Dear Madness

14 As Cinco Alices - Dois Por Um


Notas iniciais
Hey! Leiam esse capítulo escutando Alice Human Sacrifice do Vocaloid. Estou sem link aqui, mas é só pesquisarem a tradução. Esse capítulo é mais uma explicação das cinco/quatro Alices. E lembrando que a quarta Alice são gêmeos, por isso dois por um. Espero que gostem do capitulo! Boa leitura :3

Primeira Alice

Ah, 1997. Época onde tudo era novidade, as pessoas sabiam o que era fascínio. É lá que conheceremos nossa bela Alice.

Hannah Ashburn não se chamava Alice. Era uma garota determinada, de vinte e poucos anos, com cabelos curtos cor de mel. Ela era dona do Hannah's Burgers. Uma lanchonete como qualquer outra em Tóquio.

Certo dia, um dos funcionários de Hannah precisou pedir um tempo. A sua esposa estava grávida e precisava de descanso. Ele era faxineiro, e apesar de jovem, já era bem maduro.

Hannah disse-lhe tudo bem. Ele foi, feliz e contente. Hannah ficou até mais tarde para limpar a lanchonete. Limpou, limpou, e quando terminou, ela ouviu a porta bater.

– Ah? Olá? Nós estamos fechando. — disse ríspida. Ela se virou e encontrou um homem com uma faca na sua frente. Soltando um grito, logo foi abafado pelo sangue.

Ela costumava cortar muitas belezas, por ser muito dura com seus funcionários. O homem poderia ser qualquer um. Os policiais suspeitavam ser o funcionário de folga. O rastro vermelho de raiva que ela fez ao trazer a fúria aos seus funcionários foi algo inapropriado, que se ela não fizesse, não estaria assim.

A polícia a encontrou com um naipe. Uma rainha de espadas.

Segunda Alice

O ano é 1998.

Logo depois da morte de Hannah, o local se tornou pouco visitado. Um casal comprou o terreno, colocando ali um famoso restaurante.

Naquele lugar, Danny Fersnop cantava pra ganhar algum dinheiro pra pagar seu aluguel. Ele cantava à noite, e músicas que estouravam na época.

Naquela noite, Danny tinha acabado com a música e estava ocupado retirando os equipamentos dali. Uma sombra é iluminada pela luz dos candelabros. Ele, confuso, se vira. Era um moreno de olhos azuis, e um rapaz doce e carismático.

– Bem-vindo ao País das Maravilhas. — disse a voz, e cravou uma bala na sua cabeça.

Os policiais encontraram o corpo sem cordas vocais, e a bala de prata no chão. Um carta, um naipe, estava nas mãos do garoto: um rei de ouros.

Isso foi a queda do restaurante para os donos. O terreno foi devastado e lá foram plantadas diversas árvores.

Terceira Alice

Dois anos depois, Amy Lye se forma. É uma adolescente doce e divertida, de 15 anos. Seus longos cabelos castanhos e olhos verdes destacavam a beleza dela. Destacavam.

Era uma tarde comum. Amy conversava com um amigo virtual. Ela não o conhecia de verdade, porém eram grandes amigos.

Naquele dia, Amy conversava com ele e recebeu uma mensagem, dizendo que ele queria encontrá-la. Ela aceitou, e ele disse a à localização; a floresta onde antes havia um restaurante.

Claro que ela ficou com medo. Mas assim foi. Andando sozinha, era noite. Ela encontrou o rapaz, e o achou lindo. Eles riram, conversaram. Ele a deu um copo dw suco de laranja, e como ela amava, tomou em um gole.

O gosto, apesar de estranho, era bom. Ela sentiu sono e quis voltar. Porém, ele a pôs no colo e andou com ela até uma cabana. Lá, ele cortou parte por parte de seus membros.

Depois, cavou uma cova rasa e colocou lá o corpo de Amy. Juntou dois pedaços de madeira com um prego e fez uma cruz. Onde lá havia outro naipe: uma rainha de paus.

Quarta/Quinta Alice

Casey e Brian Hufflepuff eram irmãos gêmeos. Seu cabelos loiros e seus olhos azuis eram tão brilhantes quanto belos diamantes.

Era noite, e os pais saíram pra comemorar seis anos de casados. Casey, a mais velha, tinha colocado no canal de desenhos e ambos dormiram assistindo As Meninas Super Poderosas. Brian dormiu, mas acordou com o barulho da porta.

Imaginando que fossem seus pais, Brian ignora e volta à dormir. Enquanto lá entra uma sombra. O homem derrama um líquido púrpura na boca das crianças. O púrpura escondia o veneno puro.

Na manhã seguinte, os pais e a polícia acharam os corpos das crianças. Seguravam duas cartas. Na verdade, era uma carta partida ao meio. Um ás de copas.

A Última Alice

E agora ela. Nathalie riu maníaca para seu irmão, o sangue caia de sua boca.

– Oh, meu irmão. Pense bem: você vai queimar no fogo do inferno.

– VOCÊ QUE IRÁ, SUA IDIOTA! — berrou Zack. — Mata meus pais e agora quer me matar?! MINHA PRÓPRIA IRMÃ!

– VAMOS ACERTAR AS CONTAS!

Notas finais
Eu me inspirei na história real (http:// medob.blogspot.com) lá vocês vão achar nos posts de 2012. Não são os nomes reais. E sim, Danny Forsnop é paródia de Danny Worsnop, do Asking Alexandria. Beijos no cérebro!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.