De Volta ao Lar
14 Capítulo 14-Mais problemas para Kai
Notas iniciais
Me desculpem pela demora!!!!!!!T.T"
Mas esse capitulo ta caprichado!xD
Foi feito por uma grande amiga minha que realmente fez um trabalho de mestre!xD
MUITO OBIGADA PRÒT!!!!!!!!!!!!!!!SALVOU MINHA VIDA!xD
bem como o titulo do capitulo ta dizendo o kai está bem encrencado!xD
Leiam para saber oq acontece!
kissus té depois!
Aos sons dos trovões que açoitavam o céu. Kai olhou para Voltaire, estava encharcado da chuva que havia tomado para chegar em casa e agora a figura que sempre o assombrara fazia-o tremer.
- Onde estava?
Kai foi caminhando em direção a escada, até que Voltaire o agarra pelo braço:
-Eu te fiz uma pergunta me responda!- Disse autoritário.
-Me solta!- Kai se soltou com um pouco de dificuldade e disse:- Eu estava por ai, pensando.
-Não me venha com gracinhas moleque, eu estou de saco cheio de você.
-Que se dane, eu não estou nem ai. É só me deixar em paz e pronto!
Kai saiu novamente em direção as escadas, mas foi impedido. Voltaire o agarrou subitamente e começou a arrastá-lo em direção ao porão.
-Me larga, me larga – Kai se debatia, mas era em vão. Voltaire o acorrentou enquanto Kai se debatia desesperado.
-Vamos ver até onde você agüenta. – Kai se sobressaltou, estava crente de que daquela vez a surra não seria fácil. Mas por sorte estava equivocado, pois Voltaire se dirigiu para saída sem dizer nada e deixou Kai preso na mais repleta escuridão!
Kai passou a noite no local úmido, estava muito frio e suas roupas molhadas pioravam sua situação, logo estava tremendo e seu peito doía. Na manha seguinte Voltaire entrou no local e encontrou o neto encolhido no chão na posição fetal.
- Muito bem Kai aprendeu a lição?- Kai não se mexeu e isso irritou o avô- ALEXANDER!- disse se aproximando e levantando o garoto pela gola, quando fez isso viu que ele estava extremamente pálido, com os lábios azulados e respirando com dificuldade.
Voltaire teve que levar o neto para o hospital, teve que inventar uma grande historia, dizendo que achou o neto caído fora de casa para justificar a situação em que ele se encontrava, o atendimento demorou bastante, cerca de uma duas e meia. Mas assim que o medico saio Voltaire praticamente correu falar com ele.
- Senhor Hiwatari, sinto em dizer, mas o estado do seu neto é extremamente grave- Começou o medico enquanto Voltaire fingia estar preocupado – conseguimos controlar a hipotermia, mas ele esta com pneumonia e tem algumas feridas infeccionadas, mas essas parecem ser mais antigas-
- Ele caio a alguns dias, disse que não era nada e se recusou a receber cuidados- disse Voltaire naturalmente.
- Ele esta sendo medicado, mas tem que ficar na UTI por pelo menos duas semanas, ele não consegue respirar sozinho tivemos que entubá-lo, outra coisa que notamos é que ele esta um pouco desnutrido-
- Ele não come quase nada mesmo que o obrigue a comer. — respondeu novamente Voltaire como se aquilo fosse a coisa mais normal no mundo quando na verdade ele controlava cada grão que o neto comia.
- ele vai ser alimentado por sonda enquanto estiver na UTI e depois vai ter que passar por uma dieta mais rica em nutrientes para se recuperar, ele também não pode sofrer nem um choque emocional nesse momento ou pioraria o estado dele, ele esta extremamente fragilizado.
