Daylight

3 Capítulo 3


Notas iniciais
Vejo vocês lá embaixo, pequenos jedis.

– Quanto tempo demora esse tal processo de identificação de corpos? — Luke questionou, no entanto, já sabia muito bem da resposta. Estivera no Exército por dois anos, e agora era general, e sabia muito bem quanto tempo demorava para fazerem testes de DNA em torno dos cinquenta corpos encontrados na lona da enfermaria.

– Não temos o equipamento necessário aqui em Dohuk, general. — Um de seus subintendentes, que o nome ele nunca havia decorado, murmurou. — A equipe de biólogos precisa primeiro coletar diversas amostras de tecido para depois mandá-las para um laboratório na capital. Além disso, os especialistas acreditam que como a intensidade da explosão foi de nível médio, alguns corpos podem ter sido reduzidos a partículas, e...


– Compreendo. — Luke o interrompeu, engolindo em seco. Já havia dois dias desde que a equipe havia finalizado sua pesquisa ao redor da área da enfermaria, e o relatório não apontou nada que Luke já não houvesse suspeitado: muitos corpos, e ainda não havia como saber de quem eram e quantos deles haviam sido reduzidos à resíduos. Seus colegas de trabalho não sabiam, no entanto, ele precisava daquela identificação o quanto antes: cada segundo parecia demorar o tempo equivalente de um ano. Só de pensar que Annabeth podia estar entre os corpos queimados, e que a chance de ela ter escapado viva antes que a explosão ocorresse era extremamente pequena (a única maneira de ela estar viva), lhe traziam náuseas e fortes dores de cabeça. — Além dos arredores da explosão, já procuraram em outro lugar?


– Perdão, general? — Ethan Nakamura interveio confuso.



– Outro lugar, Tenente Nakamura. — Luke murmurou calmamente para que ele compreendesse. — Alguém pode ter fugido da explosão, alguém que estava fora da tenda quando ela ocorreu, não é mesmo? — Argumentou. — Portanto enviarei uma ordem para que a equipe de busca explore mais o território. A periferia desértica de Dohuk é cercada por montanhas, mas existem algumas vilas por ali aonde os moradores não possuem nem ao menos um simples telefone, e alguém pode ter se refugiado.



Os dois tenentes e um subintendente presentes na pequena reunião se inundaram num silêncio que expressava um misto de pessimismo e preguiça, e Luke observou cada um deles nos olhos até que resolveu falar novamente, apontando para o subintendente.



– Você, novato. — Ele disse numa voz firme, que certamente assustara o rapaz. — Qual o seu nome?



– Fitz, senhor. Gabriel Fitz. — Ele murmurou rapidamente, fazendo que sim como um sinal de respeito.

– Certo... Diga-me, subindentente Fitz... Se você houvesse sobrevivido àquela explosão, e estivesse com poucos ou sem suprimentos, muito menos um telefone celular ou uma arma, o que faria primeiro? — Luke questionou com um tom de voz calmo, o que pareceu relaxar o recrute, que pensou por apenas alguns segundos antes de responder.



– Procuraria uma fonte d'água, senhor. Imediatamente.



– Excelente. — Luke esboçou um pequeno sorriso, coisa que raramente fazia em serviço. Reservava momentos de descontração para quando estava com Annabeth, quando não precisava fingir. Dirigiu-se a Nakamura e o outro tenente. — Escutem o garoto. Há um riacho perto da enfermaria. Se não encontrarem nada por lá, comecem a patrulhar as vilas nas montanhas, imediatamente.



XXX



A caminhada pela estrutura de uma das montanhas do deserto era árdua, porém, necessária. Haviam saído das margens do riacho perto do local da explosão logo que acordaram, sabendo que a proximidade deles de uma grande fonte de água podia ser tão perigoso quanto vital: Animais do deserto não tão amigáveis, como por exemplo, os carnívoros chacais podiam tê-los atacado, portanto, resolveram subir a cordilheira mais baixa de montanhas em direção ao primeiro vilarejo que avistaram do longe, esperando que pudessem obter abrigos e, se dessem sorte, um telefone celular que pudessem usar para fazer uma ligação por socorro.



