Desejo - Hiatus

27 Sadomasoquismo - Part Final


Notas iniciais
Oii povo! Voltei mais cedo do que vocês imaginavam né? kkkkkkkkk, aí está um capítulo bem quentinho pra vocês!
LEIAM, COMENTEM E RECOMENDEM!

PVO Jacob

- Meu gostoso... É o seguinte, nós vamos ficar paradinhos e você vai gozar, estamos entendidos?

Fiquei confuso.

- Como é que eu vou gozar sem me mexer neném?

- Isso você vai descobrir sozinho.

Então ela começou gemer no meu ouvido, falando coisas desconexas, me excitando cada vez mais.

- Ah... Isso Jake... Hum, é tão gostoso... Mete mais fundo! – Ela sussurrava como se nós estivéssemos fazendo alguma coisa. – Awn... Isso... Oh... Mais fundo Jake... Me esfola... – Ela lambeu meu lóbulo da orelha ao mesmo tempo acariciava meu abdome, contando meus gominhos, arranhando meu peito. – Você é tão forte meu bebê! – Ela disse medindo meu braço.

Suor descia por todo o meu corpo, tamanho o tesão que eu estava. E eu nada respondia a minha pequena, só urrava de prazer enquanto ela me acariciava.

Aquilo já estava me pondo louco, agora eu entendia o que ela queria fazer, ela queria testar até que ponto ela podia me levar.

E por Deus! Eu já estava em ponto de gozar só de ouvi-la falar.

Eu precisava de sua boca, eu adorava sentir sua língua brincando com a minha, era uma das sensações mais maravilhosas do mundo, não havia a beijado o suficiente.

- Me beija neném – Eu pedi com a voz entrecortada, mas ela não o fazia. – ME BEIJA LOGO RENESMEE! – Gritei descontrolado.

Ela sorriu maquiavélica e me deu o que no começo começou com um selinho, já que ela ainda não era experiente, mas logo tratou de aprofundar o beijo, que começou casto, e logo se tornou um beijo cheio de luxúria, ela chupava a minha língua de forma ávida, sem dar descanso, só paramos quando o ar nos faltou. Mas assim que nossas bocas se separaram eu desejei que nunca o tivesse feito.

Renesmee estava brincando de ser malvada, só podia ser isso!

Eu estava a ponto de explodir tamanho era a minha excitação!

Ela arranhou meu peito, senti uma ardência e depois dor, olhei para baixo e vi que meu peito estava sangrando, graças as suas unhas que haviam feito um grande estrago naquela área, sabia que em questão de minutos aquilo iria desaparecer, mas ardia demais.

Lançando-me um olhar malicioso, ela abaixou-se e lambeu toda a extensão que sangrava, o que antes era uma ardência cheia de dor, virou uma maravilhosa experiência na qual eu só desfrutava.

Quando terminou seu trabalho, ela virou a cabeça para a esquerda seus olhos vasculhavam o quarto em busca de água, logo seus olhos brilharam, segui seu olhar e o avistei, um chicote de cerca de um metro de comprimento, grosso não, só todo.

Ela inclinou um pouco o corpo para poder alcançá-lo, mas esse movimento fez com que sua vagina se contraísse, apertando meu membro, gozei rugindo, sentindo meus jatos quentes sendo derramados em sua gruta.

- Já?? Eu não sabia que você era frouxo – ela provocou, senti seu sorriso em minha orelha – Ou será que você está com medo de não dar conta? Que decepção! – Ela continuou falando, fazendo meu sangue subir a cabeça. – Eu deveria procurar alguém da minha idade que agüenta o tranco e não abusar de um senhor fraquinho da sua idade.

Ok, agora ela exagerou.

Agora ela iria ver quem era velho.

Em um ato brusco, me libertei das algemas com facilidade, as quebrando em pedacinhos, troquei nossos corpos de posição, mas nos mantive unidos.

- Agora você vai ver quem é fraquinho!! – Falei e colei nossas bocas, em um beijo selvagem, sem o mínimo de pudor, enquanto agarrava seus cabelos, os maltratando, fazendo com que eu guiasse o ritmo, tendo ela totalmente submissa em baixo de mim.

Eu continuava dentro dela, já havia me recuperado do orgasmo, e aquele beijo me acendeu novamente, me fazendo ficar duro.

Comecei a me mover lentamente dentro dela, em um ritmo que eu sabia que ela não iria suportar, aquela mulher era fogosa demais para transar devagarzinho.

Tentando aumentar o ritmo, ela passou a investir seu quadril contra o meu, mas assim que ela o fez, eu parei de me mexer.