- Vou cuidar pra que nada ocorra. Posso velo?-
- Sim, por aqui. -
Voltaire entrou no quarto junto com o medico, Kai estava coberto por vários cobertores e mantas, mas ainda tremia um pouco, estava com um cano em sua boca que o ajudava a respirar, a sonda nasal presa a seu rosto já sem as marcas azuis era a única maneira dele se alimentar naquele momento, ele parecia febril e exausto, seus lábios ainda estavam arroxeados.
O medico se aproximou e pegou uma das mãos do garoto, totalmente enfaixada, de baixo das cobertas.
- As extremidades estavam muito frias, conseguimos remediar, mas ele vai ter dificuldade de mover os pulsos e as mãos por algumas semanas, ele esta sob efeitos de sedativos, deve acordar de tarde, mas não vai poder reagir muito no estado em que ele está o tubo o impede de falar.
- Obrigado doutor, tem problema se eu ficar?
- Nenhum...Ele precisa de companhia nesse momento. — disse o medico saindo.
- Kai... Sei que pode me ouvir... Isso é só o começo. — disse próximo do ouvido do neto que pareceu entender
Kai acordou a tarde e tentou se mexer, mas não encontrou forças para isso, lembrava da voz de Voltaire o ameaçando, abriu o quanto pode dos olhos e se viu num quarto branco sozinho.
-Doutor Otto ele acordou- Kai ouviu uma voz feminina e tentou olhar na direção, mas não conseguiu, sentia-se fraco, seu peito doía e parecia estar congelando.
- Kai. — veio uma voz masculina desconhecida se aproximando, o homem lembrava Albert, mas usava um jaleco branco e era mais alto. — Sou o Dr. Otto, seu avô o encontrou desmaiado perto de casa, você esta na UTI do Hospital Saint Clair, está com hipotermia e pneumonia, não tente falar, você esta com um tubo na garganta para ajudá-lo a respirar. — Kai olhou para os lados procurando algum rasto te Voltaire- Se está procurando o seu avô ele logo vai voltar. — Kai entrou em pânico naquele momento. – Fique calmo, não vai ficar muito tempo sozinho, — Mesmo assim ele estava agitado- Enfermeira pegue, por favor, um calmante. — Logo foi injetada junto ao soro mais um remédio que fez Kai se sentir mais sonolento. — Descanse garoto-
Kai fechou os olhos e deixou-se ficar inconsciente, não conseguia lutar contra aquilo.
Na sede da ALB...
- COMO ASSIM O KAI ESTÁ NO HOSPITAL?- berrava um Tyson não acreditando no que acabara de ouvir do Sr. Dinckenson.
- Essa é a verdade, Voltaire liberou vocês para visitá-lo contanto que não demorem, liguei para o hospital e o estado dele é grave e ele precisa de cuidados intensivos. –
- O que ele tem Sr. Dinckenson?- perguntou Ray preocupado
- Pneumonia associada com Hipotermia. Vão poder ir ao hospital amanhãpreparem-se, não vai ser fácil pra vocês. –
- Sr. Dinckenson, Voltaire não pode ter feito algo com Kai?-
- Pode. Mas não temos como provar.
No hospital Voltaire voltava ao quarto do neto o encontrando acordado.
- Veja só quem acordou. — disse cínico se aproximando do neto que estremeceu. – Sabe Kai, você esta me causando muitos problemas... Espero que essa sua estadia aqui o faça pensar melhor em seus atos. — disse com as mãos ao lado do pescoço do neto que tentava gritar, mas não podia. – Calma Kai... Não vou te machucar... Ainda.
Kai tentou se mover, mas não conseguiu, e por um motivo desconhecido dele não podia mover nem um milímetro as mãos.
- Você está indefeso- Num movimento desesperado para fugir das mãos de Voltaire Kai moveu seu corpo para o lado, mas isso o fez cair no chão, ele simplesmente desmaiou após isso, acordando depois ao ouvir duas vozes conhecidas:
- Como isso ocorreu Sr. Hiwatari?- era a voz do medico
- Não sei dizer, virei às costas por um segundo e... — Kai estremeceu ao ouvir a voz do avô.