– Faz quanto tempo que estamos andando? — Annabeth questionou, enxugando a testa com a parte de trás da mão. Seus longos cachos dourados estavam presos em um rabo de cavalo, e os dois caminhavam um do lado do outro, a mochila com os suprimentos que tinham pendurada no ombro de Percy.



– Pela posição da luz solar, umas duas horas. — Percy fez que sim. Preferiu falar "luz solar" ao invés de apenas sol, já que queria parecer inteligente perto dela, que obviamente tinha no mínimo dez cérebros por ser tão esperta.



– Duas horas? — Annabeth franziu o cenho. — Jurava que já tínhamos andado muito mais.



– Quando se está no Inferno, o tempo prega peças em você. — Percy queria soar carregado de humor, no entanto, sua frase saiu com um tom extremamente pessimista. O silêncio se instalou mais uma vez.



Durante a caminhada, Percy e Annabeth pararam algumas vezes para se sentar sobre rochas achatadas e beber água. Dividiram metade de um pacote de biscoitos de baunilha e uma garrafa d'água: Ainda possuíam seis outras, cheias até os bicos devido à passagem dos dois pelo riacho perto do local da explosão. De qualquer forma, Percy havia sido treinado para se acostumar à falta de água, mas ambos sabiam que um ser humano sobrevivia menos de vinte e quatro horas no deserto sem água, daí a importância de encontrar o vilarejo e uma maneira de comunicação assim que possível.



Só chegaram à primeira vila em torno do que parecia ser seis horas da tarde. O sol já não estava tão forte, mas a situação antes regular dos dois se encontrava péssima: Annabeth preferira continuar com o curto uniforme de enfermeira sujo de pólvora a colocar o moletom durante o dia (completamente compreensível, devido ao calor extremo do deserto), e os cachos loiros e longos dela estavam encharcados de suor, assim como o cabelo negro de Percy, que se sentia desconfortável nas roupas casuais que fora vestido no dia anterior, a camiseta simples do exército e uma calça jeans que parecia trinta vezes mais pesada do que realmente era.



O vilarejo era minúsculo, composto por no máximo quinze casas. Havia uma pequena praça central, com um fundo poço para a coleta de água. As ruelas entre as moradias eram alisadas, no entanto, de terra. Galinhas corriam pelo chão em busca de grãos de milho, e em algumas casas, havia cabras amarradas à curtos postes de madeira. Percy já havia patrulhado com o seu batalhão em muitas daquelas vilas, protegendo famílias contra supostos ataques. Estava acostumado com a familiar quietude daqueles locais, a risada distante de crianças, a vida simples que os moradores ali levavam.



– Americanos. — Escutou um homem barbudo murmurar para sua esposa que entrava rapidamente em uma das pequenas casas carregando um balde do que cheirava coalhada há muito tempo fermentada, outro cheiro familiar do deserto. Quando se aproximaram mais, o homem fechou a porta da casa e franziu o cenho. — Em que posso ajudar? — Seu inglês era carregado de sotaque, mas era completamente compreensível.



– Boa tarde, senhor. — Percy disse educadamente. Pensou em colocar seu braço em volta dos ombros de Annabeth enquanto falava, mas achou melhor não arriscar. Afinal, não eram tão próximos assim. Só eram companheiros de explosão que teriam saído num encontro se a maldita explosão não tivesse acontecido. — Fomos vítimas da explosão na enfermaria... Os únicos sobreviventes. Sou o soldado Perseu Jackson do Batalhão 21, e esta é Annabeth, que era enfermeira no local.



Annabeth fez que sim em confirmação, e Percy agradeceu a Deus quando ela abriu a boca para falar, já que era um bilhão de vezes mais esperta que ele, e provavelmente faria a escolha certa de palavras.