- Não senhora, não vai mexer esse rabinho de jeito nenhum, vai ficar quietinha até eu mandar.

Ela assentiu gemendo.

Logo recomecei nossa dança erótica, eu estava amando tê-la assim, mas como tudo que era bom dura pouco, Ness logo começou a investir novamente seu quadril, e para castigá-la, retirei meu membro de dentro dela.

- Jaaaaay! – Ela disse manhosa.

- O que foi cachorra?

- Mais. Eu quero mais.

- E quem disse que eu vou te dar? – Perguntei fazendo jogo. – Você foi uma garota muito má. – Falei enquanto pincelava meu membro em sua entrada quente, fazendo com que ele encostasse várias vezes em seu clitóris inchado, e cada vez que isso acontecia ela gemia mais alto.

- Awn... quero ele dentro de mim... Jaaaaay! –Ela disse gozando.

- Gozou só em ter meu pau perto da sua buceta? É uma vadia mesmo... MINHA VADIA! MINHA E DE MAIS NINGUÉM! ESCUTOU BEM? VOCÊ É MINHA, ESSA BUCETINHA SÓ VAI FICAR ASSIM PRA MIM. – Gritei descontrolado vendo sua buceta toda molhada.

Meti dois dedos de uma vez nela, enquanto ela rebolava sobre eles. Os tirei por um breve momento, no qual eu os levei a boca, sentindo seu gosto divino, mas logo depois voltei a inseri-los, só que dessa vez foram três, eu estocava de forma agressiva, e sabia que ela estava perto de chegar ao ápice. Mas quando senti que ela iria gozar, parei, e ela gemeu frustrada.

Saí de perto dela, massageando meu membro.

- Vem cá, vadia! – A chamei quando fiquei em pé ao lado da cama.

Ela veio rastejando pela cama até mim, com o olhar em meu membro.

- Agora levanta. – Ela fez o que eu mandei, e a puxei para um beijo gostoso, no qual em enfiava a língua em sua boca sem o mínimo de cuidado.

Ela não estava disposta a parar o beijo, então embrenhei minhas mãos em seus cabelos e a puxei com agressividade para encará-la.

Eu sabia que aquilo a estava machucando, eu estava puxando forte, mas ela não parecia se importar. Muito pelo contrário, ela gemia cada vez mais.

- Awn, puxa mais forte Jake!

- Chupa! – Ordenei a forçando a ficar agachada. – Chupa o meu pau agora, vadia! – Falei e ela logo obedeceu, se posicionando abaixada, em frente ao meu membro, agarrou a base, lambeu toda a extensão e depois chupou a cabeça, que porra gostosa era aquela?

Sei que já havia sentido ela me chupar, mas agora eu estava no controle, e aquilo era muito mais gostoso.

- Isso cachorra! Oh... Faz assim... Isso! – Ela começou a me chupar mais rápido, mantendo seus olhos nos meus.

Agarrei seus cabelos novamente, impulsionando seu quadril contra sua boca, ditando meu ritmo.

Quando sentia que ia gozar eu diminuía o ritmo, o que a deixava frustrada, eu sabia que ela queria sentir meu gosto.

Logo senti que não iria mais aguentar, vi seus olhos brilhavam em expectativa, mas ela não iria ter esse gostinho, não depois do que ela havia me chamado, forcei sua cabeça a se separar do meu membro, e o mesmo já protestava querendo a boca dela nele.

— Mas Jake...

— Nada de “mas” neném... Sobe na cama. – Ela fez o que eu mandei. A virei de modo que ela ficasse de barriga para cima.

— Awn... – Ela gemeu de antecipação.

Lambi toda a sua intimidade, desde o buraquinho de seu ânus, que com certeza mais tarde eu iria comer, até seu clitóris que estava inchado, e parei por lá, a chupando enquanto ela gritava de prazer e agarrava meus cabelos, querendo me fundir a ela, mas fiquei lá por pouco tempo, eu não estava mais me segurando, precisava estar dentro dela. Enfiei meu pau em sua gruta em uma estocada só, a fazendo gemer de dor e prazer.

— AAAAAAAAAAAA! METE FORTE JAKE! OH... – Ela gritava de prazer e comigo também não era diferente.

Ficamos assim por algum tempo. Mas logo aquela posição não era o suficiente.

Foi aí me surgiu uma idéia.

Sem sair de dentro dela, a puxei de modo que ela escanchasse em minha cintura, e caminhei até o banheiro, que era todo espelhado. Beijamos-nos durante todo o percurso, um beijo apaixonado.

