De repente... AMOR!!

5 Capitulo 5: Emoções aglomeradas


Notas iniciais
Me desculpem por ter demorado tanto para continuar a história, mas é que estava com muitas coisas da escola para fazer, mas agora vou continuar.

Depois do beijo, eu fiquei muito constrangida, porém ele não podia ver minha cara de constrangida, então preferi não falar nada, afinal, não queria piorar a situação. Eu ficava olhando para ele observando aquela beleza, e pensando como eu não consegui me controlar, quando ouvi as meninas chegando na sala, levantei e disse que precisava ir, e que as garotas ficariam ali com ele. Eu subi correndo, fui até a secretária, e disse que estava passando mal, eu realmente estava, mas não era dor, passava mal por dentro, com os sentimentos aglomerados, mas não iria dizer isso para a Tati (A inspetora), então disse que estava com dor de cabeça.

– Tati, pode ligar para os meus país? Minha cabeça está explodindo. O que não era mentira, porque afinal, com tudo o que estava pensando, achei que ela fosse mesmo explodir.

– Tudo bem Bia, mas não consegue esperar mais 3 aulas?

Fiz que não com a cabeça, e ela ligou para meus país. Minha mãe veio me buscar, e fomos caminhando para casa, ela puxava assunto, mas eu estava no mundo da lua.

– Filha, você está bem?

– Com dor de cabeça, mas só isso.

– Sabe que pode me contar o que está acontecendo com você, Bia, confie em mim.

– Sei sim, mamãe, mas é só dor de cabeça mesmo.

– Ok, quando chegarmos em casa te darei um remédio.

Eu realmente pensei em contar para minha mãe, afinal, ela é muito compreensiva sempre, porém, eu estava em choque, e preferi não tocar no assunto. Então, em casa, tomei remédio, e me deitei em meu quarto.

"O que será que ele sentiu?" "Será que ele gostou?" "Ele deve estar pensando que sou uma tonta, beijei ele, e fugi, mas sou timída, não poderia fazer nada, minha atitude surpreendeu até a mim mesma." Esses eram os pensamentos que me rodeavam no momento, e que eu consequentemente escrevi no diário, para me livrar dos pensamentos. Mas não adiantou, então comecei a ouvir músicas, o que me aliviava como sempre, a música do momento, era a música "I can be your hero, baby" (Eu posso ser seu herói, baby) uma música romantica do Enrique Iglesias, que era muito linda e mexia com o meu emocional, naquele dia, mas que nunca, tanto que chorei. Não sabia bem o motivo, mas chorei até adormecer.

Depois do colégio, Sophie veio em casa, e me encontrou dormindo, mas minha mãe disse que podia me acordar, pois estava perto da hora do lanche, e como me recusei a almoçar, ela com certeza, iria me acordar para lanchar.

– Oi Sophie.

– Miga, o que foi aquilo?

– Aquilo o que?

– Você saiu correndo do nada.

Abaixei a cabeça, e comecei a pensar... Sophie era aquele tipo de amiga que se preocupava demais com tudo, principalmente comigo, e pensei, ela é minha melhor amiga, confio plenamente nela.

E contei tudo a ela.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.