Desejo - Hiatus

37 Recuperação Parte Final


Notas iniciais
Oi leitoras lindas! Como prometido, com 550 reviews eu posto! e AQUI está! O capítulo vai dedicado a Nessie CCB, já que percebi que ela queria de verdade o cpítulo e postou 2 reviews de uma vez só pra completar! Obrigada pelo esforço, linda.

Pensei que você fosse me comer pela porta dos fundos. – Ela disse rindo e olhou para mim, mas parou assim que viu que eu não fazia o mesmo. – Jay... – Ela afastou-se um pouco de meu corpo, mas eu a puxei com brutalidade para mim.

–E quem disse que não vou? – Sussurrei lambendo seu lóbulo lentamente.

PVO Jacob

– Jakey- Ela tentou protestar, mas saiu, mas como um gemido.

– Calma meu amor, você vai gostar. – Eu iria fazer com que ela gostasse nem que fosse a ultima coisa que fizesse na vida.

– Eu tenho medo Jake. – Ela fechou os olhos tentando não me encarar.

Levantei seu queixo tentando fazer com que ela me olhasse e esperei até que ela abrisse os olhos, e quando ela o fez eu estremeci, mesmo depois de seis anos eu ainda não tinha controle suficiente para olhar em seus olhos sem estremecer, sem ficar sem reação.

Quando eu olho em seus olhos tudo que há ao redor desaparece, nada mais importa a não ser ela, eu perdia a fala, eu só tinha um desejo quando olhava aqueles olhos maravilhosos: queria me perder neles pra sempre, queria congelar aquele momento para que aquela sensação de felicidade plena nunca passasse.

– O que foi? – Ela perguntou assim que viu minha cara de bobo enquanto a olhava.

– Nada. – Abanei a cabeça para clarear minha mente antes que ela achasse que eu fosse louco. – Escuta Ness, você confia em mim, não é? Sabe que eu jamais seria capaz de nada contra você, não é? Sabe que eu te amo mais do que minha vida, não é? Sabe tudo que eu quero é ser seu pelo resto da minha vida, não é?

Ela assentiu fracamente, com as lágrimas começando a brotar do canto de seus olhos.

– Não chora meu amor, não chora porque eu não aguento te ver chorar. – Disse limpando uma lágrima que teimou em cair.

Ness estava deitada em meu peito com as mãos repousadas sobre o mesmo, e quando falei isso pude jurar que ela enrijeceu, virando-se de costas para mim e fiquei sem entender merda alguma.

–Pequena... – Toquei em suas costas. – Está tudo bem? Está sentindo alguma coisa? – O que havia acontecido? Estava tudo tão bem em uma hora e agora ela não me fala nada.

– Não quero que me fale essas coisas Jacob. Não quero me iludir. – Ela se afastou de meu toque.

– Do que está falando? Que coisas? – Perguntei confuso.

– Essas coisas bonitas que você fala pra mim.

– Porque eu não devo falá-las se são a mais pura verdade? — Me indignei. – Eu te amo.

– Não fala isso Jake. – Um soluço saiu de sua garganta e percebi que ela chorava.

Tentei virá-la para mim, mas ela ofereceu resistência. Levantei-me da e fui até seu lado da cama, agachando-me para ficar da mesma altura que ela.

– Desculpe por isso Jake... Acho que são os hormônios. – Ela pediu, mas eu a conhecia o suficiente para saber que aquilo não eram somente os hormônios, havia algo a incomodando.

– Me conta o que aconteceu. – Segurei sua mão e ela apertou a mesma.

– Não é nada, desculpe. – Ela desviou o olhar.

– Ness... – A adverti. – O que está te incomodando?

– Não é nada importante Jake, nada com que precise se preocupar. – Ela deu com os ombros.

– Eu me preocupo com tudo que diz respeito a você Renesmee, pode ser a pior catástrofe do mundo ou até mesmo uma besteira como você cair e sujar a roupa, eu me preocupo com cada mínimo segundo do seu dia e não há nada que você diga que vai fazer isso mudar.

