Notas iniciais
Hey meus amores! Voltei para acalma-lhes o ânimo depois desse dia cansativo de ENEM. Espero que todos vocês que fizeram tenham se saído bem. Mas lembrem-se, isso não é o fim! Uma prova não define quem você é! Mas agora vamos falar de coisa boa, eis que trago novamente um capítulo para que possam se divertir e se recompor. Tenham uma boa leitura!

A noite caiu e eles decidiram dormir por lá. O percurso era um pouco mais longo do que estavam habituados, partiriam no dia seguinte.

— Tem muito tempo que você não dorme aqui. Se precisar de algo é só nos procurar. — dizia a mãe de David pacientemente.

— Obrigado mamãe. — sorriu. Um sorriso singelo, carregado de amor.

— Tenham uma boa noite e descansem. Amanhã nadaremos um pouco na piscina, quero ver se o meu garoto está em forma. — bateu no ombro do filho.

— É claro que estou em forma papai! — abriu os braços ao dizer.

— Vamos ver o que sua namorada diz. — o encarou. — Ele está te satisfazendo querida? — perguntou seriamente.

— Acho melhor dormirmos. — David o olhou intrigado.

— Venha, se aproxime. — ele sinalizou em direção a ela. — Diga-me ao ouvido. — ela andou vagarmente em sua direção.

— Sim! Mas ele fica bem cansadinho! — sussurrou e os dois riram.

— Tenham uma boa noite. — Davi disse e saiu rindo com a revelação.

Os dois entraram no quarto e Emily foi tomar um banho, logo apareceu vestindo uma regata cinza e uma calcinha de renda da mesma cor.

— O que você disse ao meu pai? — perguntou ele a avaliando.

— Nada demais. — sorriu sapeca.

— Deixa você comigo Emily! Acha que não sei ler lábios? Os leio com muita facilidade, principalmente os seus. — a empurrou contra a parede a beijando com fervor.

— David... — tentava se desviar sem sucesso. — Nós não vamos fazer isso aqui! — continuava a beija-lo como se estivesse completamente fora de si.

— Primeiro fala com meu pai que fico cansado, agora não quer fazer amor comigo! Acha que é fácil assim Emi? — prensou ainda mais o corpo dela com o seu.

— Eu quero... — deslizou as mãos para dentro da camisa dele. — mas não é correto! — aprofundou o beijo.

— Desde quando você é santa Emi? — se separou por um momento rindo.

— Desde quando os meus sogros estão no quarto ao lado. — jogou os cabelos que estavam bagunçados para trás os acertando.

— Eu não quero nem saber. Você é minha, só minha. — a beijou novamente, logo encerrou o beijo e a jogou sobre seu ombro.

— O que está fazendo? — bateu com os punhos fechados nas costas dele.

— Estou te levando até a janela. — abaixou um pouco a sua calcinha e lhe deu uma palmada.

— Me põe no chão! — riu.

— Com todo prazer! — a virou para si avaliando seu corpo.

— Que foi? Desistiu? — Emily riu ao notar que ele só a observava.

— Mas é muito gostosa mesmo em! — tirou a blusa dela e flertou os seios, já despontando em sinal de excitação.

— Não faz assim... — ela fechou os olhos enquanto ele se encaminhava para seus seios os massageando com as mãos e passando a língua envolta dos mamilos.

— Como você é perfeita Emi! — mirou-lhe os olhos azuis que passavam a ficar acinzentados. Se agachou e começou a puxar levemente a calcinha.

— Levanta daí, se você continuar não vou conseguir controlar! — ela mordia os lábios fortemente.

— É mesmo? — beijou-lhe​ ainda por cima do tecido, a fazendo suspirar.

— Tá certo. Você venceu. Eu não vou aguentar! — o puxou para cima selando seus lábios. David explorava-lhe o pescoço, o colo dos seios e a barriga. Chegou a sua intimidade novamente, Emily balançou a cabeça positivamente.

