De Baixo do Capuz

5 Capítulo 5 - Perfeição pode existir - Reescrito


Notas iniciais
Bem, desculpe pelo tempo sem postar ^^ Ass: Walker Ta aii minna :D Ass: Okumura

De Baixo do Capuz

Capitulo 5 — Perfeição pode existir

“ — O seu sorriso...

– O que tem ele?

– Ele é lindo.”

– Miura Haru.

Haru ajeitou algumas coisas em casa, pequenos detalhes para sua mãe libera-la para sair. Quando se viu livre não tardou a sair de casa, mais ou menos umas três horas da tarde, a procura da casa de seu amigo, Tsunayoshi. Por ser nova na cidade, perdeu-se vez ou outra e demorou a achar o endereço. Quando parara em frente à casa com o número respectivo ao que Reborn tinha lhe dado, observou-a por alguns segundos, assustada.

Era uma mansão. Havia uns quatro andares no mínimo, por fora era toda branca, com um portão dourado e com um 'V' no meio – ficou curiosa em saber o significado daquela letra. O território que ocupava era enorme, poderia ver na garagem uns cinco carros enormes e de puro luxo, o jardim da residência era enorme e lindo, cheio de flores, arbustos muito bem cuidados e uma piscina – isso era o que ela poderia ver do lado de fora. Aquilo era do tamanho de um quarteirão inteiro.

Ainda meio impressionada e assustada com o tamanho das coisas, tocou o interfone perto do portão, sendo atendida por uma voz doce e afável do outro lado.

Residencia dos Sawada's. - a voz falou do outro lado e mesmo que tentasse ser o mais gentil que podia, a Miura estava nervosa.

– Er... Eu gostaria de falar com Sawada Tsunayoshi, sou uma amiga. – respirou bem fundo antes de responde, deixando certo bush invadir suas bochechas.

– Oh, Tsu-kun... Vou abrir o portão, pode entrar. - a voz falou e desligou do outro lado da linha, pode ser ouço um click vindo do portão e ele automaticamente se abriu, as trevas de segurança faziam um barulho pesado e arrastado.

Entrou no lugar e por pouco não se perdera para chegar até a porta, demorara em torno de uns quatro minutos para chegar à porta da casa. O lugar era maior do que podia imaginar.

Tocou a campainha da casa quando cheguei à porta, ela se abriu e revelou uma mulher de cabelos castanhos claros e curtos, tinha um rosto angelical, olhos castanhos que lembravam os de Tsuna e uma roupa de empresaria.

– Oh sou Sawada Nana, mãe do Tsu-kun, ele está no quarto dele, pode entrar, subindo a escada na segunda porta a direita, tem uma plaquinha escrito Tsunayoshi na porta também, pode ficar a vontade querida. – a mulher falou com um pouco de pressa, mesmo que seu tom afável ainda manifestasse-se, como se dissesse a morena que não poderia ajuda-la muito.

– Ãhn, sou Miura Haru, amiga do Tsuna-kun, Desu. – respondeu enquanto retribuía o sorriso, a mulher bagunçou os cabelos castanhos escuros de Haru e se despediu brevemente da Miura, saindo de casa. Haru tinha quase certeza de uqe ela iria trabalhar.

Andou um pouco até chegar à escada, antes que eu chegasse, pode ver uma porta se abrindo e por pouco não batendo contra Miura que havia parado de andar antes que tal cena trágica ocorresse. De tal porta saiu Reborn.

– Haru. — ele falou assim que avistara a morena, que olhava com uma interrogação brotando em sua face, também fazia uma careta que deixou os olhos negritos do seu lecionador com um ar divertido.

– Reborn-senpai? – não pode deixar de ficar curiosa, o que o lecionador fazia na casa de Tsuna? Pelo menos aquilo explicava o por que dele ter o endereço do menor.

– Respondendo a sua pergunta eu sou tutor do Dame-Tsuna. – com aquela pergunta praticamente estampada na face da menor, nem precisava ser um leitor de mentes para descobrir que ela perguntava-se aquilo.