– Por quê? — Ela indagou com os olhos curiosos.

– Porque o que? – Respondi.

– Quero saber por que você amava minha mãe.

Suspirei pesadamente, uma hora ou outra aquilo iria acontecer.

– Seu avô e meu pai eram e são grandes amigos até hoje, eu e Bella nos conhecemos quando pequenos, quando Renée ainda era casada com Charlie, naquela época não acontecia nada demais, Bella era mais amiga de Rachel e Rebecca, nós nos falávamos e tal, mas nada de mais, éramos só colegas, duas crianças. – Ness olhava atentamente minha narração, e eu segurava firmemente sua mão. – Bella foi embora com Renée quando a mesma se separou de Charlie e então nós, que já não nos falávamos muito, perdemos totalmente o contato. Ela voltou para Forks quando tinha 17 anos, porque sua avó queria viajar com Phil, o novo marido dela, mas não podia, pois tinha que ficar com Bella em casa. Quando Charlie recebeu a noticia de que Bella queria vir morar com ele, ele ficou eufórico, e queria dar um presente de boas vindas a ela, então ele comprou o velho carro de meu pai, ele estava em bom estado, pois eu cuidava bem dele. – Ri lembrando-me de minha época de mecânico. – Só fui conhecer Bella em uma viagem que ela fez a La Push com sua turma de escola, e acabou montando a fogueira junto comigo e meus amigos, eu era jovem e só queria fazer farra, por isso logo me interessei por ela e a chamei para dar uma volta, mas ela não queria saber de mim, ela só aceitou meu convite pois queria saber mais sobre seu pai, saber o que eram os Cullen, o que eram os frios. – Ela assentiu com os olhos fixos em mim.

Ness estava nervosa dava para perceber isso pelo modo como suas mãos tremiam e suavam. Será que ela achava que eu ainda era apaixonado por Bella? Será que ela achava que tudo que tivemos não significou nada para mim?

Optei por continuar meu relato, mais cedo ou mais tarde eu descobriria qual era o seu medo.

– Seu pai nunca deixou sua mãe chegar perto de mim, acho que era por ciúmes mesmo, pois naquela época eu ainda não era lobo, então não havia motivos pra isso. Mas tudo mudou quando Edward foi embora, Bella não tinha mais vida, ela passou quatro meses trancafiada num quarto sofrendo, Charlie estava muito preocupado, chegou até o ponto de querer que ela voltasse para Renée, ele não queria que ela fosse embora, mas se fosse para que ela melhora-se ele o faria, abriria mão da filha. Até que num belo dia Bella apareceu aqui na reserva, fiquei alegre pensando que ela tivesse ido me visitar, mas o que ela queria era que eu consertasse umas motos para ela, mas eu não desisti, alguma coisa me chamava para ela, e eu queria conquistá-la, queria tê-la para mim. – Nessa hora Ness puxou sua mão que estava agarrada a minha com força.

– Isso machuca! Será que não percebe que está me machucando falando isso? – Ela disse exasperada.

– Ness, eu não posso falar de outro jeito, pois foi exatamente isso que eu senti, não vou mentir pra você! Não quero, não posso e não consigo mentir para você! Deixe-me terminar, por favor... – Pedi tentando segurar sua mão, mas ela não deixou.

– Pode continuar. – Ela disse friamente recolhendo suas mãos para junto do corpo.

– O tempo foi passando e nos tornamos grandes amigos e apesar de dar minhas investidas de vez em quando, sua mãe nunca mostrou interesse, para ela nós não passávamos de bons amigos. Ela foi minha amiga mesmo quando eu disse que não era seguro, mesmo perante tudo que a ameaçava, a ameaça constante de Victória e até eu mesmo que a qualquer hora podia me descontrolar e acabar matando-a. Tudo estava correndo bem, em minha cabeça eu achava que estava conseguindo conquistar Bella, mas eu estava totalmente errado, ela nunca havia deixado de querer Edward. E foi no dia que ela foi até a Itália salvar seu pai, me deixando aqui sozinho que descobri que eu estava perdendo a luta. Seu pai voltou à cidade e Bella voltou a viver, ela já nem me procurava mais, ela não precisava mais de mim, mas eu precisava dela, algo ainda me puxava a ela, e parece que depois de um tempo ela também sentiu que algo a puxava até mim, pois também começou a sentir minha falta e a vir me visitar.