Saí de dentro dela, ela me olhou confusa, mas não falei nada, apenas a coloquei com barriga na bancada da pia, de barriga para baixo, com sua buceta apontada para mim. Meti de uma só vez.

— AH, PORRA, QUE MULHER GOSTOSA DO CARALHO! – Aquela posição fazia com que meu membro ficasse sendo esmagado dentro dela.

Não me mexi.

— Olha pro espelho neném. Olha como a gente se encaixa! É perfeito! – Ela olhou em volta em até que achou o espelho que mostrava perfeitamente meu pau sendo engolido pelo seu interior quente. – Fomos feitos um pro outro Ness. Eu te amo. – Dito isso comecei a me mexer cada vez mais forte, reunindo todo o amor que eu sentia por ela em minhas estocadas, enquanto beijava suas costas, queria mostrar para ela que eu a amava, que tudo na minha vida girava em torno dela.

Eu queria não mudar a posição. Estava perfeito do jeito que estava.

Não tardou e logo senti sua intimidade se contrair, apertando meu pau, ela estava perto de gozar. Acelerei meu ritmo, eu queria gozar junto com ela, logo senti uma sensação que apesar de já ser conhecida por mim, não era menos especial, uma tremedeira, junto ardência gostosa que começava desde minhas bolas, passando pela base do meu membro, até a cabeça, sentindo minhas veias, que antes estavam cheias de gozo, sendo aliviadas dentro dela, no meu lar.

Demos um grito de puro êxtase, gritando o nome um do outro.

Ness estava muito mole, aquela maratona de sexo a havia cansado, ao contrario de mim, que estava mais feliz e disposto do que nunca.

Saí de dentro dela, arrancando mais um gemido de sua parte. A peguei no colo, a depositei na cama e deitei ao seu lado a puxando para o meu peito, não demorou muito e logo senti sua respiração ficar leve. Ela havia dormido. Se eu antes já sorria, agora parecia que esse sorriso estava grudado permanentemente em minha face. Minha felicidade era inarrável.

Apesar de não querer, eu precisava dormir, tinha que ficar com as forças renovadas para quando ela quisesse me fazer dela novamente.

- Eu te amo neném, mais que a minha própria vida. – Sussurrei antes de cair no sono também, agarrado ao seu corpo, enquanto meu lobo rugia de alegria em meu peito.

PVO Edward

Quando chegamos à entrada da reserva decidi que era hora de quebrar o silencio.

- Para onde vamos? — Perguntei, pois não sabia se deveríamos procurar primeiro os lobos ou algum dos anciões.

- Filho, acho que devemos procurar algum dos anciões, eles devem saber melhor que os lobos, já que a lenda diz que eles não percebem nada, depois podemos procurar Sam. – Carlisle disse.

Eu procurava me manter calmo, mas com tantos pensamentos dentro da minha mente ficava difícil, principalmente o de Rosalie, que só gritava o quanto ela odiava Jacob.

Logo avistei a casa de Billy, era bem pequena, ele era um homem simples, que depois de perder sua esposa, vivia para os filhos, o pensamento dele em relação à vida era conformado e decidido, ele era feliz com a felicidade dos filhos, mas nunca com a sua própria, ele tinha vários momentos de alegria, mas desde que o amor de sua vida morreu, ele não tinha felicidade própria, e tinha certeza que depois que Rebecca, Rachel e Jacob estivessem encaminhados na vida, Deus o levaria para ficar junto de sua Sarah.

Decidi que deveríamos pedir explicações a ele, afinal o filho é dele.

Não ouvi nenhum pensamento vindo de dentro da casa e achei estranho, ainda dentro do carro, avistei Seth vindo em nossa direção, ele estava fazendo ronda e havia visto nossos carros entrando em La Push, veio atrás para saber o que nós queríamos.

Nós não podíamos entrar em terras, o tratado não permitia isso, a única exceção era Renesmee, que por ser o imprint de Jacob, podia ir e vir à hora que quisesse. Mas Seth nada comentou sobre isso, ele sabia que se viemos até aqui é por que era algo sério, não iríamos desrespeitar o tratado por nada.

- E aí, vampirada? – Ele disse sorrindo, cumprimentando todos que estavam no carro. Seth nunca teve nenhum ódio por nós, apesar de sermos seus inimigos naturais. – O que fazem aqui?

- Oi Seth, nós queríamos falar com Billy onde ele está? – Perguntei apressado.

- O Billy? – Ele perguntou confuso. – Ah, ele está lá em casa, todos estão lá, só eu ,Jared e Leah estamos fazendo ronda, mas daqui a pouco trocar com alguém e vamos para lá filar a bóia. – Ele disse fazendo graça.

