Dead Love
3 É vencer, lutar ou perder?
Nos três estávamos no palco prontos para o torneio de musica éramos três garotos e cinco garotas todos bem concentrados em algo, eu em fazer minha prima e pagar os outros em ganhar.
Eu não queria cantar, mas precisava ganhar para mostrar a minha prima quem eu sou. O primeiro tema era livre então eu escolhi Kinda Outta Luck da Lana Del Rey e todos foram à loucura quando começou a musica. A segunda rodada é mais fácil e minha prima quase saiu por uma micro diferença na votação, o próximo tema é separada e a minha era alguma musica com gods então escolhi Gods & Monsters também da Lana eu passei novamente e na final era eu e Estefani como ela queria o tema era três musicas diferentes as quais eu escolhi Brooklyn Baby, Blue Jeans e Body Electric ao qual deu empate e nos teríamos que desempatar e adivinha como alguém do publico viria dançar ou cantar conosco. Estefani conseguiu de primeira um ajudante, mas quando fui eu as coisas estavam meio confusas eu a vi a garota parecida com uma fada e ela estava lá com ele e estavam discutindo, ela dizia para ele ir e ele se negava. Ela levantou seu braço e gritava apontando para ele com a outra mão, mas havia outro passo eu teria que escolher ele, eu sabia disse e fiz sem pensar ou remediar.
– Ele, o de olhos azuis que tem a mão levantada pela garota. –falei para o juiz que foi buscá-lo.
Ao chegar lá ele me olhava me estudando assim como eu.
– Ele toca piano. –ela me olhava com esperança como se eu pudesse fazer mágica.
– Como? –perguntei
– Ele toca piano e você canta, vai ser lindo. –depois de falar isso ela saiu dançando.
– Você conhece Bel Air da Lana?
– Sim.
–Ok. Posso te perguntar algo?
– Talvez.
– Porque você não se despediu aquele dia me fez pensar que eu era louca ou que andava vendo coisas novamente quando você era real? E pior me seguiu durante dias?
– Eu não sei. Podemos conversas depois sobre isso? –ele pergunta-me com olhar de “não toque mais nesse assunto” como todos ultimamente.
– Tudo bem — eu viro as costas e subo no palco e ele se põe sentado em frente a um piano e começa a tocar.
A garota loira com aparência de fada tem razão é lindo e magico no final eu ganho, mas nem sei se ganhei algo realmente, pois bem descubro que perder nem sempre foi tão ruim assim afinal. Logo depois de ganharmos ele desce do palco e agradece. Ele entra na multidão que agora esta dançando, eu não consigo velo e isso me enlouquece, eu saio correndo atrás dele porque desta vez não, ele não ira me deixar. Eu consigo velo um pouco de longe, mas seu cabelo loiro é inconfundível, eu consigo alcança- lo e pegar seu braço.
– Não desta vez. –eu digo entre meus dentes por ter corrido — Só responda uma pergunta, apenas uma pergunta ok?
– Porque você esta fazendo isso seria mais fácil deixa-la, você não acha? – ele diz com um olhar de quem chuta um cachorro e eu abaixo meu rosto para ele não me ver chorar caso eu não consiga fazer as lagrimas retornarem seu caminho.
– Se você me ama por que foi embora e daquele jeito? Por quê? –ele me olha varias vezes dos pés a cabeça e depois olha no fundo dos meus olhos onde ficam meus demônios, mas eu não posso mostra-lo então viro o rosto.
– São duas perguntas e não uma. – ele sorri e suspira, ele procura meus olhos, mas não os encontra. – Vamos fazer assim, você não precisa das duas respostas, você precisa só de uma e é esta quem disse que eu a amo? Pelo menos eu não me lembro de falar isso, não é? – ele ri novamente e procura meus olhos, mas desta vez ele os acha, ele vê cada demônio dentro de mim corroendo-me e desejando a ele também, mas eu não faço apenas solto seu braço e o vejo partir como deveria ter feito antes.
Não me mexo, nem para secar as lagrimas que caem de meus olhos. A única coisa possível é pensar em todas as mentiras ditas naquele dia que eu acordei no que ele devia estar pensando ou ate no por que de tudo isso. Eu penso ate que as lagrimas acabam e eu me cindo péssima ate mesmo cansada.
– Parece que você ganhou pera ai você esta chorando? Charlotte Letalia Munique de Alves esta chorando. – fala Estefani se rindo de meu sofrimento.
