Depois Do Dia Dos Namorados - Parte 3
281 Capítulo 281
Santana acordou sentindo beijinhos suaves sendo pressionados em seu ombro e sorriu. Ainda era no meio da noite, mas ela não estava totalmente surpresa de ser acordada.
– Uhummm bebê... (Santana resmungou quando a língua de Britt contornou sua orelha antes que os lábios suaves sugassem o lóbulo devagar).
– Eu quero você... (Britt falou com voz rouca, uma das mãos que abraçavam Santana subindo em direção a um dos seios).
– B... (Santana gemeu entregue).
– Meus pais estão dormindo San... (a loira continuou sem parar sua mão). E a porta está trancada...
Elas tinham voltado para a casa dos pais de Britt, mas Santana estava muito relutante sobre fazer amor e Britt tentou respeitar, mas ela havia tido um sonho quente com sua esposa e acordou moendo seu sexo contra o bumbum de Santana, o que podia ser muito quente, mas apenas se a morena estivesse no mesmo clima.
– Britt... (Santana tentou mais uma vez, mas sua voz saiu estrangulada quando sentiu a outra mão de Britt sobre sua calça de pijamas).
– Por favor San... (a loira pediu com voz quase chorosa, o que foi o suficiente para Santana se virar em seus braços já bem alerta).
– Shiuuu... (a morena pediu distribuindo beijinhos pela face da esposa). O que você quer bebê?
– Eu só... (ela parou com o olhar um pouco perdido). Eu tive um sonho muito quente e agora... San, eu preciso vir...
Santana sentiu seu centro apertar com a informação e engoliu em seco.
– Ok bebê, acho que eu posso cuidar disso... (a morena falou tranquila, beijando de leve os lábios de Britt).
Santana continuou a beijar a esposa com carinho, as mãos levantando devagar a camiseta que Britt não se opos a descartar. Ela beijou o pescoço da loira, deixando a língua traçar com cuidado em direção ao ouvido de Britt.
– Isso é bom B? (ela perguntou levando uma das mãos ao seio da loira que gemeu baixinho).
– Tão bom San... (Britt respondeu, os quadris se movimentando em busca de algum atrito).
– Calma B... (Santana pediu levando a mão mais abaixo para segurar o corpo de Britt contra a cama).
A médica se movimentou levando seu corpo sobre o da esposa, a perna entre as pernas de Britt, cuidando para não tocá-la aonde ela mais queria.
– San! (Britt brigou ao perceber as intenções de Santana. Ela usou as duas mãos para puxar a morena colada ao seu corpo pegando Santana desprevenida). No me gusta! (continuou contra o ouvido de Santana e foi a vez da morena gemer).
Santana recuperou a compostura e afastou o corpo apenas o suficiente para colocar a mão entre elas, descendo na barriga de Britt em direção ao cós da calcinha que estava encharcada.
– Você está tão molhada B... (ela falou antes de morder o lóbulo da orelha de Britt, os dedos passando a deslizar entre as dobras quentes e molhadas). Tão gostosinha... (continuou provocando a esposa que tentava segurar os gemidos que ameaçavam escapar dos lábios). Só de sentir como você está me dá água na boca bebê... (ela continuou sabendo que suas palavras poderiam levar Britt ainda mais rápido). Eu quero tanto de provar agora bebê... Chupar... Lamber... todo o seu gostinho... (a morena continuou a falar, enquanto usava os dedos para brincar com o centro molhado).
– San... (Britt gemeu baixinho quando o polegar de Santana começou a esfregar suavemente seu clitóris).
– É bom bebê? (Santana perguntou mesmo sabendo a resposta).
A morena livrou-se do lençol que as cobria, e começou a descer beijando a loira. Os lábios cheios fechados sobre o seio entumecido, a língua brincando com o biquinho, sugando suavemente, mordendo de maneira delicada. Com cuidado quase calculado Santana inseriu um dedo no centro de Britt, sentindo as paredes apertadas.
– San... (Britt lamentou quando a morena retirou novamente e Santana sorriu).
– Na minha boca bebê... (Santana explicou descendo os lábios para o clitóris de Britt).
Brittany queria gritar para a sensação deliciosa de ter a boca de Santana envolvendo seu clitóris, a língua habilidosa a levando a loucura. Santana estava dando tudo de si para levá-la a um orgasmo e Britt jamais imaginaria que acordar com tesão no meio da noite teria um resultado tão delicioso, na verdade ela tinha pensado em um banho frio, mas o bumbum durinho de Santana tinha apenas a deixado mais quente e mesmo que ela não tivesse a intenção de acordar Santana, também não conseguiu segurar e Deus! Ela não estava nem um pouco arrependida disso.
Santana sentiu que Britt estava perto e inseriu a língua dentro do núcleo quente, querendo tomar cada gotinha que a esposa derramasse. Ela começou a entrar e sair em um ritmo acelerado sabendo que Britt ficaria apenas mais perto.
– Deus! San! (Britt não segurou o grito, a mão indo para segurar a cabeça da esposa entre suas pernas, empurrando Santana ainda mais contra seu centro).
As paredes de Britt se fecharam contra a língua de Santana e ela levou uma das mãos para apertar o seio da loira, amando a sensação do biquinho contra sua palma.
Britt sentiu o orgasmo chegando, seu corpo todo respondendo aos estímulos da morena, ondas de prazer levando-a a cada segundo mais alto. Ela levou a mão a boca para tentar abafar o gemido, mas não foi bem sucedida deixando escapar um gemido longo com o nome da esposa.
Santana continuou a lamber a esposa até não restar uma gota de seu suco então levantou a cabeça com um sorriso bobo nos lábios.
– Muito melhor que assaltar a geladeira... (a morena brincou deitando sobre o corpo de Britt).
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