– Pensei que trabalhasse em Namimori-Chuu. – estava ficando cada vez mais confusa e suas caretas ainda mais engraçadas, se não fosse o Reborn ali com ela, já teriam gargalhado.

– De inicio queria ver o desempenho escolar de meu aluno, mas acabei ficando por lá mesmo. – sua resposta veio acompanhada de um sorriso malicioso ao lembrar-se de uma professora de cabelo esverdeados, que também era uma grande amiga sua no passado.

– Mas Tsuna-kun tem ótimas notas... Por que um tutor? – a curiosidade batera mais forte do que a vergonha e não resistiu em perguntar. Corou um pouquinho.

– Eu não sou um tutor para escola ou desse tipo, eu tutório Dame-Tsuna para que ele possa tomar conta da empresa da família. — ele comentou e por alguns segundos a fenda de seu chapéu cobriu seu rosto, o semblante sério que tomou conta de sua face não pode ser visto pela menor. O clima pesou.

– Oh. – espantou-se. Todo aquele lugar seria realmente do Sawada.

– Vejo que quer ver Dame-Tsuna, não atrapalharei sua visita, até Haru. – e dando um sorriso lascivo para aquela situação – uma garota e um garoto em um quarto, sozinhos, sem os pais em casa e os empregados no andar de baixo – saiu. A Miura franziu o cenho, mas não se importou muito. Inocência.

Subiu as escadas que pareciam ser desenhadas para um desenho da Disney – e não pode deixar de se sentir uma Lady – e não tardou a chegar ao andar superior, deixando a magia das escadas para trás.

Não demorou muito e logo avistara a porta do quarto onde uma plaquinha laranja estava pendurada na mesma, nela se encontrava 'Tsunayoshi' em letras pretas e cursivas. Respirou fundo antes de bater na porta e logo pode ser ouço um 'entre' ser balbuciado baixinho. Abriu a porta e dando de cara com um quarto três vezes maior que o seue uma um provável Tsunayoshi deitado na cama ouvindo musica com seus costumeiros fone de ouvido. Seria tudo normal se o Sawada não estive SEM o costumeiro capuz.

– H-H-Haru-chan? — ele se sentava na cama enquanto a olhava com os olhos castanhos dourados levemente arregalados, e que olhos, eles eram grandes, castanhos, inocentes, tinham um brilho e não mostrava nenhum sentimento, mas ao mesmo tempo eram tão calorosos... Perdera-se por alguns segundos dentro deles.

E Tsuna... Tsuna era lindo em si. Talvez até mesmo perfeito. O Sawada tinha os cabelo castanho arrepiado que desafiava a gravida, era um cabelo medianamente grande... Sua face no momento estava um pouco vermelha, sua boca era rosada e carnuda, suas feições o deixavam em um momento adoravél, sem contar com a roupa, uma calça jeans preta e uma blusa de manga comprida laranja, que marcavam um pouco seu corpo, deixando a mostra que ele tinha alguns músculos em formação, e alguns ban-aid e faixas espalhadas por seu corpo. A Muira corou extremamente.

– T-T-Tsuna-kun eu... – sua mente não estava formulando nada, apreciar a imagem de Tsunayoshi era mais importante.

– Er... Quer se sentar Haru-chan? – perguntou enquanto lhe dava espaço para sentar na cama, que por sinal, também era grande – tudo era grande.

O quarto era branco, preto e laranja, as paredes brancas, com alguns adesivos de papeis de parede pretas e laranja em somente uma, juntamente a uma estante com alguns milhares de livros, uma mesa no quarto, logo abaixo da estante que ficava bem em cima, com mais alguns livros e uma luminária e algumas coisas de computadores modernas de mais para a Miura entender.

Cortinas laranjas na janela que era toda de vidro, que momento estava aberta dando uma linda vista ao jardim, tinha algumas coisas em cima de uma mesa no centro do quarto, meio que haver com mecânica.

Muitos jogos vídeos games em um reque, juntamente a uma televisão enorme, conectada a alguns aparelhos de vídeos games, coisas eletrônicas jogada em cima de uma outra mesa no canto, mais alguns livros empilhados num outro canto. Tinha um tapete com um símbolo esquisito que a Miura nunca tinha visto. A cama era preta, com chamas laranjas, a cocha era de zumbie e milhares de almofadas. Nos cantos havia três portas, cada uma em uma parede distinta.

