Daughter Of The Dead

1 -SEMI OQUE? Você tá brincando não é?


Notas iniciais
Oi, eu sou a Manu, demorei muito para fazer e revisar esse capitulo, então espero que gostem, porque realmente eu tive muito trabalho. Xx

Prazer! Meu nome é Saráh Phoenix, eu tenho 13 anos, eu sou algo que você nunca iria acreditar, vai me chamar e louca assim que ler isso, mas eu sou uma semideusa, sou filha do ultimo Deus que eu desejava ser filha, eles me chamam de Filha dos Mortos, mas isso não é o importante. Bom, você deve estar confuso, eu estou sendo direta demais, por isso vou contar a historia um pouco mais detalhadamente. Tudo começou aqui...

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Era um dia nublado em Nova York, chato, para ser especifica. Eu estava no meio de uma aula de Historia, não que eu odeie Historia, mas não era muito boa. O professor explicava a aula com paciência em quanto eu desenhava um cara meio cavalo, é meio estranho, mas na noite anterior eu havia sonhado com ele, achei interessante, e uma ótima obra prima para meus desenhos.

— Não quero incomodar Sri. Phoenix, mas haverá uma prova semana que vem, e acho que a senhoria devia prestar atenção na aula- O professor parou em frente em minha cadeira.

Mordi o lábio inferior, eu não parava de mexer minha perna, tudo culpa de minha hiperatividade, que estava sempre atacada. Olhei para cima com medo:

— Me desculpa Sr. Hudson, não acontecerá novamente.

— Ótimo- Ela sorriu e se virou novamente para o quadro.

Abaixei os olhos novamente para o meu caderno, de canto consegui assistir uma garota mimada que ria em quanto falava algo estupido a sua amiga. Não que eu fosse motivo de risada, sou claro, eu não era tão estranha, não me achava bonita, mas também não me achava feia. Eu tinha os cabelos morenos, mas meus olhos variavam de verdes para cinza. Eu não era de amigos, era mais da minha, nunca gostei de minha companhia, mas me recusava a ouvir risadas, e ainda mais quando elas eram exatamente para mim:

— Com licença, estou te incomodando?- Eu olhei seriamente para ela.

- Sim, poderia usar um desodorante? É que você cheira a coisas mortas- Ela riu, para falar a verdade, todos riram menos um garoto que me encarava serio.

— Há você não tem mais nada pra fazer?

- Queridinha, tenho muitas, e acredite, mesmo sendo seu sonho, você não é uma delas- Ela riu e o sinal tocou, graças aos Deuses, eu estava livre dela.

Guardei meus livros na minha mochila, e quando fui me alevantar, Sri. Hudson parou em minha frente:

— Você fica.

Revirei os olhos e me sentei novamente. Eu nunca fiz nada de errado, juro, quer dizer, as pessoas acham que fui eu, mas não foi. Eu nunca coloquei um esqueleto no armário da garota nova, ele apareceu lá, apenas isso, eu nem conhecia ela, quer dizer, ela apenas me insultou, fiquei brava, mas não fiz nada, eu juro.

— Estou a dias esperando esse momento- Ele caminhava de um lado para o outro- Eu quero que você me leve a seu pai.

— Pai? Não conheço meu pai

— Mentira, sabe muito bem quem ele é- Ele bateu com força em uma classe, e ela se dividiu- Me leve agora até lá filha dos mortos.

— Sr. Hudson? Do que está falando?

— A, por favor, garota, quer que eu te obrigue?- Ele colocou as mãos em meu pescoço e me jogou para longe. Não sabia que ele era forte, mas não era normal, eu bati na parede dos fundos, e cai meio confuso no chão.

Ele arrancou as calças, eu recuei assustada é claro, mas então percebi que ele não tinha pernas, eram cascos, e então pude notar oque ele era ele era um Sátiro. Na minha cabeça, Sátiros eras do bem, ajudavam pessoas e tal, e também na minha cabeça, eles não existiam.

