Depois Do Dia Dos Namorados - Parte 3
73 Capítulo 73
Santana abaixou-se devagar, levando os lábios para o centro molhado, adorando como o sabor de Britt sentia-se em seua lábios, e chupou suavemente o clitóris de Britt fazendo-a gemer.
- Deus amor, você é tão deliciosa... (Falou deixando seu queixo deslizar entre as dobras enquanto falava, seus olhos focados nos azuis escuros e cheios de desejo de Britt).
Brittany suspirou levando uma das mãos a cabeça, seu peito subindo e descendo rapidamente, com a respiração rápida.
Elas estavam casadas há quase quatro anos, tinham sexo pelo menos seis vezes por semana, e seria sete, ou vinte, se Santana não tivesse tantos plantões e horários tão ruins e difíceis de acompanhar, elas tinham feito amor há apenas algumas horas no estúdio e meio que repetido a dose, mesmo que os orgasmos tenham sido um pouco menos impressionantes sob o chuveiro, mas ela já estava sentindo seu corpo todo gritar pelos estímulos da morena, amando cada toque que sua esposa lhe dava, cada pincelada da língua em seu centro molhado... Ela realmente acreditava que estaria pingando de desejo se Santaa não estivesse levando consigo cada gota de seu sexo.
- Deus San... (ela gemeu levando a mão para a cabeça da esposa, prendendo os dedos entre o cabelo escuro). Sua língua... (continuou sentindo uma nova pincelada da língua da esposa deslizar em seu sexo). Tão quente amor... (continuou movimentando o quadril em busca de mais).
Santana segurou a esposa pela cintura, levantando a cabeça para olhar a esposa, mas deixando o queixo ainda tocando suas dobras.
- O que você quer amor? (Perguntou fazendo movimentos circulares com o queixo, fazendo Britt gemer em adoração). Você quer que eu coma sua bucetinha gostosa amor? Quer nosso brinquedinho em você enquanto eu tomo seu suquinho delicioso? (continuou arrancando um gemido mais alto, parecido com um sim, mas ela não estava convencida). Fala pra mim Britt... diz o que você quer e eu juro que vou fazer de tudo para sentir você jorrar em mim amor...
As palavras de Santana, junto ao movimento constante contra o seu centro estavam a levando a loucura. Ouvir Santana falar sobre como queria sentí-la esguichar de prazer lhe lembrou de como isso aconteceu anteriormente, de como apenas Santana era capaz de desencadear aquele sentimento incrível, e da maneira como as coisas estavam caminhando, ela tinha uma suspeita de que poderia acontecer novamente.
- Me fode amor... (ela falou com o máximo de decisão que conseguiu reunir). Por favor San...
Santana sorriu vitoriosa, enviando vibrações por todo o corpo da loira, que agarrou o lençol tentando buscar um pouco de sobriedade, seu corpo todo subindo aos céus com a delícia do toque da esposa. Santana brincou mais um pouco com a língua, então estendeu a mão para o brinquedo trazendo-o para perto de sua língua.
Ela o lubrificou com sua saliva, o sabor de Britt ainda em sua boca e a visão da língua da esposa contornando o brinquedo azul, levou Britt ainda mais a borda. Um pouco satisfeita com seu trabalho, Santana deslizou o brinquedo entre as dobras da bailarina, molhando-o ainda mais em seus sucos, a visão fazendo seu centro quente.
Ela deslizou a língua mais uma vez, contornando a entrada do centro antes de levar o brinquedo até lá, brincando um pouco ao redor andes de colocar a pontinha dentro, seus olhos hipnotizados com a imagem, o cheiro e o sabor.
Britt levou a mão a boca para suprimir um gemido quando o objeto moveu-se dentro de si, a boca da esposa sobre seu clitóris, sugando devagar, a língua brincando com o feiche de nervos.
O primeiro orgasmo bateu-lhe duro e ela não pensou que era o terceiro daquele dia. Não quando Santana continuou a mover o brinquedo devagar, deixando-a desfrutar do sentimento, antes de subir pelo corpo nu, a boca beijando em todos os lugares enquanto uma das mãos continuava a movimentar o objeto, não lhe dando muito tempo para pensar em coisa alguma, ela só podia sentir.
- San... (Britt gemeu baixinho, ela não tinha forças para fazer mais do que isso).
Santana tocou-lhe o rosto com a ponta do nariz, seus lábios buscando os de Britt em um beijo carinhoso.
- Oi amor... (ela falou baxinho, espelhando o tom da esposa).
- Eu não sei... eu não sei se posso... (a bailarina pediu olhando nos olhos castanhos).
- Você quer que eu pare? (O tom de Santana não era provocante, apenas carinhoso e preocupado).
- Eu não sei... (Britt respondeu confusa, ela já estava sentindo seu corpo tencionar novamente). Deus San... (voltou a gemer sentindo os lábios cheios cobrindo os seus, levando-a pelo sabor de seu suco nos lábios da esposa).
- Shiuuu... (Santana sussurrou contra sua boca, amando a maneira como Britt refletia o prazer em seu rosto, como era linda sua esposa gemendo seu nome, como era delicioso seu sabor, seu cheiro e seu toque). Eu estou aqui... (continuou beijando suavemente o rosto suado, sentindo os espasmos do orgasmo preencher o corpo nu abaixo do seu).
Britt deixou seu corpo conduzí-la, sem realmente se preocupar quando o líquido quente deslizou de seu corpo molhando a mão de Santana. Quando ela pensava que San já lhe tinha feito sentir todas as coisas ela apenas demonstrava que poderia fazê-la sentir o prazer quente do sexo e a segurança carinhosa do amor, tudo ao mesmo tempo.
Nada foi dito por um longo tempo. Santana retirou o brinquedo sem nenhuma observação e deitou-se mais sobre o corpo de Britt, depositando beijos delicados e preguiçosos nos lábios da menina cansada. Ela sentiu os braços claros, fecharem seu corpo em um abraço protetor e deitou seu rosto novamente sobre o coração de Britt que acalmava devagar.
- Eu te amo... (elas falaram quase ao mesmo tempo antes de cair no sono).
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