Notas iniciais
Oi gente, este capítulo é especial e foi escrito com muito carinho, estou postando mais cedo, pq estou de mudança e não sei como vai ficar minha internet, já que na cidade aonde vou morar não tem internet a cabo e a instalação vai demorar um pouco.
bom final de semana e espero estar de volta o quanto antes :)

Britt abriu a porta do quarto e procurou pela esposa, mas não a viu.

- San? (ela chamou ao ouvir um barulho vindo da porta lateral).

- Só um minuto... (Santana respondeu e em alguns segundos saiu do banheiro com seu uniforme azul, cabelos presos e uma touquinha de uniforme que Britt a viu usar poucas vezes).

A morena parou ao ver que a esposa ainda estava em suas calças de moletom e camiseta e olhou ao redor em busca da outra médica. Ela caminhou preocupada até a loira e segurou suas duas mãos nas suas, olhando com atenção nos olhos de Britt.

- Bebê está tudo bem? (perguntou em um tom calmo).

- Claro que está bem San... (Britt respondeu com um pequeno sorriso).

- Então porque você não está pronta? Você desistiu?

- Não amor... (Britt respondeu com suavidade olhando nos olhos da esposa). Mas você olhou com atenção para este quarto, e viu como as pessoas estão distantes lá fora? (ela perguntou tentando tirar Santana de seu modo “médica”).

- Bem, eu meio que estranhei e vou agradecer a Dra por ter cuidado disso... Eu quero que você se sinta bem...

- Então relaxe amor... (Britt cortou colocando um selinho nos lábios da morena). Ninguém está preocupado conosco, e temos todo o tempo do mundo... Eu não quero que você seja minha médica, mesmo sabendo que você é ótima, mas eu gostaria de ter a minha esposa agora...

- Sua esposa? (Santana perguntou com um pequeno sorriso nos lábios).

- É, para fazer amor comigo... (Britt respondeu fazendo o coração da morena disparar). Você quer? Fazer amor comigo? (ela perguntou olhando nos olhos da morena e admirando-se com todo o amor que encontrou neles).

- Sempre B... (Santana respondeu aproximando-se dos lábios da loira).

As duas se beijaram lentamente, um beijo que iniciou com um roçar de lábios, mas que deu espaço para línguas e desinibiu mãos. Com os olhos fechados, Santana sentiu Britt tirar sua toca e desarrumar seus cabelos, prendendo a mão entre eles para firmar a esposa junto a ela. Como resposta as mãos quentes da morena levantaram um pouco a camiseta da loira, vagando pela pele macia, segurando suas costas enquanto a outra mão buscava por um dos seios que ela adorava.

Elas se distanciaram apenas um segundo para tomar ar e quando Santana olhou nos olhos azuis, todo o medo e nervosismo evaporou. Não haviam mais pessoas, procedimentos ou conselhos médicos, ela era uma esposa, uma mulher apaixonada que faria qualquer coisa no mundo para que aquele brilho azul jamais se apagasse.

- Eu te amo... (Santana sussurrou puxando a camiseta de Britt para cima retirando-a com cuidado. Seus lábios tocaram a pele de um dos ombros de Britt, beijando-a enaquanto suas mãos trabalhavam no fecho do sutiã). Tanto bebê... (continuou soltando a segunda peça de roupa no chão para tocar com as duas mãos os seios de Britt, massageando-os devagar e fazendo Britt gemer baixinho).

- Eu também te amo San... (Britt respondeu segurando com as duas mãos a camiseta azul do uniforme da morena que logo puxou-o por cima da sua cabeça).

Santana ajudou a esposa a retirar seu sutiã e, de top less, abraçou-a novamente buscando com os lábios, os lábios de Britt. Elas caminharam devagar, quase sem parar com os beijos lentos que trocavam, até a cama e Santana ajudou Britt a deitar, deitando ao lado dela. O momento de carinho não foi quebrado e elas continuaram a beijar devagar, não imprimindo um ritmo mais forte, apenas deixando que os toques e carinhos se desenrolassem naturalmente.

Alguns minutos de beijos e toques e Santana estava deitada com uma perna entre as de Britt, seus lábios no pescoço da esposa, os cabelos em uma grande bagunça de todo o carinho que estavam trocando. Britt gemeu quando a perna da morena roçou em um ponto sensível e Santana traçou uma linha com a língua até seus lábios, levando a loira em um beijo cheio de paixão, engolindo pequenos gemidos que escapavam da garganta de Britt.

- Deus San... (Britt deixou escapar quando os lábios deixaram os seus para dar atenção aos seios claros).

A loira levou uma das mãos a cabeça, os lábios de Santana pareciam estar em todos os lugares e sim, Britt sabia que a esposa era muito boa na cama, como a melhor, mas ela estava se superando com todas as preliminares e Britt sentia que estava derretendo dentro de suas calças de moletom e estava cada segundo mais difícil conter os gemidos de prazer que estavam pedindo para sair.

Santana pareceu ler os pensamentos da esposa e seguiu descendo mais ao sul, beijando, chupando e lambendo a pele macia durante todo o caminho até chegar ao cós da calça da esposa. Ela baixou a mão para o centro vestido e sentiu o calor que emanava de Britt, então acariciou um pouco ainda sobre o tecido, levantando a cabeça para olhar a loira que se contorcia acima dela desejando por mais. Ela desviou os olhos rapidamente para a mesinha, onde tinha deixado a seringa pronta e engoliu em seco. Britt percebeu o pequeno desvio de Santana e puxou a esposa para os seus lábios beijando-a com amor.