– Gostaríamos de usar um telefone, se possível. — Ela fez que sim novamente, suas mãos apertando o casaquinho sujo de crochê ao seu corpo. — Saímos ontem do local, dormimos perto do riacho, mas escutamos chacais. Precisamos entrar em contato com a base mais próxima, perto da cidade.



– Entendo. — O homem mordeu o lábio inferior praticamente escondido por barba. — Meu nome é Quíron, e sou o bisneto do fundador desta vila. Meu pai me ensinou a ter cuidado com americanos, e o pai dele o ensinou a mesma coisa antes disso. — Lançou um olhar desconfiado para os dois, porém, sua expressão se tornou mansa logo em seguida, quase que como se ele estivesse brincando. — Mas não sou meu pai, nem o meu avô, e muito menos meu bisavô, e são bem vindos aqui, americanos ou não. — Enfim, sorriu, e aquele pequeno gesto fez com que Percy e Annabeth sorrissem também. — O que minha família tem é para ser compartilhado. Temos pão, queijo, leite, kebabs de carne de carneiro e chá.



O estômago de Percy roncou à menção da comida. Fazia pouquíssimo tempo desde que ele e Annabeth comiam apenas os biscoitos secos de baunilha e as sardinhas enlatadas, e quando ele estivera na base durante seus dois anos de serviço, nunca comera nada diferente de sopa de tomate, e ele sendo um saco sem fundo, ficara muito feliz em escutar que seriam bem recebidos ali.



A casa de Quíron era certamente a maior do local, e ainda assim, simples e pequena. As paredes eram pintadas de um bonito tom de argila, e havia vasos com plantas espalhados pelos cantos, além de móveis pequenos e uma televisão minúscula.



– Antes de tudo, presumo que vocês queiram tomar um bom banho. — Quíron ofereceu com outro sorriso, e Percy sorriu também ao ver que as bochechas de Annabeth pegaram fogo, já que o uniforme dela antes branco estava obviamente sujo, além do fato de que a longa caminhada de quatro horas de duração sobre o sol duro do deserto os deixara com um cheiro desagradável de suor. — Graças ao bom Alá, temos água gelada no banheiro lá de cima. Minha esposa vai ajudar a preparação. Agora, soldado, seja um bom cavalheiro e deixe a moça bonita se lavar primeiro. — Quíron piscou para Percy, fazendo com que Annabeth deixasse escapar uma risada nervosa e com que as bochechas dele pegassem fogo.



Depois que Annabeth seguiu a esposa de Quíron, Gretta, em direção ao banheiro no piso superior, Quíron o apresentou aos netos, três meninos, que brincavam no quintal, além do resto da casa. Annabeth apenas retornou com Gretta do que pareceram horas, mesmo a moça só tendo demorado em torno de 60 minutos no banho, como tinha direito, ainda mais no insuportável calor. Quando ela desceu lentamente das escadas, no entanto, Percy sentiu sua respiração acelerar: O corpo escultural enfermeira estava revestido não mais pelo uniforme sujo, mas sim, por um vestido leve de panos azuis, que era perfeitamente apertado em volta dos seios, e solto em volta do corpo -- além de que a vestimenta, de certa forma, lhe dava a perfeita noção de que ela não estava mais usando um sutiã. Os cachos dourados estavam molhados, e pingavam sobre a pele exposta de suas clavículas. Se Quíron não houvesse chamado pelo seu nome, sua boca continuaria estupidamente aberta, e suas calças poderiam ficar apertadas, então agradeceu mentalmente ao bom homem.



