Desejo - Hiatus
10 A Procura
Notas iniciais
A Procura
PVO Jacob
Depois de correr incansavelmente por milhares de quilômetros, finalmente vi a cidade, a cidade onde a minha pequena podia estar, só esse pensamento fazia surgir um desespero, uma angustia por não tê-la perto de mim, de não poder protegê-la, é lógico que eu sabia que ela não precisava de proteção, além de ter 7 vampiros a acompanhando, dispostos a qualquer coisa por ela, ainda havia ela por si própria, que apesar de não ser tão forte como um vampiro,tinha uma força surpreendente, mil vezes maior que a de um humano, mas o meu instinto me dizia que mesmo assim eu tinha de estar ao lado dela, no lugar onde eu nasci para ficar, juntinho dela, para sempre, protegendo-a de tudo e de todos, era meu objeto de imprint, e qualquer um que tentasse feri-la merecia a morte, e eu mataria sem nenhuma pena, a sangue frio.
Logo que avistei verdadeiramente a cidade tratei de me destransformar e colocar a bermuda. Tentando ignorar a dor dilacerante em meu peito, que só queria Ness perto dele para poder se acalmar.
O grande problema de ser lobo era isso: Eu estava somente de calção em uma cidade que com certeza estava fazendo um frio desgraçado. E não havia trago comigo nenhuma peça de roupa a mais. Ou seja, estava seminu em uma cidade desconhecida e cheia de gente me olhando torto por conta disso, pois estavam cobertas de agasalho e eu sem quase nada.
Por conta disso resolvi entrar em um beco, esperando o movimento na rua cessar, para poder procurar pelo meu anjo.
— Já disse que não sou nada sua!- Ouvi uma voz feminina gritar.
— Como assim não é nada minha? Ontem mesmo você dizia que era minha namorada!- Ouvi um homem gritar mais alto.
— Sua namorada? Ah! Francamente! Se eu fosse sua namorada você não estaria transando com aquela outra na sua cama!
-Amor, me escuta, eu posso explicar... — O homem tentava se redimir sem sucesso.
— Não tem nada o que explicar você me traiu!Não sou mais sua namorada John!
— Mas ontem você era!- John repetiu- Então você não deveria ter transado com dois amigos meus! Dois! E ao mesmo tempo, Vanessa!- Ele disse indignado- E depois ido a um cabaré fazer strip-tease para desconhecidos!
-Eu faço o que eu quero! A vida é minha! Não tenho culpa que seus amigos são muito melhores de cama que você! E se quer saber, eu amei ser fodida por eles, dois ao mesmo tempo foi uma experiência perfeita, que pretendo repetir, dois machos gostosos e tesudos, coisa que você nunca foi, nunca gozei tanto na minha vida! Mil vezes melhor do que você!
— Melhor do que eu? Agora você vai ver sua vadia!- Ele falou
Eu que até então não tinha visto nada demais além de uma simples briga de casal, o vi levantando a mão na direção dela e me toquei, não podia deixar aquilo acontecer, então resolvi interferir antes que aquilo se tornasse uma tragédia.
Saí de meu esconderijo e segurei a mão de John antes que ele cometesse o ato.
— Quem diabos é você? – Ele perguntou
— Eu sou a pessoa que vai impedir você de fazer uma besteira.
— Saia da minha frente, você não tem nada haver com isso.
— Você não vai bater nessa moça- Falei
— E posso saber quem é você? – Ele gritou- Ah, já sei! Só pode ser um dos caras que estavam assistindo ela dançar no bar de strip-tease!
-Não sou cara de strip-tease nenhum- Gritei de volta- Só não vou admitir que mulher nenhuma apanhe na minha frente
— Você não tem nada haver com isso, isso é um assunto particular!
— Se é tão particular, por que está gritando para ser ouvido pelo mundo todo?
— Não é da sua conta!
Então acho que ele cansou de discutir comigo por que de repente partiu para a briga. Mesmo sabendo que nada do que ele fizesse ia me machucar por ser um lobisomem, não quis deixar ele tocar em mim. Então parti para cima dele, mas não queria que ele apanhasse muito, afinal, ele estava fora de si, então dei somente um murro fraco, mas forte o suficiente para ele cair inconsciente no chão úmido do beco.
Vanessa estava que estava estática até o momento observando a briga, finalmente se pronunciou.
— Vamos para a minha casa, ao que me parece você precisa de roupas e acho que tenho algumas lá que vão servir em você.
Ela saiu na frente eu saí logo atrás, seguindo-a.
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O apartamento de Vanessa nem era tão longe, só precisamos caminhar por quatro quarteirões para poder chegar a um prédio amarelo canário. Assim como nossa caminhada até aqui, continuamos em silencio até chegar à porta de seu apartamento.
— Fique a vontade, já volto
Sentei-me no sofá azul no meio da sala de estar e fiquei esperando.
Esperei, esperei, e esperei um pouco mais
Já cansado de esperar, resolvi ir atrás dela. Andei pela casa a sua procura, afinal o que tinha acontecido com ela? Tinha morrido por algum acaso? Eu estava com pressa, tinha que encontrar a minha princesa e essa mulher me atrapalhando.
