Dear Diary - (ItaSasuSaku)
12 Cry
Notas iniciais
Obrigada a todos os reviews, eu li todos mesmo e fiquei super happy yeah yeah yeah o/
Bom, aqui vai um capítulo meio pequeno devido a minha falta de tempo. Peço desculpas. Ah é, antes de prosseguir gostaria de esclarecer uma coisa. Meu computador está ruim e estou tendo que usa-lo em modo de segurança onde tenho que escrever no BLOCO DE NOTAS. Eu sofro horrores tentando manter um formatação, no mínimo, aceitável. Graças a isso acabam passando erros grotescos na escrita por ser TERRIVEL revisar tudo.
Foi mal mesmo.
Mas ai vai o cap, chega de lenga lenga.
Boa leitura e KissKissKiss
Bom, aqui vai um capítulo meio pequeno devido a minha falta de tempo. Peço desculpas. Ah é, antes de prosseguir gostaria de esclarecer uma coisa. Meu computador está ruim e estou tendo que usa-lo em modo de segurança onde tenho que escrever no BLOCO DE NOTAS. Eu sofro horrores tentando manter um formatação, no mínimo, aceitável. Graças a isso acabam passando erros grotescos na escrita por ser TERRIVEL revisar tudo.
Foi mal mesmo.
Mas ai vai o cap, chega de lenga lenga.
Boa leitura e KissKissKiss
Personagem Narrando: Haruno Sakura
Senti uma pontada forte no pescoço que me fez acordar. Eu estava abaixada na cama, ao lado do loiro, que permanecia desacordado e finalmente dormia tranquilamente. Por toda a noite Deidara teve febre alta, suava frio e sentia dores. Me certifiquei de estar ao seu lado caso ele precisasse de algo e acabei adormecendo ali, de mal jeito. Ao verificar seu pulso e sua respiração me levantei e gemi baixo, sentindo dores terríveis na coluna._ Não consigo entender... — Direcionei meu olhar a ele que apenas fitava o teto. Expressão vazia. — Não vejo motivos para me ajudar._ Hn?_ Eu te meti nessa roubada. Eu te trouxe para cá: sou um dos responsáveis por sua atual condição escrava. Por qual motivo não me deixou morrer? — Olhou-me enfim, confuso._ Sou uma médica. Salvo vidas. Aprendi a fazer de tudo para salvar uma vida sem julgar se este merece ela ou não._ Você é estranha. — Voltou a olhar o teto mas agora com um pequeno sorriso enfeitando os lábios. — Ou é tola ou muito boazinha. Seja o que for, eu gosto. — O sorriso curvou-se ainda mais, se tornando mais amplo._ Me chame se precisar de mim, ok? — Retribui o sorriso com sinceridade e virei-me de costas, pronta para deixar o quarto._ Sakura!_ Sim? — Virei-me._ Obrigado.-Sai do quarto exausta. Tive que me virar em um procedimento que deveria ter sido feito em um ambiente hospitalar, uma cirurgia crítica e amadora devido as péssimas condições em que me encontrava. Cirurgia essa que me custou grande parte do meu chackra. Pedi a Kami que não houvesse nenhuma infecção ou complicação mas tudo acabou correndo bem. Apareci na sala onde Pein mantinha-se sentado e desligado o suficiente para não em ver me aproximar._ Recebeu... — Engoli em seco. — A tal encomenda de Sasuke?_ Se esta falando do braço de Deidara, recebi sim. — Não se deu ao trabalho de me olhar enquanto falava comigo, apenas continuava a fitar o nada._ Eu realmente não quero mais causar problemas. — Ganhei a atenção dele, finalmente. — Deveriam me deixar ir._ Primeiro tentaremos o plano A. Você é útil para nós e mais ainda para Itachi. — Senti a malícia em sua voz._ Por falar nele. — Olhei a minha volta. — Onde ele está?_ Treinando. Parece determinado._ Ele pretende lutar contra Sauske? — A notícia, de fato, me surpreendeu._ Óbviamente ocorrerá uma luta quando eles se virem. Ou você acha que Sasuke vai desistir da vingança unicamente por uma mulher?_ Não acredito que ele faria algo assim. Só acho meio difícil de acreditar que essa luta, enfim, vai acontecer. E somente um dos dois vai sobreviver._ Ja sabe para quem vai torcer, Haruno? — Fiz a mesma pergunta para mim mesma, desesperando-me.-Personagem Narrando: Uchiha Sasuke_ Não vai implorar por sua vida, Sasori? — Me aproximei dele que permanecia calado sem ao menos se dignar a olhar em meus olhos. — Implore e talvez eu tenha piedade de sua pobre alma e te mate rapidamente... sem muita dor._ Vá se fuder, Sasuke Uchiha! — Resmungou, cuspindo no chão ao proferir meu nome._ Ora, ora, ora... Veja Suigetsu, ele é corajoso. — Eu, Juugo e Suigetsu estávamos lado a lado observando o ruivo amarrado a nossa frente. — Quer bancar o machão._ E Você Uchiha? Quer bancar o herói e salvar sua donzela? Lamento informar que ela não é mais tão donzela assim! — Olhou-me pela primeira vez e com ar zombeteiro._ Do que está falando? — Irritei-me, dando dois passos em sua direção._ Sua doce e inocente flor de cerejeira... ja é mulher. Itachi fez dela mulher. — Gargalhou e minha cabeça ficou turva. Não podia admitir isso. Itachi tocando-a, forçando-a a ser dele._ Cale a boca dele, Suigetsu._ Como, senhor? — Falava arrastando a voz com extrema satisfação. Ansiou por aquela ordem a noite inteira._ Faça o que quiser, só não o mate. — Sai do local e a última coisa que pude ouvir foi um grunhido alto de um certo Akatsuki. — Sofra. seu merda!Não demorou muito para minha cabeça me trair e fazer com que eu me lembrasse do que o ruivo disse. "Itachi fez dela mulher". Como estaria ela agora? Seu psicológico... Seu corpo. O que ele fez com a jovem ninja irritante? Fechei os punhos e quase pude ouvir meus ossos estalando. Levei as mãos à cabeça, tentando me livrar de minha própria imaginação. Eu quase podia ouvi-la gritar, clamar por mim, implorar por minha ajuda. Eu não estava ao seu lado, eu precisava me vingar. Mas e ela? Sakura ainda me ama? Será que ela também quer vingança? E se ela quiser quem será o alvo de sua vingança? Itachi, o causador de sua desgraça ou Eu, o omisso: aquele que a abandonou? Não! Sakura me ama! Ela me quer ao lado dela — ou pelo menos queria — para sempre._ AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH! — Gritei a plenos pulmões, socando a parede mais próxima de mim. Algo esttranho se remoia dentro de mim e fechava minha garganta, enfraquecia meus pulmões, aquecia meu rosto e... umidecia meus olhos. Eu estava chorando? Me surpreendi ao constatar que sim, sentindo o escorrer de uma única gota solitária traçando um caminho sinuoso de meus olhos até meus lábios e provei de seu gosto salgado. Salgado quase amargo. Era o gosto de minha tristeza.
Notas finais
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