O banho foi provavelmente um dos momentos mais felizes da vida de Percy: Sempre gostara muito de água (o que era irônico, já que vivia no deserto) e apreciava aqueles breves instantes de felicidade enquanto se lavava com o líquido gelado. Depois de seco, se desfez do uniforme quente e pesado de soldado, porém, o deixou guardado na bolsa que trazia os mantimentos, afinal, não era possível medir a utilidade de determinados objetos durante viagens como aquela. Vestiu um short bege que lhe serviu muito bem — Quíron disse ser do filho mais velho — e uma camiseta preta do The Dark Side of the Moon, álbum mais conhecido da banda Pink Floyd, também emprestada de Quíron. Sendo Percy um enorme fã da banda, questionou:



– Com todo respeito, senhor... Pink Floyd?



– Só porque moramos no deserto, não quer dizer que não conheçamos boa música, filho.



Gretta deu à Annabeth mais vários vestidos soltos de pano como o azul que vestia (para a alegria de Percy), e Quíron, outras roupas similares a que ele usava, incluindo mais alguns pares de blusas de bandas que, por pura coincidência, Percy também gostava. Enfim, quando estavam devidamente cuidados, sentaram-se à pequena mesa de madeira da cozinha. Percy tentava não encarar Annabeth, mas era impossível, e ele fazia isso em pequenos intervalos para não se fazer tão óbvio. Deus do céu, mesmo se ficassem anos andando pelo deserto, ele nunca se enjoaria de olhar para ela.



Como prometido, Quíron compartilhou muito bem de sua comida, que estava deliciosa. O gosto familiar do queijo caseiro fez com que Percy desejasse voltar para casa. Sentia muita falta de sua mãe, e da comida que ela cozinhava tão bem, e de seu abraço materno. Contudo, ele estava lutando por ela, como gostava de pensar, e era apenas por isso que não pretendia largar a carreira militar.



Por outro lado, não sabia como possivelmente expressariam sua gratidão a Quíron quando partissem. O homem podia muito bem tê-los expulsado ou até mesmo apontado armas para suas cabeças, já que muitos vilarejos em volta de Dohuk, especialmente naquela região de guerra, eram hostis com relação aos americanos, mesmo sendo os soldados da pátria América que os defendia.



Enquanto devoravam os kebabs de carneiro temperados com ervas deliciosas, Quíron limpou a garganta, servindo um pouco de chá para os dois antes de falar novamente.



– Bom, agora vamos começar a falar de assuntos sérios. — Quíron declarou quando se sentou novamente, observando Percy terminando sua refeição e Annabeth bebendo o chá com delicadeza. — Quando chegaram, me pediram por um telefone, e você, soldado, disse ser do Batalhão 21. — Esperou pela total atenção dos dois antes de continuar. — Gosto de ser direto, sempre, portanto o farei. Com relação ao assunto do telefone, infelizmente, todos os nossos meios de comunicação foram retirados numa invasão xiita. — Suspirou. — Esta vila é sunita. Tomaram os poucos telefones celulares que tínhamos, um único computador e um singular sistema de internet. Felizmente, ninguém saiu ferido, graças ao bom Alá.



Percy franziu o cenho quando Quíron falou. Os conflitos entre o grupo Xiita e o grupo Sunita eram a fonte de centenas de conflitos, especialmente naquela área de conflitos físicos de guerra. No Iraque, os sunitas eram o grupo que governavam o país, apesar dos xiitas fazerem parte de 60% da população. Era triste pensar que os dois grupos tinham pouquíssimas diferenças religiosas, e que por apenas um minúsculo detalhe em suas crenças, traziam tanta morte e tanta destruição entre si.



– A vila responsável por avisar o Exército Americano sobre a explosão está há quilômetros e quilômetros daqui, mais para o oeste. Pouco conseguiram ver a explosão, mas devido ao grande número de aparelhos eletrônicos disponíveis, conseguiram avisar os soldados de vossa pátria, que enviaram uma equipe de busca. Não os encontraram, obviamente, porque já haviam partido. — Quíron concluiu. — Temo que vocês vão ter que continuar caminhando. No entanto, ir em direção a esta vila seria ir em direção ao centro urbano de Dohuk, e... Bom... Aí entramos no assunto do Batalhão 21.



