Der Engel

1 Primeiro conto.


Der Engel

Capítulo 1

Alfa

Uma cidade soviética se estendia ao longe em sua visão enquanto descia da aeronave , seria uma visão realmente bonita se o ambiente não estivesse engolfado nas sombras da noite , iluminado precariamente pela lua e consumido por um silêncio tão brutal que o fazia duvidar da própria audição , o time de soldados composto por Alfa 1,2,3 já havia enfrentado missões assim , mas nunca se acostumavam com os ambientes desoladores pra onde eram mandados.

Antes mesmo de saírem da proximidade da aeronave que os trouxera a tal cidade desolada, checaram uma última vez seu equipamento tático , certificaram que sua máscaras estavam bem presas protegendo seus rostos , verificaram suas armas , com um certo pesar , sabendo que algumas vezes pólvora não foi o suficiente para matar as “coisas” que encontravam. Poucos minutos se passaram enquanto estavam se esgueirando pelos prédios até que seus rádios tocaram , a voz digitalizado veio do comunicador sem nenhuma emoção , apática a situação em qual o esquadrão estava.

— Para todos os times , operação Ätzendes Schwert ,teve início , os senhores tem 12 horas , depois nossos amigos do governo alemão , vão devolver está cidade a seu estado de inexistência, boa sorte a todos , encerrando comunicação de longa distância.

Os três trocaram olhares por trás de suas máscaras metálicas , então Alfa 3 quebrou o silêncio com sua voz rouca e melancólica.

— Acho que está tudo muito calmo , não está certo. Ele encarava seus colegas de esquadrão esperando uma resposta que o reconforta-se , alfa dois disparou sem nenhuma pressa.

— Não acho que estaria , você sabe como eles trabalham. Sua voz soava como sempre calma e suave como se não importasse a situação permaneceria sempre em um estado de calma inabalável.

Alfa 1 não se manifestou simplesmente assentiu com a cabeça e os três , mais alguns minutos explorando o labirinto de casas e prédios que os cercavam quando o comunicador explodiu em sons guturais e gritos humanos. Uma voz desesperada irrompeu a cacofonia tenebrosa.

— Eles não são (interferência), eles levaram Alexa , querem usar ela para (interferência) , não deixem . A comunicação acaba abruptamente.

Capítulo 2

Entranhas

O vento noturno e soprava de maneira críptica a umidade escalava os prédios em seu entorno , um silêncio aterrador oprimia o esquadrão muito raramente o silêncio se desfazia com alguma histeria ao longe. Cautelosamente eles adentraram um pequeno prédio , procurando algum tipo de abrigo , antes de darem o próximo passo.

— 2 e 3 , vamos ser rápidos , seja o que massacrou o outro esquadrão , duvido que esteja só. A voz de Alfa 1 era reconfortante e segura a maior parte do tempo, mas mesmo ela tinha limites.

Ambos acenaram em sinal de concordância , porém não tiveram chance alguma de prosseguir. Ele não sentiu dor , nem medo , não teve tempo de reagir , um braço pálido longo além do possível de um ser humano emergiu em um piscar de olhos de uma das janelas , Alfa 3 não teve reação , em um segundo o braço se manifestou e no outro quebrava o pescoço do soldado como um palito , a criatura humanoide erguia se da sombra projetada no como de maneira lenta e desengonçada, lentamente passava a encarar os membros restantes com uma face grotesca sem olhos ou narinas, somente uma boca monstruosa com um sorriso bestial, a besta se ergue completamente medindo quase 4 metros de altura com braços alongados e completamente albino e em uma mordida engoliu metade do que um dia fora um soldado .

—ALFA!!! Exclamou Alfa 2 a plenos pulmões.

— Alfa 2 atire nas pernas! Ambas as armas disparando de maneira sincronizada uma melodia metálica e voraz rasgando a noite, a fera cai de joelhos , antes mesmo de ter como reagir uma segunda rajada de tiros esfacela o crânio monstruoso da criatura.