- Não se preocupe amor, vai dar tudo certo (ela falou olhando diretamente nos olhos castanhos e Santana acenou afirmativamente).

Ela ainda estava encarando a esposa, sua mão entre as pernas da loira e seu rosto junto ao dela, quando pressionou novamente o centro de Britt ganhando um gemido alto dos lábios finos.

- Você é tão perfeita... (a morena falou de seu lugar entre as pernas da esposa, movendo-se para tirar-lhe a calça e a calcinha).

Britt fez um biquinho para a falta de contato, mas sorriu quando Santana levantou-se ao lado da cama e tirou seus tênis, calça meias e calcinha. Santana voltou para cima de Britt, afastando suas pernas para acomodar-se entre elas, suas mãos segurando as pernas de Britt acima enquanto seu sexo roçava ao da esposa fazendo ambas as mulheres gemerem alto.

Elas estavam enxarcadas e a sensação dos clitóris movendo-se juntos era deliciosa. Britt jamais tinham pensado que fariam amor com tanta vontade, e tudo bem, as duas sempre estavam com muita vontade, mas ela pensou que fariam o tradicional, sem muitos malabarismos já que não estavam em casa, mas a cama de solteiro do hospital meio que lembrava sua cama de adolescente, onde ela e Santana tiveram suas primeiras experiências e ela não ia reclamar se Santana estava totalmente quente balançando seu corpo e gemendo baixinho em cima dela, com uma fina camada de suor dando ainda mais brilho a pele morena.

- Eu te amo tanto B... (Santana falou abaixando-se para beijar os lábio finos de maneira um pouco desleixada, mas cheia de amor).

Brittany estava sentindo as primeiras ondas do orgasmo e a língua de Santana na sua estava apenas ampliando as sensações que já eram deliciosas.

- Eu... estou... tão... Oh! (ela gemeu sentindo o líquido quente de Santana escorrer lubrificando ainda mais suas dobras, seu próprio suco correndo e misturando-se ao da esposa).

- Eu te amo B... (Santana falou quase sem fôlego, sua mão buscando cegamente a seringa sobre a mesinha). Você tem que me dizer se qualquer coisa estiver errada... (falou ganhando um aceno sincero de Britt). Por favor feche os olhos amor... (ela pediu sentindo-se nervosa, seus lábios roçando carinhosamente o rosto de Britt).

Brittany fez como Santana pediu. Ela não ia contrariar, quando parecia tão urgente, nervoso e de certa forma até mesmo triste.

Com o objeto em mãos Santana apoiou-se na cama e desceu novamente beijando o corpo esguio e perfeito da esposa, sua garganta fechando-se com lágrimas que ela não conseguia entender. Ela puxou um travesseiro que estava solto sobre a cama e posicionou-o abaixo do bumbum da esposa elevando sua pélves.

Britt estava molhada de seus sucos e era lindo, o resultado perfeito de fazer amor. Os lábios cheios de Santana beijaram o núcleo molhado, como se estivesse pedindo desculpas pela intrusão do objeto estranho.

Com carinho e cuidado ela inseriu a seringa como havia aprendido e derramou as sementes dentro do corpo de sua esposa antes de retirar com a mesma delicadeza. Ela esticou o braço para devolver o objeto até a mesinha e beijou a parte interna das duas pernas de Britt antes de mover-se beijando cada parte de corpo que seus lábios alcançavam, até chegar ao rosto da loira.

Seus olhos ainda estavam fechados e Santana beijou cada pálpebra antes de depositar com o mesmo carinho, um beijinho nos lábios.

- Você deve descansar bebê... (ela falou deitando-se ao lado da esposa e puxando um lençol sobre elas). Eu vou estar aqui quando acordar... (continou observando o rosto perfeito de Britt).

- Eu te amo... (Britt respondeu olhando nos olhos castanhos pouco acima dos seus).

Santana a observava deitada de lado, apoiada em um dos braços e para Britt a morena parecia ainda mais linda, como se o que tinham acabado de fazer marcasse algo que Britt não entendia. Ela sempre acreditou que Santana era a garota mais perfeita do mundo e que não havia nada nela que pudesse ser melhorado, mas ao ver a esposa assim, depois do que tinham feito, seus olhos cheios de carinho, amor e preocupação era como se, para ela, Santana estivesse sendo a mulher mais perfeita do mundo.

Ela nunca tinha visto sua esposa como uma mulher, era tão normal, crescendo juntas e beijando escondidas para então passar a fazer extraordinárias seções de sexo adolescente, e o amor jovem que veio com a faculdade, responsável e quente. Então ela percebeu que aquele era o momento, provavelmente em um tempo não muito distante, Santana voltaria ao seu auto-brincalhão e infantil que ela jamais deixaria de amar, mas ali, naquele quarto de hospital, depois da primeira tentativa de fazer um bebê, ela viu Santana pela primeira vez, como a mulher maravilhosa com quem ela iria construir uma família e passar o resto da sua vida.