– Sim? — Percy perguntou, hesitante. Havia se preocupado com os colegas soldados desde que eles não apareceram no hospital para visitá-lo, e seu interior borbulhava de raiva ao pensar que se ele e Annabeth estivessem ficado próximos ao local da explosão, teriam sido encontrados pela equipe de busca. No entanto, na situação em que estiveram no dia anterior, não tinham como saber se o Exército havia sido avisado ou não.



– Se forem em direção à cidade de Dohuk, só encontrarão destruição. — Quíron murmurou tristemente. — Aparentemente, a bomba na enfermaria não foi a única a ser detonada. Logo após ela, várias outras explosões de bombas caseiras de nível alto ocorreram em pontos importantes de Dohuk... Aparentemente, mais rebeldes xiitas. Caminhar até lá seria suicídio. Precisam ir pelo outro caminho.



– Outro caminho? — Annabeth questionou, e Percy percebeu que ela provavelmente estava com a garganta seca de ansiedade, assim como a dele.

– Sim... Para a fronteira com a Turquia, meus jovens. — Quíron suspirou. — Acreditem ou não, a distância é apenas alguns quilômetros maior do que se andassem até a cidade. Confesso, quanto mais se afastam em direção à Turquia, mais difícil será encontrar centros urbanos, mas... Creio ser a única solução. — Engoliu em seco. — Normalmente, vocês estariam mais do que bem vindos a ficar aqui até que alguma patrulha aparecesse ou até conseguirmos meio de comunicação, mas... Um dos motivos pelo qual convidei vocês a entrar tão rápido foi porque esta vila é extremamente hostil com relação aos americanos. Se vissem os dois e eu não estivesse por perto, algo muito, muito ruim poderia ter acontecido, crianças, e vocês não querem saber o quê. Poderia tentar escondê-los aqui, mas... Sinto muitíssimo. Não posso colocar minha família em risco. Queimariam os dois, e nos queimariam junto.



Annabeth deixou escapar um suspiro assustado, e, desta vez, Percy se permitiu a envolver os ombros finos dela com o seu braço enquanto ela encarava a toalha de mesa vermelha, surpreso em como teve um segundo de uma sensação boa quando o fez. Diabos, ele estava assustado também, muito assustado. Andar até a Turquia sem perspectiva nenhuma de tempo, ou de qualquer esperança de resgate? Parecia absurdo, mas, ainda assim, sabia que Quíron tinha razão. Ir em direção a Dohuk seria mesmo suicídio. Compreendia também perfeitamente o porquê dos motivos de Quíron: não podiam abusar de sua hospitalidade e arriscar a vida da família do bom homem, que não era culpada de nada.



– E... E o Batalhão, senhor? — Percy arriscou. A expressão de Quíron tornou-se extremamente séria, e, no entanto, suave novamente antes que ele voltasse a falar.



– Eu... Sinto muito, filho. Uma das explosões ocorreu exatamente ali. Até agora... Ninguém tem notícias de nenhum soldado sobrevivente.



Notas finais
E aí, curtiram?

Pra vocês que já leram minhas outras fics, sabem muito bem que adoro terminar capítulos com esses finais, digamos, surpreendentes, hehe. E gosto mesmo, gente. Sou super má.

Enfim, espero que tenham gostado, de qualquer forma. O amor do Percy por Pink Floyd vem completamente de mim, já que é uma das minhas bandas preferidas, juntamente com Beatles, Metallica, e é claro, The Smiths ♥ Vocês vão ouvir falar muito delas por aqui!!!

Como sempre, peço humildemente pela opinião de vocês, POR FAVOR. Me deixa muito feliz ler E responder reviews, especialmente se vocês tiverem perguntas, sugestões, qualquer coisa!

Pra quem quiser conversar por outro lugar, estou no twitter, como @jurossit.

Adios, até a próxima!