Sorri, Seth era um bom garoto.

- Tudo bem, estamos indo pra lá, quer uma carona?

- Ah, não obrigado, eu tenho que terminar a ronda, até lá! – Ele disse se virando e indo em direção a floresta.

Quando chegamos até a casa de Sue detectei vários pensamentos, Seth tinha razão, todos os lobos estavam aqui, assim como suas respectivas impressões.

Coloquei o pé para fora do carro e no mesmo instante vi que vários lobos foram para fora da casa. Obvio, sentiram cheiro de vampiro.

- O que faz aqui Edward? — Sam foi o primeiro a se pronunciar.

- Viemos falar com Billy. – Fiquei incomodado pelo jeito como ele me olhava, estudando cada movimento.

- Aconteceu algo com o Jake? – Ele perguntou alarmado.

- Não... – decidi que não era verdade então decidi falar. – Quer dizer... Sim, aconteceu, mas não foi nada grave, na verdade, não ele não se machucou nem um pouco. – Disse com um pouco de raiva na voz.

- Tudo bem, vou chamá-lo.

— O que aconteceu Edward? — Billy apareceu na mesma hora que Sam se virou para chamá-lo.

- Podemos entrar Billy? Creio que aqui fora não seja o melhor lugar para falarmos disso. – Ele pareceu ponderar, mas concordou.

- Mas Billy... – Sam falou pensando em sua Emily.

- Não vamos machucá-la, Sam, não vamos machucar ninguém. – O cortei.

Ele olhou para mim com raiva, mas eu sabia que ele não nos odiava, não mais.

Ele só estava com medo por seu imprint.

Chegamos até a sala e Billy nos convidou a sentar, ia falar que não fazia diferença ficar em pé ou sentado, mas decidi ser educado e aceitar.

A casa, assim como a de Billy, era pequena, portanto somente eu, Bella e Carlisle sentamos em um sofá, enquanto a poltrona era ocupada por Billy, e o outro sofá por Sam, Embry e Quil, os demais continuavam em pé.

- Billy, seu filho e minha filha... – Parei, eu não podia falar aquilo, minha filha era só uma criança.

- Billy, Jacob e Renesmee estão há exatas duas semanas trancados em casa, sendo que ninguém pode se aproximar, e achamos que você saiba o que aconteceu. – Carlisle disse amenizando as palavras que eu pretendia falar.

O rosto de Billy ficou pálido, mas logo depois a vergonha passou pelo seu rosto, afinal, Billy havia escondido aquilo de nós, se não eu tivesse descoberto, todos nós poderíamos estar mortos.

- Creio que não precise entrar em detalhes, afinal, Edward lê mentes. – Ele disse olhando para os lados.

Então a ficha caiu, que velhinho mais safado! O que ele era? Um cientista especializado em reprodução por acaso??

Ele não queria falar na frente dos lobos, afinal aquilo era segredo, servia para reproduzir a espécie, os objetos de imprint podiam ficar assustadas.

- Billy, acho que eles têm o direito de saber. – O repreendi.

Sam que até agora me olhava curioso, finalmente olhou para Billy.

- Saber o que, Billy?

Billy suspirou derrotado antes de começar seu relato.

- Reza a lenda, que quando um lobo e seu imprint se conhecem mais intimamente pela primeira vez, ninguém pode impedir. – Ele começou e logo todas as atenções da casa foram voltadas para ele. – Forma-se um escudo em torno do perímetro de onde o lobo está, sendo o escudo físico, e não mental, qualquer um que atravessá-lo pensando em acabar com o ato, é morto na hora.

- QUE PORRA É ESSA BILLY? ISSO É MENTIRA NÃO É? – Sam levantou-se exaltado.

Ele começou a tremer, estava a um pulo de se transformar, ele não estava em si, e quando ele ia avançando para Billy, eu estava a ponto de atacar para interferir, mas Emily mesma o fez, deu um beijo em suas costas, o abraçando, tentando o impedir de cometer tal ato. Sam parou de tremer na hora e olhou para sua amada, um olhar venerativo.

- Calma. – Ela falou e ele assentiu, mandando um olhar arrependido para Billy.

- Continue. – Foi somente o que Sam disse assim que se sentou novamente no sofá, cheirando os cabelos de Emily, que estava em seu colo, eu sabia que aquilo era um tipo de terapia para se acalmar, Jacob fazia a mesma coisa com Ness.

