De Volta Para Você
13 Entregue
Notas iniciais
Correndo os olhos pelo grande jardim, eu me deliciei com a decoração elegante perfeitamente incorporada pelo tema escolhido por Alice: O balé.
As cores temáticas eram o branco e o lilás. Bailarinas e sapatilhas estavam por toda parte —desde o bolo de cinco andares até nos biscoitinhos. No centro da mesa, um painel com flores e a inicial de Mia também chamavam a atenção.
Enquanto conversavam com alguns dos cinquenta convidados, sendo eles as pessoas mais próximas da família, Alice e Emmet não escondiam a ansiedade e a vontade de pegarem a filha no colo.
Eles estavam tão sorridentes e felizes, era incrível observá-los.
Ambos vestiam as cores principais. Alice estava linda em um vestido de renda que se ajustava perfeitamente em seu barrigão, indo até o comprimento de seus pés.
Seu cabelo estava todo solto em ondas largas com sua franja presa em uma trança.
Emmet usava uma camisa de seda, o tom violeta era suave. A calça branca e o cinto nude combinavam perfeitamente.
Tomando um pouco do meu champanhe, não contive o suspiro ao observá-los. Emmet beijou o rosto de Alice e então passou sua mão por sua barriga redonda.
Trinta e cinco semanas.
Sorri ao confirmar.
Mais algumas e logo Mia estaria aqui, entre nós.
—Aproveitando a festa? – parando ao meu lado Edward perguntou. Correndo a língua por meu lábio inferior, o olhei de soslaio.
—Sim. – confirmei puxando ar pela boca. —E você?
—Tentando. – sua voz soou leve e completamente envolvente. Ainda parada, o observei se aproximar até parar a minha frente.
Ele estava lindo, eu tinha que assumir.
Sua camisa jeans lavada ficava justa em seu tórax largo e a calça verde escura deixava suas pernas ainda mais torneadas.
—Aproveitar, aproveitar mesmo, só vou quando você estiver na minha cama. Nua de preferência. – mantendo os olhos nos meus, ele levou a taça a sua boca, deixando-me completamente hipnotizada.
Respirando fundo, abaixei a cabeça tentando controlar minha respiração.
—Você é tão bobo!
Murmurei sem saber o que mais eu poderia dizer. Edward me desestabilizava completamente. Psicologicamente e fisicamente.
—E você é tão linda! – eu me afastei assim que ele fez menção de se aproximar.
—Pare. – pedi discretamente. —Já conversamos sobre isso.
Curvando os lábios em um biquinho, Edward deixou claro sua contrariedade.
Na semana que se fora desde aquele delicioso churrasco, nós conversamos muito, sobres muitas coisas.
O primeiro assunto, era sobre a amizade que combinamos de manter e que ficara mais delicada assim que fomos para a cama.
Edward e eu, combinamos de mantê-la diante de qualquer coisa que se desenvolvesse entre nós dois.
Esse era o segundo assunto.
Obviamente, nada voltaria ao normal —nem sabia exatamente se um dia as coisas foram normais— depois que transamos, mas também não iriamos apressar nada. Então decidimos deixar as coisas rolarem.
O que leva diretamente ao terceiro assunto.
Deixaríamos as coisas rolarem, contudo, sem contar a ninguém. Isso incluía manter a descrição no chá de bebê, onde nossas famílias estavam presentes.
—Já disse que detesto esse ponto, não é?
Rindo de sua carranca, eu concordei.
—Sim, mas concordou, então nem venha reclamar.
Correndo a mão por seu cabelo, Edward bufou antes de abrir um sorriso.
—Não vou, não aqui, não agora. – me lançando uma piscadela, ele maneou a cabeça antes de sair da minha frente.
Inalando o ar pela boca, cocei minha nuca tentando recuperar minha coerência.
Edward, Edward...
Voltando a caminhar pelo jardim, tentei não encontrar com ele novamente. Sabia que se ficássemos muito tempo perto um do outro, acabaríamos exibindo a todos o que estava acontecendo.
Era melhor deixar tudo subentendido.
—Bella! – Esme exclamou vindo em minha direção assim que me viu. Sorrindo eu retribui seu abraço sendo envolta por seu perfume doce e refrescante. —Como você está minha linda? – segurando meu rosto com ambas as mãos, ela me olhou.
