Dark Wood Circus
4 Capítulo 4
Quando acordou, Sam recusou-se a abrir os olhos por vários segundos, rezando para que tudo aquilo não passasse de um maldito pesadelo, mas assim que piscou algumas vezes, sentiu o choro voltar à garganta quando não conseguia ver nada além de escuridão. Obrigou-se a engoli-lo e respirou fundo, prestando atenção nos barulhos ao redor. Conseguia ouvir os outros ressonando baixinho, indicando que estavam dormindo, então, com cuidado, ele tateou o chão ao redor, quase tentando decorá-lo.
- O que você está fazendo? – Ele se assustou no primeiro momento, mas logo reconheceu a voz do loiro.
- Eu... Eu não sei... – Murmurou com sinceridade, sentindo uma lágrima escapar e rapidamente a secou.
- Tudo bem. Aqui, me dê sua mão. – Sam assentiu e estendeu a mão na direção que vinha a voz, estremecendo quando o outro a segurou. – Vou mostrar tudo pra você. Não precisa fazer isso sozinho.
- O-obrigado...
O Winchester esboçou um sorriso e, com a ajuda do loiro, conseguiu ficar de pé, ainda que suas pernas tremessem levemente. Respirou fundo, tentando não se desesperar mais do que antes, e sentiu-se mais seguro quando o outro segurou seus braços, lhe dando apoio.
- Não faça barulho pra não acordar os outros, tudo bem? – O outro pediu.
- Tá bem...
Sam sentia-se totalmente perdido naquela escuridão, mas deveria admitir: era bom ter o rapaz loiro o guiando, muito mais prestativo e gentil do que aquele que conhecera há dias. Engoliu em seco levemente quando ele guiou sua mão até alguma coisa e logo reconheceu uma parede fria.
- Você vai precisar deixar seus outros sentidos mais aguçados agora. – O loiro sibilou.
- Por quanto tempo os gêmeos estão aqui? – O mais novo quis saber.
- Nem eles sabem. – O rapaz sacudiu os ombros. – Vivem se confundindo. Mas acho que faz muito tempo. Mas... Já tiveram outros, sabe?
- Outros?
- É. Antes de... Nós. – Sam ouviu-o engolir em seco. – Eu não sei o que o Mestre faz, mas... Ninguém mais os vê depois. E...
- E? – O moreno hesitou quando sentiu a mão do loiro tremer.
- Agora que você é como nós... E-eu acho que o Mestre vai... Se livrar de alguém...
- Como assim? – Sam pareceu assustado. – Como ele faz isso?
- Ninguém sabe. Ele só... Pega quem ele quer mandar embora e... Nunca mais o vemos.
- E-ele os mata?
- Não podemos saber. Mas... Eu acho que sim.
O Winchester engoliu em seco novamente, não conseguindo colocar tudo aquilo na cabeça na primeira vez. Parou de andar de repente e escorregou até o chão, afundando o rosto entre os braços e tentando não soluçar como uma criança, mas aquilo era surreal demais para conseguir agüentar.
- Ah, não chore! – O loiro pediu, sentando ao seu lado e o trazendo para perto. – Por favor, pára de chorar. – Sam soluçou trêmulo.
- N-não d-dá... E-eu... I-isso é demais p-pra mim...
- Eu sei, eu sei disso, mas... – O rapaz o abraçou. – Tente, por favor.
- N-não consigo... E-eu não q-quero ficar aqui...
- Eu sei que você consegue. – O loiro segredou quase carinhoso. – Sei que é mais corajoso que todo mundo aqui.
- N-não sou... – O Winchester soluçou novamente. – E-eu não quero... Eu n-nunca tive medo do e-escuro, mas... A-agora eu tenho...
- Eu tô aqui. Ninguém vai machucar você, Sammy.
- P-por que me c-chama de S-Sammy?
- Eu... Não sei. Você não gosta?
- É-é que... Ninguém me c-chama assim... – Sam fungou. – F-faz tempo...
