Dentro de um Coração Vazio

6 Tão Perto, Tão Distante


Notas iniciais
Saindo mais um capitulo bem complicadinho, sofri pra escreve-lo e tbm sofri por Bonnie. Bom, estou um pouco chateada pela falta de reviews, mas enfim vamos ao capitulo!!!

Damon

− Meu doce garoto... – Lily me olhou com ternura e aquilo me aqueceu por dentro, eu precisava da minha mãe ali pra me guiar, então me ajoelhei ao seu lado e senti seu toque me reconfortar por um minuto, enquanto minha face era molhada por minhas lágrimas sinceras. – Ainda há tempo. Diga-me. Diga-me o que você necessita dizer. Diga-me. – A minha necessidade de me libertar eu podia ver refletido em seus olhos azuis ternos e lacrimejados. Eu também podia sentir pela primeira vez o seu amor tudo refletido nos olhos de Lily.

− Mãe... me desculpe. Eu sinto muito. Me dê uma chance de consertar as coisas. – Agora era eu que estava suplicando por ela. Por seu perdão. – Me dê uma chance para deixar você me amar. – As explosões dos canhões continuavam a estourar em torno de nós, mas eu apenas me concentrei em minha mãe que estava morrendo em meus braços.

Entretanto, como um borrão eu fui puxado para uma luz e, quando dei por mim, despertei deitado sobre a mesa bem no centro da sala da Mansão Salvatore. Eu me sentia desnorteado, ouvindo vozes, vozes muito familiares...

− Não tínhamos terminado. – Eu dizia conturbado. − Preciso trazê-la de volta...

− Damon, Damon... sou eu, o seu irmão. Você está a salvou. Está tudo bem. – Dizia Stefan tentando me acalmar.

− Não... eu preciso voltar. – Eu murmurava a mim mesmo, me levantando da mesa pronto para mais uma luta. – Me mande de volta, sei o que... – Minha voz morreu quando ouvi uma voz inesperada me fazendo paralisar.

− Damon isso não é real. – Inesperadamente, ouvi a voz de Elena ali no meio deles e aquilo me deixou em completa desordem.

− Sei que não é real, porque... você não pode estar aqui. – Eu dizia num fio de voz, confuso com a presença de Elena.

− Então irmão, ela está aqui. Ela voltou Damon. – Stefan saiu de perto de mim dando espaço para que eu vislumbrasse Elena ali entre Matt e Caroline. Minha amada Elena estava linda e do mesmo jeito que me lembrava. Mesmo assim, foi inevitável os meus olhos vaguear pela sala a procura de mais alguém que estava faltando.

A verdade era que todo esse cenário em torno de mim, parecia mais um déjà vu, estranhamente, reeditado.

− Não, você não deve se aproximar agora. – Eu disse saindo de meu torpor, enquanto Elena se aproximava perigosamente de mim. Eu olhei para Stefan esperando ele reagir e perceber que ela estava correndo risco perto de um vampiro que havia acabado de voltar literalmente do inferno.

− Está tudo bem, você está livre daquele inferno. – Stefan disse muito tranquilo, uma tranquilidade quase perversa me fazendo se sentir mais perturbado. – A Pedra da Fênix já não tem mais poder. Agora você está seguro. – Ele disse apertando meu ombro amigavelmente, antes de sair da sala me deixando apenas com a minha namorada.

− Ei, por que esse medo? – Ela me fez confrontar seus olhos. – Nós estamos aqui de novo juntos, nos braços um do outro. – Ela roçou seu nariz nos meus e depois deixou exposto seu pescoço nu onde eu poderia ver sua veia pulsando, sedutoramente, para mim. Sem conseguir mais me conter, eu deixei minhas presas invadirem sua pele, tomando o gosto adocicado e metálico de seu sangue.

Em seguida, sinto o cenário mudar como num passe de mágica...



"Até que a morte nos separe!"


Enquanto, Elena lindamente vestida de noiva com véu e grinalda caminha na minha direção, ouço vozes dominarem a minha mente:


"Damon meu querido menino inquieto e orgulhoso demais, você sabe que não pertence mais a essa vida humana. Você nasceu para ser vampiro. Você pertence às trevas." Eu poderia ouvir Lily dizer em tom severo.