Olhei para Ness esperando que ela dissesse algo, mas ela nada disse, será que ela não estava entendendo que esse “algo” no qual eu tanto falava se tratava dela?

– Eu beijei sua mãe a força a primeira vez, eu senti que tinha perdido a batalha, então num ato desesperado eu a beijei, mas não foi correspondido e sua mãe acabou quebrando a mão quando tentou me bater, a partir dali a competição entre seu pai e eu só ficou mais acirrada, na luta contra os recém nascidos eu praticamente a forcei a me beijar, disse que ia deixar que me matassem se ela não me beijasse, e então ela o fez. Não vou negar que me senti feliz, fazia muito tempo que eu esperava por aquilo e...

– Eu não quero mais saber! Cala a boca! – Ela tapou os ouvidos num gesto desesperado.

– Amor, será que não percebe que esse algo era você? — Fiz a pergunta que tanto queria fazer, tentando tirar suas mãos de seus ouvidos.

Ness começou a chorar copiosamente e aquilo partiu meu coração, eu precisava que ela me ouvisse, precisava que ela ouvisse o resto.

- SEMPRE FOI VOCÊ, NESS! EU NÃO AMAVA BELLA, NUNCA AMEI! DESDE QUANDO VOCÊ ERA SÓ UM PEDACINHO DA SUA MÃE EU JÁ TE AMAVA, JÁ TINHA NECESSIDADE DE ESTAR PERTO DE VOCÊ- Comecei a gritar desesperado por chamar sua atenção.

– QUEM AMA NÃO MATA JACOB! VOCÊ TENTOU ME MATAR!

Calei-me na hora, ela havia tocado em minha ferida, não havia nada nesse mundo do qual me arrependesse mais do que ter cogitado a idéia de matá-la.

– Se eu tivesse idéia do que você representaria para mim eu mesmo teria feito sua mãe engravidar, eu mesmo teria rasgado a barriga dela com os dentes para que você pudesse sair, não teria sido necessário Edward fazer isso, eu juro que eu mesmo o teria feito. – Disse tentando manter a calma e explicar direito como eu me sentia. – Só quem eu queria proteger era você Ness, por isso eu lutei para defender sua mãe contra os recém criados, mesmo inconscientemente eu estava te protegendo, mesmo inconscientemente eu estava fazendo de tudo para que você nascesse. Porque eu não quis que Sam atacasse os Cullen quando sua mãe estava grávida mesmo sabendo que já a havia perdido para Edward? Pois a ligação ficou ainda mais forte, pois você já estava ali apesar de eu tentar negar com todas as minhas forças. – Suspirei derrotado. – Quando Rosalie te levou pro andar de baixo no dia que você nasceu, eu parei de insistir no cadáver de Bella, é só raciocinar, eu parei de bombear o corpo de Bella assim que você deixou o cômodo. Eu parei pois não existia mas nada lá que me interessasse, pode parecer cruel, afinal ela era minha amiga, mas naquela hora você me puxava, e eu precisava ir onde você estivesse, precisava ficar perto de você, não dela.

– Você promete que nunca me deixar? – Ela disse enxugando as lágrimas que caiam de seu rosto, que não continha nenhuma expressão, me deixando apreensivo.

– Eu não agüentaria, não sou forte o bastante para ficar longe de você. Nunca fui nem nunca serei.

Então eu finalmente vi a felicidade, Ness abriu um sorriso contagiante e me puxou para junto dela na cama, me deixando ficar em cima. Eu não entendi muito bem como nós havíamos ficado já que ela não tinha dado nenhum indício que iria me deixar, mas também nenhum que iria ficar, mas vai entender as mulheres né? São a coisinha mais complicada que existe, e quando grávidas ficam piores ainda!