— Alfa 2 preciso de um momento , precisamos descobrir o que é essa coisa. Alfa 1 não era só uma soldado , ela fora uma médica de campo condecorada na guerra do Iraque, guiada por uma curiosidade quase maliciosa ela lentamente fazia incisões no tórax da criatura , o som da carne sendo cortada cirurgicamente era a única coisa audível no prédio .

A surpresa venho de forma estarrecedora , seja o que for a coisa já fora humana , os órgãos idênticos a de um ser humano adulto , Alfa 1 tentava digerir , encontrar uma resposta lógica para aquela situação , mas quanto mas se esforçava menos entendia.

O estupor se estilhaça ao ver seu último colega ser arremessado com violência pelo cômodo , a parede estrala ao impacto do soldado , Alfa 1 tenta reagir , mas antes mesmo que ela possa sacar a arma a criatura agarra seu braço e o gira , a dor corre em menos de um segundo , ela contém um grito , logo seu corpo e lançado contra o teto ela , o primeiro impacto a faz quase perder a consciência mas logo o impacto de encontrar o chão .

Alfa 2 se põe de pé , ele saca sua faca de combate com uma agilidade sobrenatural , o monstro arranca a máscara de Alfa 1 sem perceber o perigo se aproximando , Alfa 2 enterra a lâmina entre as costelas da besta que se contorce e grita , a atenção agora focada em Alfa 2 a fera se estende pronta para uma investida. Alfa 2 estava preparado para a luta , ele analisava seu entorno , uma luta de curta distância era o mundo dele , antes de ser um soldado fora um lutador , o prazer de lutar , a adrenalina, ele estava no seu ambiente natural , um cômodo fechado em uma luta 1 x 1 , dessa vez o monstro era ele.

A criatura investe arremessado seu corpo em um assalto frontal , Alfa 2 solta o ar , gira o corpo com maestria e escapa da investida , logo em seguida sem ao menos piscar , golpeia com a lâmina, uma estocada cirúrgica na lateral da besta, que rapidamente se vira e contra ataca com um dos braços. Um arco longo pensa Alfa 2 , ele pondera cada possibilidade , analisa , respira e então age , agarrando o braço da besta rapidamente o imobiliza , o quebra em um movimento rápido usando ambas as mãos a besta grunhi , ela se recolhe por um breve , era o único momento necessário , Alfa 2 avança , leva um segundo , e lá esta a lâmina se enterra perfeitamente no meio do crânio deformado da criatura , ela tenta se debater mas logo seu corpo cai inerte. Alfa 2 corre para socorrer o último membro de seu grupo , mas logo a felicidade daquela pequena vitória se esvai , ao perceber que só ele restava naquele cômodo.

Capítulo 3

Incubar

Os pulmões queimavam, os músculos , os nervos seu corpo estava em chamas , ele corria freneticamente pelo labirinto de concreto , uma pequena luz pulsava na tela presa em seu pulso , sua esperança lentamente se esvaia junto com seu fôlego , Alfa 2 era o último membro de seu esquadrão , estava correndo desesperadamente atrás do localizador de sua companheira , cada segundo que passava diminuía sua esperança de encontra lá viva. Mesmo sendo um soldado , mesmo já tendo visto os horrores da guerra e mesmo já tendo enfrentado outras “coisas” em nome da fundação , a sensação de ser o último de pé era aterradora. Ele se aproximou lentamente do prédio qual o computador indicará , estava a poucos metros da usina nuclear que fora construída no exato centro da cidade, ou teria sido o contrário. Os pensamentos inundavam sua mente , mas ele se forçava a manter o foco. Por dentro o prédio estava coberto com uma fina camada de mofo vermelho , ele conseguia ouvir um grunhido quase inaudível emanando do andar a baixo dele , passo a passo ele avançava em direção a uma escada na lateral, seu pé esbarra em algo , o bile logo enche sua boca em uma ânsia gritante para vomitar, ali estava o corpo mutilado de um membro do esquadrão Echo , mas era um homem. Um pensamento corre sua mente , somente homens foram mortos , ele pondera uma ideia macabra , mas logo afasta ela , estava perdendo tempo , cada segundo contava.

