Dark world

3 In my dream...


Notas iniciais
Oioiooio! Aqui estou eu com mais um capitulo!!!! Então, espero que gostem! Hoje a música do capítulo é um pouco diferente (ela é em japonês) mais é lecaul!!!!!! https://www.youtube.com/watch?v=duCzLNU0tis

13:30 No mercado

Adentrei o mercado e comecei a colocar coisas em um carrinho. Bom, tenho que comprar coisas que não pereçam com facilidade. Comprei salgadinhos, biscoitos, bisnaguinhas, nutella (hahahahahhahahah), bolinhos, algumas frutas, sucos, água, barrinhas de cereal... Enfim, muita coisa. Paguei tudo e saí do mercado. Chamei um taxi e entrei. Logo perguntei:

–Boa tarde, senhor. O senhor pode me levar à floresta Pine Barrens?

–Pine Barrens?O que uma senhorita da sua idade fará lá?

–Bem, digamos que eu tenha assuntos para resolver lá. O senhor pode me levar?

–Sim, mais é um pouco longe e pode ser meio...

–Não tem problema, eu trouxe bastante dinheiro.

–Já que insiste, lá vamos nós.

–Muito obrigada.

No começo da viajem ficamos conversando. Seu nome era John. Ele era um senhor de idade muito simpático. Seu olhar transparecia felicidade. Era confortante conversar com ele.

–Então, há quanto tempo o senhor trabalha como taxista?

–Comecei a trabalhar aqui bem jovem, deveria ter em torno de 25 anos então... Trabalho aqui há mais ou menos 40 anos.

–Interessante... O senhor costuma ouvir música?

–Hahahahaha Claro! Quem vive sem música, minha pequena?

–Hahhahah tem razão. O senhor é muito simpático, sabia? Gostaria que meu avô fosse assim...

–A senhorita também é muito simpática. Mas por que diz isso?

–É que nunca conheci meus avôs. Mas se os conhecesse, gostaria que fossem como o senhor.

–Eu nunca tive uma neta, mas se tivesse também gostaria que fosse como você. Já está tarde, durma. Pode pegar o casaco em cima do banco.

–Muito obrigada.

Sonho on:

Ah, como é bom voltar aqui! Continua como sempre. Uma vila gigantesca no meio de milhões de árvores. Todos estão aqui, exceto... Amy. Por que ela não aparece mais em meus sonhos? Ela era minha melhor amiga, éramos muito felizes mas... Por que ela se foi? Por que só aparece quando estou desmaiada? Bom, se pensar demais nisso acabarei triste. Aproveitarei que estou aqui para falar com meus amigos.

Andei até a casa do Bruno. Ele não é humano. Quer dizer, ninguém aqui é humano. Ele é meio que um anjo, mas bem mais mórbido. É difícil explicar. Bem... Ele se parece com um humano mais tem asas, Seu cabelo é castanho claro, seus olhos cor de mel, e ele é mais ou menos da minha altura e como a maioria das pessoas aqui, usa preto. Eu o conheço desde pequena. Mais quando o conheci não fomos amigos logo de cara. Ele estava irritando a Amy e da Gaina e depois correndo. Elas até estavam tentando alcançá-lo, mais ele corria bem rápido. Como eu odeio injustiça, alcancei-o e disse para ele parar de implicar minhas amigas. Ele disse que não e eu argumentei que se ele não parasse, eu daria um soco nele. Ele disse que duvidava e eu o soquei no olho. Ele começou a chorar e nunca mais as irritou, mais depois nós 4 nos tornamos amigos.

–Oi Bruninho!- Assim que me viu ele correu até mim e meu deu um abraço bem forte.

–Lucy! Que saudades! Por que não veio ontem?

–Desculpe, ontem eu acabei não dormindo, porque eu desmaiei e fui parar no hospital.

–O que houve?

Expliquei a ele tudo que havia acontecido até o presente momento.

–Espero que você consiga chegar a floresta.

–Você faz alguma ideia de porque tenho que ir para lá?

–N-não.

–Você está mentindo! Eu consigo sentir!

–Me desculpe.

–Por que eu preciso ir para lá! Fale-me, por favor!

–Eu não posso! A Amy me fez jurar que não contaria.

–Por quê?

–Eu não sei! Ela apenas disse que se eu contasse não daria certo.