– Seu quarto e incrível. – comentara enquanto sentava-se ao lado do moreno.

– O-Obrigado. – Tsunayoshi ainda estava meio corado — Haru-chan o que fazes aqui? — o Sawada perguntara um pouco tímido, mais do que o normal, provavelmente pela garota estar vendo-o sem seu costumeiro capuz, deixando-o completamente visível. Mas ele era tão belo, Haru não entendia por que se esconder.

– Queria ver se estava bem, Reborn-senpai me deu seu endereço. – respondeu e coçou a bochecha, deixando-se encabular também.

– Tinha de ser o Reborn... — comentou e se deitou na cama pegando uma almofada e colocando enfrente ao seu rosto, um silêncio se formou.

– O que ouve Tsuna-kun? – perguntou curiosa enquanto apontava para os fones de ouvido plugados em um aparelho eletrônico qualquer.

– Imagine Dragons, já ouviu? – respondeu retirando a almufada de frente a sua face e tirou um I-pod do bolço de sua calça, onde o fone se conectava.

– Não. — murmurou e logo pode ver o menor desconectar o fone, deixando o I-pod tocar, revelando uma música ótima e uma batida legal — São bons — falei enquanto olhava para o quarto — Mas, você não respondeu minha pergunta... – comentara enquanto fazia uma expressão preocupada — Está bem? Machucou-se ao ajudar o Gokudera? Você sumiu depois daquilo. – fitou bem fundo o olhos castanhos dourados.

– Sim, não se preocupe, só fiquei nervoso pelo meu capuz ter caído... Haru-chan... Por que se preocupa comigo? – afundara novamente seu rosto sobre a almofada de antes, talvez fosse o medo e receio.

– Hn... Por que é isso que os amigos fazem Tsuna-kun. – sorriu largamente assim que terminara de falar tal frase, mas não pode deixar de sentir suas bochechas queimarem.

– A-Amigos? – retirou a almofada de frente ao rosto com uma sobrancelha arqueada e uma careta de confusão.

– Sim Tsuna-kun amigos. – a Miura confirmou e sorriu, Tsuna sentiu seu rosto em brasa ardente, mas retribuiu o sorriso com um pequeno. Haru achava que aquele sorriso era lindo.

*TOC TOC*

A porta foi aberta logo depois que alguém bateu nela, um homem trajando roupa de pinguim passara pela mesma, um sorriso de vidro sobre os lábios.

– Tsunayoshi-sama, Reborn-sama me pediu para lhe trazer algo para você e sua amiga comerem. – a hipótese de ser um mordomo passou pela cabeça da acastanhada.

– Ahh. — Tsuna dissera e o cara colocou trouxe um carrinho, aqueles de restaurante de luxo, e colocara-o em frente à cama, com vários pedaços de bolo, torta, chá, café, chocolate quente, refrigerante, barras de chocolates e mais algumas guloseimas e saiu — Fique a vontade Haru-chan. – ofereceu-a, de forma cortês enquanto pegava um pedaço de bolo de chocolate.

– ... – sem responder alguma coisa, pegou um pedaço de bolo também – o casal eram umas formiguinhas em relação e doce -, só que de sabor laranja, retirou um pedaço e levou a boca, sentindo-o desmanchar por seus lábios — Desu, divino. – os olhos castanhos violáceos brilharam e logo tinha mais um pedaço dentre os lábios de Haru.

Ficaram um tempo desfrutando dos doces, Tsunayoshi comeu dois pedaços de bolo de chocolate, um de morango, uma barra de chocolate, tomou chocolate quente – Haru perdera a conta de quantos copos depois do quarto — e mais algumas guloseimas, agora ele estava com um pacote de Tubes na mão. Ela ainda estava espantada de como ele comia e o pior, nem se quer parecia ter engordado.

– Herdei essa gula por doces de meu tataratatara avô Giotto... – comentou constrangido e Haru simplesmente rira.