- Antes que pensem qualquer besteira, o escudo é colocado somente para proteger o imprint. – Billy continuou – Quando o lobo faz amor com o seu objeto de imprint, ele fica totalmente entregue, ele não tem condições de dar prazer para o imprint e protegê-la ao mesmo tempo, então, mesmo ele não percebendo o escudo os envolve. Podendo durar de dias a poucos meses, o lobo só para quando...

- QUIL! QUIL! — Gritou uma Claire sorridente que vinha em direção a sala, sentando- se no colo de Quil.

Paramos nosso relato, mesmo ela sendo um dos objetos de imprint, a menina não tinha idade para ouvir isso.

- Oi Clairezinha. – Ele disse todo amoroso.

- Quil, tia Sue vai me ensinar a fazer bolo, vem me ajudar! – Ela pediu com os olhinhos brilhando e ele se derreteu todo.

- Claro que vou minha princesa, vai indo na frente e preparando os ingredientes que eu daqui a pouco chego lá. – seu olhar transmitia dor, um lobo quase nunca nega algo a seu objeto de imprint.

Ela assentiu, deu um beijo estalado na bochecha dele, o fazendo abrir um enorme sorriso, então ela saiu para a cozinha em busca de Sue.

- Como eu falava – Billy recapturou nossa atenção. – O lobo só para quando ele sentir que o imprint está totalmente satisfeito com o seu “desempenho”- Ele disse fazendo aspas no ar, terminando seu relato.

- Eu nunca percebi nada. – Sam sussurrou para si mesmo, mas Billy acabou ouvindo.

- Você não podia perceber, se você percebesse, provavelmente não iria querer fazer sexo com ela. – Ele disse meio constrangido por falar aquele tipo de palavra

— Billy, Carlisle tem uma teoria.

Todos na sala se viraram e encararam Carlisle.

– Bem... – Ele começou sem graça. – É uma teoria, nada confirmado. Acho que se o imprint acontece para gerar lobos, não vai fazer diferença se um pedaço de plástico ou uma chapa de ferro estiver entre eles na hora do ato, a ejaculação do lobo vai perfurar qualquer barreira entre ele e o imprint, o espermatozóide do lobo vai chegar com certeza até o óvulo do imprint , que pode ou não ser fecundado. É o que o lobo precisa, ser acolhido pelo imprint de todas as formas possíveis não é? – Carlisle perguntou retoricamente, olhando para Emily, que estava grávida de 5 meses, mas já tinha um menino de 3 anos, chamado Tyler, que foi feito na primeira vez deles.

Sam olhou para Emily que já compreendia tudo.

- Emily... Tudo bem? – Ele perguntou temeroso por uma possível recusa da esposa.

- Tudo ótimo. – Ela olhou para ele radiante e colocou as mãos dos dois em cima da barriga protuberante, enquanto Sam beijava sua testa, num gesto claro de carinho.

- Enquanto a isso eu nada posso dizer, não existe nem uma lenda sobre isso. Mas antes que me digam que estou escondendo algo, existe uma lenda que diz que quando o imprint fica grávida, o carinho do lobo para com ela quadruplica, em alguns casos o lobo fica tão cuidadoso que nem sai de perto do imprint durante todo o período de gestação, só para garantir sua segurança e a do bebê, não se trata de sexo, e sim de carinho, e não há o escudo. Fora isso eu não sei mais de nada.

- Em quanto tempo podemos voltar para casa Billy?

- Há quanto tempo eles estão lá?

- Um mês.

- Então creio que daqui a um mês.

1 Mês Depois

Finalmente, hoje mesmo voltamos para casa, Jacob me paga!

Notas finais
Cadê minhas leitoras lindas? Paty Black,
mayralabbate,Antonella? Quero muuuuitos reviews! FIQUEI MUITO CHATEADA PELO NÚMERO DE REVIEWS DA ÚLTIMA VEZ!!!!
AVISO: QUANTO MENOS NUMERO DE REVIEWS EU RECEBER, NÃO PENSEM QUE VOU PARAR DE POSTAR, MAS VOU FAZER COM MENOS FREQUÊNCIA E CAPITULOS MENORES, POIS NÃO VOU ESTAR MOTIVADA O SUFICIENTE,
Sobre o capítulo: A volta dos cullen? kkkkkkk.
Gente, sei que muita gente não entende por que o Edward age assim, mas ele é o pai dela, pra ele, ela é a princesinha do papai, ela é só uma criança, ele acha que ela é inocente, mesmo lendo os pensamentos dela, então não fiquem com raiva do edinho!
Esse foi o último de Sadomasoquismo, muuuitas emoçoes pela frente....
Bjbj, CasalBlack