Ainda sorrindo não deixei de admirar sua bela maquiagem.
—Estou bem, Esme. E você?
—Muito bem, obrigada. – educada, agradeceu. Se afastando um pouco, pude ver Renée se colocar ao nosso lado.
Elas conversavam animadamente antes de eu me aproximar.
—Esme e eu estávamos falando de você agorinha. – comentou afagando minhas costas nuas, essas que o decote do vestido não cobriam.
—Sério? – as olhei intercaladamente, ambas sorriam.
—Sim, só coisas boas, é claro! – Esme murmurou, como sempre, bastante sorridente. —Estávamos falando sobre netos.
Inalei o ar com força quando o tema do assunto fora revelado.
—Fiquei com medo. – assumi fazendo-as rir.
—Porque? Estava apenas comentando com Esme o meu trágico destino de ainda não ser avó. – rolei os olhos com seu drama. —Minha filha não quer saber de ter filhos.
—Ai mãe! – pedi tapando o rosto com a mão.
—O que foi? Não disse nenhuma mentira.
—Ah, Bella ainda é jovem! – Esme me apoiou. —Um filho traz muitas responsabilidades e depois que se tem um....
Assentindo com a cabeça, eu quase a aplaudi.
—Concordo plenamente. – Renée então deu de ombros tratando logo de envolver Esme em um novo assunto, para minha total felicidade.
Eu odiava quando ela começava com aqueles papos sobre netos. Eu não gostava de ser pressionada e Renée era mestre naquele jogo.
Não me sentia pronta para ser mãe, não tinha uma vida completamente estável para colocar uma criança no mundo e não seria negligente a ponto de engravidar diante tais condições.
Bufando, tentei não me incomodar com aquilo enquanto caminhava novamente pelo jardim.
A maioria dos presentes me era familiar, alguns eu conhecia bem, como Jéssica, Mike, Ângela e Erick —os quais eu tive a surpresa de descobrir que estavam juntos.
Passando pela grande e comprida mesa central, olhei cada um dos belos cupcakes envoltos por belos tutus lilases e brancos.
Sorri diante a delicadeza.
Estava tudo tão incrível...
Erguendo a cabeça, quis apreciar novamente a decoração do jardim abaixo das tendas brancas, contudo a cena a minha frente, me deixou petrificada.
Um pouco a diante das mesas dos convidados, estava ele. Edward Cullen, conversando animadamente com uma mulher de cabelo curto e dourado.
A angustia subiu por meu estômago me deixando com a boca amarga. A sensação de perigo iminente gritou dentro mim.
Cerrando meus dedos tive de contar até mil para não caminhar até lá e tirar quem quer que fosse aquela mulher de perto dele.
Tomando todo o resto de champanhe esperei que o liquido gelado amenizasse aquela azia inoportuna.
Várias perguntas correram por minha cabeça.
Quem era ela? O que ela queria com ele? O que eles estavam conversando?
—Tudo certo, querida? – a presença de Charlie me fez desviar a atenção da cena a minha frente. Respirando fundo, tentei disfarçar.
—Tudo, tudo sim. – minha voz saiu crispada, sem vida, cheia de raiva.
—Tem certeza? – Charlie se colocou a minha frente me impedindo de ver Edward e a loira desconhecida.
Cerrando os dentes, concordei com a cabeça. Inclinando minha cabeça, olhei para o lado, com a vista vermelha os vi trocar um rápido abraço seguido de dois beijos no rosto.
—Sim, está tudo certo. – voltei a confirmar sentindo o ódio crescer em mim.
Porque eu estava daquele jeito? Nós dois nem tínhamos um compromisso.
—Ah, que bom! – Charlie sorriu.
Batendo o salto da minha sandália t-strap nude no chão comecei a pensar em respostas lógicas para todas as questões que me perturbavam, mas não obtive o menor êxito.
—Estava começando a achar que você estava com ciúmes do Edward.
Suas palavras gelaram minha espinha. Abrindo a boca, recuei um passo. Seus olhos eram tão intensos que eu passei a evita-los.
—Ah, pai... – soltei tentando rir. —Para né. – o empurrei pelo ombro vendo o sorriso nascer em sua boca. —Que bobagem!