- Tudo bem. – O loiro afagou os cabelos do mais novo rapidamente. – Agora chega de choro, por favor. – Pediu, erguendo o rosto do moreno para enxugar-lhe as lágrimas com cuidado, querendo não machucá-lo. – Isso. Você é mais bonito quando não chora.
- O-o Mestre some c-com alguém n-na frente de v-vocês?
- Não. – O loiro respondeu.
- E se... – O mais novo diminuiu o tom de voz. – Fugirmos? Pegamos os gêmeos e damos o fora daqui enquanto o Mestre dá sumiço em alguém?
- E se forem os gêmeos?
- E-eu... – Ele umedeceu os lábios. – M-mas...
- Acha que eu já não tentei fazer isso? – O mais velho sussurrou. – Não podemos.
- Mas você não me tinha quando tentou. – O moreno deu um leve sorriso e o outro arqueou levemente as sobrancelhas.
- Você é louco ou coisa do tipo?
- Eu quero sair desse lugar. Você não quer?
- Cale a boca. – O loiro pediu ríspido e obrigou o mais novo a se levantar. – Vamos logo.
Sam obedeceu o rapaz silenciosamente, sabendo que, provavelmente, alguma coisa estava errada, e permitiu que ele o puxasse por alguns caminhos que o moreno não conhecia. Finalmente o loiro parou e o fez se sentar no chão, recostado em alguma coisa, talvez um caixote ou coisa do tipo.
- Fique aqui.
- M-mas... – O Winchester sentiu o coração acelerar. – N-não me deixa sozinho.
- Eu volto logo. Por favor, não saia daqui. – O loiro insistiu.
O moreno assentiu com hesitação e fechou os olhos, apenas para fingir que aquela escuridão estaria sempre que os abrisse, queria mentir para si mesmo que aquilo não o assustava. Abraçou os joelhos, escondendo o rosto entre eles, e havia engolido um soluço quando ouviu alguém começar a cantarolar, uma voz diferente dos outros. Com esforço, conseguiu se levantar, se apoiando numa parede que encontrara, e caminhou com cuidado até lá, seguindo a voz bonita e tentando não esbarrar em nada.
- O-oi? – Chamou quando conseguiu chegar ao lugar de onde vinha a voz. – T-tem alguém por aqui?
- Sim. – Ele se assustou ao ouvir a voz vir praticamente do teto e ergueu o rosto, esquecendo, por um momento, que não podia mais ver. – Quem é você?
- Meu nome é... Sam, eu acho.
- Sam. Eu sou Castiel. – O rapaz disse. – O que aconteceu com você?
- Eu... Não posso ver. – Sam murmurou, sentindo as lágrimas voltarem e as enxugou rapidamente, querendo não voltar a chorar. – P-por que você está aí em cima?
- É o meu lugar. Você é o novo, não?
- Uhum. Era você quem estava cantando?
- Eu preciso me distrair. – Castiel hesitou por um instante. – É melhor você sair daqui.
- Eu não sei como e...
Sam parou de falar ao ouvir um barulho atrás de si e quase caiu ao tentar se virar, gemendo de dor quando alguém agarrou seus braços com força, fazendo-o apertar os olhos, começando a tremer de medo antecipado.
- O que o meu garoto está fazendo aqui? – Ele reconheceu a voz do Mestre e estremeceu mais, obrigando-se a não soluçar.
- E-eu me p-perdi...
- É mesmo? Então não vai se importar de ficar comigo um pouco. Me diga uma coisa antes, onde o cachorrinho está?
- E-eu não sei senhor. – Sam murmurou. – E-eu só q-queria saber quem e-estava cantando e v-vim parar aqui.
- Oh, você gostou do nosso passarinho então. – O Mestre pareceu estranhamente contente e o rapaz engoliu em seco. – Venha, sente comigo.
