De Repente Piratas do Caribe
3 Renji Em Port Royal
Notas iniciais
Quando Renji chegou ao porto, o navio já estava quase todo afundado, só sobrou a parte de cima, onde estava a bandeirinha. Todos olhavam para ele, que subiu no porto e observou o local. Caminhou sobre o píer de madeira, mas foi parado por um cara de peruca, que estava acompanhado por uma criança.
- Parado você aí! – Disse ele.
Renji parou, tentando imitar o estilo engraçado de Jack, e voltou meio que rebolando, desengonçado.
- Custa um chillin (é assim qe se escreve ? xD) para amarrar seu barco no cais.
Jack olhou para a parte superior da vela, que estava para fora d’água.
- E preciso saber seu nome – o homem continuou.
- O que me diz de três chillins – Renji os pôs em cima do caderno de listas do cara – e esquecemos o nome?
O homem o olhou.
- Bem vindo a Port Royal, Senhor Smith – disse e se afastou.
Renji caminhou e na metade do caminho pegou um saquinho com as moedinhas do mesmo homem, e continuou seu percurso.
No forte a cerimônia estava começando. Soldados de vermelho marchavam com armas na mão, enquanto outros batucavam em tambores. Rukia se abanava como nunca. Aquela roupa a estava incomodando demais, e o ar estava ficando difícil de chegar aos seus pulmões.
Renji procurou o navio, que Jack tentou roubar no filme e o achou, caminhando em direção a ele.
De volta ao forte:
- Dois quartos! Dois! Meia volta! Apresentar armas! – Dizia um cara, e os soldados seguiam o que ele dizia.
Ao apresentarem armas, o comodoro passou entre os soldados. O governador pegou a espada e ofereceu a ele, que a pegou e fez alguns movimentos para testá-la. Rukia se contorcia por causa da roupa, sem prestar atenção na cerimônia.
Enquanto isso, Jack desceu para o cais, mas foi parado por dois soldados.
- Um momento. Esse cais não é para civis – pararam diante a ele.
- Ah! Eu sinto muitíssimo, eu não sabia. – fez toda aquela pose de Jack. – Se eu vir algum, informarei imediatamente – disse, tentando se desviar deles, mas os mesmos correram e pararam diante a ele outra vez. – Ann, parece que está tendo um social elegante no forte, não é? E comé que dois cavaleiros distintos como os senhores não mereceram um convite? – Fez uma careta, sentindo-se totalmente ridículo.
- Alguém precisa cuidar para que esse cais seja bloqueado aos civis! – Exclamou o mais magro.
- Ora, essa é uma excelente razão, mas me parece – tentou outra vez passar por eles, mas foi inútil – que um navio como aquele – apontou para o navio ao longe – torna este aqui mesmo antiquado, realmente. – Apontou para o mais próximo.
Os dois soldados olharam para o navio mais próximo e depois voltou a olhar Jack.
- Er, é verdade. O Intreptor é uma potencia nessas águas, mas nenhum navio se iguala ao Interceptor.
- Eu ouvi falar de um. Dizem que ele é muito veloz, quase inalcançável. O Pérola Negra!
- Nenhum navio de verdade se iguala ao Interceptor – o gordo disse.
- O Pérola é um navio de verdade – o magro interferiu.
Os dois começaram a discutir e Renji deu graças a Deus. Saiu de fininho e correu para o Interceptor. Logo os soldados notaram que ele não estava mais presente e o interditou.
- Qual é o seu nome? – Indagou o magro com a arma apontada para ele.
- Abarai Renji – mentiu, dizendo a verdade. (oi? xDDD)
- Que nome feio! – O gordo disse. – Qual é o seu objetivo em Port Royal, senhor Abana o Rendi.
- ABARAI RENJI!!!!! – Gritou.
- Diga sem mentir!
- Isso é um filme, me jogaram nessa droga de lugar, odeio água, estou aqui para rever minha amiga Rukia e meu amigo Ichigo e voltar para o Japão.
- Eu disse sem mentir!
Renji suspirou e resolveu seguir o texto.
- Está bem, eu confesso. A minha intenção é comandar um destes navios, formar uma tripulação em Tortuga, atacar, pilhar e saquear até ficar exausto.
- Eu já disse, sem mentir!
- Acho que ele disse a verdade – o gordo disse.
- Se o que ele disse é verdade, ele não nos diria.
- A menos que ele soubesse que não acreditariam mesmo sendo verdade – Renji terminou o assunto.
Os soltados se entreolharam e não disseram mais nada.
Rukia foi para a beirada do forte com o comodoro. Ela já não estava mais suportando ficar naquele espartilho. Ele dizia as coisas, mas ela nada ouvia.
- Você se tornou uma bela mulher, Elizabeth – virou de costas.
- Não respiro...
- Ah sim... Eu estou um pouco nervoso também.
Rukia se jogou de lá de cima, caindo com tudo nas águas claras da costa. O comodoro se virou para encará-la.
- Elizabeth? – Procurou e olhou para baixo e viu a água agitada. – Elizabeth!!! – Gritou.
No navio...
“Rukia.. Até que em fim! “ – Sorriu.
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