—O que? Vai dizer que eu estou errado?
Bebendo seu champanhe, ele me desafiou com o olhar e o sorriso petulante.
—Claro que está! – neguei bufando e rindo. —Eu, com ciúmes do Edward? Que ridículo...
—Poxa que bom! – voltando a ficar do meu lado, Charlie liberou minha visão onde eu pude constatar que Edward continuava a falar com a loira desconhecida. —Porque eu também acho que seria uma grande bobagem, uma coisa ridícula, sentir ciúmes de Edward com a prima dele.
Suas palavras demoraram um pouco para entrar em minha cabeça, contudo assim que elas se fizeram coerente eu o olhei.
Boquiaberta e sem reação, intercalei meu olhar de um lado para o outro.
—Prima dele? – perguntei apontando discretamente. Ainda sorrindo, Charlie concordou com a cabeça.
—Sim, você a conhece. Aquela é Jane, filha da irmã de Esme, Heidi. – explicou passando a mão por minhas costas.
Abaixando a cabeça, senti meu corpo suavizar.
Como eu era estupida!
Sentindo ciúmes de uma menina de quinze anos!
Voltando a erguer o olhar, consegui reparar nos traços joviais —quase infantis— que delineavam Jane.
Coçando minha nuca tentei a todo custo ignorar a ardência em meu rosto.
—Fique calma querida, é super normal sentir ciúmes de quem a gente gosta. – Charlie beijou minha cabeça assim que terminou de proferir.
Erguendo o rosto, estava pronta para negar tudo, porém seus olhos me calaram.
—Ah filha, vamos lá! Não vai tentar mentir para o seu pai, não é? – mordendo meu lábio inferior, permaneci calada. —Te conheço há tempo demais para cair nas suas falas bonitas de advogada competente. – me abraçando, voltou a beijar minha testa.
—Nem sei o que falar... – soltei o ar pela boca ainda sem jeito.
—Não precisa me falar nada. – segurando meu queixo, Charlie me fez olhá-lo. —Vocês dois já perderam tempo demais com algo sem importância. – seu sorriso foi tão doce, que eu logo retribui. —Espero que dê tudo certo, agora.
—Obrigada, pai. – agradeci o abraçando. —Posso te pedir um favor?
—Quantos quiser!
—Não conte isso para a mamãe, ela vai criar expectativas em cima de coisas que ainda nem aconteceram e bom.... Você a conhece tanto quanto eu.
Mantendo o sorriso doce e tranquilo, Charlie afagou meu rosto.
—Pode deixar. – confirmou para meu alívio. —Segredo nosso. – me lançou uma piscadela abrindo ainda mais o sorriso.
A festa do Chá de bebê seguiu sem mais problemas. Nada de ciúme bobo.
Estava tudo lindo, tudo incrível e Alice ganhara um caminhão de presentes e mimos. Ou melhor, Mia ganhara.
Por volta das oito horas, praticamente todos os convidado já haviam ido embora. Restavam apenas Esme e Carlisle; Cinthia e Dylan; e ele, meu irmão Cullen favorito.
Sentada em uma das mesas mantinha uma conversa animada com Emmet, ele que me contava com satisfação tudo o que estava aprendendo no curso para os pais de primeira viajem.
—E então já está experiente na grande arte de trocar fraldas? – brinquei com ele vendo-o arregaçar as mangas da blusa fina.
Seu sorriso orgulhoso fora a minha primeira resposta.
—Bella, minha querida Bella. – murmurou se arrumando na cadeira. —Nunca em todo o mundo, houve alguém tão bom na grande arte de trocar fraldas, como eu!
Ri alto quando ele se gabou.
—Aham, acredito. – meu tom saiu irônico, o que o fez rir também.
—Qual é, B-Bella, vai dizer que está duvidando de mim?
—Eu? – perguntei desabotoando minhas sandálias. —Não sei de nada. – Emmet voltou a rir. —Onde Alice se enfiou? Quero ir embora e ela não aparece para eu poder me despedir.
Enfiando as mãos nos bolsos, ele encolheu os ombros parecendo pensar antes de se pôr de pé.