– Sabe Jay, acho que você tá ficando velho, essa surra que você deu foi muito fraquinha, a idade tá chegando hein? – Ela tirou com a minha cara enquanto alisava meu peito.

Levantei-me imediatamente e fiquei de joelhos na cama.

– Chupa! – Ordenei colocando meu membro em seu rosto e batendo com ele em sua cara. Ela sorriu e logo abocanhou meu membro, colocando tudo que podia na boca, mas ao invés do famoso vai vem que todos faziam ela ficou parada com ele na boca por um tempo e então começou a sugar sem se mover um milímetro, só fazendo pressão com a boca, apertando as bochechas em torno de meu membro e devo confessar que aquilo foi uma das melhores sensações que senti, parecia a sensação de quando ela estava prestes a ter um orgasmo e me apertava em sua boceta, ordenhando meu pau.

– OH, QUE PORRA É ESSA? – Eu disse empurrando sua boca, mas ao contrário das outras vezes, eu só estava empurrando sua cabeça para que ela pudesse engolir mais e fazer sucção em mais de meu membro. – ISSO MEU AMOR!

Logo senti que estava prestes a gozar e tirei sua cabeça à força de lá, já que ela insistia em querer meu gozo.

– Jay, você disse que da próxima eu ia ganhar! – Ela disse lambendo os lábios e se aproximando novamente de meu membro para terminar com o que havia começado.

– Sinto muito Ness, mas dessa vez você vai ter porra sim, só que vai ser nesse rabinho apertado! VAMOS! ARREBITA O RABO PRO TEU MACHO! – Gritei e na mesma hora ela virou-se de quatro. – ISSO! ASSIM QUE SE FAZ! – Disse enfiando um dedo nela e a sentindo estremecer. – Calma neném, muita calma. – Coloquei a outra mão em sua boceta, procurando seu clitóris para massageá-lo e assim o fiz.

– OH MEU DEUS! QUE DEDOS SÃO ESSES? – Ela rebolava tão louca em meus dedos que estavam em seu botãozinho que nem percebeu quando enfiei mais um dedo em seu traseiro e continuou rebolando.

Meu membro que ainda batia continência do lado de fora do corpo de Ness, pedia para ser acolhido por sua boceta, e foi exatamente isso que fiz. Tirei meus dedos de sua boceta quando ela estava prestes a gozar e antes que ela pudesse reclamar, meti meu pau de uma vez só em sua caverna ao mesmo tempo que inseria mais um dedo em seu rabinho delicioso.

Estava tudo uma delicia, Ness logo gozou me apertando com sua carne, mas eu não queria aquilo agora, eu queria encher o rabinho dela de porra.

Tirei meu pau de sua boceta assim que ela gozou, lambi todo o comprimento de sua intimidade até chegar até seu traseiro, onde lambi ao redor de seu orifício para logo depois enfiar a língua lá e Ness gemer como uma prostituta, jogando o rabo contra minha boca.

Enfiei dois dedos em sua boceta ao mesmo tempo que lambia seu traseiro delicioso e logo senti que ela estava pronta, seus gritos enchiam o quarto de maneira que meu pau ficava ainda mais furo, eu amava ouvir minha mulher gemendo.

Coloquei um travesseiro em baixo de sua barriga e fiz com que ela se empinasse mais, ela me olhou com um pouco de medo, mas nada falou. Montei nela como se faz com uma cadela e logo tentei enfiar a cabecinha de meu membro em seu orifício. A primeira tentativa foi frustrante, não consegui enfiar nada pois o lugar era muito pequeno, mas logo na segunda pude sentir que aquela experiência iria ser perfeita, consegui enfiar cabecinha.

Ness gemeu de dor o que fez com que eu colocasse meus dedos de volta a seu clitóris inchado e bombeá-lo, fazendo movimentos rápidos e precisos.

Logo ela se encontrava novamente em estado de letargia, não conseguindo fazer mais nada a não ser gemer e rebolar contra meus dedos, aproveitei sua falta de concentração e fui metendo aos poucos para não assustá-la e em poucos minutos já me encontrava todo dentro dela.

