De Repente... Amor

7 Floresta Fantasma - part. - 3


Notas iniciais
Eaê Gente, pois é, mas um capitulo de “De Repente... Amor” e eu só tenho a agradecer por vocês me acompanharem nessa fic meio (muito) esquisita aonde eu faço o que eu posso. Pois é, sei que ultimamente pareço estar mais dorgado do que sóbrio quando escrevo um capitulo, acho que é porque tenho vontade de inovar e sair do zero, sei lá, é por ai que se percebe que o escritor é maluco *risos*. Pois então, acho que já falei tudo, esse capitulo também foi feito em quanto meio que dorgado, mas espero que vocês gostem, em especial, à aquela, que me ajuda todas as horas e a quem manda altos reviews.



Capitulo Sete – A Floresta Fantasma part. 3

Antes de dormirem, fizeram uma mini-festa em cima da quase ilha. A noite estava estrelada e não havia nenhum vento a não ser um calor gostoso. Dormiram felizes e Ash cada vez mais animado.

Na manhã seguinte, já estavam em cima de uma ilha, Brock havia acordado cedo e Camila o ajudava a fazer a comida, Kenny observava uma ilha próxima e Ash e Dawn se acordaram ao mesmo tempo.

Depois de todos terem comido se aproximaram da borda da ilha e Ash foi o primeiro a falar.

- Camila, por que a estrada que deveríamos ter pegado, se transformou nessa ilha? – sua pergunta era a que não queria calar Brock e Dawn.

- Bem, isso meu pai não explica — disse Camila.

- Eu sei! – disse Kenny – Bem, na realidade eu sei o que ouvi falar... Um dia dois homens falavam desse tal lugar chamado Floresta Fantasma, e eles falaram que ela era feita de ilusão, nunca estivemos em cima de um ice bergembora sentimos o gelo. – todos (inclusive Camila) ficaram surpresos – Eles disseram que provavelmente estamos no ponto alto de uma floresta muito velha, que se esconde no passado assim como um fantasma e só se mostra mesmo no final, onde encontraremos um Gengar perdido pelo seu treinador, como Camerupt e Magmar, Floatzel e provavelmente Drifloon seria perdido e guardião de algum lugar. Floatzel voltaria e Glaceon, deve estar com os outros perdedores.

- E a história de que nos levará a onde queremos? – perguntou Brock.

- Isso é verdade, a Floresta está interligada, mas ela não é mais antiga que Arceus e tudo o que ela tem foi o resto da história. Mas, o pokémon que enfrentamos são recrutados para servir Gengar. – explicou Kenny.

- E a lenda de que todos sobrevivem anos aqui? – perguntou Camila.

- Bem, isso eles não falaram, mas agora, já chegamos à ilha de Gengar!– disse Kenny mostrando a ilha se encaixar – e antes que perguntem se isso é verdade, eu não sei, e também não sei o porquê a ilha se move. – disse.

Eles juntaram as coisas e desceram, até chegar à ilha.

- Camila, o que seu pai diz no guia dele? – perguntou Dawn, Brock percebeu que Ash estava perto de Camila e isso fazia com que Dawn não a chama-se de Cah.

- Segundo o meu pai, agora teremos de caminhar e enfrentar alguns pokémons até poder chegarmos ao outro lado da ilha, onde há os portais que levam as pessoas aos seus lugares. – respondeu Camila.

- Kenny, para onde você vai? – perguntou Brock.

- Eu... Eu não me lembro – disse o garoto seriamente preocupado – eu me esqueci, acho que o gelo deve ter afetado o meu cérebro – disse ele.

- Você não vai voltar para sua casa? – perguntou Ash.

- Não, um amigo meu me pediu para levar Drifloon até lá. – eles pararam para observar Drifloon. O pokémon agora se movia animado em gestos estranhos para Pikachu, Buneary (que não havia voltado a pokébola) e Piplup rirem.

- Agora, vamos – disse Ash.

Eles começaram a caminhar pela areia de praia que afundava os pés deles de tão fofa, podiam ver os pokémon marítimos na beira da água os olhando, eles então entraram em meio à floresta.

