DeStRoY

6 Almost There


Notas iniciais
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOi, atrasei um dia, mas tá ai o novo capítulo, que como diz a tradução do título, Estamos Quase Lá pra festa. Bem, postei esse outro capítulo antes da festa pois o capítulo da festa ainda está com buracos, faltam partes, faltam idéias... peço que tenham calma comigo galera, estou trabalhando, estudando, escrevendo, e ajudando em casa depois de tudo que aconteceu. Espero que gostem desse novo capítulo, ele tem meio que uma apresentação de alguns personagens, e umas tretinhas básicas! Leiam e se deliciem!!! Bexux de Lux, ~TheStranger

Peter Bruckstwave já terminara de se arrumar, e esperava ansiosamente por Max na porta de sua casa. Os dois mantinham contato desde o dia do aeroporto, e haviam virado amigos desde então. Saber que Max estudaria na mesma escola que ele, deixava Peter ainda mais animado. Mal chegara a Hillsburg, e já tinha feito amigos.

Quem não estava se entrosando era Dylan. A cada dia que passava, o caçula parecia mais distante de todos e de tudo. Peter até chamara o irmão para a festa de Emelly, mas ele recusou. Era normal Dylan não gostar de Peter, sempre foi assim, desde pequenos os dois pareciam se odiar como tropas rivais da segunda guerra mundial. Mas alguma coisa parecia diferente nessa relação, o desprezo de Dylan pelo irmão não era o mesmo de sempre, parecia realmente que Dylan odiava Peter.

Os pais tentavam ajudar , conversavam, falavam, repetiam e repetiam que os dois deviam se acostumar um ao outro, mas nada mudava. Peter até tentou ser menos bruto com o irmão, e de nada adiantou. Dylan o odiava ainda mais desde que se mudou de Londres. Era como se Peter tivesse o controle sobre a vida dos pais – o que em partes era verdade.

Mas, agora, teriam de estudar juntos, e morar juntos. Sim, morar juntos.

Os dois podiam até já morar juntos, mas não tinham uma convivência tão grande, pelo menos há alguns anos. E agora, no Hillsburg College, eles iriam passar a semana juntos.

Peter se livrou de seus devaneios sobre a festa e a irmandade que Emelly Caswell havia criado, e olhou para o relógio.

19h41min. Max estava mais de meia-hora atrasado.

Peter sabia que Max fora buscar Sam e Riley, mas o atraso começara a ficar exagerado. Tirou seu celular do bolso, e viu que havia 23 mensagens perdidas. Peter pegara o número de cada um, e criara um chat sobre a festa. E ninguém parava de mandar mensagens.

Abriu o chat, e começou a ver o que tinha de novo.

E era apenas mais Fiamma reclamando do tempo, Brendon dizendo que sua moto não queria funcionar, Sam sendo ignorante com todos, e Max pedindo desculpas pelo atraso.

“Ah, pelo menos ele é educado!”, pensou Peter, ainda irritado pelo atraso exageradamente exagerado de Max.

E mais mensagens chegavam.

Brendon: essa droga de moto ñ quer funcionar 19:42

Theo: Estamos quase todos aqui, mas vocês enrolam 19:42

Max: Peter, espero que você já esteja pronto!!!! 19:43

Peter: Larga o celular E DIRIGE!. SEU LERDO. 19:43

Nik: Peter foi tão grosso, que achei que era a Sam 19:44

Claire: Hahahahahahahahahahahahahaha 19:44

Brendon: Tem como alguém vir me buscar? 19:44

Sam: CALA A BOCA, RUSSO! 19:45

Theo: Shepler, faz o seguinte, vai até a ponte, 19:45

eu te pego lá daqui uns 20 minutos

Brendon: Tá... Estou indo! 19:46

E, de repente, todos ficaram calados. Desde que Peter fizera o chat, na noite anterior, era assim. Todos falavam ao mesmo tempo, brigavam, riam, e pediam ajuda. E do nada, todos se calavam e decidiam desaparecer.

Olhou para a rua, e o carro de Max virava á esquina. Levantou-se e foi até a calçada.

– Finalmente, Sr. George! – Disse Peter, quando Max parou a caminhonete ao seu lado.

– Não me chama desse jeito, Peterson! – Max disse, rindo.

– Você sabe que meu nome não é Peterson.

– Deixem a paquera pra depois. Vamos logo! – Sam foi irônica e direta como sempre.