Aquele lugar era incrível, conseguia ser ainda mais apertado do que a boceta de meu anjo, só perdia no quesito umidade, pois não era molhado o suficiente, o que me fez preferir sua boceta, que nesse instante pingava por mim.

Retirei minha mão de seu botão e comecei a estocá-la devagar, no inicio ela ficou receosa e gemeu de dor, mas comecei a alisar seus seios, os segurando enquanto bombeava mais rápido.

Minhas bolas batiam em sua boceta, fazendo com que ela mesma se tocasse, excitando seu prazer enquanto eu urrava pelo prazer que estava sentindo atrás dela.

– MEU ANJO... OH... ISSO... É TÃO... É TÃO GOSTOSO! MINHA RAINHA! VAI... FAZ ASSIM! – Eu estocava tão rápido que tinha a impressão de que a qualquer hora minhas bolas entrariam junto com meu pau.

Senti que iria gozar, mas antes que acontecesse, retirei meu pau de seu traseiro e o enfiei sem dó em sua bocetinha, fazendo com que ela tirasse sua mão de lá. Queria que gozássemos juntos, como um só. Aumentei nosso ritmo ainda mais e logo nós já nos encontrávamos completamente esgotados comigo por cima dela.

Ainda conectado a seu corpo, pedi algo que há muito tempo queria pedir mas não tinha coragem.

– Agüenta mais uma? – Brinquei mesmo sabendo que ela estava dolorida.

– De jeito nenhum Jacob, trate de sair de cima de mim. – Ela riu.

– Pequena, me deixa dormir assim? – Perguntei manhoso em seu ouvido.

– Assim como? – Ela riu.

– Me deixa dormir dentro de você. – Pedi. – É que eu me sinto tão confortável, tão protegido, tão amado quando estou dentro de você, deixa vai. — Tentei persuadi-la mordendo seu pescoço.

- Tudo bem, você me ganhou com esse seu discurso de menininho carente! – Ela gargalhou.

Eu não podia ficar por cima dela, eu era muito pesado e muito espaçoso quando dormia e não podia machucar nosso bebê, então nos troquei de posição a colocando por cima, fazendo com que meu pau entrasse ainda mais.

Puxei o lençol que estava ao meu lado e nos cobri mesmo sabendo que minha temperatura era o suficiente para mantê-la aquecida.

Agarrei seu corpo ainda mais junto ao meu, eu só sabia dormir se fosse assim.

E assim finalmente depois de quase dois meses sem ela eu finalmente dormi feliz, com seu cheiro contaminando todo quarto e com meu pênis feliz pulsando dentro dela.

OoOoO

Acordei pela manhã totalmente revigorado, minha noite havia sido incrível, eu nunca havia dormido tão bem, ter Ness me acolhendo dentro dela durante toda a noite foi uma das melhores experiências de minha vida e pretendia repeti-la mais vezes.

Eu estava duro e precisava me aliviar, por isso logo me mexi dentro dela, levantando um pouco seu corpo para que eu pudesse iniciar meus movimentos.

Logo eu já estava a fudendo como um louco, enquanto ela arranhava meu peito. Ela ainda não havia olhado em meu rosto ainda, continuava deitada sobre mim, só sabia que ela estava acordada pois seus gemidos eram altos e ela movimentava o quadril sutilmente contra o meu.

Logo chegamos ao céu, eu gritei seu nome enquanto ela somente se agarrou mais fortemente a mim.

– Jay, tá doendo... – Ela disse e eu fiquei preocupado.

– Onde? – Fiquei alarmado por nossa princesinha.

– Você me deixou toda assada! – Ness disse gemendo de dor e me fazendo suspirar aliviado.

– Ah, é isso meu amor? Eu tenho uma pomada aqui que é tire queda.

A tirei delicadamente de cima de mim, fazendo meu membro se sentir desolado por não estar em seu lar e fui até o banheiro, eu havia guardado uma pomada por ali em algum lugar.

