Descobertas

34 Te Necessito!


Notas iniciais
Oieee olha eu de novo kkk e como havia dito no capitulo anterior esse cap também é de total autoria de Daiandra Castro. Twitter: @DaiandraC (para reclamações ou elogios kkkkk) Espero que gostemmmm e COMENTEMMMMMMMM POR FAVORRR!!!!!

–Tem certeza de que está tudo bem, meu anjo? perguntou Miguel aproximando-se dela.

–Tenho, só... preciso de algo que apenas tu pode me entregar. sussurrou ela acercando-se dele. toque-me.

Paulina não deu tempo para que Miguel pensasse em nada e sem demoras envolveu um de seus braços ao pescoço dele, beijando-o com loucura. Miguel, necessitando de qualquer toque de sua esposa, empurrou-a contra a bancada e pressionou seu quadril a ela. Paulina mordiscou o lábio dele e Miguel gemeu entre os dentes dela, empurrando seu quadril de encontro ao corpo da esposa.

–Paulina, pelo amor de Deus, não temos tempo... murmurou ele quando ela sem demoras começou a desabotoar a camisa dele.

–Por Favor Miguel, necessito do teu toque. Disse ela com os olhos fechados, logo, arrastando os dedos pela pele do marido, tirando a camisa dele. Ela jogou-a em um canto qualquer, e tentando não pensar no que poderia vir, ele desceu os lábios pelo pescoço dela. Paulina jogou a cabeça para trás, e Miguel respondendo as insinuações dela, abriu sem demoras os dois botões do terninho.

–Céus, você está sem camisa... suspirou ele mirando os seios dela apenas cobertos pelo sutiã.

–Te agradam? perguntou ela com a voz rouca.

–Me fascinam.

Miguel com necessidade apenas baixou o sutiã dela e descobriu um dos seios. Sua boca com voracidade mordiscava e provocava cada vez mais a amada. Paulina, precisando senti-lo por inteiro, afastou-se de seus braços, e com velocidade abriu o botão e o zíper da calça Jeans que ele vestia.

–Paulina, as crianças estão chegando, não temos tempo. murmurou ele entre um gemido enquanto Paulina o acariciava por sobre o tecido da cueca.

–Sh, temos tempo sim. Toque-me Miguel, toque-me.

Paulina o puxou com força e Miguel desistiu. Sua boca sugou forte os lábios dela e louco por tê-la, ergueu-a em seus braços.

–Aqui... aqui. Quero que seja aqui. sussurrou ela ainda com os olhos fechados, prendendo seu corpo ao dele.

–Paulina, ainda irá me enlouquecer! Tão... intensa. sussurrou ele respondendo-a, empurrando-a com força contra a parede.

–Rápido... Temos tempo, mas temos que ser rápidos... murmurou ela afastando-se dele.

–Como quiseres. respondeu-a.

Miguel agarrou as laterais da saia de Paulina e com pressa puxou-a para cima, levantando-a para o quadril dela. Ela envolveu um dos braços ao pescoço dele, e Miguel sem demora colou seus corpos. Paulina ofegou nos braços dele quando Miguel empurrou seu sexo de encontro a ela. Paulina sem demora ergueu uma das pernas e firmou a cintura dele, pressionando-se contra ele com mais força. Miguel grunhiu em satisfação, e afastando-se apenas o suficiente, afastou a calcinha de Paulina, correndo seus dedos pela intimidade dela. Paulina gemeu enlaçando os dedos entre os cabelos dele, puxando-o. Miguel provocou-a por poucos segundos, apenas o suficiente pra deixa-la extremamente pronta.

–Tão Molhada Paulina... grunhiu ele baixando o elástico da cueca.

Paulina firmou-se aos ombros dele, e então Miguel empurrou seu quadril de encontro a ela, fazendo-a gemer agarrada a ele.

–Nunca te vi assim meu amor... Deus do Céu... murmurou ele guiando seu sexo para que a tocasse completamente.

–Ah Miguel, toque-me... implorou buscando os lábios dele.

Miguel com certa voracidade, ergueu com um dos braços a perna dela, e com a outra mão guiou seu sexo. Paulina cerrou os olhos com força e afastou sua boca da dele, entreabrindo os lábios, sentindo o toque que ele a entregava. Ele gemeu quando ela apertou as unhas contra os ombros dele, e não mais se contendo, em um golpe só a penetrou.
Paulina gemeu em prazer e o som de sua garganta ecoou pela cozinha. Miguel adentrou o corpo dela e colado completamente a sua esposa, aquietou-se em seu interior.

–Te necessito. sussurrou ela colando sua testa a dele.

–Eu também meu amor, eu também.

Paulina empurrou seu corpo contra ele e Miguel imediatamente ouriçou-se ao senti-la entregue como nunca. Ele lentamente moveu-se para fora dela, e quando Paulina baixinho implorou o que queria, ele a obedeceu, disposto a entregar tudo o que ela quisesse.

