Na porta da frente, Santana mantinha Britt em seu abraço, os lábios aplicando beijinhos suaves enquanto a esposa tentava abrir a porta.

- San, isso não está funcionando... (Britt suspirou fazendo a morena sorrir).

- Ok... (Santana falou pegando a mão da esposa e ajudando-a com a fechadura).

- Isso foi realmente surpreendente... (Britt brincou, virando-se para beijar Santana nos lábios). Você tem mãos muito ágeis...

- Já te contei que residente em um ótimo hospital em L.A. e que em poucos anos serei uma cirurgiã, em alguma coisa que eu ainda não escolhi? (Santana respondeu em tom brincalhão, piscando para Britt que sorriu).

- Você é surpreendente doutora...

Elas caminharam entre beijos, subindo a escada até o quarto da bailarina que não demorou a trancar a porta atrás de si.

- Hanna tem treino esta tarde, ela deve demorar, mas eu não gostaria de arriscar... (ela explicou ao olhar para a esposa que a observava).

- Sim, nós poderíamos marcá-la para a vida... (Santana suspirou um pequeno sorriso antes de puxar a esposa para si).

Elas beijaram de maneira quente e apaixonada, as mãos vagando sobre as roupas buscando espaços livres para chegar a pele. Sentada na cama, Santana massageava os lados da cintura de Britt enquanto a esposa lhe beijava, empurrando-a gentilmente com as costas na cama.

- Sua pele é tão macia amor... (Britt suspirou, descendo seus beijos pelo maxilar de Santana até o pescoço, as mãos puxando a camiseta de Santana para cima). Eu tenho pensado em arrancar as suas roupas desde que estávamos deixando nossas marcas uma na outra no estacionamento... (continuou, enquanto seus dedos roçavam a parte de baixo do sutiã de Santana sob a camisa).

- Nós deveríamos fazer isso então... (Santana respondeu segurando com as duas mãos a blusa da bailarina e puxando-a para cima).

Britt sorriu e atendeu a esposa, puxando a camiseta pela cabeça antes de ajudar Santana a se livrar da sua. Ela aproveitou que estavam no embalo para ajudar a retirar os tênis e a calça de Santana, ficando em pé para tirar as suas roupas também. Quando voltou para cima da cama, ambas as meninas estavam apenas em calcinha e sutiã. Santana com um bonito conjunto de rendas brancas e Britt com uma calcinha de Pato e sutiã combinando.

Deitando com uma das pernas entre as pernas da morena, Britt não demorou a atacar a boca de Santana com a sua, beijando-a de maneira faminta, a língua conquistando os lábios cheios e fazendo a morena gemer contra sua boca.

A mão suave e decidida da bailarina desceu pelo corpo da morena tocando com carinho e desejo, fazendo Santana arquear-se em busca de mais. Quando os dedos finos tocaram sobre a calcinha úmida, Britt sorriu brilhantemente, afastando o rosto para observar a esposa.

- Isso é minha culpa San? (ela perguntou inocentemente fazendo Santana sorrir).

- Sim bebê, é sempre por sua causa... (a morena falou baixinho, olhando com amor para os olhos azuis).

- Uhummm... (a bailarina suspirou deslizando os dedos devagar sobre o tecido, enquanto observava as reações da esposa).

Os olhos de Santana fecharam em apreciação e ela mordeu o lábio inferior tentando acalmar-se. Britt tinha visto a mesma expressão centenas de vezes e jamais tinha deixado de se encantar com o poder que tinha sobre a média.

- Abra os olhos amor... (ela pediu sabendo que o castanho estaria ainda mais escuro, que nos olhos da esposa encontraria entrega e amor).

Santana fez como a loira pediu e abriu os olhos devagar, buscando os azuis quando o fez. Britt tinha aquele brilho de desejo que Santana amava, que fazia seu coração disparar todas as vezes, ela mau podia acreditar que era a única pessoa no mundo que poderia ver os olhos de Britt com um brilho tão puro e selvagem ao mesmo tempo.

Elas ainda olhavam nos olhos uma da outra quando os dedos avançaram sob a calcinha, tocando suavemente as dobras de Santana. A loira brincou com a ponta dos dedos, deslizando para cima e para baixo no centro molhado, arrancando pequenos gemidos dos lábios de Santana.

- Dentro B... (Santana gemeu sem desviar o olhar, deixando escapar o pedido mesmo sabendo que Britt sabia o que fazer).

Britt foi mais baixo, deixando um dedo entrar devagar e tirando-o logo depois para adicionar um segundo. Santana mordeu ainda mais forte os lábios para engolir o gemido e Britt sorriu observando-a.

- Você pode deixar ir amor... (ela falou beijando os lábios de Santana com carinho). Não há mais ninguém em casa... (continuou baixinho, acalmando e excitando a morena).

Santana relaxou um pouco, deixando escapar gemidos suaves de apreciação aos movimentos da esposa, o prazer a impedindo de dizer qualquer coisa.

- Você é tão quente e úmida amor... (Britt continuou, a voz calma e suave, contrastando com os movimentos perfeitos e decididos). Quando você vir nos meus dedos eu quero lamber cada gotinha quente de você... (os movimentos continuavam, e a loira sentia seu próprio corpo responder aos gemidos baixos e movimentos de quadris da morena em sua mão). Então eu vou te chupar amor... Sua pele deliciosa na minha boca, seu gostinho na minha língua até você vir novamente... (ela sentia que Santana estava perto, seu centro fechando-se em torno de seus dedos, deixando os movimentos mais lentos. Britt passou a língua nos lábios secos de Santana então falou baixo, os olhos fixos nos castanhos). Até você vir na minha língua...

Santana sabia que Britt era quente, Deus, ela tinha desejado a garota em cada minuto desde que aprendeu o que era desejo, mas naquele momento, Britt parecia ainda mais quente, como se tivesse passado a vida toda treinando sobre como fazer Santana ainda mais louca por ela. As palavras, os movimentos, a língua precisa e deliciosa em torno de seus lábios, Santana não precisava mais nada para sentir todo o seu corpo tencionar, os músculos do estômago endurecer e o calor delicioso do orgasmo tomar o seu corpo.

Notas finais
Uma boa semana pessoal!