"Isso irmão, assim você se ilude um pouco mais. Você está feliz agora?" A voz de Stefan retumbava dura e gélida.

"Oh Damon, meu amante apaixonado e invejoso, que não se contentou em ter somente a garota de Stefan, mas agora quer viver o sonho que seu próprio irmão um dia desejou." Eu podia até ouvir Katherine como uma víbora sussurrar venenosa.

Sim, eu me lembrava. Como poderia esquecer o quanto Stefan lutou até o fim em busca da cura para o vampirismo? Ele queria ser um humano de novo, formar uma família com Elena. Mas, isso fora outra historia que agora estava enterrada para sempre.

E, novamente, eu senti a sensação de Déjà vu me dominar, era como estar dentro de um filme reprisado, várias e várias vezes, sem fim. Mas, isto era impossível. Essas vozes não eram reais, eram apenas minha mente tentando brincar comigo de novo. Porém, nada iria estragar esse momento.

E diante daquele belo lugar, todo ornamentado de flores, sob um céu ensolarado e azul e, entre outros pequenos detalhes, que só tornava aquele cenário do nosso casamento mais bonito, nós paramos sobre o altar improvisado ao ar livre, junto à natureza e com todos nossos amigos ali para testemunhar nosso amor.

Ali diante do Padre e de Mystic Falls, nós fizemos nosso juramento de amor.

− Você me faz feliz e amada como nunca fui. Eu te aceito Damon Salvatore como meu marido, até que a morte nos separe.

− Eu desisti de tudo para ser o seu marido, seu parceiro e pai de seus filhos. Eu te aceito Elena Gilbert como minha esposa, para sempre até que a morte nos separe.

“Até que a morte nos separe.” E aquilo ficou remoendo, tenebrosamente, a minha mente, me causando um choque de realidade terrível. Agora eu era um humano e a morte era a única coisa certa e imutável em minha vida.

Mas, o choque da realidade só estava começando, porque lá entre as árvores nos assistindo, sorrateiramente, estava Bonnie Bennett com seus cabelos jogados ao vento e com seus olhos verdes-escuros cheios de determinação. E de repente eu já não estava mais com Elena, meus pés me guiaram até aquela bruxa teimosa.


− O que você está fazendo aqui? – Eu disse furioso, sentindo o seu próprio medo. — Não vou deixar você estragar tudo de novo.

− Damon, por favor... volta pra casa! – Ela dizia tentando se aproximar de mim.

− Eu já estou em casa. É aqui que eu pertenço, ao lado de Elena. – Eu vi suas íris refletir em dor e magoa, mas eu não me importava.

− Não... Damon, isso não é real. É só uma ilusão.

− Cala a boca! – Eu disse agora lhe enfrentando cara a cara. Nossos olhos se fixaram determinados e, por um instante, aquelas íris quase me fizeram hesitar. – Eu estou feliz com Elena aqui do meu lado. Aqui eu tenho tudo que no fundo sempre desejei.

− Isso é uma mentira. Ninguém pode viver muito tempo preso numa mentira. Isso vai acabar com você. – Novamente, ela tentou me tocar mais eu me afastei, não queria sentir o seu toque, talvez, porque no fundo eu sabia que se ela me tocasse, então, o meu mundinho egoísta iria desmoronar.

− Vá embora e me deixe em paz! – Meus olhos se cruzaram com os dela. A fúria me corroeu por dentro, descontrolado a empurrei com toda força, sabendo que eu não podia machucá-la, fisicamente, no máximo ela sairia daqui magoada comigo.

Consequentemente, suas costas se chocaram contra a lápide onde estava seu nome encravado, foi quando o ar mudou e vi que a mesma realidade que estava tentando me puxar para fora daqui, era a mesma que agora estava confrontando Bonnie, silenciosamente.

No meu mundo perfeito, Bonnie Bennett estava morta e ela deveria permanecer assim...