Abri várias portas, cozinha, dispensa, quarto de visitas, sala de TV, banheiros...
Até que abri a porta do ultimo quarto e me deparo com uma mulher com uma lingerie vermelha, numa posição completamente indecente, de quatro na cama com as pernas um pouco afastada.
— Hum gostoso, achei que não ia entender a dica
Fiquei completamente parado. Do que diabos ela estava falando?
— Agora vem aqui me fuder, tô louca pra chupar esse pau.
Acho que ela queria me deixar excitado com aquelas palavras, mas a única coisa que senti foi nojo, aquela mulher não se dava o respeito.
— Olha, acho que foi você que não entendeu, eu não quero transar com você, não quero e nem vou fazer nada com você, sinto muito
Ela levantou da cama e veio engatinhando até mim, chegando cada vez mais perto de mim,quando estava bem perto de mim, ela fez algo que eu não esperava, se abaixou e abaixou as minhas calças junto, me deixando só de cueca, logo depois tirando a minha cueca com uma rapidez incrível, que nem mesmo os meus movimentos de lobisomem foram capaz de impedir, ela arregalou os olhos e abriu a boca na mesma hora percebi as intenções dela: ela queria fazer um oral em mim.A empurrei a joguei longe.
— Ah meu deus, agora virou uma questão de necessidade, que pau enorme! Hum! Deixa eu chupar ele, faço tudo que você quiser, até orgia lésbica mas preciso de você comendo minha buceta- Ela gemeu- Me fode, o que você quer que eu faça pra você poder enfiar ele em mim?
- Você ta louca? Já falei, não vou fazer nada com você, e não tente nada comigo.
— Isso gostoso, me maltrata amo ser maltratada na cama, o que foi? Você não gosta de um oral bem feito? Por que eu te garanto que vou fazer direitinho, vou fazer de tudo pra ele caber todinho na minha boca. E uma orgia lésbica até que não é ruim, eu mesma já fiz uma com umas amigas minhas, todas muito gostosas, aquelas bocetinhas molhadas e os peitos gostosos de chupar, sem falar de quando elas gemem se a gente chupar gostoso o clitóris, hum, meu deus! Tô até molhada. Quer sentir? — Ela começou a se masturbar na minha frente e continuava falando enquanto eu vestia minha roupa.
— Escuta aqui, não adianta você falar nada, você não me deixa nem ao menos excitado, não ta vendo?- Apontei para as minhas calças, que não tinham nenhum mínimo sinal de volume-E francamente, eu não vou participar de porcaria de orgia lésbica nenhuma, meu coração, assim como o meu corpo, e isso inclui o meu pau, já tem dona. E ninguém toca no jakezinho aqui além dela. Ela sim, e somente ela, vai poder fazer o que ela quiser comigo, vou realizar até o ultimo desejo dela, por que é só ela que o meu corpo quer. E estou percebendo que você não tinha roupa nenhuma para me emprestar, então eu vou indo.
Quando me virei a senti puxando minha mão e me virei novamente para ela
— O que você quer?
-Por que você não me quer?-Ela perguntou, mas dessa vez sem dar uma de sedutora, mas como se não entendesse.
— Eu amo muito uma pessoa.
— Ela deve ser uma mulher de sorte, ao que parece você não está nem um pouco disposto a traí-la, mesmo ela não te querendo.
— Não, nunca vou trai-la. A amo mais do que tudo, morreria por ela. — Falei com veerminência, logo depois me toquei de uma coisa. — Como assim ela não me querendo? Quem te disse isso?
— Se você está aqui sem ela, das duas uma, ou você a abandonou ou ela te abandonou, estou errada?
— Não, não está, mas ela não me abandonou, ela foi forçada a isso.
— Tem certeza?Isso é o que qualquer pessoa apaixonada fala, você não quer admitir que ela foi embora e fica se iludindo.
— Eu a amo, ninguém vai tirá-la de mim.
— A não ser ela mesma, se ela não te quer, é melhor você esquecê-la não acha? Vou te ajudar com uma pequena terapia ok? Qual é o nome dela?
Agora fudeu, falava ou não falava? Resolvi optar por falar, afinal a possibilidade delas se encontrarem alguma vez na vida era 0,000000001%, alem do mais, Vanessa, agora que tinha abandonado a fachada de piriquete, até que era um tanto legal.
— Renesmee.
— Nossa, que nome mais esquisito.
— Não, é perfeito, assim como ela.
— Você é tão fofo, queria que fosse por mim que você estivesse apaixonado.
— Obrigado
— Mas agora vamos para a nossa terapia, repita comigo: A Renesmee é uma puta vagabunda que não merece o meu respeito, me abandonou e agora tenho ódio dela se algum dia eu encontrá-la na rua sou capaz de matá-la a sangue frio, mutilá-la pouco a pouco sem o mínimo de pena...
Então minha visão se tingiu de vermelho
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