Notas iniciais
Desculpem a demora, acabo atrasando um pouco porque precisei sair um pouquinho mais esta ai, espero que gostem,fico meio grande rsrs Amanha posto o próximo! bjs Muito obrigada por estarem acompanhando e comentando! Boa leitura!

Caminhei em direção ao meu quarto pegando um taco que possuía ali, respirei fundo e fui em direção aonde ele estava, mirei em sua direção e bati com o taco em sua cabeça, mal sabia que aquela minha força não seria o bastante para derruba-lo.

–Ai sua vadia!! Decidiu querer morrer hoje?

–Não seu monstro, você que vai morrer!

Hora de mostrar o lado que só a minha abuela conhece e ensinou, parti para cima dele e comecei distribuir vários socos, ouvi gemidos de dor e logo recebi um soco no olho caindo pro lado.

–Droga. — me levantei e corri para cozinha e ao ver sua sombra arremessei uma cadeira em sua direção.

–Não conhecia esse seu lado! Tal pai, tal filha!

–Isso só na sua cabeça!- peguei um canivete escondendo no bolso.

–Vou pegar você!

–Pode vim papai!- corri em sua direção e dei outro soco dessa vez arrancando sangue e um grito de dor!

–Você vai morrer agora!- levei um chute na barriga, e em seguida vários chutes e murros se distribuíram pelo meu corpo, aquela dor insuportável tomou conta.- Quer brincar? Vamos brincar!

Ele me pegou firme e me arrastou ate meu quarto me tacando logo em seguida no chão e gritando vários xingamentos que nem fiz questão de ouvir.

–Tira a blusa!

–Não, ta louco?- senti um tapa e logo minha blusa foi rasgada, droga.

–Veja só minha filhinha, não sabia que tinha tudo isso de baixo de uma roupa, bom a sua sorte é que eu não quero te comer, porque se fosse assim já teria te comido faz tempo, a questão é que você tirou sangue de mim, mais justo é tirar sangue de você.

–Seu doente!

–Cala boca sua vadia! Vamos começar com a brincadeira! É bom não se mexer porque se não vai doer muito mais!

–Para!- o desespero me tomou conta ao ver ele tirando uma faca, comecei me debater, chorar e gritar.

–Pensei que era mais corajosa filhinha.

Sua mão se encaixo no meu pescoço enquanto a outra alisava a faca pelo meu corpo, meu coração se acelerava a medida que ele me analisava mais.

–Por onde eu devo começar em? Braço? Barriga? Rosto? Quer escolher?- cuspi em seu rosto e fechei os olhos.- Ok eu decido, quer ligar pra alguém?

–Acaba logo com isso seu doente.

E assim ele fez, o primeiro corte se iniciou no braço, um pouco profundo o que trouxe muito sangue, depois no outro, e assim a dor me tomou, o medo e desespero caminhavam juntos, lagrimas escorriam e os soluços acompanhavam, depois na barriga um corte mais profundo e maior, e depois no rosto.

–Acho que já esta bom, ou você quer mais?

–Sai daqui agora!

–Estou indo já, vou buscar um pouco de álcool para jogar ai!- dizendo isso ele saiu do quarto.

Sai me arrasando pelo quarto e consegui fechar a porta antes que ele voltasse, consegui tranca-la de forma que me manteria protegida, me virei com dificuldade e observei a possa de sangue que havia no chão, perdi mais sangue do que imaginava, a dor era intensa e o medo? Esse me dominava. Peguei meu celular e disquei o primeiro numero que havia ali.

–Alô?

–Amor?

–Rachel me ajuda eu to com medo, por favor cuida de mim!

–Ele te machucou? To indo te buscar agora!

–Eu to sangrando muito, eu to com medo amor!

–Vai ficar tudo bem, eu prometo! Já estou chegando!

Rachel

–Dany se arruma, liga para o Finn, a Quinn, Blaine, Kurt, Puck e Sam e vamos resgatar a Santana!

–Como assim vamos em?? Onde você pensa que vai Berry?

–Salvar minha namorada, porque?

–Sua mania de ser enxerida em!

–Não me importo! Ela é minha namorada eu sinto e devo protege-la, cuidar dela e nada nem ninguém vai me impedir de fazer isso!

–Só dessa vez teimosa!

Todos já estávamos reunidos e em questões de minutos chegamos na cidade que Santana mora, dividimos nossa turma, Quinn e Sam foram para delegacia, Blaine e Kurt foram pro hospital, eu, Finn, Dany e Puck fomos pra casa dela. Ao chegarmos lá tudo estava calmo e silencioso, dei a volta pela casa e pude ouvir o choro dela, precisava fazer algo, tentei escalar a arvora e depois de uns minutos consegui, entrei pela janela e observei ela caída naquele estado, por alguns segundos pensei que iria desabar ou desistir só que meu amor foi maior, precisava cuidar dela.

–Meu amor.

–Shiu, se acalma eu estou aqui, fica quietinha! Vou cuidar de você! Sabe aonde seu pai esta?

–Deve estar na sala como de costume porque?

–Preciso abrir a porta para os meninos entrarem, tem alguma porta na cozinha?

–Não posso deixar você ir la, não posso!

–Preciso te salvar e te tirar daqui viva, eu não posso te perde! Já volto, fica bem por favor!

Abri a porta calmamente para que não fizesse tanto barulho, desci as escadas lentamente e pude observa-lo vendo TV, me abaixei e caminhei para cozinha sem que ele pudesse me ver, abri a porta para que eles entrassem e comecei a caminhar em direção ao quarto.

–Merda!- sim ele estava na minha frente.