A medida que seguia as escadas a escuridão o tragava , logo com sua visão noturna pode observar que as paredes foram consumidas pelo estranho mofo escarlate, uma das fera permanecia de guarda no pé da escada , Alfa 2 não teve muito esforço , esgueirou se praticamente sem respirar e em um golpe rápido abrirá a traquéia da coisa de um lado ao outro.

Seu horror foi instantâneo , por um breve momento se sentiu petrificado , inúmeras mulheres soldado que foram enviadas estavam na sala , as paredes agora mantinham um aspecto mais vivo e pulsante , e nessas paredes presas as soldados . Os olhos de Alfa 2 correram as paredes horrorizados procurando sua colega , algumas estavam nuas outros ainda tinham parte do uniforme preservado , mas a parte mais assustadora era o abdômen dilatado que algumas apresentavam, ele encontrou levou um segundo para alcançar , sacudiu e estapeou seu rostos . Alfa 1 acordará encarando o rosto incrédulo do colega, em um segundo uma enxurrada de memórias a tomara seus olhos começaram a lacrimejar .

— Joseph , a carga , por favor deixe aqui e suma. Alfa 2 olhava catatônico para a situação , ser chamado pelo nome era muito raro , ele estava quase perdendo a postura quando Alfa 1 voltou a falar.

—Joseph deixe a carga aqui , complete a missão , “eles” precisa saber o que aconteceu , não a salvação para nenhuma de nós. Alfa 1 já estava aos prantos .

— Eu vou te tirar daqui e vamos ... Alfa 1 interrompeu com um grito .

— Eu ordeno que sai e deixe a carga explosiva , isto é uma ordem direta! Joseph hesitou por um momento , mas obedeceu ele se preparava para armar o explosivo , quando Alfa 1 começou.

— Eles nós usaram como incubadoras , uma a pós a outra , essas coisas puseram os ovos “dela” em nós, seja o que for que causou toda essa anomalia , essa coisa não pretende ir embora, eu só quero que isso acabe , então vá logo. Joseph bateu continência uma última vez a sua companheira e saiu em silêncio. A dor em seu abdômen se tornou mais aguda e ele começará a expandir novamente , ela grunhi-o de dor , mais dor e então sua visão foi tomada de luz. Pouco tempo depois Joseph se encontrava fitando os escombros e chamas , deixou escapar uma lágrima , ponderou desistir , fugir e até mesmo o suicídio , mas qualquer opção seria injusta com os demais mortos .

Capítulo 4

Angelical

Escarlate o cercava pulsando sob seus pés até o teto, os corredores não eram tão diferentes de qualquer outra instalação que já estiveram antes , o que os diferenciava era a realidade sangrando a sua volta , em alguns pontos o mofo parecia respirar em outros a gravidade simplesmente parecia não funcionar. Joseph já estava anestesiado de tanta estranheza , trabalhos anteriores , morte dos colegas a própria violência que o cercava parecia tornar mais fácil continuar ,um tímido chiado emerge de seu comunicador.

— Alfa ? Time Alfa? Uma voz masculina rouca vinha através da interferência.

— Alfa 2 , você consegue me ouvir. Joseph respondia incerto , pensava estar perdendo a sanidade.

— Alfa 2 aqui é Beta 3 , estou vendo você claramente pelas câmeras. Uma gota de alívio começava a surgir no peito de Joseph.

— Alfa 2 , preciso que escute , no final do corredor está a central de controle , tem um terminal lá , eu transferi tudo que o meu esquadrão conseguiu coletar para o HD deste terminal , preciso que você o pegue e saia daqui. Joseph , ponderou por um momento , ele já tinha obtido alguma informação do local , e de uma maneira vou outra teria que ir até a central.

— Como ... Joseph é interrompido abruptamente.

— 22 , ômega , boneca de barro, corona , Echo , zeta , apollion. As palavras caíram como bombas nós ouvidos de Joseph , ele assentiu com a cabeça para uma das câmeras.