O Winchester mal notou como, mas no instante seguinte estava sentado em alguma coisa macia, bem diferente do chão frio e duro com que se acostumara, e umedeceu os lábios ao sentir o Mestre afagar seu rosto, tentando não se afastar para acabar piorando tudo. Não conseguia imaginar aquela criatura, ou o que quer que fosse, sendo gentil como no momento, mas não queria acabar fazendo alguma coisa para ser machucado de novo.
- Você é realmente bonito.
- P-por que fez isso c-comigo?
- Porque você era perfeito demais. – O Mestre se aproximou, fazendo Sam sentir a respiração dele contra seu ouvido. – E eu não gosto da perfeição.
O moreno engoliu em seco novamente, se assustando e se afastando quando o homem o beijou de repente.
- Não tenha medo. – O Mestre disse de forma carinhosa. – Não vou machucá-lo.
Sam mordeu a parte interna da bochecha com angústia, pois duvidava muito que o Mestre cumpriria sua promessa. E o que mais assustava era não poder ver o rosto do homem para tentar saber o que ele pensava. Não conseguiria ver mais nada.
- Eu n-não quis causar... Problemas.
- Ah querido, você não causou. Não precisa ter medo, só precisa obedecer. – O moreno umedeceu os lábios, nervoso.
- Você disse q-que eu seria acrobata...
- Sim.
- Mas eu... – Sam hesitou. – Eu não p-posso ver...
- Eu sei. Não significa que você não irá fazer o que eu disse.
- M-mas c-como?
- Você vai saber quando for a hora. – O Mestre afagou os cabelos do moreno rapidamente com os dedos.
- E quando é a h-hora?
- Logo, querido. Logo. – Sam respirou fundo e obrigou-se a não se afastar quando o homem voltou a beijá-lo, tentando não imaginar o que iria acontecer. – O que foi querido?
- N-nada... – O rapaz respirou baixo.
- Mesmo? Você parece um pouco... Desconfortável.
- E-eu só... – O moreno engoliu um soluço, nervoso.
- Está com fome?
- U-um pouco...
- Vou procurar algo para você, então. – O Mestre beijou Sam novamente. – O passarinho faz companhia pra você, certo Passarinho?
- Yep.
- O-o que ele vai fazer comigo? – Sam perguntou assim que ouviu o homem se afastar, tentando não começar a chorar de novo, feito uma criança. – Eu não q-quero mais ficar nesse lugar...
- Sinto muito. Não tem como escapar. Mas tem uma coisa. Descubra como matá-lo.
- Muito engraçado. – O moreno murmurou.
- Não estou brincando. Só que... Não é um jeito de sair daqui.
- Então o quê?
- Você só ficaria no lugar dele.
- Como você chegou aqui? – Sam quis saber, tentando mudar de assunto.
- Acabei caindo e me perdi.
- "Caindo"?
- É... Eu era, ou sou. Um anjo.
- A-anjo? – O Winchester engoliu em seco por um momento. Já havia ouvido falar naquilo, mas nunca pensara que eles eram reais, e pensou, um instante, que aquele lugar era qualquer coisa, menos um que pudesse entender.
- Sim. Mas acho que não sou mais.
- Se você era um anjo, por que não saiu daqui? – O mais novo perguntou.
- Tem algumas coisas que anjos não podem fazer Sam. – Castiel suspirou. – Como fugir desse lugar. É impossível, até pra mim.
- Você é realmente otimista. – O rapaz murmurou, tateando o lugar em que estava sentado, descobrindo que era uma cama, talvez de casal. – Eu só queria ir pra casa, sabe?
- E quem não quer? Ele está voltando. – Sam engoliu em seco e pousou as mãos no colo, ouvindo os passos quase leves do Mestre voltarem e tentou não se desesperar, porque sabia que acabaria começando a chorar de novo.
- Sentiu minha falta, querido?
- S-sim. – O garoto mentiu, estremecendo quando sentiu o homem sentar ao seu lado.
- Não precisa mentir pra mim, criança. – O Mestre disse bondoso. – Eu trouxe uma coisa para você.