- Ele quebrou o braço direito com esse impacto, imobilizei com uma tala ate o inchaço diminuir e depois vai se engessado, ele também machucou a garganta por causa do tubo na queda, vai ter que ficar com a sonda por algumas semanas no mínimo-
- Isso pode ocorrer novamente?-
- Ele está preso a cama! Não queremos que ele se machuque de novo, creio que ele esteja acordado. Kai pode me ouvir? — Kai não abriu os olhos, mas moveu um pouco a cabeça- Você caiu da cama, quebrou o braço e machucou a garganta e a cabeça, preciso que abra um pouco os olhos pra ver se não tem alguma concussão.
Kai abriu os olhos e tentou não olhar para Voltaire, o medico logo o examinou.
- Sem nenhum problema. Você está repreendido à cama, não se assuste com isso, quando você estiver um pouco melhor vamos liberá-lo disso, mas enquanto isso for um risco pra você vai ter que ficar assim. Sr. Hiwatari o horário de visitas já acabou e ele tem que descansar. –
- Tudo bem... — Kai sentiu-se aliviado – Eu venho amanha cedo te ver Kai. — Ao menos teria uma noite de paz.
Na manha seguinte Kai acordou quando uma enfermeira entrou no quarto.
- Bom dia- Disse ela ao ver os olhos violeta abertos- Trouxe os seus remédios e o seu café da manha. –pegando uma seringa e injetando junto ao soro depois pegando uma outra um pouco maior para por na sonda que Kai tinha e lhe dar comida.
-A sonda é um pouco desagradável, mas você vai se acostumar com ela daqui a algum tempo. — disse ela tentando ser simpática, mas Kai não estava, e nem tinha humor, para aturar aquilo, então a ignorou até ela sair. Sua garganta doía muito.
Durante o dia ficou sozinho ate que a porta se abriu e ele gelou pensando que era seu avo, mas para sua surpresa eram Tyson, Rey, Max e Kenny seguidos de Dinckenson.
- Oi Kai- disse Tyson se aproximando, o russo o olhou e fechou os olhos- sempre de mau humor-
- Tyson não importune o Kai, ele está muito fraco ainda. — disse Dikenson se aproximando do russo que abriu novamente um pouco os olhos.
Os quatro tentaram animar Kai sob a vigia de Dikenson, mas o capitão estava muito fraco e não conseguia acompanhar nem o que eles falavam com os olhos que mal ficavam abertos, não tinha força alguma me seu corpo que pudesse buscar
- Garotos, Kai precisa descansar, já é hora de ir.- Kai olhou para Dikenson e para os outros antes de fechar os olhos novamente.
- Ate mais Kai, melhoras. — disse Tyson enquanto os outros também se despediam.
- Eu logo vou ir garotos, encontro vocês na entrada- disse Dikenson ficando para traz.- Kai, preciso que me responda uma coisa, sei que não pode falar mas faremos assim, um pisque não, dois pisques sim. Voltaire fez isso com você?- Kai abriu os olhos um pouco receoso, ele olhou como pode na direção da porta e ai para Dinckenson- Kai, essa é a chance de você ficar livre. — ele fechou os olhos uma vez, mas quando ouviu a porta se abrir os manteve fechados.
- Dikenson, ainda aqui?- veio a voz de Voltaire fazendo Kai se encolher à medida que podia.
- Voltaire, algum problema com isso?-
- Kai precisa descansar e aposto que com toda a agitação de hoje ele está exausto. -
- Tudo bem, venho outro dia. — disse ele com medo de causar algum mal ao garoto. — até mais Kai-
Depois que Dikenson saiu Kai não abriu os olhos, depois de alguns momentos de silêncio ele ouviu a aproximação de Voltaire.