Aos poucos ele abaixou o fino tecido pelas pernas branquinhas. Subiu beijando a parte interna das coxas e parou em seu centro. Ao primeiro movimento dele Emily já curvou o corpo e segurou em seus cabelos. A barba por fazer em contato com sua região aveludada causava-lhe cócegas.

— David... Eu preciso de você. — o puxou novamente pela gola da camisa, foi direto para seu pescoço, mordendo-o a orelha.

— Ainda não Emi. — sorriu traiçoeiro tirando a camisa. Ela mordeu os lábios o desejando. Virou em direção a janela se inclinando levemente.

— Vamos David! O que está esperando? — olhou para ele. David riu.

— Hoje não será assim tão fácil Emi. Vamos demorar um pouquinho. Bem que você podia me ajudar a tirar essa calça.

Foi até ele e se abaixou, puxou a calça e descobriu que ele estava sem cueca. Começou a masturba-lo deliciosamente, pela visão periférica via seus olhos revirarem de prazer.

— Não! Chega! — pegou em sua mão e a trouxe para junto de si. — Assim você acaba com os meus planos. Coloque isso. — pôs um roupão sobre seus ombros e se cobriu com um.

— O que planeja? — perguntou curiosa.

— Você verá! — pegou-a pela mão e desceu as escadas indo em direção a sala de jogos, a fez encostar sobre a mesa de sinuca enquanto foi buscar as bolinhas de bilhar.

— Então agora nós vamos jogar? — ela sorriu quando ele voltou.

— Pense o que quiser! Você vai adorar. — deslizou o roupão dela.

— O que você vai fazer com isso? — apontou para a bolinha em sua mão.

— Lubrifica! — mandou.

— O quê? — olhou assustada.

— Já disse, lubrifica.

— Tudo bem. — se inclinou e sugou a bolinha de bilhar com os lábios lançando-lhe um olhar provocativo.

— Isso! Essa boquinha! Meu Deus Emi que boca gostosa! — a beijou tirando-lhe o ar.

— E agora? — o encarou. Ele deslizou a bolinha pelas suas costas, a saliva em contato com o ar aguçava todos os seus sentidos.

— Acho que agora você sabe para que serve! — sorriu. Deixou sem querer a bolinha cair no chão, ela fez um estrondo.

Seu pai desceu pelas escadas para ver o que havia acontecido, encontrou tudo em seu devido lugar e caminhou até a geladeira, tomou um copo d'água e ficou por ali um tempo.

Emily ria baixinho, tentando conter a gargalhada que queria dar no momento, mesmo com seu pai tão próximo David decidiu continuar.

— Você é louco!? — ela sussurrou.

— Sou louco por você! — sussurrou de volta.

A colocou sobre a mesa de sinuca e afastou-lhe as pernas. Pegou um taco e a pediu que colocasse os braços para cima, ultrapassou o taco em seus braços e segurou a prendendo.

— Você inventa cada coisa! — sorriu.

— Pra você ver! — deslizou os lábios pelo corpo todo, provando cada pedacinho dela.

A essa altura seu pai já se preparava para subir as escadas, ouviu gemidos baixinhos, contidos e decidiu olhar pela greta da porta. Queria ter se assustado com a cena, mas apenas sorriu ao ver como seu filho sabia dar prazer a uma mulher, em seguida subiu para o seu quarto.

— David, por favor, não aguento mais. — ela gemia.

— Agora você não aguenta é? — a penetrou com dois dedos, sentiu o corpo dela dando a resposta ao gozar deliciosamente. Levou os dedos até os lábios a provando. Se inclinou e começou novamente um oral, aquela energia dele já estava a deixando completamente fora do eixo. Tirou uma camisinha do bolso do roupão e deslizou sobre seu membro. Ela olhou a embalagem e reconheceu, essa noite seria longa.

— Você não presta! — se sentou na mesa.

— Por que? O que eu fiz? — se fez de desentendido.

