Desejo - Hiatus
22 Tudo Que Ela Quiser
Notas iniciais
Tudo Que Ela Quiser
PVO Jacob
Desde aquela noite Ness tinha voltado a agir normalmente, como se nada tivesse acontecido, nos tratávamos como melhores amigos, mas não passava disso. Resolvi tentar esquecer também, afinal, aquilo poderia ter sido apenas coisa da minha imaginação, apesar de ter certeza de que tudo foi real.
- Pra onde vai Ness? — Perguntei quando a vi toda arrumada.
— Ah, oi Jake, eu vou sair com o Nate.
— Ness, eu cheguei ontem, vamos sair comigo, por favor, nós nunca mais saímos juntos, você escolhe o lugar, hein?
-Hum, não sei Jake, já tinha marcado com o Nate... – Ela pareceu ponderar.
— Por favor, pequena!- Fiz minha melhor carinha de cachorrinho sem dono.
— Tudo bem Jake – Ela suspirou derrotada rindo- Vou ligar pro Nate e desmarcar.
— E eu vou me arrumar pra gente sair, seus pais chegam que horas? – Ness havia me contado que a família toda havia saído para caçar, ela não queria ir, então Edward a deixou ficar se seu amiguinho Nathaniel ficasse com ela até de noite, o que me fez me perguntar: “O que Edward queria com tudo aquilo? “. Ele mesmojá havia me dito que se eu me formasse ele iria me apoiar, eu ia me formar daqui a um ano e meio, talvez menos, pois se houvesse outro teste daquele eu com certeza faria. Já estava procurando uma casa bem confortável para quando eu e Ness nos casássemos.
E obviamente Edward não podia nem sonhar que eu estava procurando essa casa, caso o contrário ele me matava.
Tirei a roupa e entrei no banho.
Aproveitei para pensar na vida.
“Será que Ness me quer? Eu tinha que começar a colocar meu plano em prática
Espera aí, mas que plano?
Ok, anotação mental: Bolar um plano para pedir Ness em namoro.
Eu tinha milhões de problemas a resolver, então decidi colocar em ordem:
1º: Me declarar e pedir minha princesa em namoro.
2º: Tentar explicar meus planos ao Edward antes que ele descubra sozinho e arranque a minha cabeça fora.
3º: Comprar um carro decente, já que Ness não vai aceitar viver como uma sem teto.
4º: Ter a nossa primeira...”
Opa! O que é isso?
Comecei a sentir mãos em meu corpo, descendo e indo diretamente para meu membro. Antes que elas alcançassem o que queriam as segurei e abri os olhos.
Por que não levei um susto?
Pelo simples fato que já sabia o que esperar: Meu corpo só ficava “animado” com uma pessoa, e nesse momento ele estava entrando em erupção só de sentir a sua respiração batendo em meu pescoço.
Ness estava vestida para sair, um vestido de seda azul que marcava sua cintura perfeita, por conta do decote seus seios estavam quase pulando para fora do vestido, ela estava um verdadeiro pecado.
— O que foi Jake? Está com medo de não se segurar? – Ela perguntou chegando mais perto.
— Ness o que você tá fazendo? – Perguntei com a voz rouca por conta do desejo.
— Ah Jake, mas você não está gostando? – Ela perguntou beijando meu pescoço.
— Princesa, é melhor você não brincar com fogo.
— Eu gosto de me queimar um pouco. Sabe, quando a gente está brincando eu sinto um fogo aqui. – Ela levou minhas mãos até sua buceta gostosa coberta pela minúscula calcinha.
— Ness, por favor... – Disse afastando meu corpo do dela, mas minhas mãos continuavam naquela gruta molhada, eu simplesmente não conseguia tirar minhas mãos daquele local, era tão maravilhoso estar ali, minha mão criou vida própria e começou a afastar sua calcinha, enquanto a outra entrava em sua intimidade, e explorava aquela carne apertada, tão gostosa! Nossas respirações estavam ofegantes.
— Acho que você não quer sair daqui não é? – Ela perguntou juntando sua mão a minha e me mostrando o ritmo que ela queria.
Não respondi nada, estava muito compenetrado em fazer do jeito que ela queria e dar muito prazer para ela.
Mas ela tirou minhas mãos de dentro de sua calcinha e na mesma hora entrei em desespero
— Responde Jay, senão não ... – A calei com um beijo naquela boca gostosa.
Nosso primeiro beijo.
Eu queria ser carinhoso, mas não consegui, meu corpo simplesmente não me obedecia, minha língua entrou desesperada em sua boca, explorando cada canto, ela estava tão mole nos meus braços que nem correspondia ao beijo, no começo fiquei assustado pensando que ela pudesse estar desmaiada, mas depois de dez segundos ela agarrou fortemente meus cabelos, e tentou acompanhar, meio desajeitadamente no começo, mas logo aprendeu como se fazia, e quando nossas línguas se encontraram uma explosão aconteceu em meu corpo e toda a energia que estava em meu corpo foi através de correntes elétricas para o meio das minhas pernas.
Eu estava louco, fora de mim. Eu não enxergava mais nada, a casa poderia desabar e eu nem notaria, portanto que continuasse com ela em meus braços.
Agora não havia mais volta, eu iria fazer absolutamente tudo o que ela quisesse.
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