- O-o quê?
- Está com fome, não está?
- S-sim, mas... – O moreno hesitou. – Eu... O que é isso?
- O que você acha que é?
- Eu não sei...
- Então prove. Apenas abra a boca.
Sam hesitou, mas resolveu obedecer, sem saber se era uma boa idéia contrariar o homem naquele momento. A primeira coisa que sentiu foi algo gelado tocar sua língua. Mastigou uma vez, notando como se parecia com... Carne crua. Só que com um gosto diferente, parecia... Melhor. Muito melhor.
- Gostou? – O Mestre perguntou quando o rapaz terminou de mastigar e engolir, ainda que meio hesitante, mas Sam teve que assentir. – Muito bem. Acha que pode terminar sozinho? Eu tenho que fazer uma coisa.
- A-acho que sim. – O moreno umedeceu os lábios quando sentiu o homem colocar alguma coisa em seu colo e suspirou.
- Bom menino. Eu volto logo, então não saia daqui. Fique de olho nele, Passarinho.
- E o que mais eu faria nesse lugar? – Castiel quis saber, debochado. – Ei, quer saber o que você tá comendo?
- Não, obrigado. – Sam respondera rapidamente.
- Okay. Divirta-se com isso aí.
- O que você come?
- Eu não como.
O Winchester umedeceu os lábios, tentando não pensar naquilo, e voltou a comer, com um pouco de esforço para encontrar o que quer que fosse que estava servindo de refeição, mas não demorou muito para conseguir. Logo já estava satisfeito, mesmo tendo a impressão de que não comia nada há dias, e deixou o prato ao seu lado, temendo derrubar alguma coisa.
- Já está se sentindo melhor? – Ele ergueu os olhos, quase automaticamente, ao ouvir Castiel, esquecendo-se, novamente, de que não podia mais enxergar.
- Um pouco.
- Tá, eu vou ficar quieto e não falar o que você tava comendo. – O anjo comentou, despreocupado. – Mas você não vai gostar de saber o estado da sua cara agora.
- Cas, sério, cala a boca. – Sam sacudiu a cabeça.
- Tá bom, tá bom.
- Valeu. – O moreno suspirou, tentando limpar o rosto com as costas da mão.
- Agora está apresentável.
- O que seria apresentável para você?
- Se eu falar você briga comigo.
- Bem, eu não posso ver onde você está e muito menos chegar aí. Fale.
- Não tão cheio de sangue como você tava antes. – Sam arregalou os olhos, incrédulo.
- S-sangue?!
- O que esperava? Geléia?
- Er... É nojento?
- Pra você é. Por enquanto.
- Droga... – O moreno respirou fundo. – Fale logo.
- Carne humana.
- D-de quem? – O rapaz umedeceu os lábios, assustado.
- Como vou saber? – Castiel sacudiu os ombros.
- M-mas... Eu não...
- O que? Não gostou? – O outro debochou. – Você gostou, admita. Todos gostam.
Sam coçou a nuca, envergonhado. – Não é... Quer dizer, não é de todo ruim, mas... Mas...
- É humana né? Tá se sentindo um canibal.
- Isso mesmo.
- Não se preocupa, logo você esquece isso.
- Fácil falar. – O moreno resmungou.
- É verdade.
- É?
- Aham. Foi mal, campeão.
- Eu... – Sam murmurou. – Eu só queria sair desse lugar...
- Sinto muito. Ele está voltando, fique esperto.
O Winchester engoliu em seco novamente e tateou a cama, tentando não pensar no que iria acontecer. Sentiu um arrepio correr sua espinha quando o Mestre sentou ao seu lado, puxando-o para seu colo, e o rapaz tentou fugir, sem sucesso. O homem era mais forte e começara a passar as mãos por seu corpo.
- N-não... – Sam gaguejou, tremendo dos pés a cabeça.
- Você não gosta? – O Mestre perguntou.
- N-não, n-não gosto...
- Não pareceu quando estava com o meu cãozinho.