–Ora, ora, tão raro receber visita aqui em casa, ainda mais de uma bela princesa como você! Namorada da minha filha?

–Sim sou, e você é o doente do pai dela, certo?

–Que mal modos são esse menina?

–Os quais você merece!

–Então vou te mostrar os bons modos!

Em um rápido movimento ele me segurou, dei um chute em suas partes baixas e dei um soco na sua cara.

–Ai, caramba! Você tem chumbo na cara!- ótimo quebrei a mão, meu deus que dor!

–Minha vez!- senti um soco no olho e logo ele me arremesso me fazendo cair sobre a porta do armário de vidro, criando um corte na minha testa, olhei em direção a porta que logo foi invadida por um Finn furioso que entrou distribuindo vários socos. Me levantei meio tonta e corri de encontro a Santana que já se encontrava desmaiada no quarto, deitei sua cabeça em meu colo e comecei chorar.

–Ei vai ficar tudo bem eu prometo.- levantei ela com cuidado e deitei ela na cama, corri para o quarto da mãe dela e a imagem que eu vi não foi uma das melhores.- A senhora esta bem? Vai ficar tudo bem, a ajuda esta chegando.

–Obrigada querida, sem duvidas você foi um anjo que entro na vida da minha filha, você é a pessoa pela qual ela sempre esperou, a forma que ela fala de você é incrível, ela te ama muito e eu vejo isso em seus olhos também, vai cuidar dela, não saia de perto dela por nada.

–Rachel você ta bem? Ai meu deus você ta sangrando e a sua mão? seu olho?

–Ta tudo bem, fica com a mãe dela, vou ficar com a Santana, Dany não solte a mão dela por favor!

–Pode deixar.

Corri imediatamente para o quarto de Santana, comecei procurar por tecidos que estancassem o sangue, passei com todo o cuidado e depois de pronta me sentei ao seu lado e segurei em sua mão, estava desesperada, com medo, não sabia o que fazer, alguns minutos se passaram e eu pude ouvir a ambulância e a policia chegar, Finn apareceu no quarto um pouco mais tranquilo e me observou antes de dizer algo.

–Eu e Puck detemos ele, esta tudo sobre controle, os policiais pegaram ele, esta tudo bem, os enfermeiros já estão subindo, vem pequena, precisam cuidar dela.

–Me solta!

–Por favor precisamos medica-la, precisa dar licença para levarmos ela.

–Não, eu vou junto, não vou soltar a mão dela.

–Rachel!!

–Me solta Finn, me solta!!- comecei a chorar, sim desabei, gritava mais de nada adiantou, não deixaram eu ir com ela, Finn me prendia junto ao seu peito enquanto eu distribuía vários socos em seu peito, caindo logo em seguida no chão com uma imensa dor na mão e um grande desespero.

–Meu rapaz as duas vitimas já se encontram em nossas ambulâncias, estamos levando elas ao hospital, vão acompanha-las, leva essa jovem para o hospital, ela precisa de cuidados também.

–Vem pequena!- Finn me levantou com cuidado e logo veio Dany em minha direção me abraçando.

–Vai ficar tudo bem com elas, você precisa se cuidar também, vamos.

Saímos e fomos direto para o hospital, agradeci todos que ajudaram e pedi que fossem embora descansar e que qualquer coisa seriam avisados, ficando ali apenas eu, Finn, Dany e Kurt.

–É mocinha você realmente fez um belo trabalho nessa mão em, teve uma fratura em cada osso, a pancada foi bem forte, vou ter que voltar uma parte pro lugar, vai sentir uma dorzinha, mais prometo que não vai ser tão intensa quanto a essa que esta sentindo.- em um rápido movimento ele realizo o procedimento, e logo terminou o que precisava ser feito.- Deixa eu ver essa testa agora? Pelo tanto de sangue acho que teremos que dar uns pontinhos ai!

–Nem pensar!

–Foi um pouco profundo o corte, não ta legal a situação.

–Vai ficar cicatriz?

–Não tenho certeza, mas provavelmente não, vamos fazer com cuidado, já o seu olho mocinha, precisa de gelo.

–Ok.- suspirei e depois de uns minutos eu já estava melhor do que quando cheguei.- Posso sair agora?

–Pode sim! Parece que daqui a pouco sua amiga já estará no quarto.

–Ela é minha namorada!- peguei minha blusa e sai da sala.- Dany alguma noticia?

–A mãe dela já foi medicada, esta no quarto tomando soro, e parece estar melhor mais ainda esta bem fraca.

–E ela?- me apoiei na cadeira tendo uma leve tontura.

–Rachel ela perdeu muito sangue, esta muito fraca e os cortes eram bem fundos, os médicos estão tomando todo o cuidado, parece que ela precisa de sangue.

–Eu não consegui protege-la, eu não cuidei dela, eu quero ver ela bem logo, quero ver ela sorrindo pra mim, me abraçando, eu não podia ter deixado ela voltar.

–Não se culpe, vai ficar tudo bem.

–Rachel Berry!

–Sim sou eu.

–Pode ir no quarto, sua namorada já esta lá, por conta do remédio ela se encontra dormindo, esta muito fraca, mais ocorreu tudo bem.

–Obrigada doutor! — sai correndo em direção ao quarto e ao entrar ela dormia calmamente, estava pálida, sua face aparentava mais calma e tranquila, uma respiração suave, me aproximei sentando na cadeira ao seu lado e então segurei sua mão e ali depositei um beijo, fiquei observando e fazendo carinho enquanto ela dormia e com isso adormeci junto a ela.

Notas finais
Espero que tenham gostado! Sim, elas vão ficar bem juntas,mais amor,carinho! Muito pezberry!