Descobrindo o Amor.
31 Novas sensações.
Notas iniciais
Por Christian.
Hoje era para ser um dia tranqüilo, era para termos voltado para Seattle para amanhã irmos para a aula, mas ao contrário estávamos Ana e eu aqui, nessa estrada deserta, ás onze e pouco da noite, quase meia-noite, a aula já era algo que poderíamos dar adeus, afinal seria impossível chegarmos a Seattle ainda hoje, a ideia de Ana pareceu boa, e também era a única opção que tínhamos, mas a ideia de ter que dormir em um carro com ela pareceu ter aflorado esse meu lado animal que eu tenho escondido á tempos, e com apenas com a presença de Anastásia havia se despertado.
Nós empurramos o carro para o canto da estrada, e isso deu maior trabalho, pois o Audi é um carro bem grande. Anastásia e eu usamos nossos casacos como "cobertores" e deitamos no banco traseiro, fechando todas as janelas do carro para ele ficar aquecido, já que o carro esta sem bateria é impossível ligar o aquecedor. Anastásia deitou sua cabeça sobre meu peito, e suspirou baixinho, eu fechei meus olhos tentando dormir, mas estava difícil sentindo o corpo quente de Anastásia tão próximo ao meu, e eu a ultima coisa que quero é parecer um tarado ou pervertido ao seu lado. Ás palavras de Ray vieram em minha mente.
Se eu descobrir que você deu uma de engraçadinho para cima de Anastásia ou a traiu, eu juro que te mato te queimo com fogo, e esquartejo seus pedaços, ouviu bem? –
Eu não posso dar uma de engraçadinho com Anastásia, eu prometi isso ao seu pai, não posso prometer uma coisa e cumprir outra, eu senti a mão de Anastásia passar por meu peito e começar a fazer carinho, eu nunca gostei que as pessoas me tocassem, as únicas que eu deixava, eram a minha irmã e minha mãe, meu pai e meu irmão me tocavam apenas quando necessário, em abraços leves, ou quando Elliot e eu “lutávamos” de brincadeira, mas isso de lutar de brincadeira já faz muito tempo.
As outras “ficantes” que eu já tive, nunca deixaram que me tocassem, nem mesmo em meus cabelos, ou em qualquer parte do meu corpo, eu segurava as suas mãos em cima da cabeça e as beijava sempre de olho para caso elas tentassem se soltar para me tocar.
Mas agora, Anastásia aqui, passeando sua delicada e quente mão em meu peito, fazendo leves carinhos em mim, como uma demonstração de carinho, isso era uma sensação maravilhosa, que me levava até as nuvens, e depois me fazia voltar, com um sorriso bobo em meus lábios, eu estava amando esse toque.
Eu comecei a fazer carinho em seu ombro, e senti Anastásia sorrir, ela então voltou com os carinhos leves em minha barriga, passeando por toda aquela extensão, eu tive que segurar um gemido de prazer e satisfação, mordi fortemente os meus lábios, meu membro já estava ereto apenas em senti-la, fechei os meus olhos relaxando e respirando fundo, eu estava prestes a explodir pelo clima quente e tenso que estava no ar, será que era só eu que estava assim? Será que Anastásia também não estava sentindo um clima quente e tenso no ar?
Por Anastásia.
Eu sentia-me excitada, ter Christian assim, deitado em meu lado me fazia ter pensamentos nada certos, eu sou virgem, mas isso não me impede de imaginá-lo sobre mim, fazendo as maiores fantasias, eu jamais poderia imaginar que a noite terminaria assim, com Christian e eu em um carro, por conta da bateria fraca, nós paramos aqui, em uma estrada deserta, azar ou não, nosso.
Eu não estava conseguindo dormir, então passei a fazer carinhos no peito de Christian, ele pelo menos parecia estar gostando, eu via pelo canto do olho ele morder o lábio fortemente, e então sorri. Minha vontade e desejo se aumentaram, eu quis beijar Christian, e assim fiz, me levantei e fique em seu colo, o espaço era pouco, então tive um pouco de dificuldade, mas consegui, e assim que estava em seu colo, eu olhei para seus olhos cinzas que me olhavam intensamente e o beijei.
Minha língua pediu passagem, e ele deu, eu aproveitei para explorar a sua boca, ele sempre tinha um gosto de menta, era natural dele, mas agora ele tinha gosto de menta, misturado com café, e eu sorri, o gosto era magnífico, eu chupei seu lábio, e mordi em seguida, eu senti um gosto de sangue, e percebi que talvez, eu tenha usado força demais, mas Christian não pareceu se importar, pois no beijo ele dava baixos gemidos roucos, isso fez com que meu nível de excitação e desejo aumenta-se, e eu comecei a passar as mãos em seus cabelos, os puxando com força, Christian passava as mãos sobre as minhas costas, descendo por toda a extensão, e parando em minha bunda, onde ele deu um aperto forte, eu gemi alto em sua boca, Christian começou a sua “exploração”, ele agora explorava todos os cantos possíveis da minha boca, minha língua se envolveu com a sua onde começou o nosso ritmo da nossa própria dança, suas mãos foram para os meus seios, onde ele os apertou levemente, eu tive que afastar sua boca da minha por conta do ar que eu precisava, e do alto gemido que eu iria dar, eu rebolei em seu colo, a ereção de Christian me cutucou, ele estava muito excitado, eu podia sentir, e isso pareceu de alguma forma também me excitar.