—Seja o que for que trouxe essa cidade aqui , ela está rondando em algum lugar aqui dentro, pegue aquele HD eu vou tentar te encontrar na saída norte.

Joseph seguia com a guarda alta , pronto para matar o que fosse necessário , chegando no terminal ele analisou os supostos dados , era tudo verdade mais de 1 terabyte de dados , histórico da cidade , do funcionamento da usina , suprimentos tudo estava lá.

Fácil demais , pensou , entrar e sair , muito fácil , não fora tanto assim , vários soldados mortos , toda dor , todas vidas terminadas naquela noite, não, em teoria ali seria o epicentro de tudo , o coração daquela infecção , só estaria desprotegido se , se esse fosse o propósito , ele guardou o HD as pressas e seu colete e disparou , seus músculos doeram seu coração explodiu em adrenalina , a única resposta era que aquilo era uma armadilha era proposital .

Engraçado pensar que todo o esforço pode ser em vão , era a única coisa que se passava na mente de Joseph, 30 metros para saída , 20 metros , mais uma curva lá estava , gritando contra a própria realidade sangrando as maiores profanidades nunca ditas um ser tão ciclópico, que era difícil assimilar. “Ela” era completamente pálida , sem nenhuma pigmentação , um branco tão límpido que se destoava no corredor avermelhado pelo mofo pulsante, grotescas asas se erguiam de suas costas cada pena tinha um olho negro como a noite sem estrelas ou luar assim como os olhos suspensos em sua face , os cabelos prateados caiam sobre as curvas voluptuosas do corpo angelical da criatura , sua mão erguida no ar segurava um soldado sem mesmo toca-lo , o sorriso recheado com suas presas representava o deleite mais perverso. Um simples virar de dedos , e o corpo do soldado se tornava se massa vermelha , Joseph congelou , existia limites , e ele já tinha atingido o seu . Então a distância “ela” o encarou com um sorriso cortês , se fez presente a frente dele em um piscar de olhos , muito maior que uma mulher comum , que um humano comum, um som estridente cortou seu torpor , o horror corria por cada célula do seu corpo.

— Medo, sofrimento , dor , desespero a mera agonia de existir , o horror da eminência do desconhecido. Cada palavra dita em um tom gélido como as profundezas do cocytos.

— Eu sei seu intuito , sei quem são seus patronos . Joseph agiu , a faca estava a meio caminho de atingi lá , então seu braço se contorceu , em uma volta completa , seus ossos simplesmente viraram poeira , os músculos lacrados em um milésimo de segundo. Ele não gritou , não pode reagir , não conseguia , a presença dela permanecia tão aterradora que ele simplesmente desistiu de existir. Então “Ela” estendeu uma das mãos e gentilmente envolvia o pescoço de Joseph , lentamente todos os olhos da criatura se focavam nele , a medida que as asas os erguiam do chão. A mão se fechava lentamente , assim como a consciência de Joseph se apagava.

— Não se sinta especial , mas saiba que só irá servir ao propósito para qual sua espécie foi criada.

Capítulo 5

Cacofonia

Não existia nada , então existiu , um pequeno quarto saído do século passado , um par de poltronas confortáveis e lá estava Joseph , não vestia mais o uniforme de soldado , agora parecia um personagem saído de um conto vitoriano , ele observou o sol que banhava o cômodo vindo de uma janela , passarinhos cantavam , ele estava confuso , começará a perder o equilíbrio , então uma voz surgiu atrás dele , desconhecida porém aconchegante.

— Meu caro , é tão triste saber que tivemos tão pouco tempo, mas não precisa ficar ansioso , o fim ainda está longe.

Ele se virou rapidamente , e lá estava uma mulher sem rosto em um vestido infinito , mas então ,luz , dor , sons inaudíveis . Seus olhos se abriram , estava cercado , algo se debatia em sua garganta , seu corpo arqueou , seus olhos encontram o castanho de um olhar conhecido de um olhar singular , a imagem se ajustava lentamente , então outro choque emergia , tudo estava focado , mais sons incompreensíveis emergiam , a dor parou , um tubo emergiu de sua garganta, tudo escureceu.

