Decision.

1 Capítulo Único — Decision.


Notas iniciais
Okay. MINHA SEPÃO ME FEZ FAZER ISSO! ME JULGUE!TÁ RUIM? EU SEI. NUNCA FUI BOA COM ROMANCE, APENAS TERROR CACETE.OKAY PAREI.COMENTEM OKAY? PASSEI 2 HORAS ESCREVENDO ELA PRA TER IDEIA !NÃO, NÃO VO DESLIGA O CAPS PORRATO NERVOUSA-Respira, inspira.Desculpem essa loucura. ^^Comentem que irei ficar agradecida, beijos.

Capítulo Único.

O Mesmo estava sentado no velho banco do parque, pensando no que fez em volta desses anos que se passaram, assim como as oportunidades.

Ela iria seguir a vida adiante com outro, com alguém que ele realmente odeia por tira-la de seu caminho.

O Vento gélido encostava no rosto pálido do rapaz, assim como balançava seus fios morenos.

Ela ainda o amava? Não se importava se não fosse ele dizer ''Aceito''?

As perguntas incomodavam o moreno, que se remexia no banco a procura de resposta em sua mente.

A Mesma estava com os cabelos bagunçados a procura do item labial, enquanto sua melhor amiga degustava de alguns doces que se encontrava no local.

– Magali, não vai me ajudar?!- Indagou irritada ao ver que a amiga estava distraída na comida sem ao menos perceber a presença da mesma.

A Morena bufou ao ver que a mesma não prestava atenção, e se direcionou a ela tirando sua deliciosa atenção.

– O que foi Mônica? — Indagou Magali, tentando apagar o clima tenso entre as duas.

A Morena bufou e fez um sinal no lábios, o que fez a mesma entender o recado.

A Mesma se levantou e pegou uma caixinha que se encontrava em uma gaveta, ao abrir continha tudo que a morena precisava.

– Obrigada Magá! — Agradeceu a morena com um enorme sorriso estampado em sua face.

Magá era o tão apelido carinhoso que Mônica deu a Magali, uma forma de carinho.

A Ruiva esta descontrolada com tantos celulares em sua mão, apenas para atender a ligação dos preparos do casamento.

– Carmem, não vai me ajudar merda?! — Perguntou impaciente a loira, que estava sentada em uma das cadeiras lixando sua unha. — CARMEM!

– O Que foi? — Indagou a loira revirando os olhos.

– ME AJUDA CACETE! VOCÊ SÓ TÁ PARA AI ENQUANTO EU ME MATO AQUI! — Gritou irritada ao ver que as vozes sob o telefone aumentavam conforme o modo de falar dela.

– Eu estou lixando minha unha para quando for pegar o buquê oras! — Reclamou a loira, em modo de defesa.

– VOCÊ NEM VAI PEGAR O BUQUÊ!

– Como pode ter certeza?

– DENISE SABE! DENISE EXPLICA! DENISE ENSINA!

Os meninos estavam na loja ao preparo dos ternos, ansiosos.

Ambos conversavam sobre o mais falado casamento de Mônica e Do Contra.

Parabenizá-lo sobre a sorte que teve em se casar imediato. Como a maioria estava solteira ou em um relacionamento apertado.

– O Cebola foi convidado? — Indagou Nimbus, arrumando a gravata.

– Acho que não, se não ele estaria aqui. — Respondeu Franja, com o olhar sério como de costume.

Todos miraram seus olhares a Do Contra, o noivo que fingia ignorar a conversa sobre Cebola.

A Igreja estava completamente cheia de convidados, tanto de amigos do que familiares.

As vozes de conversa ecoavam pelo local, que podia ser considerado feira.

A Noiva entrou no carro, agarrando a parte sensível do véu de nervosismo a ponto de rasgar.

– Calma filha, vai ficar tudo bem! É Hoje que você vira uma mulher de família com seu amado, não? — Disse Dona Luisa, mãe de Mônica em modo de acalmar.

A Morena apenas balançou a cabeça, e não soube o porque de lembranças com ele veio a sua mente. Naquele momento.

Cebola.

Existia muito lembranças ruins com ele, mas continha as boas.

Ela realmente era feliz com ele? O Garoto que a fez chorar sempre?

Talvez sim.

A Mesma ficou se remexendo com certa dúvida e angustia.

'' Mônica e Cebola, casal prometido. ''

Talvez essa frase seria mesmo realidade.

A Morena revirou os olhos para ver sua mãe, o sorriso estampado no rosto dela poderia se desmanchar a momentos.

A Morena deu um suspiro tristonho ao ver que chegaram na igreja. A Mesma entregou o buquê a sua mãe que a encarou com um olhar curioso, ela apenas sorriu.

Era seu dever fazer aquilo, o destino era aquele. Não tinha volta, ela não iria se arrepender.

A Morena apressou os passos ao ver a cabeleireira que estava a procura.

Sorrio ao ver quem queria, Cebola.

A Mesma segurou as pontas do vestido e correu em direção do mesmo que se assustou ao ver a sombra da morena.

Ambos se abraçaram sobre lágrimas e soluços. Ficaram se encararam após o ato, até Cebola olhar para o vestimento da Morena.

– Mônica... O Que você fez?

– Fiz o certo.

Ambos sorriram e se beijaram, um beijo intenso mas romântico.

Faz horas que estavam esperando Mônica, mas a mesma não deu sinal de vida.

Do Contra ficou preocupado, mas imaginou o que aconteceu.

O Mesmo bufou e saiu do altar, com olhares curiosos entre si.

Após o diálogo demorado da explicação de ambos, Cebola entregou uma carta. A Qual estava escrita todos seus sentimentos a Morena.

A Mesma sorriu, os olhos ardentes ao segurar o choro era impossível segurar.

A Morena desabou em lágrimas, abraçando o rapaz que sorria.

Ambos colaram suas mãos uma na outra, e sorriram.

Juntaram suas testas com o mesmo sorriso estampado em suas faces.

– Agora tudo vai ser diferente...

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!