Revirei as gavetas e após alguns instantes achei a pomada, retornei ao quarto e a encontrei deitada na mesma posição, ao que parecia estava doendo mesmo.

– Me dá. – Ela estendeu a mão para a pomada.

– Não senhora! Quem vai passar sou eu. – Bufei. Onde já se viu eu perder a oportunidade de ter mais contato com aquela boceta quente?

– Mas Jake, você é muito tarado! – Ela disse tomando a pomada de minha mão, mas eu a peguei de volta antes que ela abrisse.

– Ou você me deixa passar ou vai ficar sem a pomada. – Fiz chantagem esperando que ela cedesse, mas ao que parecia aquilo não ia funcionar. – Vamos pequena! Confie em mim. Sabe o quanto eu amo cuidar de você! Juro que não vou aprontar nada. – Disse cruzando os dedos em sua frente e os beijando como se estivesse fazendo um juramento.

– Okay, mas se você aprontar algo eu te castro. – Ela suspirou derrotada.

– Até parece que você ia jogar fora seu playground. – Murmurei pra mim mesmo e ela riu, mas nada falou.

Abri delicadamente suas pernas e sorri feliz quando constatei que tinha feito um bom trabalho noite passada. Ela realmente estava assada, mas nem por isso meu amigo deixou de ficar excitado com aquela visão de sua bocetinha à mostra para mim.

Tentei concentrar-me em meu trabalho e ignorar a latência que começou a se fazer presente no meio de minhas pernas.

Girei a tampa da pomada e coloquei uma boa quantidade nos dedos, direcionando-os para sua gruta, estremeci assim que os tive em contato com sua carne, ela iria acabar me deixando louco!

Passei pomada em toda sua extensão delicadamente, passando muita pomada em seus lábios vaginais, que estavam muito assados, e me demorando em seu clitóris.

Tentei ficar o máximo de tempo que podia com minhas mãos em contato com aquele lugar quente, fazendo círculos em torno de seu clitóris, mas Ness logo tirou minha mão de lá quando percebeu minhas intenções.

– Acho que já chega. – Ela fechou as pernas e me deu um selinho gostoso.

Meu estômago roncou fortemente e ela ficou vermelha.

– Oh Jake, desculpe, vou preparar seu café. – Ela começou a se levantar com dificuldade por conta do dolorido entre as pernas.

O que? Ela achava que ia cozinhar pra mim depois de ter me proporcionado uma das melhores noites da minha vida? Ou melhor, ela achava que iria cozinhar pra mim nem que fosse uma só vez na vida?

Puxei-a pelo braço a colocando de volta na cama enquanto ela me olhava confusa.

– Que isso nunca mais se repita ouviu dona Renesmee? Não quero saber de você cozinhando nem um ovo que seja, eu que cozinho aqui nessa casa! A única coisa que você precisa fazer é descansar. – Disse alisando seu ventre.

– Jake, eu estou grávida, não inválida!

– Que seja! Estando grávida ou não quem faz algo aqui nessa casa sou eu, e mais, não quero saber de você pegando em nem sequer uma vassoura quanto mais pegar peso ouviu? Se quiser algo basta me dizer que eu pego.

– Você está sendo machista Jake!

– Não, machista eu seria se eu dissesse que seu lugar é no tanque, mas eu digo que seu lugar é na cama, sendo tratada como uma rainha, a minha rainha. Além do mais, não tenho oposição nenhuma se você quiser trabalhar, portanto que não seja fazendo esforço. – Falei tudo bem claro, sabia que eu estava parecendo um ditador, mas não conseguia ser diferente, Ness precisava se cuidar e eu ia fazer de tudo para fazer com que ela se sentisse perfeita em nossa nova casa, e não como uma escrava.

– Tudo bem meu gostoso. – Ela me deu outro selinho deitando-se na cama.

– O que quer comer?

– Qualquer coisa. – Ela deu com os ombros e a olhei desconfiado.

– Que eu saiba mulheres grávidas tem desejos, não está sentindo nenhum? – Perguntei esperançoso, eu queria realizar um desejo desses.

