De Volta A Alagaesia...

2 Nasuada reúne do Conselho


Notas iniciais
Gente, eu queria me desculpar por conta do título dessa história. Devia ser "De Volta A Alagaësia" , mas, por algum motivo, não consegui por esse título. Então, me desculpem, não pensem que eu não sei escrever os nomes direito. Não haverão mais erros. [ o título ficou: "De volta A Alagasia"
Boa leitura!

Nasuada's POV

Eu tamborilava os dedos no meu trono. Estava pensando no mensageiro anão que havia acabado de sair dali. Trouxera uma notícia que a deixara ainda mais horrorizada do que já estava, à beira de uma crise de histeria. Ele dissera que os ovos, os preciosos ovos de Dragão que foram direcionados aos anões foram roubados na ida até as montanhas Beor.

E não era só isso. Eu soube na semana passada que os ovos direcionados a mim, para que eu mostrasse as crianças humanas, também haviam sido roubados. Depois disso, como se ela precisasse de mais problemas, ocorreu o episódio dos anões. Os guardiões que guardavam os ovos foram interrogaodos pessoalmente por mim, e por Jörmundur, e em ambos os casos, os guardiões afirmaram que, do nada, vários soldados mascarados vestidos de preto apareceram e pegaram os ovos antes mesmo que os guardiões pudessem piscar os olhos. Eu estava perdida, não sabia o que fazer, e havia dispensado todos para que pudesse ficar em paz e pensar por uns momentos.

Decidi, então, convocar um conselho de guerra.

– Farica! — Gritei, chamando minha "empregada", por assim dizer.

– Sim, senhora? — respondeu Farica

– Me traga o espelho, por favor.

O "Espelho", era o instrument pelo qual eu podia contatar qualquer pessoa, até mesmo Eragon. Foi um presente deste.

– Aqui está, Senhora — Disse Farica, colocando o enoirme espelho emoldurado de ouro em minha frente.

– Obrigada, Farica, pode ir.

Olho para o espelho, respiro, me concentro e digo:

– Arya Dröttningu

Vejo, então, Arya sentada no meio da floresta de Du Weldenvarden, meditando.

– Arya! — Grito para que ela olhe para mim

Ela abre os olhos

– Rainha Nasuada! — Ela disse, olhando para mim. A tristeza era evidente em seu rosto dela. Desde que Eragon foi embora, a tristeza havia tomado conta de Arya.

Eu também não estava muito melhor nas questões amorosas. Murtagh e Thor haviam ido embora no mesmo dia que Eragon, é não haviam voltado mais. Desde então, eu e Arya passavamos muito tempo juntas, tentando esquecer nossos amados secretos.

– Arya, nós temos um grande problema.

– O que houve Nasuada? Alguma notícia dos seus ovos roubados? (N/A Arya sabia apenas do roubo dos ovos destinados aos humanos) — ela disse isso enquanto juntava suas coisas, se preparando, provavelmente, para voltar para o Castelo de Nasuada.

Expliquei o roubo dos ovos do anões.

Arya parecia estar em choque

– Como assim? Por tudo que é mais sagrado, Nasuada, o que nós vamos fazer?

– Primeiro, creio que devemos reunir o Conselho de Guerra, foi por isso que entrei em contato com você. — Inspirei fundo, sabendo do impacto do que eu estava prestes a dizer. — Depois, convocaremos Eragon.

– E-Eragon? — gaguejou Arya.

– Sim, Arya, porque a situação é muito séria. E se, provavelmente é, quem estiver roubando os ovos esteja planejando criar um exército? Nós precisamos dele.

– Mas, ele está muito convencido de que nunca mais vai voltar a Alagaësia, depois da profecia de Angela e... — Eu a interrompi

– A própria Angela vai convencê-lo a voltar — eu disse- Volte imediatamente pra cá, sim Arya?

– Sim, Nasuada, estou a caminho. — Então ela saiu, provavelmente para procurar Fírnen.

Então, expliquei a situação a Rainha Islanzadí (N/A Nessa história, Islanzadí está viva), ao Rei Orik, Angela, Roran, Elva( sim, a menina bruxa faz parte o Conselho) e finalmente... Murtagh. Já se faziam 3 anos que eu não via nem falava com Murtagh. Ele estava em uma montanha, caçando, quando eu o interrompi.

– Murtagh, com licença — eu disse, muito hesitante e nervosa demais.

– Rainha Nasuada! A que devo esse prazer? — ele deu um sorrisinho malicioso.

– Hum.. — Dei um pigarro, e continuei — Bom, estão acontecendo umas coisas...- saí explicando tudo, desde o iníco para ele.

– Então, você quer minha ajuda, minha rainha?

– Sim, Murtagh, eu quero. — respondi, sentindo meu rosto esquentar.

– Mas, você sabe que não serei muito bem recebido neste Conselho, não é? Alguns vão querer me matar, como o Rei Orik, por eu ter matado o outro Rei.

– Eles todos vão se comportar. Não permitirei que ninguém dirija inimizade a você, Cavaleiro de Dragão.

– Então eu irei. — Ele monta em Thor, e sai voando.

Então eu completo o que eu havia dito: "Se alguém lhe fizer mal, terá que enfrentar a fúria de uma Rainha." Então, me dirijo a sala de jantar, para esperar meus convidados.


Notas finais
Gente, por favor, meu começo aqui! Estão odiando minha história? Comente. Amando? Comente. Qualquer coisa? Comente.
Logo, vem muito romance e aventuras, como eu prometi. Novos capítulos, amanhã, provavelmente. Beijos.