Depois Do Acidente.
3 O caminho para o castelo
Eles estavam a caminho de castelo de Branca, e Alice não conseguia tirar da cabeça o porquê daqueles seres saberem de sua mãe, como eles a trouxeram para aquele lugar, e o mais importante o porquê de o chapeleiro maluco quase a ter chamada de filha.
Os três estavam em torno de Alice, como se estivessem guardando algo valioso, algo que ninguém poderia sequer pensar que estaria ali.
_Você está minha querida? – Pergunta o chapeleiro
_ Com varias dúvidas, mas acima disso tudo as dores já passaram e eu já me sinto bem melhor.
_Todas as coisas serão respondidas a seu tempo, não se preocupe. Afinal tudo tem seu tempo certo, nada acontece sem antes sem antes ter se calculado cada segundo para aquilo se realizar.
Alice ainda não havia conseguido compreender o que ele falava, mas desde o momento em que ela havia o conhecido, ela havia notado algo de familiar nele, como se já o conhecesse.
Então, branca da um toque em Alice, e aponta para um castelo todo branco no alto de uma colina, e de longe já dava para ver quão bonito era aquele lugar. E novamente veio o sentimento de familiaridade no coração de Alice.
_É para lá que nós vamos, ele é bem melhor de perto, maior e bem mais bonito. Só espero que goste.
_Eu com certeza já gostei do que vejo. Mas parece que eu já estive neste lugar. Sinto algo familiar com este castelo.
_Afinal você já esteve minha princesa. – Sobrepõe o chapeleiro.
_Vá com calma sim meu amigo? – Ressalta o coelho.
Por onde eles passavam havia criaturas misteriosas e exóticas, cada qual com sua beleza evidente, afinal tudo ali era mágico, e magia era algo que Alice era fascinada.
Em algumas passagens, flores que pareciam quase não querer aparecer de tão pequenas, outras pareciam casas de três ou quatro andares, porém olhando bem de perto dava para ver que eram realmente casas, muitos seres moravam naquele jardim de flores gigantes.
E forma subindo e subindo, ninguém prestando atenção neles, e isso era realmente o que eles queriam, afinal eles estavam com a maior relíquia do trono do mundo das maravilhas.
E foram assim, chegando mais e mais perto daquele palácio.
Quando já estavam quase na entrada já dá para ver o lindo jardim da frente, um enorme canteiro apenas com roas brancas, nada além da pura cor branca, e de um jeito bem especial Alice admirava a ausência de cores daquele tom.
Tocaram uma trombeta e assim que acabou aquele som, o enorme portão de entrada se abre, e todos entram verificando se ninguém os seguira até ali.
Eles entram e percorrem aquele lindo jardim, Alice passando a mão em cada rosa e sentindo aquele aroma que tanto a agradava desde que ela podia se lembrar.
Então ela percebe que naquelas rosas não havia espinhos, e intrigada com aquilo e olha para branca e pergunta.
_Porque essas não possuem espinhos?
_Por que sua madrinha os tirou quando você era apenas um bebe desde aquela época você já era fascinada por isso, então para que você não se ferisse nós resolvemos retirar todos eles
_Branca eu não vou repetir. – Briga o coelho.
_Desculpe-me senhor coelho.
Logo após isso eles chegam a uma enorme porta, branca toca nela, e a mesma se abra no mesmo instante.
_Entre e sinta-se em casa Alice.
_De alguma forma, eu me sinto como se realmente estivesse nela.
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