Bonnie

Eu tinha que voltar por Damon. Eu não poderia fraquejar, ou desistir. Então, com o auxilio de Stefan eu decidi entrar novamente na mente de Damon e tentar puxa-lo para a nossa realidade. Obviamente, as coisas não foram fáceis e o que me deparei, a seguir, fez meu coração se despedaçar mais um pouco.


Eu vi que havia uma festa muito bem arranjada bonita e alegre diante da cidade, onde eu podia ver meus amigos ali, todos presenciando as trocas de aliança e o juramento de amor eterno entre o casal. Eles estavam felizes e muito bonitos. Elena estava vestida toda de branco do jeito que sempre quis estar para o seu casamento e Damon estava impecável em seu terno preto e elegante. No seu rosto vi estampado um brilho tão diferente que por mais que, aparentemente, parecesse de completo amor e felicidade, logo, se tornaram duros e frios, quando seus olhos azuis me olharam.

Ele veio até mim, nós estávamos ali tão perto e, ao mesmo tempo, tão distante. Até podia sentir seu cheiro e seu corpo tão próximo que se eu desse mais um passo, poderia tocá-lo. Entretanto, Damon tentou me repelir com suas palavras afiadas e cheias de espinhos que me feriam por dentro. Porém, essa nem era a pior parte.


Em mais uma tentativa de tentar me aproximar de Damon, de repente como um borrão, fui empurrada brutalmente contra uma superfície dura e fria. Aquilo parecia tão real que eu senti uma dor aguda em minhas costas. Logo, acabei me dando conta sobre onde meu corpo havia sido chocado com violência.

"Aqui jaz Bonnie Bennett, jovem amada, amiga leal e altruísta, com um coração indomável, forjado no amor e na coragem. Descanse em paz!"

Abruptamente, senti hiperventilar, chocada com o que estava diante de mim. Eu sentia meu coração bater frenético numa sensação mórbida.

− Olha só pra você, tentando fugir daquilo que é inevitável. Porque lá no fundo você sabe, a regra era clara... Elena e Bonnie não podem viver num mesmo mundo. – A voz de Damon me tirou de meu torpor. − Pra Elena viver, você terá que morrer. Não importa o quanto você fuja, seu destino já foi traçado. – Eu permaneci ajoelhada na frente dele, sem forças para ficar em pé, pois sentia minhas pernas tremerem.

− Isso não é real. − Eu disse confrontando seu olhar gélido. Ele soltou um riso insolente, zombando cruelmente de mim. – Por que você está fazendo isso comigo? — Indaguei sentindo um nó se formar em minha garganta.

− Você não percebe a verdade nua e crua? — Ele mantinha uma postura prepotente enquanto tentava jogar com as minhas fraquezas.

Era como se o homem diante de mim não era o meu amigo a quem eu aprendi a amar e respeitar. O cara diante mim me fez relembrar o vampiro egocêntrico, arrogante e cruel que um dia eu odiei com todo o meu ser.

Subitamente, Damon foi me arrastando para cenas de um flashback torturante, com várias reprises de nosso passado conturbado...

− Você se lembra disso, Bonnie? − Ali estava a cena onde Damon me atacou quando eu havia sido possuída por Emily. – Aposto que se você fechar seus olhos, você pode ainda sentir as minhas presas dilacerando seu pescoço como um cão enraivecido. – Sua voz soava quase demoníaca me causando um arrepio mórbido. Logo, a cena mudou e Damon começou a reprisar cenas onde ele assassinava muitas pessoas, entre elas uma mulher grávida e Vick Donovan. Eu poderia sentir a perversidade e as trevas exalar dele.

− Damon para com isso! – Eu não queria ver aquilo. Não queria reviver coisas que eu decidi enterrar no passado. Mas, ele não parou e continuou manipulando a minha mente.

− Porque essa é a verdade. Eu sou assim... um monstro sem Elena. – Ele sussurrou se ajoelhando na minha frente e me fazendo ver outra parte de meu passado tão doloroso e triste. Algo que eu nunca mais queria rever. – Você se lembra como sua mãe virou vampira?