– Ultimamente não tenho tido nenhum. – “Ultimamente?”

– Como assim ultimamente? Quando foi o último?

– Foi antes de eu voltar para Forks, tava com vontade de comer fritas com sal e chocolate. Aí o Nate me levou num restaurante e... — Ela parou de contar assim que viu minha cara, que ao que parecia não estava das melhores.

– Nate? – Cuspi seu nome com ódio. O ciúme me corroeu ao pensar que o primeiro a realizar um desejo do meu filho ou filha fora aquele almofadinha.

–Eu te amo — Ness sabia exatamente como me controlar, só a menção daquela simples frase já me fez esquecer de tudo e ficar com um sorriso no rosto.

Resolvi deixar aquele assunto pra lá, aquilo só iria nos trazer aborrecimentos e não queria que Ness se sentisse desconfortável.

– Vou fazer nosso café. – Disse sorrindo feito bobo.

Levantei-me e desci as escadas em direção a cozinha, arrumei a bagunça de ontem que estava espalhada sobre o chão e logo coloquei a mão na massa.

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Fiz tudo que Ness gostava, mas tudo sendo muito saudável, afinal eu havia visto uma vez num programa de TV que mulheres grávidas devem evitar excessos para não prejudicar o bebê.

Coloquei tudo numa bandeja e levei lá pra cima, Ness estava esparramada na cama assistindo algo na TV, já vestida com uma de minhas camisas.

– Hora do café, mamãe. – Disse batendo na porta e entrando no quarto logo em seguida.

– Hum, e o que temos pro café, papai? – Ela beijou meu pescoço quando sentei ao seu lado.

– Experimenta. – Fui colocando a comida em sua boca como se faz com um bebê.

– Hum... Isso é gostoso. – Ela disse de boca cheia, me fazendo rir.

– Come tudinho que eu vou tomar banho e já volto.

Fui em direção do banheiro, eu não estava com vontade de tomar banho naquela hora, queria ficar mais tempo com ela, mas eu tinha ficado muito suado noite passada por conta do esforço do sexo e não queria ficar fedendo na frente dela. Ness merecia um homem cheiroso e gostoso para fazer amor com ela.

Não demorei muito no banho, eu estava ansioso para voltar para seu lado, estava me tornando um maníaco, eu sei, mas pelo menos eu era um maníaco feliz.

Quando percebi que já estava limpo sei do banheiro com a toalha enrolada no corpo e vi que Ness ainda degustava do café que fiz.

– Gostou?

– Muito. – Ela disse saboreando as panquecas. – Jake... – Ela chamou.

– Oi.

– Jake, como acha que eu consegui engravidar? Afinal eu sou meia vampira, acho que isso não era pra acontecer.

– Meus genes são exatamente compatíveis com os seus meu anjo, é como se eu tivesse nascido só para te engravidar. – E era a mais pura verdade. Eu havia nascido para aquilo, para ser pai, para ter uma família ao lado do meu imprint, eu antes ficaria revoltado se alguém me falasse que algum dia eu iria encontrar um imprint e Bella faria parte do passado, mas agora eu havia percebido que sempre foi Renesmee. Sempre foi ao lado dela que eu queria estar, nunca foi do de Bella.

– Hum, então meu lobão gostou de ter me engravidado? – Ela brincou.

– Foi à notícia mais feliz que já recebi em toda minha vida, vocês são tudo pra mim. – Disse sério, pois aquele era um assunto importante. – Nunca vou deixar vocês partirem, eu preciso de vocês para viver.

– E seu eu não pudesse engravidar, Jay? Mesmo assim você me amaria?