— Achou que eu não iria reconhecer essa embalagem? — apontou para a região íntima dele.

— Se você é tão conhecedora de preservativos assim, me diga para o que esse serve! — a desafiou.

— Serve para você ter controle sobre a ejaculação. Como se você já não tivesse controle o suficiente. — cruzou os braços.

— Isso mesmo! Vamos ver quem fica cansadinha essa noite! — deu o típico sorriso safado, caminhou até ela e descruzou seus braços.

A trouxe para a beirada da mesa e a penetrou aos poucos. Emily agarrava-lhe os ombros e jogava os quadris para frente. Ele tirava até a metade a deixando ainda mais ansiosa.

— Não faz assim David. — mordeu a orelha dele.

— Você quer tudo? — perguntou persuasivo.

— Quero! Eu quero tudo! — inclinou o pescoço para trás dando a David um lugar a mais a ser explorado.

— Então você terá meu amor! — a penetrou com força estocando e aumentando a medida em que os gemidos aumentavam. — Já está lá?

— Não! — Sorriu.

— Nem assim você se cansa em! — pegou-a no colo e subiu para o quarto.

— Aonde vamos?

— Para o nosso quarto. — deu um lindo sorriso.

— Seu. Seu quarto. — o olhou intrigada.

— Nosso! Você é a primeira mulher a entrar nele, a dormir nele e a fazer amor comigo nele! — confessou. Ela sorriu feliz com a revelação.

— Poderia adiantar o passo? — provocou.

— Claro! — Entraram novamente no quarto e ele a levou até a janela mais uma vez. — Se inclina.

— Para de ser mandão.- se inclinou vagarmente. Ele a penetrou novamente, pelo reflexo da janela a viu sorrindo.

— Está rindo de quê? — trouxe o corpo dela mais para perto.

— De você tentando me cansar. — se afastou apoiando-se no parapente da janela.

— Deixa eu ver se entendi. Você está me desafiando?

— Não. — disse pouco convincente.

— Você está sim!

— Vamos logo, daqui a pouco um vizinho nos vê. — Gargalhou.

— Emily Deschanel com medo de ser pega? Essa pra mim é novidade. Mas tudo bem. — a virou para si e caminhou até a cama, a depositou sobre a mesma. — Se para você é mais confortável por mim tudo bem.

Se deitou sobre ela, logo teve sua cintura enlaçada pelas pernas dela. Começou a fazer movimentos lentos a preenchendo aos poucos e logo a tomando por inteira. Ela ia ao delírio, já havia perdido o controle sobre o próprio corpo e gemia baixinho sem nenhum pudor. Mais uma vez o orgasmo chegara, explodiu de prazer, seu corpo caia desfalecido sobre a cama.

Ele voltou aos seus lábios dando-lhe alguns minutos para se recuperar. Lentamente começou a distribuir beijos pelo seu corpo, a essa altura Emily já respirava com dificuldade.

— Estou começando a ficar excitada de novo! Caramba David! Você precisa parar! — dizia com a voz entrecortada.

— Que bom que está preparada novamente. — sorriu. A pegou pelo bumbum, ela prontamente envolveu as pernas em sua cintura. David a levou até a parede onde se apoiaram e distribuiu beijos pelo pescoço enquanto a levava ao paraíso.

— David! — sua voz falhava. — Tira esse preservativo pelo amor de Deus. — fechou os olhos.

— O quê? Por que? — se assustou.

— Não aguento mais. — se agarrou ao pescoço dele. — Você me levou ao limite.

— Okay. — trocou o preservativo por um normal.

Logo começou as estocadas novamente, ambos explodiram em orgasmos. Emily desfaleceu sobre o corpo dele, suas pernas bambeavam, estava sem equilíbrio. Ele a colocou na cama e se deitou ao seu lado, a abraçou e pegaram no sono.

Notas finais
Espero que tenham gostado! Até mais pessoinhas!