—Bom, a última vez que eu a via ela me disse que ia tirar o vestido e as sandálias.... Espere aí, vou ver se eu a encontro. – me lançando uma piscadela, ele se afastou caminhando calmamente pelo jardim que ainda estava perfeitamente decorado, embora, um pouco desorganizado pela presença dos convidados.
Soltando o ar pela boca, peguei a garrafa de champanhe de cima da mesa e deixei uma grande quantidade na taça vazia.
O liquido gelado desceu com facilidade por minha garganta. O gosto doce e fino me deixou satisfeita.
—Tome cuidado moça bonita. – a voz rouca soou atrás de mim. Sorrindo, logo reconheci o timbre. —Champanhes franceses tem o péssimo hábito de deixar as pessoas bêbadas.
Tomando o resto da bebida gelada mantive o sorriso em meu rosto quando Edward se sentou à minha frente.
—Um porre de vez em quando é bom. – dei de ombros vendo-o rir levemente. —Me acompanha?
Ofereci lhe estendendo uma taça. Edward sorriu torto ao concordar com a cabeça e segurar o objeto de cristal.
Inclinando o corpo, eu lhe servi com uma dose farta da bebida.
—É, as vezes é bom mesmo. – concordou virando grande parte do champanhe na boca. —Mas não hoje.
—Não? – perguntei ainda inclinada em sua direção. Sua boca estava tão apetitosa que a vontade de beijá-lo ali mesmo, só crescia.
—Não. – confirmou se aproximando. Os braços apoiados nos joelhos, os olhos fixos nos meus.
Era incrível como ele me hipnotizava.
—E porque não? – indaguei correndo meus dedos por seu braço livre, sua mão então segurou a minha e logo, seus dedos se entrelaçaram aos meus.
—Porque eu quero ter você hoje à noite e de preferência, quero que esteja bem consciente. – suas palavras foram tão intensas quanto seus olhos.
Não contive o suspiro apreciando os beijos que ele deixara nas costas da minha mão.
Uma massa de ar quente subiu por meus pés e pernas se acumulando no meu baixo ventre. Entre ondas de calor, tentei controlar minha respiração e o desejo ardente que já pulsava em mim, no entanto não obtive muito êxito.
Apenas com aquele mero gesto, eu já estava entregue.
Edward abriu um sorriso safado, esse que fora rompido por seus dentes brancos que puxaram seu lábio inferior para uma breve mordida sexy.
Naqueles míseros segundos senti o ar ficar escasso.
Minha vista ficara turva e meus olhos foram banhados com a visão mais excitante de todas: Edward me fodendo a noite toda.
Aquela ideia logo virara necessidade e absorta em todas aquelas sensações intensas, me despedi rapidamente de Alice e Emmet —me esquecendo de todos os outros.
Dentro do carro, nem me importei em colocar o cinto. Estava com tanta pressa. Nada mais chegava ao meu cérebro a não ser o desejo latente que ardia dentro de mim.
Parando o carro rente ao meio fio deixei o sorriso delinear minha boca assim que vi os faróis do veículo de Edward se aproximarem.
Saindo do carro eu fechei a porta com uma batida forte, e correndo para a porta de casa me apressei em destrancá-la, vi Edward parar o seu.
Ele estava tão afoito quanto eu, pude constatar assim que seus braços fortes me agarraram, me ergueram do chão e sua boca colou na minha.
Sua língua penetrou profundamente em minha boca roçando na minha de um modo deliciosamente excitante.
Curvando o corpo me pressionei contra ele sentindo o volume duro de sua excitação colidir em minha virilha.
—Vamos entrar. – minha voz saiu ofegante e distante.
Edward puxou meu lábio inferior em uma mordidinha provocante antes de suga-lo. O gemido escapou por minha garganta.
Segurando seu rosto com ambas as mãos, voltei a beijá-lo. Nossos lábios se encaixaram com maestria, uma preção deliciosa.
Só notei que a porta fora aberta quando ela causara o barulho ao ser fechada.
Também, mal ligava.
Tudo o que me interessava naquele momento era puxar o cabelo macio de Edward na tentativa de aprofundar ainda mais nosso beijo.
Ainda me sustentando, Edward se sentou no sofá da minha sala, ajustando minhas pernas ao seu redor.