– Eu te amo pelo que você é, pequena, eu amo seu cheiro, amo o jeito como balança os cabelos, amo quando fica irritada, amo quando me beija, amo suas mãozinhas pequenas e delicadas em contato com meu corpo, amo seu calor, amo tudo em você. Eu não me imaginava sendo pai, eu me imaginava passando o resto da minha eternidade com você, só com você. Nunca cogitei a idéia de ser pai, eu gosto de crianças e tal, mas se você não pudesse ter filhos não teria problema nenhum pra mim. Ter um bebê foi um bônus, um bônus que por incrível que pareça só aumentou ainda mais meu amor por você. Um bônus que é uma das coisas mais importantes do mundo pra mim, você e ele ou ela são minha vida, não importando se seja menino ou menino, eu digo que quero que seja menina porque quero uma mini Ness, mas se for menino eu vou amá-lo do mesmo jeito, pois vai ser nosso, e só o que me importa é isso.

– Jay... – Ela disse me abraçando e afundando seu rosto em meu peito, soluçando em prantos.

– Não quero que chore por conta de uma coisa tão maravilhosa, Ness... Quero que sorria. – Ela sorriu em meio às lágrimas. – Quero que me dê meu sorriso.

Tudo que é bom dura pouco, bem em nosso momento “casal ternurinha”, toca a campainha.

– Já volto. – Disse enquanto ela ria de minha cara fechada.

Desci as escadas correndo e abri a porta. Adivinha só quem eu encontrei? Se você disse Seth acertou! Ele trazia consigo uma caixa de chocolates e um urso enorme quase do tamanho dele próprio.

– O que está fazendo aqui? – Rosnei me lembrando de sua idéia absurda com minha filha.

– Ness está? – Ele foi direto e abriu caminho entrando na casa. – NESS? – Ele chamou por ela.

– O que veio fazer aqui Seth? Não vê que estamos ocupados? – Me postei em sua frente quando ele ia subir as escadas.

– Não precisa me lembrar da cena de ontem Jake! Aquilo foi traumatizante! Além do mais, todo mundo sabe que você estava ocupado, afinal, seus gritos foram ouvidos pela madrugada adentro por toda La Push.

Arregalei os olhos.

– Isso é sério? – Perguntei incrédulo.

– Seríssimo. A noite foi boa, hein? – Ele riu sacana.

– Ora seu... – Estava partindo para cima dele, mas antes que eu pudesse desferir algum golpe Ness apareceu no alto da escada, devidamente vestida e logo desceu abraçar Seth, me impedindo de cometer um homicídio.

– Seth! O que faz aqui? – Ela perguntou sorridente.

– Trouxe isso pra você. – Ele disse entregando o urso e os chocolates a ela, que os recebeu de bom grado, abrindo a caixa e abocanhando logo um.

– Hum, muito obrigada, mas porque isso? –Ela perguntou fazendo uma careta de confusão.

– Ora, todo mundo sabe que chocolate deixa feliz, então você precisa comê-los pra deixar meu bebê feliz, ah, e de preferência, quando estiver falando com sua barriga fala pra ela que fui eu que deu, tá? E o ursinho é pra colocar no quarto dela. Eu to sendo o primeiro a dar presente pra ela, né? – Ele sorriu quase rasgando a bochecha quando começou a alisar o ventre da minha mulher.

– É... – Ness disse tonta com tanta informação.

Ela olhou pra mim com um claro pedido de socorro.

– Okay Seth, você já fez tudo que tinha que fazer, agora vaza.

– O que é isso Jake? È assim que você trata os amigos que vem te fazer uma visita? – Ele colocou a mão no peito fingindo estar ofendido.

– Não, mas é assim que eu trato o marmanjo que está dando em cima da minha filha sem nem mesmo ela ter nascido ainda. –Disse abrindo a porta.

Seth encarou a abertura da porta com ódio e logo me virei para ver o que estava acontecendo.

Embry estava parado a porta do mesmo jeito que Seth, com uma caixinha de chocolates e um ursinho.

– Posso entrar? – Ele disse sorrindo enquanto Seth o fulminava com o olhar.



Notas finais
O que acharam do capítulo, hot na parte da transa, fofo na parte do Jake dando comida e passando a pomada na Ness, e encrenca na hora que o Seth chegou! E agora? O Embry tá mesmo esforçado hein?
O próximo sai com 580 REVIEWS! Se esforcem! kkkkkkk.
XOXO,CB