– Me ensine o truque para não engordar e ficamos quites. – deu uma piscadinha em direção a ele, que sorriu constrangido.

– Uso excessivo da mente e as tutorias sádicas de Reborn. – um arrepio correu a espinha do Sawada ao lembrar-se dos exercícios sadistas de seu tutor.

Conversaram um pouco mais, percebera que Tsuna falava um pouco mais do que na escola. As horas foram passando e logo escurecera, era um sinal de que Haru tinha de ir e por ser um pouco tarde o Sawada oferecera-se para acompanha-la até em casa. Enquanto colocava o capuz, pedira para que a garota fosse abrindo a porta.

Distraída nem se quer percebeu que fora para uma das outras três portas do quarto e quando vira, já tinha aberto tal porta errada.

– Desu. – as paredes eram feitas de ferro – que parecia ser bem resistentes, já que estavam todas marcadas e em algumas partes afundadas -, alguns aparelhos eletrônicos sobre algumas mesas mais ao canto e algumas pinturas espalhadas pela sala. Sobre uma mesa toda cheia de tinta, pode ver um quadro seu, incompleto.

– Ah! Fecha isso! – Tsunayoshi já tinha colocado o casaco, mas ainda não havia coberto sua face pelo seu capuz, por isso o brilho vermelho que cobrira suas bochechas fora bem notório.

– Sou eu? – ela apontou para o quadro ali na mesa, os olhos brilhavam. Tsunayoshi ainda estava corado mesmo que por agora, surpreso.

– S-Sim. – não havia como não corar ao responder aquilo e o gaguejar quase tornara a palavra incompreensível, junto ao timbre baixo.

– Adorei! – exclamou, os olhos brilhavam cada vez mais.

No fim Tsuna desconversou sobre aquilo e conseguiram sair da casa sem mais detalhes constrangedores – ao menos para o Sawada -, e seguiram juntos pelas ruas de Nanimori em direção à casa da Miura. Todavia a conversa fora interrompida ao telefone do menor tocar.

– Kyo-kun. — ele falou com o timbre um pouco mais animado ao atender o celular, uma conversa incoerente na opinião da Miura começara, não estava entendo nada daquele assunto que tratavam, Tsuna assumiu uma postura seria e firme ao falar no celular, quando desligou suspirou cansado. Aquilo a preocupou.

– Aconteceu alguma coisa? – perguntou demonstrando aquela preocupação.

– Eu vou assumir a empresa da família quando fizer 18 anos. Meu pai me colocou para lhe ajudar em algumas partes da empresa juntamente as pessoas que trabalharam comigo. Tem uma regra na empresa, na qual as pessoas que irão trabalhar com você, mude a cada geração de um novo chefe. Essas pessoas são chamadas de guardiões. Eu já tenho meus guardiões escolhidos e sei quem é cada um deles, apesar de alguns ainda não me conhecerem. Kyo-kun é um de meus guardiões, nos conhecemos desde pequenos. Aconteceu algum problema na empresa, terei de resolver depois, não é nada demais, mas essas coisas são chatas... – sorriu, aquele sorrisinho pequeno mais cheio de graciosidade, fazendo o coração da Miura disparar.

– Oh! Isso é legal. – comentara, mas não teve tempo de falar mais nada, parar em frente a um sobrado — Tsuna-kun essa casa é a minha. Obrigada por me acompanhar. — deu-lhe um sorriso.

– Nos vemos amanhã na escola Haru-chan. – ele sorriu e estava prestes a sair do local, a Miura segurou-o pelo braço e o abraçou pelas costas.

– Até amanhã na escola. – soltou-o do abraço unilateral, corada, antes de correr em direção a sua casa, sem dar-lhe tempo de falar algo.

Por algum motivo, o coração do Sawada explodia em seu peito.

Notas finais
Espero que tenham gostado :3 Ass: Walker A cada dia que passa o Tsuna fica mais kawaii XD Ass: Okumura E esse troço de empresa? Será que os guardiões serão os mesmos? Ass: Walker Não perca o proximo capitulo XD Ass: Okumura Até ele então Ass: Walker U3U Ass: Okumura