Death Zone - Orcos
1 Capítulo 1
Olá se sei o que devem estar se perguntando, talvez estão querendo saber o que esta ocorrendo, bem posso explicar, mas lembre-se de uma coisa a certas coisas que iram se arrepender de ter ficado para descobrir, por isso recomendo que para os fracos, cardíacos ou até mesmo para os covardes, para ignorarem isso e voltarem a suas atividades, pois o que iram ouvir é realmente tenso e vão me xingar, desejando nunca terem sido informados disso, se você quer ficar mesmo após meu aviso parabéns, prepare seu estomago, banheiro até mesmo seus ouvidos, pois esta historia exige atenção e corações fortes.
Meu nome é Henrique, mas alguns amigos gostam de me chamar de Henri, outros que ficam me zoando me chama de geléia, enfim esta ultima parte não era para ser informada então irei prosseguir. Sou um agente especial da terra, não sou o melhor, mas digamos que na área de mecânica e sobrevivência eu seja o mais qualificado, e bem me enviaram-me para uma missão que sinceramente parecia fácil, e era de fazer uma investigação num planeta chamado de Orcos e que fica bem distante do nosso planeta então ir normalmente é mais de bilhões de anos luz de distancia por isso foi necessário abrir um buraco de minhoca para me levar até lá, e se por acaso você duvida deve ser porque eu me esqueci de dizer em que ano é este, estamos no ano de 2450 amigo então é possível sim.
Após encurtar a viagem, acabei vendo o planeta, era a primeira vez que via e ele era belo, então fui em sua direção até porque minha missão era nele, e apreciar beleza não é minha missão, a descida iria ser bem planejada, até que por uma desventura algo atingiu a nave e a mesma começou a cair como um meteoro, e eu claro tinha que fazer algo nem que seja um pouso forçado, bem peguei naqueles humildes controles e tentei levar a neve para um lugar para pousar, acabou caindo de qualquer jeito mas pelo menos não morri, mas creio que nunca mais poderei usar aquela nave para retornar para casa até porque ela ficou destruída, vocês acham que eu sai? Eu não disse que sou Super Homem gente, eu tava desmaiado fiquei lá com corpo para fora da cabine naquele planeta.
Horas se passaram, e quando eu acordei, vi um homem com armadura, sei que terá gente me zoando, mas não gente não teve nada disso que pensam que rolou, tava caído no chão, e o homem tava matando algo, com a visão meio turva vi as coisas com dificuldade e elas tinham garras seus rostos eram deformados avia apenas um olho e ele fica na diagonal da esquerda, e gritavam muito alto, o homem falou comigo me empurrando para bem distante, um dos bichos pularam nele, porem ele conseguiu se salvar esfaqueando a cabeça já o outro ele usou uma magnum e atirou bem no olho assim o matando. Não adiantam me perguntar como é o cara, não sei o corpo dele tava coberto, porem sei o nome, bem... O codenome, ele é o Agente 87, eu sei é ridículo, mas foi só isto que ele falou para mim quando perguntei o nome dele ; Agora que guiei vocês até aqui podem ver o resto sem eu ficar narrando toda a historia.
Agente 87: O que você faz aqui? Diz ele em quanto vasculha o local, sua voz era meio robótica por causa do auto falante, que ficava no seu capacete cujo visor não deixava ver seu rosto.
Henri: Eu vim aqui porque me disseram que tinha que conferir algo por aqui então sabe como é cumprir ordens de superiores da Terra. Disse eu me limpando e tentando entender o que ele estava fazendo.
Agente 87: Bem acho que já viu o que aconteceu, esta tudo perdido por esta cidade amigo, aqui esta rolando o inferno e acredite não ta nada fácil por aqui. Diz ele pegando um scanner e fazendo a varredura.
Agente 87: Acertou tem sim, o que você tentou ver são os ghouls, são a classe baixa destas criaturas, são burros e matam e costumam matar em grupo, as vezes são bem covardes fugindo para ganhar tempo até achar um parceiro para lhe atacar, enfim tome isto. Diz ele jogando uma metralhadora para mim e obviamente eu a peguei no ar e fico analisando aquela coisa.