A floresta estava habitadas por pokémons silvestres e estranhos, as arvores eram altas e a vegetação rasteira. Havia uma trilha por onde eles caminharam meia hora até que de repente chegaram em um espaço todo aberto da floresta.

- O que está havendo? – perguntou Dawn que ficará um bom tempo calada em quanto todos discutiam quais pokémons usariam.

- Não sei, mas provavelmente... – Kenny até falaria se um Raichu não tivesse aparecido.

- Isso é uma batalha? – perguntou Ash. – Se for, agora eu estou dentro!

- Você vai mesmo lutar Ash? – perguntou Brock – Eu também queria lutar, mas deixo a chance para você – ele sorriu, embora no fundo quisesse achar um centro pokémon mais pelo seu Sudowoodo ferido do que por uma enfermeira Joy.

- Você já sabe que pokémon usará? – perguntou Camila – Lhe dou uma dica, meu pai disse que é sempre bom usar pokémons de planta nessas horas, pelo menos é o que diz o guia – disse Camila.

- Boa sorte Ash! – disse Dawn por fim.

O Raichu soltou um grande choque do trovão como se fosse para andar rápido, ou ele atacaria assim mesmo.

Ash se encaminhou à frente do pokémon e disse:

- Pikachu, você lutará contra Gengar, agora, - disse ele colocando a mão no bolso e tirando uma pokébola e escolhendo... – vai Torterra! – e o grande pokémon foi.

Raichu olhou para o pokémon e sorriu. Um sorriso feroz, mas sorriu (pelo menos foi o que todos acharam).

Ash só havia escolhido Torterra pela dica de Camila, havia imaginado usar Infernape ao invés de Torterra, mas quando viu o sorriso no rosto de Raichu foi mais por medo do que por deboche.

Na verdade, todos os pokémons dali inclusive os tipos fogo tomavam cuidados, sabiam que nunca ocupariam a vaga de Magmar ou de Camerupt, mas sabiam que tinham um dever.

Raichu se adiantou bastante até chegar perto de Torterra e sua cauda brilhar.

- Torterra, use a evasiva – e por sorte o pokémon se esquivou bem a tempo, virou-se para o lado e correu com tudo para o outro lado.

O ataque de Raichu deu um resultado estranho, a cauda de ferro foi com muita certeza e com força e assim grudou na terra.

- Agora Torterra, use a tempestade de folhas! – disse Ash.

Todas as folhas do local começaram a se sacudir e não era pouca folha, se levantaram muito mais alto que Torterra e atacaram Raichu.O pokémon elétrico saiu então do buraco cambaleante depois do ataque.

Levantou-se com muito esforço e se preparou para usar o choque do trovão, o pokémon elétrico reuniu toda a sua força e atacou com toda sua energia.

O imenso choque do trovão quase atingiu Torterra, mas Ash avisou.

- Torterra, evasiva agora! – e o choque do trovão sumiu ao atingir o chão.

Raichu então começou a investir em Torterra que se desviava dos ataques sem nem um esforço.

- Raii chu! – fez o pokémon lançando outro choque do trovão, porém menos forte do que o anterior, mas esse se desfez antes de alcançar Torterra.

- Agora Torterra, use a folha navalha e depois a investida! – o pokémon usou a folha navalha que atingiu Raichu (que parecia muito diferente de quando haviam entrado na clareira) e o pokémon caiu no chão, tentou se levantar para usar a cauda de ferro, mas Ash tinha sido mais rápido e anteriormente havia dado a ordem da “investida” que acertou Raichu em cheio, por fim, o pokémon foi embora, e a clareira ficou livre.

Torterra se aproximou de Ash.

- Você foi muito bom, agora descanse! – disse ele lançando a pokébola para fazer seu pokémon retornar. – Até que essa não foi uma batalha muito difícil.

- Espere até conhecer Gengar – disse Camila – meu pai disse que teve de usar seis pokémons e capturar um na hora.

Eles continuaram a caminhar, passaram então por uma cachoeira e Brock olhou no relógio que estava parado.

- Oh, droga! – exclamou por nervosismo.

