Descobertas

39 C0mo? Não pode ser!


Notas iniciais
Bom como faz muitoooooo tempo que não atualizo a historia não vou ficar muito de mimimi, então bora leitura... #Comente #Comparte #Favorite #Recomendem

Paulina, eu não vim para tentar fazer algo, e nem para te obrigar a nada, eu estou aqui como amigo, peço que pelo menos por hoje você me perdoe e me veja como um amigo, sei que esta sofrendo por... bom pelo seu marido... — Disse ele a virando frente a ele, e secando com seus dedos as lagrimas que descem pelo rosto dela. — Paulina por favor aceite minha ajuda, eu juro que estou aqui apenas como amigo...

Paulina o puxou para um abraço e com a cabeça recostada no peito de Carlos Daniel ela começou a chorar, Carlos Daniel envolveu seus braços nela e fazendo carinho nos cabelos de Paulina disse.

Como me dói te ver assim... eu agradeço a Miguel por ter feito você feliz no momento em que eu só te dei tristeza...

– Eu... amo ele... — Disse Paulina. Carlos Daniel engole em seco ao ouvir aquelas palavras, mas não diz nada, por mais que ele sinta uma dor enorme ao ouvir a mulher que tanto ama dizer que ama a outro ele se contém e fica quieto pois sabe que se não fosse por ele nada disso teria acontecido...

– Eu sei... — Diz Carlos Daniel beijando os cabelos de Paulina.

De repente alguém bate na porta, Paulina se solta do abraço e vai abrir, ela pensa que é algum amigo de Miguel vindo dar os pêsames, mas ela se surpreende ao abrir a porta...

– Ali! — Diz um policial apontando para Carlos Daniel.

– Ali o que?

– Sr. Carlos Daniel você é o principal suspeito do assassinato do Sr. Miguel Montenegro, recebemos um denuncia informando que foi visto aqui próximo ao horário do acontecimento.

– Carlos Daniel? — Pergunta Paulina o olhando assustada, lembrando que algumas horas antes de tudo ele esteve lá e que ele a tentou beija-la...

– Eu juro que não foi eu! Paulina eu estive sim aqui, mas eu juro que não foi eu, depois que você me mandou embora eu fiquei por aqui alguns minutos mas depois fui embora.

– Não posso acreditar nisso... — Diz Paulina o olhando com lagrimas e mais lagrimas descendo por seu rosto.

– Paulina! Eu juro que não foi eu... — Diz Carlos Daniel em quanto os policiais o direcionam para a viatura, e o colocam ele la dentro. Paulina caminha para fora e continua o olhando, ela não consegue acreditar no que esta vendo, e lagrima denscem mais e mais por seu rosto já vermelho de tanto choro.

– Cale-se! — Grita o policial. — Tudo que disser poderá ser usado contra você no tribunal.

Paulina já não sabia o que pensar. Será que ele seria capaz? — Pensou ela. O coração dela se aperta ao pensar nisso, ela olhando para viatura em prantos escuta.

– Paulina eu te amo e nunca faria nada para te magoar de novo... tudo que já fiz foi castigo suficiente...

Paulina sente seu coração se apertando cada vez mais, uma tristeza enorme a invade, seu coração dispara ao ver a viatura indo embora, e como se uma nuvem negra se aproxima-se dela a luz se foi apagando até que nada resta-se além da escuridão total, Paulina perde os sentidos.

– Sra. Paulina?

– Oi — Responde ela colocando a mão rapidamente em sua nuca ao sentir uma forte dor.. — Onde estou? O que houve?

– Se acalme Sra. nesse estado que você se encontra, não se pode sentir emoções muito forte e muito menos passar nervoso, por tanto trate de se acalmar. — Diz o Doutor.

– O que aconteceu? E como queres que fique calma? Acabo de perder meu marido, preciso sair daqui!

– Você não pode ir ainda, precisamos nos certificar que você não corre risco algum.

– O que aconteceu? Porque tudo isso? Porque não posso embora?

– A Sra. desmaiou e bateu a cabeça com força, e no estado que a Sra. esta isso não é nada bom.

– Que estado Doutor? Fala logo!

– Pensei que a Sra. já sabia, mas fico muito feliz de poder te dar essa noticia.

– Que noticia? — Pergunta Paulina em um disparo.

– Parabéns a Sra. esta gravida!

Notas finais
Bom desculpa pela demora, mas aqui esta mais um cap da fic, espero que gostem. #Comente #Comparte #Favorite #Recomendem