–Ana, vamos parar, eu não quero fazer uma besteira, eu quero me controlar. – Ele disse sem fôlego, eu aproximei meu rosto do dele, lhe dando um leve selinho.
–Eu não quero que você se controle. – Eu digo.
–Ana, eu não quero que nossa primeira vez, seja assim. – Ele diz, e eu sorrio isso é algo tão romântico que faz meu coração bater mais rápido, como ele conseguia ser tão lindo e romântico? Eu amava e odiava isso em Christian.
–Não quer dizer que vamos transar. – Eu digo sorrindo maliciosa, eu tinha outros planos.
–O que você quer dizer com isso Ana? — Ele pergunta, e eu rio.
–Você sabe o que eu quero dizer. – Eu respondo e ele também sorri de maneira maliciosa, ele então nos troca de posição com dificuldade, ficando por cima.
–Eu sei o que você quer Anastásia, e eu vou te dar. – Ele diz beijando, chupando, e lambendo o meu pescoço.
Eu arqueei minhas costas, querendo mais contato, ele abaixou os beijos para meu colo, e retirando minha blusa de mangas compridas, me deixando apenas de sutiã rendado branco, ele parou seu olhar em meus seios, e ficou ali, olhando eles, mordendo os lábios, Christian havia pego essa minha mania, eu sorri quando ele inclinou a cabeça e beijou meus seios por cima do tecido, eu contorci em baixo dele, ele me fez arquear as costas, para tirar meu sutiã, ele o retirou com dificuldade, deixando meus seios livres e expostos.
Ele os acariciou lentamente, os olhando fixamente com certo tipo de admiração, ele apertou o seio esquerdo que acariciava um pouco mais forte, e eu soltei um baixo gemido, eu precisava senti-lo, eu sentia que minha pele estava queimando por ele.
Ele então chupou apenas o bico com força, e então começou a chupar ele todo, massageando o outro, ele dava chupões com forças, e mordia com leveza, ele modificava os ritmos, entre lento, mediano, e rápido.
–Ah Christian... – Eu gemi.
Ele então mudou as suas caricias para o outro seio, e começou a fazer o mesmo, eu sentia que iria explodir de prazer, ele parou com as caricias, beijando minha barriga, e indo para a minha calça, onde ele a tirou, novamente com dificuldade por causa do espaço, eu fiquei só de calcinha preta, e corei ao ver que calcinha preta, e sutiã branco, não era lá uma má combinação, apesar delas não fazerem parte do mesmo conjunto.
Ele beijou-me por cima da calcinha, e eu esfreguei as minhas coxas uma na outra, ele separou as minhas coxas me deixando completamente aberta por ele, eu estava exposta, eu estava envergonhada, mas a excitação sempre conseguia ser maior.
–Eu vou te provar agora Anastásia. – Ele diz dando um beijo em minha entrada descoberta, e passando a língua pela parte lisa, eu agradeci mentalmente que eu estava com a depilação em dia.
Eu mordeu a parte menos sensível, e eu segurei o banco com força, quando ele foi arrastando a sua boca até meus clitóris, onde ele lambei fazendo um caminho até a minha entrada, ali ele começou a “pincelar” a língua, em um vai e vem, apenas me lambendo, eu sentia que estava em combustão, eu me sentia quente demais, muito mais do que qualquer febre que já tive.
Ele então lambeu novamente parando em meu clitóris, e a partir daí ele começou a me chupar, com força, com fúria, com, brutalidade, eu não senti dor, eu não estava sentindo dor, eu sentia prazer, rebolava em sua boca, enquanto ele com a sua língua entrava em minha entrada, fazendo sentia s sua língua ir um pouco além, já me sentindo, eu pedir por mais, enquanto rebolava como uma louca, freneticamente em sua boca, ele sorriu, adentrando um longo dedo em mim, fazendo-me arquear as costas, céus, com apenas seu dedo ele conseguia me levar ao limite, então imagina quando seu membro estiver no lugar.
Ele começou um vai e vem calma, ele fazia círculos dentro de mim, eu sentia seu dedo explorar um pouco da minha entrada, até porque seu dedo não conseguia explorá-la por completo.
–Ana, você é tão apertada. – Ele disse com os dentes cerrados, e com olhos cerrados também, ele aumentou o ritmo dos dedos dentro de mim, os dedos vinham fortes, com rapidez, força, eu estava prestes á ter meu primeiro orgasmo, eu sentia que iria ser como mergulhar no paraíso.
E então foi assim que aconteceu, eu mergulhei em um paraíso de prazer, luxuria, paixão, me entregando ao orgasmo que veio com força em seus dedos, o fazendo retirar os dedos com rapidez, e colocar a boca no lugar, tomando assim aquilo que de melhor eu estava dando, o meu prazer, o prazer que ele havia me dado, melhor dizendo, eu sorri engolindo em seco e voltando a respirar ofegante.
–Você tem o gosto maravilhoso, raro, um gosto doce, você é a melhor coisa que eu já experimentei você é algo tão raro e precioso Ana. – Ele disse me beijando fazendo com que eu senti-se o meu gosto em sua boca, assim que o beijo finalizou, eu mudei de posição com dificuldade quase caindo, ficando por cima dele.
Agora eu teria que recompensá-lo, e iria amar fazer isso.
Continua.
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