Das Leben Kurz Schwarz
2 Capítulo 2 – Meu primero inimigo
Chegamos no porto.
O porto era um local da cidade onde havia pouco movimento, lá era escuro mesmo de dia, devido às grandes embarcações e torres que se encontravam no local. Era um local meio morto.
Eu pensei em voltar assim que chegamos, mas Eli começou a andar mais rápido.
Após um tempo caminhando e “apreciando” aquele local, um marinheiro, que cheirava a peixe e tinha uma espada grande em sua bainha, nos parou e fez uma pergunta:
— O que fazem aqui meus pequenos? Posso ajudar vocês em alguma coisa?
Respondi meio assustado:
— Nada cara, só estamos de passagem.
E voltamos a caminhar. Após um tempo olhei para trás e percebi que aquele marinheiro e mais dois estavam nos seguindo. Cochichei para Eli:
— Aff, aquele cara está nos seguindo? O que vamos fazer?
Ela deu um riso e disse:
— É agora que a diversão começa.
De repente ela me empurrou para um beco sem saída, tirou o capuz,desembaiou a espada e disse:
— Pegue sua espada e vamos lutar contra eles.
— O que, ficou maluca? Eles são mais velhos e fortes?
–Ah, que nada, apenas se divirta menino medroso.
Ela estava bem segura, não demonstrava medo algum.
Logo os marinheiros chegaram com sua espadas nas mãos. O do meio disse:
— Vejam só, dois bebês que se perderam da mamãe.
— Vocês querem mesmo lutar? — Disse o da esqueda.
— Podem vir. — Disse eli.
Na mesma hora, o do meio veio correndo em nossa direção e deu um golpe em Eli. Ela desviou do golpe e com um simples movimento decapitou o marinheiro.
— Meu irmão, sua desgraçada, vou acabar com você. Vamos Karls.
Os dois marinheiros vieram para nos atacar.
O da esqueda começou a me atacar. Eu só conseguia me esquivar.
Tentei atacá-lo, mas ele bloqueou meu ataque. Ele voltou a me atacar, e eu a me desviar de seus ataques. Até que em um determinado momento, Eli matou seu parceiro, então ele correu para atacá-la. Eli bloqueo mas caiu no chão. Fique desesperado e sem saber muito o que estava fazendo, peguei a espada e enfiei nas costas do marinheiro, que gemeu de dor e caiu no chão.
Fiquei assustado ao ver que tinha acertado o marinheiro, fiquei paralisado. Então Eli se levandou e decapitou ele.
Ela ficou um tempo em silêncio. Então começou a falar:
— Achou divertido? Você foi muito bem. Bom... Está tarde e preciso ir. Eu sei que você está tendo um dia muito confuso, mas amanhã, me encontre na parte leste, na floresta de sua família, estarei te esperando, te explicarei tudo.
Ela me deu o pagamento, pegou a minha espada e saiu correndo. Só tive tempo de voltar ao normal e ver ela fazendo uma curva.
Voltei para o ponto de encontro com minha mãe e voltamos para casa.
Naquela noite foi difícil dormir. Não sei se pensava no que aconteceu nesse dia, pois foi o mais confuso de minha vida, ou se ficava imaginando o que aconteceria no próximo dia, pois eu iria me encontrar com uma menina que matou três marinheiros e agiu como se fizesse isso todos os dias.
E a parte mais difícil de pensar, era que o rosto de Elisè não saia de minha cabeça. Acho que pela primeira vez na vida, eu estava apaixonado.
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