Notas iniciais
Não se esqueçam que se quiserem fazer Leo e Annabeth passarem por algum período ou saber do passado de alguém, é só mandar por review o/ Nem demorei pra postar tutz tutz

Em um segundo, Annabeth e Leo apareceram cambaleando dentro do que parecia uma oficina de carros, um pouco tontos pela viagem no tempo, eles olharam ao redor. Seria muito complicado explicar o que exatamente eles sentiram durante a “viagem”, algo como sonhar e de repente acordar em outro lugar, então os dois não fizeram comentários sobre isso em voz alta.

– Caramba! – Leo exclamou. – Será que realmente funcionou?

Annabeth caminhou até uma das paredes, a qual tinha várias prateleiras parafusadas com diversas ferramentas. Pegou na mão um calendário que estava na parede e olhou para Leo mostrando o ano escrito.

– Rá, com toda certeza.

– Espere, se você consegue pegar nisso, será que as pessoas podem nos ver também?

– Hm, acho que sim. Ou seja, temos que ter muito cuidado para não, tipo, mudar a história da humanidade ou algo assim.

– Ok.

– Leo.

– O que?

– É sério.

– Eu sei.

– Tudo bem... Só lembrando que não é pra você ser visto, ok?

– Annabeth, eu não vou fazer burrada.

– Ok, desculpe. – Annabeth deu mais uma olhada na oficina e depois voltou a abrir a boca. – Mas, tipo, só para frizar...

Leo já estava revirando os olhos quando de repente os dois ouviram um barulho do lado de fora.

– Meus deuses, tem alguém vindo! Esconde-se. – Annabeth disse e rapidamente tirou seu boné não sei da onde e colocou na cabeça, desaparecendo.

Ah beleza. Assim é fácil né. Já Leo estava meio em desespero. A porta já estava sendo destrancada. Espere, aquela era a casa dele, onde na oficina ele se escondia quando brincava de esconde-esconde?

A oficina não era muito grande, com algumas bancadas espalhadas pelo ambiente, estantes nos cantos, prateleiras e papeis pregados nas paredes, um carro coberto com lona no meio e diversas peças de todos os tamanhos espalhadas para todo lado.

Então, quando Esperanza e Mini-Leo entraram, Leo já estava atrás de uma estante com todas as peças quebradas, sem uso, e projetos abandonados que sua mãe e ele costumavam jogar ali, em um dos cantos das paredes. Espiando por um dos buracos da estante, Leo assistiu seu passado.

– Então eu virei para o Sr. Franchesco e lhe disse: “Sr. Franchesco, o problema do seu carro não querer andar, é que você esqueceu de tirar o freio de mão” – dizia a mão de Leo.

Mini-Leo gargalhou alto, enquanto os dois sentavam-se em uma das bancadas mais distante.

– Que bobão!

– São algumas distrações, mi hijo. Sorte que eu estava passando na hora e ele me pediu uma ajudinha, senão ele nunca mais sairia do mercado. – Esperanza voltou a rir.

– Você comprou o Dr. Octopus? – perguntou Mini-Leo esperançoso.

Annabeth sorriu para Leo, e Leo, como se soubesse que Annabeth estava perto dele fazendo isso, comentou bem baixinho:

– Eu gostava muito de Homem-Aranha.

– Ah, não achei. – Esperanza se inclinou e beijou a testa de Mini-Leo. – Mas se trabalharmos na Harley hoje, aí vamos ver se achamos o Dr. Octopus fim de semana, tudo bem querido?

Mini-Leo sacudiu afirmamente a cabeça animado e se pôs de pé.

Leo se lembrava de como gostava de trabalhar naquela moto com a mãe, sonhava em ter uma quando crescesse e adora mexer em suas peças. Parece que havia sido séculos e séculos atrás, não apenas alguns anos. Ver novamente ele e sua mãe trabalhando juntos na oficina, foi como se algo completasse seu coração. Era muito diferente de meras lembranças, fez com que aquele sentimento angustiante de vê-la uma última vez desaparecesse. Ele teve vontade de sair da estante e lhe dar um abraço, apenas de despedida, mas tinha prometido a Annabeth que não faria burrada.

Portanto, antes que fizesse isso, murmurou novamente para Annabeth:

– Está na hora de irmos.

Então apertou o botão do pequeno dispositivo que havia criado, enquanto Esperanza e Mini-Leo riam de algo qualquer.

Em mais um segundo, Leo e Annabeth materializaram-se em suas próprias cadeiras no Bunker 9. Ficaram um tempo sentados, pensando em como a invenção tinha funcionado. Então Leo se levantou em um pulo.

– Cara! E eu lá com 7 anos nem imaginando que tinha outro eu lá! Que maluquice.

– E como você sentiu em relação a sua mãe, Leo?

Na verdade, Leo quase chorou.

– Ah, foi de boa. Tipo, me senti ótimo ao rever ela.

– Legal. – Annabeth sorriu. – Você era bonitinho, era.

– Eu sempre fui, sou e serei bonitão, Annabeth.

– Igual o Peter Parker?

– Ah, não enche. Vamos ver algo engraçado agora. Que tal vermos a suuua infância?

– Vai por mim, você não achará nada engraçado.

– Qual é, deve ter algo legal.

– Sabe quem deve ter uma infância que nos fará rir?

Leo pensou um pouco e sorriu.

– Hmm, já querendo saber o que o namoradinho aprontava quando era criança.

– Ah, podíamos ver o passado de todos os outros, mas podemos começar com o do Percy. – ela deu de ombros.

– É uma boa ideia, às vezes fico curioso de como eles eram quando pequenininhos. – Leo pegou alguns parafusos na mão e começou a brincar com eles. – Para onde e quando quer ir?

– Hmm, deixe eu pensar.

Notas finais
Aeee galera, o que querem saber do passado de Percy? muahaha! Algum lugar que ele possa ter ido? ou alguma idade dele? Alguma coisa na escola que não foi contado nos livros? E também, se quiserem, mandem o proximo heroi que querem saber o passado. Bjos de luz