Ele se aproximou bruscamente de mim, e quando foi me acertar, um garoto abre a porta com tanta força que nem eu pude acreditar. Ele era alto, tinha cabelos loiros e olhos castanhos, ele era o garoto que havia me encarado na sala, tinha exatamente minha idade. Ele fez algo tão surpreendente quanto meu professor ser um Sátiro. Ele sacou uma grande espada feita do que eu acho ser de metal, totalmente afiada, que até meu rosto refletia nela. Ele atacou para cima do Sátiro. A criatura se desviou rapidamente do golpe, o garoto se virou e o acertou na barriga, fazendo um pequeno corte, mas isso não fazia machucar o inimigo. A altura que eles guerrilhavam, eu estava chorando, não sabia oque fazer, então olhei rapidamente em volta da pequena sala, não havia muitas coisas para se usar.

Comecei a perder esperanças, desesperada, achei uma cadeira quebrada, talvez por causa do combate ali em minha frente. Com sorte, um dos pés estava quebrado, e como era de metal, era perfeito para o ataque. Não sabia oque fazer, fui para cima do que eu achava ser meu professor de Historia, e o ataquei por trás, o fazendo cair no chão desacordado.

— Impressionante- Sussurrei para mim mesma.

— Vamos, precisamos sair daqui- O garoto me arrastou para fora da classe sem eu ao menos perceber.

Saímos correndo pelo corredor a fora, e por minha surpresa, uma mulher nos esperava em um carro, assustada de longe, ela fez sinal para que entrássemos rápido. Não hesitei, eles haviam salvado minha vida, e eu nem sabia o porquê. Entrei no carro atordoada, me sentei junto ao garoto no banco de trás, e a mulher freou com rancor:

— Espera, para onde estamos indo? E minha mãe?- Perguntei apavorada.

— Estamos indo para um lugar seguro- A mulher respondeu- Sua mãe já foi alertada.

— Aquilo era um Sátiro? E como você o derrotou? E como eles existem?- Sim, eram perguntas demais.

— Sim era, não fui eu que o derrotei, foi você- O garoto sorriu.

— Como? Oque você é?

— Eu sei que vai parecer loucura, mas precisa acreditar em mim- Ele me olhou atordoado- Meu nome é Emmit, eu sou oque você é, eu sou um semideus.

— SEMI OQUE? Você tá brincando não é?- Eu estava confusa demais.

— Não, não estou, e você sabe- Ele me olhou como se eu devesse explicações a ele- Olha, não acha estranho você ver coisas que as outras pessoas não conseguem? Ou ser chamada de coisas estranhas?

— Ok, talvez você esteja certo, mas de que Deus sou filha?

— Não sabemos ainda, saberemos ao chegar ao Acampamento Meio- Sangue- Ele sorriu.

— Como você saberá? E que Acampamento é esse?- Sim, eu era curiosa, ainda sou.

— Você será reclamada por seu próprio pai- Ele suspirou como se fosse imatura e tivesse repetido aquilo mil vezes- O acampamento é o único lugar que os monstros não podem chegar perto dos semideuses, porque não conseguem, e é o único lugar que você não corre risco de ser morto por um, é o lugar que você vai aprender a sobreviver.

— Tipo um quartel?- Eu fiquei confusa novamente.

— Não, olha, quando agente chegar, você entenderá melhor.

Não tentei perguntar mais nada, me encostei-me ao banco e fiquei observando em quanto o tempo voava em quanto viajamos. Finalmente então chegamos, estávamos para mim no meio do nada, desci apenas eu e Emmit, já que a mãe dele não podia atravessar os limites porque não era uma semideusa.

Na frente havia tipo um portão, só que sem grades nem nada, em cima tinha uma placa grande e enorme escrita "Acampamento Meio-Sangue". Emmit atravessou normalmente, e então fez um gesto para que eu entrasse também.

— Qualquer um pode entrar?- perguntei antes de passar pelo portão.

-Não, apenas semideuses.

Temi não ser um, mas passei normalmente. Olhei em volta, o acampamento até que era moderno, tinha varias pequenas casinhas, não lembrava o nome, a claro, chalés, conclui que era divido por Deuses. Tinha vários adolescentes como eu por lá, caminhando com armaduras e armas, alguns apenas caminhavam sem rumo. Mas todos tinham algo em comum, vestia uma camiseta laranja, a mesma que Emmit usava que conclui que era meio que o uniforme de lá. Andei devagar, observando cada detalhe do lugar, como uma criança escolhendo seu brinquedo, e de algum modo, senti que estava em casa, oque foi uma sensação meio estranha para mim.

Notas finais
Próximo Capitulo sairá em breve, obrigado, xx