- E-ele...
- Tudo bem querido. – O moreno engoliu em seco quando o homem afagou seu rosto. – Eu vou ensiná-lo a gostar.
- M-mas...
- Não tenha medo. – O Mestre disse em tom carinhoso. – Eu não vou machucar você.
- E-eu não quero...
- Mas eu não perguntei se você quer. – O homem sussurrou no ouvido do rapaz, tirando, sem aviso, a camiseta que ele usava.
- P-por favor...
- O quê?
- E-eu não quero. Por favor... – Sam pediu com lágrimas nos olhos.
- Já chega de choro. – O Mestre pousou o dedo indicador sobre os lábios do rapaz, que engoliu um soluço com esforço. – Você não fica bonito quando chora.
O Winchester sentiu as lágrimas voltarem quando o homem o deitou na cama e se deitou por cima de seu corpo, não conseguindo parar de tremer e soluçar baixinho enquanto o Mestre passava os lábios por seu pescoço, e não poder ver piorava tudo várias vezes. Levou um susto e gemeu de dor quando um tapa forte atingiu seu rosto e obrigou-se a morder o lábio inferior para não soluçar.
- Eu já disse para parar de chorar.
- E-eu não q-quero...
- Quieto.
Sam apertou os olhos com força, mesmo que não fizesse diferença alguma, e soluçou baixinho quando o homem tirou o resto de suas roupas, o vento frio que batia arrepiando-o. Automaticamente se encolheu quando o Mestre voltou a se deitar sobre seu corpo e virou o rosto, desejando que tudo aquilo acabasse logo, que fosse acordar a qualquer momento de um pesadelo ruim que estava tendo, mas sabia que não iria acontecer.
O Mestre o virou de bruços e sem prévio aviso, invadiu-o com força. Sam grunhiu, afundando o rosto contra o colchão enquanto sentia-se sendo rasgado por aquele invasor indesejado, sendo violentado com brutalidade quase sobre-humana. O homem ia cada vez mais fundo e com mais força, como se gostasse de ver o rapaz mais novo chorar, e o rapaz não deu um pio quando o Mestre, que o possuía atingiu seu ápice, derramando-se dentro dele.
- Viu, não foi tão ruim. – O Mestre disse num tom amável, afastando os cabelos da testa molhada de suor do mais novo. Ergueu-se, arrumou rapidamente as vestes e deixou o local com passos rápidos.
Sam mal se mexia. Estava morrendo de dor. E quando notou que o Mestre se fora, permitiu-se chorar baixo contra o colchão, mal reparando que alguma coisa pousara suavemente ao seu lado.
- Eu curaria você. – Era Castiel quem falava, com um claro pesar na voz. – Mas... Perdi meus poderes. Desculpe. – Tocou o cabelo do mais novo, que tremeu, encolhendo-se. – É o Castiel, Sam.
- E-eu não...
- Eu sei. Eu não vou machucar você. – O moreno soluçou mais alto. – Não chore tão alto, ele pode ouvir.
- D-desculpe... – Sam murmurou. – E-ele sempre f-faz isso?
- Não. Só com os mais novos, pra... Mostrar quem manda, eu acho.
- E-eu... N-não tem jeito de sairmos daqui?
- Se você conseguir matar o Mestre, fica no lugar dele. A menos que consiga convencê-lo a nos libertar, aí... Nós podemos voltar pras nossas casas com as memórias apagadas. – O anjo comentou. – E digo isso literalmente. Não nos lembraremos dos nossos nomes, de quem somos... Coisas assim.
- M-melhor do que continuar n-nesse lugar...
- Bem, isso é verdade. – O anjo afagou os cabelos do rapaz carinhosamente.
- E-eu só q-queria sair daqui...
- Eu sei. Eu vou limpar você, tá? Prometo que não te machuco.
Continua...
Notas finais
Enfim, he, espero que estejam gostando e logo responderei aos reviews fofos de vocês *gota*
Até a próxima!
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