–Bom, mas ao menos você sabe o que tem em Pine Barrens?

–É... é lá que estamos. Quer dizer, todos os seus sonhos são nessa floresta, Assim, se você chegar aqui fora de seus sonhos, não vai precisar nos ver apenas em sonhos. E isso é muito bom, não?

–Sim! Vou poder conhecer realmente vocês!

Depois disso, decidimos ir à casa de Gaina. Ela mora em um lago. Ela é uma espécie de sereia, mas ela consegue ficar fora d’água, pois possui um colar que recebeu de sua mãe. Gai tem os cabelos brancos e olhos prateados. Mesmo fora da água ela continua com alguns traços aquáticos. Também a conheço desde pequena, mas ela é um pouco mais velha do que eu (ela tem 15 anos). Ela é uma das minhas melhores amigas, mais tem uma natureza um pouco arisca.

Chegando ao lago eu pronunciei “Geia sas, eímaste edó̱, théloume na sas doúme”, que significa “Olá, estamos aqui, queremos vê-la”. (autora: as sereias são um mito grego, por isso, naturalmente, falam grego). Depois de 1 minuto, ela apareceu e saiu do lago, indo em minha direção e me dando um abraço.

–O que aconteceu Lucy? Por onde você estava?

Como eu já havia repetido essa história duas vezes, pedi ao Bruninho para explicar. Ele o fez, e Gai falou-me que Amy também havia pedido para ela não contar-me nada. Após conversarmos um pouco, fomos a um barzinho que sempre íamos para comer. Como sempre, pedi uma fatia de torta de limão, Bruninho pediu um misto quente e Gai pediu uma raspadinha de groselha. Estava na última garfada de torta quando ouvimos um estrondo. Só vi uma parte do bar ser devastada e imediatamente me levantei. Bruninho pegou sua espada e Gai seu arco e flecha. Ficamos os três de costas um para o outro, para que nossa retaguarda não ficasse desprotegida nenhum minuto. Ficamos esperando o causador da destruição aparecer. Minha respiração estava ofegante e eu conseguia ouvir os mínimos ruídos do lugar, inclusive as batidas do meu coração. Esquerda. O que quer que tenha destruído o bar estava vindo pela minha esquerda.

–Ele está vindo pela minha esquerda! Preparem-se, pois está voltando em muita velocidade.

Olhei para a esquerda e vi um troll gigantesco, deveria ter uns 4 metros de altura. Ele chegou e antes que pudesse nos atacar foi impedido de entrar com as flechas de Gai. Com isso, Bruninho aproveitou para atacar com sua espada. Estava tudo dando certo quando o troll deu um empurrão em Bruninho fazendo-o ir para trás. Ah não! O que eu faço?

–Gai, vai lá ajudar o Bruninho, eu vou tentar fazer uma coisa.

–Okay!

Eu não podia deixar que todas aquelas pessoas inocentes que estavam ali morressem. Quando senti que lágrimas iam começar a escorrer pensei: “eu consigo! Eu posso lutar contra esse troll! Não é a primeira vez que enfrentamos esse tipo de monstro.” Não sei como fiz aquilo, mas fiz quatro mesas flutuarem e comecei a apertar meus punhos. Assim, as quatro mesas foram em direção ao troll o fazendo cair desmaiado. Caí com tudo no chão. Todos que estavam no bar vieram em minha direção.

–Como você fez isso Lucy? Nós já havíamos visto você fazer algumas pedras flutuarem e coisas inesperadas acontecerem quando você se irrita, mas nada desse tamanho! Como você faz essas coisas? Isso é incrível- disse Bruninho.

–E-eu realmente não sei. E outra, onde eu moro, por fazer essas coisas, eu sou frequentemente chamada de demônio.

–Como assim? Você faz coisas incríveis e é considerada demônio? Que lugar doido esse que você vive!- Gai argumentou.

Então nós três rimos. Quando começou a anoitecer, fui com eles até suas respectivas casas e depois de me despedir, acordei.

Sonho off.

–Bom dia Lucy! Nós chegamos à floresta!

Notas finais
Tenho uma pergunta para fazer. Gostaria de saber se vocês preferem que eu coloque o nome da música ou o link? Espero que tenham gostado, comentem se puderem, sugestões são bem vindas XD Kissus Lua