Sim, eu me lembrava. E ali estava a cena recriada nitidamente. Damon pairando, subitamente, na frente de uma Abby assustada sem poder reagir ao seu ataque. Ele deu seu sangue a ela e em seguida quebrou seu pescoço sem vacilar, tudo se passou como num flash. Tentei fechar os meus olhos para me concentrar e apagar todo aquele cenário de dor e terror, mas eu não conseguia, estava paralisada, diante da verdadeira face demoníaca de Damon.

− Sem Elena é isso que sou... um monstro sem coração.

Logo, aquele cenário deu lugar a outro...

— Sem Elena eu sou um irmão invejoso. – Então, ele me mostrou cenas de Stefan e Elena como um casal fazendo várias promessas de amor, mas de repente já não era mais o seu irmão ali, era Damon nos braços dela, trocando o seu primeiro beijo.

− Sem Elena eu também sou um amigo egoísta. – Agora sua voz parecia vacilar, enquanto ele me levava para outra cena. Exatamente, há alguns meses após o coma mágico de Elena, quando fizemos uma viagem a Europa na tentativa de seguir em frente.

− Espera, você hesitou em salvar a minha vida?

− Relaxa foram só três segundos.

− Em três segundos eu poderia ter morrido.

− Tem razão, se eu não tivesse feito nada, eu teria a Elena aqui de volta. E tudo seria perfeito.

− Chega! Eu não vou passar o resto da minha vida, ouvindo o quanto você me rejeita.

− Como você quer que me sinta? Você está aqui e ela não. Cada vez que eu olho pra você, eu vejo que não é a Elena.

− Você sabe, eu também sinto falta dela, Damon. Você é uma das poucas coisas que eu posso me apegar. Então, você pode se ressentir, ou me amar. Mas, você está preso comigo.

− Esse é o nosso problema, Bon-Bon. – Era a primeira vez, desde que entrei em sua mente que ele me chamou assim por esse apelido, que se tornou tão intimo, a qual já até me acostumei. – Eu não quero estar preso a você.

Eu consegui sair daquela paralisia horrível e me levantar, fechei os meus olhos tentando organizar as minhas ideias e acalmar meu coração.


− Não é justo que ela esteja num caixão. Não era pra ela estar lá. Era para Elena estar aqui comigo. – Ele permaneceu de costas para mim, ainda murmurando aquelas palavras cruéis. − Agora eu estou fazendo a escolha certa. É ela, é com Elena que eu quero ficar. − Suas palavras me causaram um tremor terrível por todo o corpo, eu senti meu coração pesar em meu peito. − Você é apenas um obstáculo que me separava de Elena. – Meus olhos viajaram para a jovem vestida de Noiva toda radiante, me causando uma amargura por dentro. Não era real, mas o vampiro preferia viver naquela ilusão.


− Então, é isso? Eu sou um obstáculo pra você? – Eu questionei, corajosamente, me aproximando dele que desviou seus olhos dos meus. − Você quer Elena de volta? Então, por que você não me mata de uma vez?


− Não me provoca! − Seus azuis agora pareciam aflitos e a sua voz vacilou. − Eu só quero que você vá embora e... e esqueça de mim. − Nos olhamos por um instante, num silêncio cheio de angustia, até que Damon começou se distanciar de mim, porém eu tentei lhe tocar em mais uma tentativa inútil, quando subitamente senti bater em algo, tipo uma parede invisível.

− Damon! – Eu gritava por ele enquanto o vampiro ia se distanciando cada vez mais. – Damon só me escuta uma última vez. – Então, ele parou ainda de costas para mim. – Damon, eu achava que você era... o meu melhor amigo. Eu confiei em você e eu...

Então, flashes de quatro meses atrás piscavam em minha mente, me lembrando de uma noite fria, aquecida por beijos famintos e carícias atrevidas, onde eu havia não apenas me entregado de corpo, mas também, de alma e coração. Uma noite a qual havia me sentido inteira, desejada, feliz e amada, mesmo que não houvesse promessas de amor, ou um “Eu te amo.” Ainda assim, aquela noite foi o suficiente para mudar tudo.