Peter abriu a porta traseira e entrou, sentando ao lado de uma Riley risonha, mas que se mantinha calada para não irritar Sam ainda mais. Peter olhou para Riley, que ainda sorria, e bateu a porta do carro. Max finalmente acelerou.

– Alguém me explica o motivo do atraso? – Peter perguntou.

Max parecia concentrado em dirigir, Riley ainda segurava o riso, e Sam encarava Peter pelo retrovisor. O silêncio tomou conta, e de repente, todos os celulares tocaram ao mesmo tempo.

– Chatice! – Disse Sam, pegando seu celular para ler a mensagem.

O chat já ganhara 35 novas mensagens desde a última vez que conferira, e a maioria das mensagens era sobre o atraso do grupo. Sam decidiu apenas ignorar o celular, e o colocou no modo silencioso. Precisava se distrair um pouco, e também, não estava a fim de ler todas as 35 mensagens novas do chat.

Os celulares tocaram novamente, e Sam já começava a se irritar.

Max ligou o rádio no ultimo volume, e todos deixaram os celulares de lado para cantar.

...

Depois de quase 50 minutos dentro do carro, finalmente chegaram à festa de Emelly. Nem haviam se cumprimentado em frente ao Rodeopub, pois já estavam muito atrasados, então decidiram seguir direto para a festa. E o caminho foi longo. Primeiro; Max sentira dor de cabeça, e optou por deixar Peter dirigir; depois Troy se perdeu do comboio e foi por outro caminho, chegando mais atrasado ainda. E, agora, não havia mais espaço para estacionar os carros.

– Ah! Minhas pernas estão em COMA! – Disse Brendon, descendo do carro de Theo – um Audi RS7 Vermelho. Junto com ele, desceram Theo e Kat.

Do carro de trás; o Porsche Panamera azul de Troy; desceram ele, Nik, Fiamma e Claire. Logo atrás, Peter chegara dirigindo o GMC Canyon do pai de Max.

– Peter dirige igual o Vin Diesel em Velozes e Furiosos. Eu vou vomitar! – Disse Max, zombando da forma rápida como o amigo dirigia. Mas Peter era cuidadoso, sabia dirigir muito bem, e correr com cautela. Talvez fosse um pouco de inveja de Max por seus pais não confiarem nele depois de acabar com seu primeiro carro.

– Não exagera, Max. Ele dirige bem. – Disse Riley, fechando a porta da caminhonete com o máximo de leveza possível.

– Bem, galera. Agora podemos nos apresentar – Disse Theo, fechando a porta que Kat havia deixado aberta.

Todos foram em direção do hall de entrada da mansão, sendo guiados por Theo. Ao chegarem, Theo pediu que ficassem parados ali, para todos se apresentarem formalmente – coisa de Caswell – e para ele explicar algumas coisas sobre a festa. Todos obedeceram, e formaram uma espécie de Semicírculo no hall.

Mas ninguém falava nada, apenas se olhavam e mexiam no celular.

– Bem, quem começa? – Theo quebrou o silêncio, voltando à atenção de todos para ele.

Todos se entreolharam, e depois encararam o garoto, que começou a corar. Percebendo o quanto Theo havia se constrangido pelo silêncio e as caras feias, Sam decidiu ser a primeira.

– Então... – Ela sempre teve medo de falar, mesmo que fosse para apenas poucas pessoas. Começou a travar. – Eu me chamo Samantha Noot, mas gosto muito que me chamem de Sam. Meus pais trabalham juntos, e por isso eu sempre fui criada meio sozinha. Eu nasci em Seattle, em 03 de Abril de 1997, e não bebo desde ontem... – Ela não aguentou, começou a rir.

Em menos de um segundo, todos riam com ela.

– Tudo bem, Sam. Valeu – Theo disse, ainda tentando parar de rir. – E isso não é um encontro dos Alcoólicos Anônimos.

– Sou Katherine Barker. Kat! Meu pai é dono de uma rede de hotéis, e minha mãe é meio que uma diplomata. Eles viajam demais, então... Decidiram que Hillsburg é meu novo lar. Aqui estou eu!

Toda a atenção agora era para os olhos de Kat. Aqueles olhos... De um azul tão magnífico e tão...

– Peter, seu celular! – Disse Claire, conseguindo tirar Peter dos olhos de Kat.

Ele simplesmente desligou na cara de alguém; esperava que não fosse sua mãe.

– Foi mau galera, acho que era... Minha mãe. Não, eu quero que não tenha sido minha mãe, porque se for, eu desliguei na cara dela sem querer.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.