–Forte... Por favor. gemeu ela entre as palavras.

Miguel com os dentes cerrados gemeu em puro desejo ao ouvi-la pedindo prazer a ele. Sem mais esperar, seu corpo começou a mover-se forte e rápido contra ela. Paulina gemeu agarrando-se aos ombros dele, e com força suas unhas apertaram a pele dele. Miguel iniciou estocadas fortes, um tanto violentas. O som que os dois corpos produziam com tamanho prazer ecoavam pelo ambiente bem iluminado enquanto ambos deliravam.
Paulina começou a contorcer-se nos braços dele, ajudando-o nos movimentos. Miguel murmurou o nome da amada entre os dentes cerrados, e ainda mais forte e veloz ele começou a ama-la. Ansiosos e loucos para encontrar o que precisavam, ele levou uma das mãos para as coxas de Paulina e agarrou forte as nádegas dela. Paulina arqueou-se em um gemido, e quando ela contraiu-se ao redor dele, Miguel obrigou-se a falar...

–Não posso mais esperar... venha comigo minha vida. sussurrou ele acalmando seus corpos.

–Não. disse ela entre os dentes cerrados. Encontre o teu prazer em mim. Não me espere. Deixe vir.

As Palavras de Paulina para ele foram como o veneno. Miguel agarrou as coxas de Paulina, e com força tirou os pés dela do chão. Paulina gemeu com a profundidade que ele a tocou, e quando pensou acostumar-se, ele acelerou seu movimento outra vez, arrancando dela um gemido rouco. Ele contorceu-se em prazer, ansiando em ter mais de sua amada. Sua total entrega para com ele foi inesperada, e louco de saudades como estava, fez como ela disse: deixou vir.
Miguel grunhiu em satisfação e em uma forte estocada, pressionou suas mãos contra as coxas de Paulina, puxando-a a si. O gemido que ela o entregou foi a libertação, e no mesmo instante ele alcançou o seu prazer, derramando-se no interior dela.
Miguel, após o ápice, permaneceu colado a ela, deixando que a respiração de sua amada se tranquilizasse. Paulina, sem abrir os olhos, apoiou a cabeça ao ombro dele, e suavemente Miguel a ergueu, movendo-se para fora dela. Paulina trancou a respiração quando ele saiu do seu interior , e logo seu corpo relaxou completamente.

–Você está bem? perguntou ele baixinho.

–Sim... murmurou ela colocando um dos pés ao chão, em seguida, o outro.

–Amor... nunca te vi assim... tão... entregue. sussurrou ele empurrando-a de volta contra a parede.

–Mããããããe! chamou a voz de Paulinha, vindo da entrada.

Paulina e Miguel olharam-se assustados, trocando uma mirada que continha a pergunta e agora?
Paulina as pressas baixou a saia ajeitando-a nervosamente, e com os dedos trêmulos fechou os botões do terninho. Miguel, apressado como ela, apenas fechou as calças, pegando a camisa em mãos.

–Oi amores... disse Paulina com a voz trêmula.

–Oi Mãezinha. disse cada uma das crianças ao receberem um beijo na testa.

–Como foi a escola? perguntou a mãe dedicada, passando a mão nos cabelos.

–Bem. O que vocês estavam fazendo? perguntou Paulinha olhando para Miguel, que segurava a camisa.

–Miguel estava ajudando-me a preparar uma salada de frutas para vocês. ela virou-se para Miguel. Mas agora, -virou de volta para as crianças. A mamãe vai subir e volta logo. Não irei demorar...

–Tudo bem! disse as crianças em uni sonoro.

–Paulina, eu...

–Espere-me aqui Miguel, não irei demorar. disse ela olhando-o com o olhar baixo. Volto logo. Disse Paulina enquanto as crianças corriam para sentar nos bancos da bancada.

Miguel ficou sem entender o que havia se passado. Bem, os filhos de sua esposa quase os pegaram em uma cena de sexo explícito na cozinha... não era a toa que ela poderia ter ficado abalada com isso. Ele, ágil, convidou as crianças para jogarem bola no quintal, e elas contentes aceitaram.
Paulina, assim que saiu da sala, correu para seu quarto, e com pressa tirou a roupa, largando-a pelo chão. Á passos largos, ela foi para o banheiro, ligando a ducha com dedos trêmulos. Paulina sentou-se no piso frio daquele solitário cômodo, e sem importar-se com nada, deixou que as lágrimas de tantos dias guardados brotassem. Chorou por ela, por Miguel, chorou até por Carlos Daniel. Sentiu-se culpada por tudo, e logo, por não ter feito nada para mudar o rumo de tudo. Os minutos se passaram, e ela não se preocupou, deixando seu corpo ali o tempo que fosse necessário para lavar sua alma.

Notas finais
Pessoas lindasss eu ficaria feliz de ver seus comentarios aqui :3 comentemmm por favor, capitulo de autoria de Daiandra Castro