Death of a Monarchy
13 Facing the monster
Fui o primeiro a me retirar dos aposentos, aquela cena toda me dava repulsa.
Retornei cabisbaixo para o quarto. Sentei-me em uma poltrona adornada em dourado e estofamento requintado. Então peguei algumas cartas que me foram enviadas e comecei a lê-las.Uma carta em especial chamou-me a atenção. Da familia Seymour. Eles me oferecem seu filho mais novo para se casar com minha filha, Maria.Creio que devo voltar para a Inglaterra. Embora no fundo não seja o que quero, não posso desistir de Anne. Mas talvez seja inevitável.Pedi a Thomas Culpepper, meu cortesão, para que arrumasse minhas coisas e encaminhassem tudo a carruagem o mais depressa possivel, penso que é melhor não ver o rosto de Anne antes da partida. Naquela mesma noite partimos, apesar de cansados fomos assim mesmo.________________________________________________________________________________ANNE'S POVO ato estava consumado. Todos deixaram o quarto. Apenas eu e Vlad ficamos lá. Eu olhava fixamente para Vlad, e ele para mim. Só conseguia ver aquele belo sorriso. – você é linda. — ele sussurrou, e com os dedos em meus cabelos, intercalando as finas mechas entre as pontas dos dedos suavemente.– Obrigada. — sussurei também.–está feliz? — ele perguntou.– Muito. — respondi.Ele tocou meu rosto levemente e com os dedos tocou meus labios, em seguida beijou-me.Eu adormeci em seguida. Naquela manhã, acordei assustada com barulhos que me lembravam gritos. Corri do quarto e fui em direção de onde o som vinha. Passava pelos corredores e o sons se aproximavam mais e mais. Percebi que então ecoavam das escadarias. Desci cuidadosamente degrau por degrau, até que cheguei a uma porta que era entalhada com um dragão ornamentado. Os gritos eram altos, até que subitamente cessaram. Abri a porta com força, a mesma bateu na parede provocando um alto barulho. Vi uma mulher nua que estava pendurada em uma gaiola e nas paredes da gaiola haviam facas, ela estava no meio da sala, Vlad estava em pé abaixo daquela pobre mulher atormentando-a com uma lança.Haviam outros homens sentados nas laterais da sala em grandes tronos.– ANNE! — Vlad gritou e largou a lança. — Entre e feche a porta. — – Calma minha jovem. — Uma mulher com cabelos negros e pele extremamente branca. — Meu nome é Erzebet. Quero lhe dizer o que é isso. Essa é a Ordo Draco. — Ela abraçou-me pela cintura.– Não me toque. — olhei para Vlad com olhos marejados. — O que é isso Vlad? -– Não posso esconder aquilo que sou. Aquilo que preciso. — ele se aproximou. E fez menção para que descessem a menina. Ele agarrou minha mão e puxou-me com força para perto dela. Ela agonizava e vomitava aquele sangue todo.Erzebet pegou um copo e com uma faca cortou a veia daquela mulher e deixou o sangue escorrer para aquele copo. Ela tomou um gole e deu o copo para Vlad. – beba. — ele ofereceu para mim.–Está louco?! — –Vamos! Beba! — Virei o rosto. Não podia fugir porque Vlad segurava meu pulso forte. – você é doente! — cuspi em seu rosto.ele limpou com a manga e já estava irado. – Neste caso. — Ele tomou aquele sangue e jogou o copo para o lado. Em seguida puxou-me para perto dele e deu um sorriso malicioso e o sangue estava em seus dentes, em seus lábios e o restante escorria pelo canto da boca. Ele passou o sangue em meus labios e em seguida beijou-me a força. Sentir o gosto daquilo era horrivel. Senti alguém chegando por trás e colocou um pano em meu rosto, inalei algo e tudo apagou.
Notas finais
REVIEEEEWSSS
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