– Na verdade eu estou chorando mais de rir e adivinha de quem de você Estefani de Souza Alves, apenas de você. – Falo rindo entre as lagrimas e meus demônios corrosivos famintos e loucos para se alimentar de Estefani. Mas eu os paro porque pelo mais que eu a odeie ela é apenas mais uma coita sem pecadora.
– Cassie tem razão você é podre, uma maça podre ao qual ninguém quer ou gosta você é S-O-Z-I-N-H-A e não é por escolha. – ela fala para mim como se eu fosse feita de ferro e não de ar como sou, ela é apenas mais uma ao qual não consegue me ver ao qual não vê a porcelana que sou á porcelana que se enche com todas as mentiras e xingamentos e fica preste a estourar os meus remendos que os médicos fazem todos os dias com remédios.
– Eu não me importo porque eu ainda sou uma sozinha com mais amigos que você. – eu respiro, sorrio friamente e depois vou embora em direção ao banheiro feminino para refazer minha maquiagem.
Eu passo no balcão do bar antes de ir ao banheiro e compro duas garrafas de vodka e vou para o banheiro refazer minha maquiagem ao chegar lá demoro vinte minutos apenas me olhando no espelho e bebendo uma das garrafas de vodka e rindo de mim mesma.
– Você deveria não beber as duas garrafas não quando seus amigos estão lhe procurando. – eu demoro um pouco para perceber que quem fala comigo é a garota parecida com fada e acompanhante de Liam.
– É o que talvez resolva a minha fossa, já que eu estou proibida de tentar me matar. – ela ri de mim ou comigo e depois me olha mais um pouco.
– Quer que eu te ajude com a maquiagem? Você não parece conseguir muito bem refazer ela sozinha. Não acha?
– É claro pode ser. – ela sorri depois pega minha bolsinha e tira minhas maquiagens e meu removedor.
– Você deveria comprar uma aprova d’agua.
– É talvez. – a vejo remover minha maquiagem e fazer uma nova igual, mas melhor. – Você não quer uma garrafa dizem que beber junto com alguém ajuda.
– Claro. – ela responde pegando a garrafa fechada. –você não deveria chorar por ele, deveria o fazer sofrer por fazer isso com você.
– Eu não estou chorando por ele, bem na verdade não só por ele e haliais qual é seu nome.
– Eu sou Cecilia, mas você pode me chamar de Ceci. Tenho a impressão que você e eu seremos grandes amigas. – ela sorri – E aqui esta você linda e como se nada houvesse acontecido. – ela me mostra uma garota nova no espelho e eu sorrio e a garota imita.
– Obriga... –mas ela não esta mais aqui. Eu penso que tudo foi um sonho, mais não Ceci era real ela levou minhas duas garrafas para eu não beber mais.
Com essa confirmação a apenas duas alternativas ou eu vou atrás de Ceci e luto como ela quer ou eu fico luto para perdê-lo. Eu escolho a alternativa menos confiável.
Eu nunca corri tão rápido em minha vida inteira, eu entro na pista de dança ela não esta tão lotada como antes quando entrei no banheiro. Eu a vejo no meio da pista olhando para mim e sorrindo. Eu vou ate ela.
– Você disse que era ganhar ou perder e eu escolhi lutar.
– Mas pelo que?
–Por mim. –digo a Ceci e ela sorri para mim. –e eu também não disse meu nome.
–Qual é o seu nome?
– Charlotte Letalia.
– Lia o que acha?
– Incrível
– Você vai ser mais brilhante que já é eu sei disso e Liam merece uma luta justa. – ela sorri e olha para o lado que eu a vi pela primeira vez hoje. Ele esta lá, mas ele não esta mais sozinho ele tem uma garota com ele, ela é linda tem cabelos cacheados e de um tom de castanho bem escuros na altura dos ombros, é alta quase do mesmo tamanho que ele, tem um corpo escultura, lábios carnudos e com uma pinta no canto direito da boca, seus olhos são de uma cor de um tom mais escuro que seu cabelo que quase parece preto, mas em contraste com sua pele cor de mel fica mais dos que perfeita. Ela sorri e nos olha, meus demônios fervem dentro de meus olhos, eles há querem esfolada, mas viva. – Me desculpa não sabia que ele havia chamado Rosana.
– Tudo bem, eu não me importo à luta começa agora.
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