaçou novamente a latejar e sinto que não vou aguentar mais para gozar.
Ele vira seu rosto e me olha enquanto continua a me acariciar nos mamilos, tento abraça-lo novamente, e quando estico meus braços, perceber que minha toalha caíu no chão, fazendo com que eu quase goze em sua frente. Quando inesperadamente, recebo uma joelhada no meio das pernas, fazendo-me cair de joelhos e soltar lagrimas pelos olhos. Quando consigo retomar um pouco da consciência, o vejo de pé na porta de seu quarto, até que ele fala, com o rosto brabo alternando para envergonhado.
– Desculpa! – Começa a rir e bate (novamente) com tudo a porta de seu quarto.
Enquanto eu tento levantar, com tanta dor no meio das pernas que se eu gozar desmaio pela dor.
Continua...
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