- O que foi Brock? – perguntou Kenny.

- Acho que meu relógio estragou – disse ele.

- Pelo estado do sol eu diria que são meio-dia e o seu relógio não funciona, por que aqui é a única parte viva da Floresta Fantasma – disse Camila. – Brock, se você pudesse, eu agradeceria se parássemos e fizéssemos um lanche – disse.

- Seria uma boa, por que eu estou com muita fome! E você Pikachu? – perguntou Ash.

Pikachu agora brincava com Buneary e Piplup, mostrando a Drifloon algumas “apresentações” de torneios pokémons.

Brock dispôs a mesa e eles começaram a comer, logo depois voltaram a caminhar. Passaram por uma grande cachoeira onde decidiram tomar banho. Logo lançaram seus pokémons na água o que foi a maior festa, apesar de preocupados. No final, retornaram os pokémons a pokébola e continuaram a caminhar.

Kenny já não estava tão abalado com Floatzel, mas Empoleon ainda não se conformava por ter perdido e um Piplup ter ganhado. A cachoeira era habitada por pokémons aquáticos, nenhum fez gesto nenhum, fingindo não haver nada, mas um Buizel ficou os observando o tempo todo.

Saíram dali mais ou menos duas horas da tarde (segundo o relógio “solar” de Camila) e conversavam algumas horas animados, outras horas preocupados.

Chegaram a outro clarão quando o sol já estava se pondo.

- Será outra batalha? – perguntou Dawn. – Dessa vez eu quero batalhar!

- Não sabemos ainda Dawn, mas provavelmente deve ser e dessa vez, no guia meu diz para usar pokémons aquáticos ou de gelo, o que me tira completamente da batalha – disse Camila.

- Eu vou ir Didi! – disse Kenny – Você já teve seu momento na hora de Glaceon eu quero fazer Empoleon animar-se mais um pouco, ele ainda não gostou de haver perdido de Glaceon e Floatzel.

- Também – disse Ash – será melhor para Camila descansar e Dawn não deixar Piplup tão cansado, você poderá precisar dele mais tarde.

- Ash está certo Dawn, - disse Brock – será mais fácil Kenny batalhar agora.

Mais eles avançaram e nada aconteceu, passaram pela clareira e nada, foi quando chegaram perto de uma árvore que viram uma Arbok escorregar habilmente de uma arvore até chegar ao chão e se empinar.

- Olhe é uma Arbok! – disse Ash.

- Não importa quem é, vá Empoleon, acabe com essa Arbok!

Empoleon então saiu da pokébola triunfante apesar de estar cansado, e muito cansado, mas ia para ganhar.

Arbok fez movimentos ligeiros pela mata e se rastejou bem perto da perna de Empoleon.

- Evasiva! ­— gritou Kenny na hora, na realidade não estava muito interessado em batalhas, mas precisava daquela e naquele momento se arrependeu de não ter viajado de cruzeiro.

Empoleon foi mais rápido que Arbok que ao invés de morder o pé de Empoleon mordeu sua própria cauda, Empoleon então se aproveitou e pisou com força na cabeça de Arbok.

Arbok grunhiu, olhou para Empoleon e investiu para cima dele, Empoleon foi rápido e se desviava de Arbok, mas o pokémon venenoso não dava oportunidade de Empoleon atacar.

Uma hora Empoleon ficou completamente trancado e Arbok naquele momento se aproveitou para usar a picada venenosa.

- Evasiva! – gritou Kenny, Empoleon foi para outro lado e o ataque de Arbok atingiu a árvore ­– Agora Empoleon use a sua rajada de bolhas — e o ataque atingiu Arbok em cheio.

Arbok rastejou até a saída da trilha e sumiu.

- Conseguimos Empoleon, agora, volte! – disse Kenny o pegando com a pokébola, o que viram então foi a forma de um sorriso no rosto de Empoleon que voltou à pokébola.

- É isso aí Kenny! – disse Ash.

Eles então voltaram à caminhada, mas não havia mais clareira e nem mais nada. Entraram então na mata densa.