Henri: De que século é você? 21? Fala sério esta este tipo de metralhadora é mais antiga que minha avó. Realmente não entendi porque de receber algo velho para mim.
Agente 87: Infelizmente é só o que temos, estas armas são bem úteis neste inferno amigo, comece a aprender a lidar com a situação que esta vivenciando, enfim vamos, precisamos achar mais agentes como eu deve ter uma base militar segura por aqui, por tanto me siga.
Bem eu falei que não iria narrar toda hora, mas não falei que iria parar de narrar, retomo a partir daqui. Eu tive que seguir o cara, até porque acham mesmo que ficaria sozinho naquele lugar? Nem pensar, segui ele com a metralhadora em minhas mãos, vocês se perguntam qual é a metralhadora, mas eu digo fiquem na imaginação... Esta bem vou detalhar, era uma UMP.45, é de deixar qualquer amante de arma fascinado, mas no meu caso é chato estou me sentindo na época dos antigos.
Caminhávamos por aquela cidade abandonada, tudo caindo aos pedaços, já nascia plantas nos prédios e estradas, carros estavam todos quebrados e despedaçados, mas o momento de silêncio e tédio foi quebrado com um grito, e nós claro fomos atrás, porem não sabíamos que iríamos lidar com bandidos muito bem armados, e não era qualquer arma que eles portavam e sim armas muito bem contemporâneas, eles olharam para a gente e começaram a atirar, eu e o agente esquivamos pros lados e procuramos abrigo, e começamos a atirar neles, muitos tiros por muita sorte pegavam de raspam e passavam direto dando para sentir o calor das balas, eu tinha que carregar rápido, não queria ter motivos para poder ta recarregando mais naquele momento eu tinha.
Após um longo tempo naquele campo de batalha vimos um carro, o agente pegou uma barra de ferro e afundou na porta e forçou como uma alavanca arrancando a porta como se fosse uma simples tampa, e lá dentro tinha um homem e ele tava consciente; não ele não tava de armadura seu cabelo era vermelho penteado para os lados, branco e em forma, o cara saiu do carro são e salvo, seu nome era John.
John: Obrigado pela ajuda, sabe ninguém faria isso no lugar de vocês, porem mesmo assim acho melhor discutirmos isto em outro lugar, aqui é um ótimo lugar para sermos atacados. Diz ele pegando uma das armas caídas no chão.
Agente 87: Mesmo não lhe conhecendo, você tem razão vamos falar disso mais tarde, por hora vamos arranjar um lugar seguro para nos abrigarmos. Diz ele gesticulando com a mão.
John: Sabe que tal ir para Cidadela de Arkreonte? É uma das Cidadelas mais poderosas e ricas da região, é da onde eu vim, sou um soldado de lá. Diz ele com a mão no queixo em quanto olha para a gente.
Henri: Ainda existem lugares de pé? Achei que tudo tivesse sido destruído. Digo eu ainda em duvida sobre o que ocorreu em quanto pego uma arma de um dos ladrões
Agente 87: Bem digamos que pessoas passaram a se alojar próximas a bases militares para garantirem segurança em seus afazeres, tipo um novo feudalismo. Diz ele apenas olhando para mim
John: Sei a conversa é ótima, mas melhor irmos logo antes que aquelas criaturas apareçam aqui. Diz ele pegando uma das armas dos ladrões assim como eu.
Assim decidimos acompanhar o homem naquela tensa cidade abandonada, este foi um dos momentos em que estava com medo, porém tive que me conter para manter minha sanidade integra, os prédios estavam quebrados com plantas nascendo por cima das calçadas e ruas, florestas estavam a florescer, em quanto expostos estavam os carros e corpos jogados no chão, suportar aquilo durante o percurso dava e ainda dá medo de lidar, não queria saber pelo que passaram e como passaram, a viajem era longa e exigia atenção, coisa que se perdermos morreria nos três...
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