Eu estava apaixonada por Damon Salvatore, e não me sentia culpada, ou arrependida por ter me entregado tão intimamente e, emocionalmente, a ele. Naquela noite me senti livre e feliz, como há muito tempo não sentia. E agora eu estava aqui diante dele, praticamente, me humilhando e pedindo para que ele não me abandonasse.

− Stefan me disse que você já havia cogitado dessecar à espera de Elena, quando tudo aconteceu. O plano era simples, não é? Você me salvou do Kai, mas Elena iria ficar em coma, então para honrar esse amor... – Era doloroso pronunciar essa palavra sabendo que ela era direcionada apenas a Elena e eu nunca pensei que um dia poderia sentir tanto ódio da garota que fora a minha amiga desde a infância. Pode me chamar de egoísta, mas era assim que me sentia. – Pra você honrar Elena, você iria dessecar. Tudo porque você é um covarde egoísta que não quer encarar a realidade. – Minha voz tremia enraivecida.

− Não existe uma realidade sem Elena e essa é a minha decisão. – Ele resolveu se virar para mim com um olhar carregado de obstinação, enquanto travava e destrava as mãos, nervosamente.

− Eu não concordo com essa decisão. Não concordo que você escolha a si mesmo. – Eu disse com toda a raiva e magoa que assolavam minha alma, enquanto meu corpo era dominado por uma angustia. Sem me controlar senti as lágrimas molharem meu rosto. – Não concordo que nunca mais vou ver você, o meu melhor amigo, nunca mais... – Nos olhamos intensamente, minha voz já estava embargada e o desespero já havia me vencido. – Isso me machuca! Isso machuca tanto!

No entanto, esse era o adeus e nada o que eu dissesse iria mudar sua decisão. Vestindo um pouco do orgulho que me restava, enxuguei as minhas lágrimas decidida a nunca mais chorar por ele e, assim, disse minhas últimas palavras, sabendo que nunca mais iríamos nos encontrar.

— Quando você estiver dessecando e sentindo as dores da fome, enquanto o sangue é drenado do seu corpo, é disso que quero que se lembre. Que você me machucou.

A última coisa que vi foi azuis perdidos em seu próprio egoísmo e covardia, antes de eu ser arrastada, implacavelmente, para a realidade, onde já não existiria mais Damon presente em minha vida.

Continua...

Notas finais
Ai QUE DROGA NÉ!!! Se a Bonnie tivesse dito "Eu te amo" será q Damon voltaria por ela? Q droga como pode um homem adulto não consegui seguir em frente sem Elena? Bom, esse foi meu penultimo capitulo da fic q foi feita pra ser curta o unico problema dela é q eu tinha uma visão diferente quando comecei a escreve-la, mas no decorrer acabei mudando e as ideias foram me levando pra outro lado da trama. Eu sei q talvez vcs pensem o quanto injusto é fazer isso com Bonnie e o quanto triste pra Bamon seria um final assim kkkkkkkk. Mas... existe uma esperança no fim do túnel pq apesar da fic estar chegando no final, pra fazer justiça a todo sofrimento de Bonnie eu irei fazer uma continuação da fic. Se nessa FANFIC Bon Bon teve q lutar por Damon, na sua continuação será Damon q terá que lutar pra resgatá-la, do que? Eu ainda não vou revelar só no ultimo capitulo. E falando em ultimo capitulo, no proximo teremos um flashback Bamon com momentos hots mostrando exatamente quando foi q Bonbon se viu apaixonada por esse vampiro idiota. E tbm teremos um salto no tempo e o retorno do nosso vampiro de olhos azuis tendo que confrontar uma realidade que ele não esperava. Agora vou ser bem franca eu senti que não estou tendo muito retorno aqui e isso me desanima, então, talvez pra quem quiser a continuação vai ter deixar reviews, ou recomendar a fic caso queira continuação postada aqui no Nyah, caso contrario só irei postar o ultimo capitulo da fic aqui e depois postar a continuação só no Wattpad a