Mal dava para enxergar o caminho a frente, Camila lia as coisas no seu guia e dava as instruções para os outros, que as atendiam na expectativa.

- Cadê a batalha com o Gengar!? – perguntou Ash já com raiva da demora.

- Segundo o guia do meu pai não falta muito par tal Ash – disse Camila, ela olhou par ele que segurou o olhar – espero que você esteja preparado mesmo.

- Claro que estou, afinal, estamos né Pikachu? – fez Ash para seu pokémon.

- Pika pikachu! – fez o pokémon no sentido heróico. Drifloon já estava com Kenny e Buneary e Piplup haviam entrado na pokébola.

- Olhem! – fez Brock apontando para baixo, no fim da floresta, havia uma grande praia e varias portas estranhas mais parecendo portais. – Já estamos chegando!

Eles olharam e se alegraram e começaram a descer a encosta rapidamente, mas na ultima curva, viram um pokémon se aproximar, e não era pequeno.

As arvores começaram a se balançar (e não era o vento que as agitava), era um pokémon estrondoso, grande, mas não gordo, avisou Brock umas três vezes antes de um Arcanine gigantesco, com os pelos dourados flamejantes e um olhar duro de agüentar.

- Eu vou! – disse Dawn, - Afinal, Piplup não está tão cansado e poderá ganhar já que leva vantagem. Vai Piplup! – disse ela lançando a pokébola sem esperar ninguém falar nada.

- Dawn! – fez Ash, e ficou surpresa vendo que ele foi o único que a chamou a atenção – Você consegue! – disse ele.

Ela assentiu feliz, olhou para o Arcanine e disse:

- Agora somos só você e eu! – disse ela.

O Arcanine sorriu e então de repente abriu a boca e um incrível lança chamas pode ser visto.

- Piplup, use a evasiva agora! – disse Dawn, ela sabia que não poderia usar a investida já que Arcanine era muito maior, ela apostava era na rajada de bolhas e redemoinho.

O Arcanine ficou surpreso, mas não se alterou, apenas mudou a direção do seu incrível lança chamas e quando viu que Piplup estava encurralado, investiu contra o pokémon.

Dawn observou tudo e já sabia o que fazer.

- Piplup, use agora a evasiva e depois a rajada de bolhas! – ao ouvir “bolhas” Arcanine se perturbou, foi por causa da água que se perdera de seu dono, mesmo assim investiu até que percebeu que não havia encurralado Piplup e que por atrás dele havia duas pequenas pedras, nas qual bateu com tudo.

Piplup naquela hora então se aproximou o bastante o suficiente para lançar uma incrível rajada de bolhas.

Apartir daquele momento os pelos de Arcanine pararam de brilhar e ele pareceu diminuir, adiantou-se bastante e depois investiu com tudo.

- Piplup, use a investida! – todos ficaram muito surpresos Piplup não podia se chocar com Arcanine, mas Dawn sabia o que ia fazer, quando os dois iam se chocar Dawn disse: - Piplup, agora salte! – e o pokémon saltou. Arcanine ficou no vácuo e quando virou-se viu Piplup. – Agora use o seu redemoinho – e então Arcanine ficou todo molhado, saiu dali correndo com tudo o que podia liberando a passagem.

- Cada vez mais você me surpreende Didi! – disse Kenny – Quem sabe um dia você esteja tão boa quanto eu – disse Kenny sorrindo.

- Boa Dawn, confesso que fiquei surpreso na hora da investida, mas você fez uma ótima batalha. – disse Brock observando Camila que olhava Ash e Dawn.

- Você foi ótima assim como Piplup – disse Ash.

- Agora temos de ir, você fez uma boa batalha Dawn! – disse Camila.

- Eu sei – foi à resposta para todas as perguntas.

Eles desceram tudo o mais rápido que puderam até se encontrar com a areia da praia novamente. Pararam perto da cabana, mas Camila disse:

- É melhor enfrentarmos Gengar pela frente, no final ele sempre perde, por isso eu quero ser a penúltima a lutar! – disse ela.