Seus olhos se abriram novamente , o quarto hospitalar se estendia sem nenhum luxo a sua frente ,seus olhos esquadrinharam o ambiente por um momento , ele estava só . Um suspiro de alívio escapava de seus lábios , minutos depois a porta se abre , uma médica entra no quarto e o encara com um olhar sério , o cabelo castanho preso em um coque com uma caneta , uma postura rígida e um quase sorriso em seus lábios, então o silêncio se quebra com o tom sério da mulher.

— Você teve 3 paradas desde que chegou , se tiver mais uma , eu juro que não te ressuscito , e dou os teus restos prós cães comerem, não imagino o que você passou , mas assim que você estiver estável vamos para casa , então agora pelo menos fique sentado , eles mandaram um agente para te visitar. A médica atravessa a sala e beija a testa de Joseph , uma lágrima escapa da face seria da mulher e com a voz trêmula ela completa.

— Se me assustar de novo , eu mesmo te mato. Ela deixa a sala como se nada tivesse acontecido. Ele se põe sentado na cama , percebendo que o braço que havia sido lacerado estava completamente funcional , mas antes que pudesse entender ou ao menos verificar outros ferimentos um homem adentra a sala.

Lá estava , com certeza seria a visão mais inusitada daquele dia , trajando um sobretudo marrom , roupas sociais e um chapéu fedora, o agente encarava Joseph , com um cigarro quase acabando ele se senta e saca o violão que trazia nas costas , a barba por fazer era levemente grisalha e os poucos cabelos que apareciam sob o chapéu era grisalho , o mesmo desfez o silêncio com um acorde de notas simples no violão .

— Sabe Joe , você parece ter futuro , quero dizer todos tem um , até levar uma bala no meio da testa. Ele deixa escapar uma risada seca , então volta a falar com a voz rouca e acende outro cigarro. – Então , veja bem Joe , vou te chamar assim , esse seu nome pomposo me dá nós nervos , a Fundação me mandou entregar a sua promoção , você agora é um agente de campo, chega dessa vidinha de soldado de bucha de canhão de merda ou de segurança de shopping dos horrores de antes , agora você vai se divertir mesmo , parabéns por diminuir sua expectativa de vida também. Ele joga um crachá na cama , Joseph o pega e percebe que o crachá é seu , com o novo cargo.

— Sabe Joe , esse plástico de merda abre várias portas , diria que abriria várias pernas também , mas pelo que via , já tem uma bela esposa , então boa sorte eu acho , agora que já fudeu bem sua vida. O estranho começará a tocar uma calma melodia no violão enquanto derramava as novidades sobre Joseph.

— Umas dicas pra você garoto, beba o máximo que puder , transe até desmaiar , mas vê se não procria , não vai querer isso nessa vida e o mais importante , escolha bem o calibre da sua arma, nós vemos por aí garoto.

O estranho deixa Joseph , ele segura a nova identificação pensando nas palavras do estranho, então um sussurro quebra sua concentração , uma voz feminina gélida no pé de seu ouvido.

— Nós só começamos. Ele encara os arredores , mas se vê só.

Epílogo

Beleza

Se passou , pouco mais de um mês do incidente Ätzendes Schwert, o pouco da cidade que sobreviveu foi levado para estudo , o que incluía alguns dos monstros que massacraram os soldados naquela noite , Joseph leu o relatório preocupado e ficará ainda mais incomodado pelo fato dele não mencionar a entidade angelical que o torturara , e mencionar uma simples linha dizendo “o soldado Alfa 2 conhecido como Joseph fora encontrado desacordo entre os escombros com informações cruciais a missão , o mesmo segue em observação hospitalar , a missão foi tida como sucesso apesar de suas casualidades”. Ele simplesmente sobreviveu , era uma história difícil de tragar , mas ele seguiu sua vida pelo tempo que veio , sua esposa manteve todo apoio em seu treinamento para agente de campo , enquanto liderava uma das equipes médicas da fundação.

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!