- Abra os olhos... Isso não é um pedido. — Kai abriu com muito medo, não podia se defender. — Se tentar dizer novamente algo ao gagá do Dikenson, você vai ter muitos problemas ouviu? Isso é pra que não esqueça! — Kai estremeceu quando ele se aproximou se seu braço direito que estava elevado preso a uma tala numa armação de metal, quando Voltaire apertou o exato local da fratura ele tentou gritar, mas sentiu outra forte dor em sua garganta, logo as lagrimas encheram sua face. — espero que tenha aprendido com isso- disse se divertindo ao ver as lagrimas de dor do neto.
Com um barulho na porta Voltaire mudou totalmente sua face de diversão para uma de preocupação.
- Tudo bem aqui?- perguntou o medico entrando-
- Ele ficou um tanto nervoso- disse enxugando as lagrimas do neto – A visita dos amigos mexeu com o emocional dele. – disse tentando parecer compreensivo. –
- Medicações nesse caso não vão adiantar muito e só o deixariam mais fraco- disse o medico pegando um algodão que estava no criado mudo e umedeceu com água e passou lábios de Kai tentando confortar um pouco o garoto, as medicações o ajudariam nesse caso, mas Voltaire era sádico o suficiente para deixar o neto sofrer.- Vou soltar as amarras para trocar os curativos que você tem no tronco, não vai doer.- Kai deixou o medico fazer seu trabalho enquanto ele estivesse ali estaria a salvo.
- Quando ele vai poder ir para casa?-
- Em um mês ou dois... Depende da melhora da garganta e como ele reage aos medicamentos, a Pneumonia precisa de tratamento constante. Kai preciso que mova o braço esquerdo de lugar. — Kai tentou, mas só conseguiu o arrastar um pouco do lugar. — Seu corpo está muito debilitado em algumas semanas vai se sentir melhor.- disse ele segurando o braço de Kai para tirar as ataduras da mão dele- não vai conseguir move-las por algum tempo. Vamos deixar você dormir por agora, ele sentiu um grande alivio ao ver Voltaire sair com o medico.
Mais tarde a porta se abriu novamente, achava que era alguma enfermeira, ignorou ate ouvir a voz conhecida.
-Kai?- era Allany ele tentou ver a onde ela estava, mas estava fora do seu alcance de visão. — Mas logo ela se aproximou da cama- Não imaginei que estivesse tão machucado... — disse ela com a mão na cabeça dele, ele a olhou e fechou os olhos- Meu tio é diretor do hospital, estava na sala dele quando vi uma fixa com o seu nome... Quem fez isso com você? -Ele abriu de novo os olhos e meio irritado – Desculpa, esqueci que você não pode falar. — disse sentando na cadeira ao lado da cama e segurando a mão dele.
Ficou em silencio por algum tempo ate que uma enfermeira apareceu no quarto.
- Licença, eu tenho que dar “comida” pra ele. — Allany se afastou e deixou a mulher fazer o seu trabalho, era difícil pra ela ver o amigo receber comida pela sonda e desde que entrara no quarto ela tinha uma grande vontade de chorar, mas não ia se render as lágrimas.
Depois que a enfermeira sai do quarto ela voltou para o lado de Kai e lhe deu um beijo na testa.
- Eu tenho que ir antes que ela fale pro meu tio que eu estava aqui, eu venho te ver outro dia.
Mas quando ela ia sair deu de cara com alguém abrindo a porta.
- Olha o que temos aqui.
Continua...
Notas finais
Espero que tenham gostado tanto quanto eu gostei!xD
Mereço reviews????????????????????????????*-*"
Gente comentário de ultima hora... Minha fic tem 228 leitores e só 2 me deixam reviews, fala sério ao menos mandem criticas e deêm conselhos para que eu possa melhorar para poder agrada-los!xD
Bem aos MEUS AMADOS LEITORES E AMIGOS>>>Jana e Patrick um grande abraço!xD
kissus a toooooooodddddddddoooooooooosssssssssss
E até o capitulo 15!
janne
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