Todos assentiram, eles caminharam até a frente da cabana onde viram pequenos pokémons (por exemplo um Piplup bem maior que o de Dawn, mais parecendo um Prinplup) abanando Gengar.

Gengar os viu e se levantou, apenas apontou para uma placa escrita com letra humana.

“CHEGASSE ATÉ O FINAL, ENTÃO VOCÊ É MUITO SORTUDO, EU VIM AQUI VÁRIAS VEZES E É POR ISSO QUE ME CONSIDERO TAL, LUTE COM GENGAR E TUDO VAI FICAR BEM”

- Foi o meu pai! – disse Camila mostrando uma foto quase no final do guia.

- Você está pronto Gengar? – perguntou Ash, o pokémon olhou-o com cara de sono e voltou a sentir o vento – Você está pronto Pikachu?

- Pika Pii! – fez o pokémon elétrico parceiro de tantas aventuras – Então eu quero ser o primeiro.

Gengar se levantou e tudo então mudou. Lá estava só Ash e Pikachu, perdido em uma ilha antiga, que aparecia e sumia, uma ilha fantasma que ainda estava no mundo, mas não entre eles.

Gengar fez surgir de sua mão uma bola preta gigantesca, o pokémon fantasma então a fez crescer mais do que o normal (pelo menos para Ash) e o atacou.

Esse ataque deve ser a “bola de sombra” ou talvez o “raio da confusão”.

- Evasiva! – gritou para Pikachu e o pokémon elétrico rapidamente começou a correr, o ataque gigantesco saiu da mão de Gengar e começou ir até Pikachu.

Uma hora o ataque parou de seguir Pikachu e voltou se direção a Ash e Gengar apenas observava. Pikachu vendo o risco de seu parceiro se meteu na frente.

- Pikachu se você quer me proteger, use a investida trovão no Gengar!– e o pokémon foi. Ao contrario da ordem de Ash, Pikachu usou a investida trovãona bola de sombra que se desfez em pedaços. Ash e Gengar ficaram surpresos e então Pikachu acertou a investida trovão em cheio no Gengar.

- Boa Pikachu! – vibrou Ash, ele olhou para seu pokémon e disse: - Agora e só usar o choque do trovão!

E Pikachu mais uma vez foi, mas ao descontar o choque do trovão em Gengar, o pokémon desapareceu e atacou com o raio da confusão.

- Pikachu? – perguntou Ash preocupado – Amigo, Pikachu, use a cauda de ferro no Gengar!

Mas Pikachu na sua confusão imaginou que Ash era Gengar e foi para cima de seu parceiro. Pikachu quase acertou Ash que ficou o chamando, mas Gengar apareceu e usou o raio de sombras e Pikachu caiu no chão, logo ele estava na barraca.

- Pikachu! – fez Ash indo até o seu pokémon.

- Pika pii? – fez o pokémon e então desmaiou.

Dawn foi à próxima e usou Buneary que depois de dois ataques de Gengar ficou completamente ferida.

- Buneary, use o raio de gelo! – e Buneary usou, o ataque congelou uma pata de Gengar, mas o pokémon usou o ataque trevas e Buneary caiu no chão inconsciente.

Dawn juntou sua pokémon fez o que pode para reanimá-la, quando ela sussurrou alguma coisa Dawn disse:

- Vai ficar tudo bem. Agora volte. – e lançou a pokébola.

Kenny foi o próximo, mas apareceu um minuto depois com Alakazan completamente ferido, guardou-o na pokébola e pensou desculpa Alakazan, me desculpa sei que você é ótimo em torneios, péssimo em batalhas...E voltou com os outros.

- Vai Eevee! ­– lançou Camila, sabia que pokémons fantasmas eram imunes ao ataque de Eevee mas mesmo assim, o usou. Mmesmo sabendo que Brock tinha Croagunk e Chansey, só não havia o usado antes por que... – vamos lá Gengar!

E eles também foram para aquele lugar, era verdade, Gengar se sentia cansado, tinha aquela terrível tarefa há anos, mas não podia fazer nada, tinha que fazer isso pelo seu dono que o havia “deixado” ali para cuidar, o que Gengar nunca soube, era que seu dono nunca o quis.