Mordendo sua boca, gemi alto quando o volume duro em suas pernas roçou contra minha boceta.
Edward estremeceu assim que eu rebolei em seu colo, suas mãos voaram para minha cintura e ainda me beijando, ele aumentou a fricção entre nossas partes tão sensíveis.
—Droga, Edward! – praguejei sentindo minha vagina pulsar.
Eu o queria tanto que já começava a doer.
Suas mãos foram para minhas costas, com uma eficiência digna de aplausos ele logo encontrara o zíper traseiro do meu vestido, abrindo-o de uma vez.
Enquanto Edward tentava me despir, eu fazia o mesmo com ele. Minha mãos trabalhavam meio perdidas no cós de sua calça.
Além de estar com uma tremenda pressa, ainda estava escuro.
Em sincronia, nós dois conseguimos fazer o que tanto desejávamos.
Eu, abri a calça de Edward e descendo-a um pouco deixei a mostra aquele delicioso membro que ainda estava coberto pela boxer.
Edward, segurara na barra do meu vestido e o puxara tirando-o de mim e me deixando nua da cintura para cima.
Passando o braço por mim Edward me manteve presa a ele para poder me beijar uma última vez antes de abaixar a cabeça e abocanhar meu seio.
Mordendo meu lábio inferior aproveitei as sugadas firmes que ele deixava em meu mamilo, o contraste com seus dentes só me deixava mais entregue.
Com uma mão embrenhada em seu cabelo usei a livre para desabotoar sua blusa. Eu precisava sentir sua pele, tocar, arranhar.
Minhas mãos exploraram seus ombros assim que concluí minha difícil missão, descendo os dedos por seu peitoral firme, eu gemi alto quando seu quadril se curvou e seu membro duro chegou até minha boceta com mais força.
A urgência vibrou dentro de mim. Já não podia aguentar mais.
Afastando um pouco meu quadril, dei passagem para que minha mão entrasse em sua boxer e então, segurasse aquele delicioso membro rijo.
Edward gemeu contra meu mamilo quando eu envolvi seu pau com a mão. Mordendo seu pescoço, dei breves estocas apreciando a temperatura quente de sua glande inchada.
Ele estava tão rijo, que eu podia sentir o sangue correr pelas veias que adornavam seu pau.
Percebendo minha intenção, Edward fora rápido. Abaixara sua boxer enquanto eu afastava minha calcinha.
Nossas bocas se uniram, ele segurou em minha cintura com ambas as mãos e eu me apoiei em seu ombro apenas com uma, usando a outra para guiar seu pau para dentro da minha boceta.
Apoiando os joelhos no sofá eu sentei devagar, sentindo-o entrar pouco a pouco dentro de mim.
Gememos juntos. Ambos perdidos naquele imenso prazer.
Seu pau adentrou por inteiro, alcançando o céu da minha vagina e um ponto extremamente delicioso —esse que só Edward conseguia alcançar.
Sugando seu lábio inferior firmei as mãos em seus ombros e então, comecei a me movimentar.
Subindo e descendo em seu pau, gemia contra sua língua ao sentir sua pele contra minha, sua glande pulsante em minha vagina.
Aquilo era delicioso!
Revirei os olhos quando aumentamos o ritmo da estocada. Edward me auxiliava a montá-lo com mais rapidez, suas mãos me seguravam com força, com possessividade.
Eu amava aquilo.
Lamuriando contra meu pescoço, Edward mordiscou minha pele antes de gemer guturalmente. Seu corpo estremeceu abaixo do meu e então senti sua esporrada ir fundo.
Seu gozo quente serviu como um lubrificante a mais escorrendo por seu pau e facilitando ainda mais minhas cavalgadas sobre ele.
Sentia minha buceta piscar, apertando cada vez mais o pênis de Edward. O vibrar conhecido já se acumulava em meu baixo ventre.
Eu ia gozar.
Descendo a boca por meu pescoço, Edward logo encontrou meus peitos. Sugando, mordendo, chupando ele só adiantou tudo.
Meu corpo convulsionou sobre o seu. Tremendo. O descontrole era total.
Meu coração perdeu uma batida, o ar faltou por um segundo, e então saí de órbita.
Mais uma vez. Eu me entreguei, completamente.
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