Depois Do Dia Dos Namorados - Parte 3
25 Capítulo 25
- San nós nunca vaos conseguir chegar até em casa...
Santana não precisou de mais uma palavra. Ela queria dizer que poderiam, que ela vestiria seu uniforme do hospital e elas poderiam interpretar papéis, mas ela sabia que não era isso, que o que Brittany queria era a emoção de fazer em um lugar onde poderiam ser pegas, exatamente como fizeram algumas vezes no armário de vassuras quando ainda estavam na escola, e ela daria a Britt o que ela queria, ainda mais quando ela queria tanto quanto a esposa.
Os lábios da morena bateram firmes contra os da esposa, suas mãos segurando a cintura de Brittany sem nenhuma dúvida. Ela conduziu Britt até a única parede livre de estantes, precionando seu corpo contra o da esposa, a boca em beijos famintos.
- B, eu amo o seu cheiro... (ela falou inspirando profundamente no pescoço da esposa enquanto as mãos se atrapalhavam para tirar a jaqueta azul que Britt vestia).
Santana sorriu quando lembrou da última vez que a mesma jaqueta tinha feito parte de um momento como esse, ela pensou que depois de tanto tempo Britt já teria se livrado dela, mas Britt sempre defendeu que tinha um valor sentimental porque Santana estava linda e envergonhada quando sua mãe as pegou juntas no apartamento.
A jaqueta foi jogada no chão e elas se afastaram apenas um minuto, com sorrisos bobos nos lábios antes de voltar a beijar com paixão.
- Tire sua blusa... (Britt pediu puxando a barra da blusa da esposa e Santana puxou a peça sobre a cabeça).
- A sua também... (ela pediu jogando a roupa de lado).
Brittany fez como a esposa disse e em pouco tempo os lábios de Santana estavam novamente sobre os seus, suas mãos tocavam em todos os lugares, logo chegando ao fecho do sutiã. Ela soltou com rapidez e logo os gêmeos que ela adoravam estavam livres, preenchendo suas mãos. Ela acariciou com maestria, sabendo exatamante o que fazer para deixar Britt mais ligada, seus lábios desceram mordendo de leve a mandíbula da esposa e ela sorriu para o quão entregue a bailarina estava.
Uma de suas mãos desceu até o cóz da calça e entrou devagar, tocando-a sobre a calcinha.
- Dentro San... Por favor... (Britt pediu apoiando-se nos ombros da esposa).
- Ok, mas temos que fazer em silêncio... (Santana pediu olhando nos olhos azuis para saber se Britt havia compreendido).
- Ok San... (Britt respondeu um pouco mais baixo conduzindo a mão da esposa para onde ela queria).
Santana tocou apenas com a ponta dos dedos, as dobras úmidas, adorando a maneira como sua esposa estava molhada para ela, deliciando-se com a sensação de seus dedos no centro quente.
- Eu amo quando você está assim para mim B... (ela falou contra o pescoço da loira). Amo tocar você assim... (Continuou aumentando um pouco a pressão e fazendo Britt abrir mais as pernas, dando-lhe mais espaço).
A morena pressionou seu corpo contra o da bailarina movendo-se junto com sua mão e aumentando o atrito contra o centro de Britt. Ela sentia as mãos da esposa firmes em seus ombros e a respiração pesada e quente contra a sua pele e isso apenas a deixava mais ligada, ouvir os gemidos baixinhos e cheios de tesão de Britt era uma de suas coisas preferidas no mundo.
Santana lembrou de quando faziam sexo escondido na escola, em banheiros de festas ou em um de seus quartos, e como tinham ficado mais cuidadosas quando vieram morar longe dos pais e perderam a proteção que eles representavam. Sem sexo no carro depois de festas da faculdade, sem danças muito provocantes. As únicas pessoas com quem elas sempre conseguiam ser elas mesmas eram com os membros do clube Glee, ou com Cam, com quem dividiram o quarto milhões de vezes em viagens do time... Elas fizeram amor muitas vezes depois que Cam tinha pego no sono, mas quase não contava como aventura já que a menina tinha o sono mais pesado do mundo.
- Você não mudou nada amor... (Santana falou com voz rouca contra o ouvido de Britt), continua perfeita, sua pele é a coisa mais maravilhosa de tocar (ela deu uma leve mordidinha perto do ouvido de Britt), e eu amo como sua bucetinha fica molhada pra mim... (continuou sentindo a esposa construir seu orgasmo com cada movimento).
- San... (Britt gemeu sentindo os dedos da esposa precionar sua entrada devagar). Babe por favor...
Santana ouviu o apelo da esposa e foi um pouco mais fundo, aumentando também a velocidade com que fazia seus movimentos. Brittany a segurava firme, e deixou sua cabeça pender para frente quando um impulso certeiro a levou a borda. Santana continuou com os movimentos, diminuindo a intensidade para que Brittany pudesse cavalgar em seu orgasmo com tempo, deixando-a aproveitar a sensação.
- Deus San, isso foi realmente delicioso... (a bailarina falou apoiando a cabeça sobre o ombro da esposa, seu hálito quente fazendo Santana se arrepiar). E tão quente... (continuou distribuindo beijinhos doces pela pele da esposa). Eu acho que você merece uma retribuição...
Santana sorriu para o cuidado da esposa e deixou-se ganhar os beijinhos relaxados que Brittany lhe dava, mas além de estar ainda nervosa e com medo de serem pegas, ela sabia que Brittany tinha se exercitado bastate durante o dia e o sexo corrido e quente tinha levado suas forças ao limite. Ela mal conseguia manter-se em pé e ainda queria retribuir.
- Eu sei que você quer amor, mas o que acha de descançar um pouco enquanto te levo para casa e continuamos isso na cama, ou na banheira? (ela falou com carinho, afastando os cabelos úmidos do rosto da esposa para poder olhar em seus olhos).
- Você tem certeza? (ela perguntou olhando a morena com atenção).
- Sim amor, foi um longo dia e eu não quero correr o risco que alguém mais veja os lindos seios da minha esposa... (Santana respondeu dando um selinho rápido em cada seio da esposa que sorriu com as brincadeiras da morena). Você sabe, só eu tenho o direito de colocar os olhos, e as mãos, nestas belezuras...
- Sim, e desde que você é tão carinhosa com eles, eu acho que você merece o direito de ser a única a vê-los... E como eu sei que você está desconfortável com isso, vou deixar que terminemos em casa... (continuou dando um selinho na morena, antes de começarem a recolher suas coisas).
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