O Gengar preparou seu ataque, mas Eevee foi mais rápido e investiu sem a ordem de Camila.

Gengar foi lançado para longe e usou raio da confusão, mas Camila já sabia o que estava prestes a acontecer.

- Evasiva agora! – e Eevee se escapou do raio da confusão olhou para Gengar surpreso que desapareceu na hora.

Gengar tentava atacar, mas Camila não falava nada, até que de repente toda a floresta voltou à tona e Gengar não se escapou.

- Agora Eevee, use somente o ataque rápido! – e Gengar após receber o ataque foi lançado para longe mas se reeergueu lentamente e começou então a lançar ataques novamente.

Camila sabia que só havia um jeito de poder ganhar, era Eevee evoluir para Espeon, sabia que tratava seu Eevee com amor e carinho, sabia que ele era feliz e foi naquela hora que com o olhar dele, um brilho apareceu e Espeon, um dos pokémons mais podoresos apareceu.

Camila não acreditou naquilo, ele poderia ter evoluido para qualquer um, mas Espeon era muito raro, Gengar não fez nada então. Voltaram para a cabana onde o pokémon ainda encarava Espeon.

- Vá Espeon, use o raio psíquico - e o pokémon assim fez.

Gengar não disse nada apenas os deixou seguir a floresta.

Gengar era muito forte, mas não podia contra pokémons normais e Brock havia entendido o porquê, que Camila o tentara assusta-los, a verdade era que Gengar não era muito mais forte que Magmar ou Camerupt ou Arbok e Arcanine nem mesmo Glaceon, Gengar só comandava e Camila queria da a oportunidades de todos lutarem com o chefe pokémon.

- Como você fez isso? – perguntou Ash.

- Pika pii?! – fez Pikachu no colo de Dawn.

- Implorei na hora que meu Eevee pudesse evoluir que ele evoluiu – disse Camila.

– É aqui que eu me despeço de vocês. - disse Camila apontando para uma figura.

Eles pararam em frente a uma porta que levava a algum lugar de Isshu, ela entrou e disse por fim:

- Ash, foi muito bom te conhecer, qualquer dia desses, nos encontraremos no ginásio de meu pai, Brock, não fique com essa cara – disse ela, a cara de Brock era de um cachorro que estava prestes a ficar sem dono – adeus Dawn e faça logo o que você tem que fazer, antes que outra – e frisou bem o “outra” – o faça e adeus Kenny, foi muito bom o salva-lo!

E entrou.

- Kenny, você se lembrou para onde vai? – perguntou Brock.

- Ainda não, mas logo me lembrarei. – disse ele.

Mas Brock já estava na porta e disse:

- Ash, Dawn, aqui! – fez ele, os dois se aproximaram juntos de Kenny.

- Kenny, acho que teremos de ir antes mesmo de você, quem sabe você não volte e...

- Para onde você vão? – perguntou ele.

- Bem, vamos logo gente. – disse Brock entrando, no lugar.

- Vamos Dawn, adeus Kenny, espero te encontrar novamente, mas quero que Pikachu e Buizel se recuperem logo – disse Ash.

- Nós vamos para Saffron na região de Kanto e...

- Espere, é esse o lugar, é Saffron! – disse Kenny espantado. Claro se lembrava, não era seu amigo e sim um amigo de seu pai. Ficava perto do ginásio no qual a líder era uma tal de Sabrina.

- Então vamos logo! – disseram Dawn e Ash em uníssono.

E os três entraram, mas o que viram, foi uma grande montanha e não a cidade de Saffron.

Notas finais
Alguem com certeza deve se perguntar, por que não Cerulean? Por que eles não foram de cruzeiro, não sei, mas espero que tenham gostado desses três capitulos estranhos.

Bem, não ficou aquele Capitulo, mas acho que esse pelo menos ficou legalzinho, esse foi mais para... hm... Deixar as coisas menos estranhas, mas mesmo assim, qualquer duvida que surgir ou surgiu durante os quatro capítulos ‘estranhos’, podem me mandar uma MP que eu resolvo no próximo capitulo XD.